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Populações crescem nas periferias, mas transporte público continua ineficiente

Populações crescem nas periferias, mas transporte público continua ineficiente

AGÊNCIA BRASIL

28/07/2011 - 16h25
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A falta de transporte adequado e em quantidade suficiente é um dos principais gargalos na administração dos grandes centros urbanos, que concentram 83,096 milhões de brasileiros (42,5% da população), de acordo com pesquisa do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) sobre mobilidade urbana feita entre 2001 e 2010. No período, a concentração manteve-se estável em relação aos 42,3% registrados em 2000.

As cidades periféricas das regiões metropolitanas têm crescido bem mais que as cidades que deram origem aos agrupamentos populacionais, em virtude, principalmente, dos altos preços dos imóveis nas áreas centrais. Realidade conhecida na prática, mas agora confirmada por estudo do Ipea sobre Dinâmica Populacional e Sistema de Mobilidade nas Metrópoles Brasileiras.

A avaliação do Ipea sobre a ocupação demográfica nas 36 regiões metropolitanas (RMs) e nas três regiões integradas de desenvolvimento (Rides), nos últimos dez anos, salienta que as populações de menor poder aquisitivo têm se deslocado cada vez mais para longe dos grandes centros, embora a oferta do maior número de empregos continue nos núcleos regionais.

Com isso, a região de moradia do trabalhador se afasta dos locais de trabalho, em decorrência, principalmente, das construções de grandes empreendimentos imobiliários onde o terreno é mais barato, de acordo com Carlos Henrique Ribeiro de Carvalho, técnico de Planejamento e Pesquisa do Ipea que apresentou o estudo sobre mobilidade populacional.

Segundo ele, o deslocamento da população cria a necessidade de um sistema metropolitano de transporte adequado às necessidades da comunidade, mas isso é incompatível com a capacidade de financiamento dos municípios, isoladamente. Também não existe aporte suficiente de recursos dos governos estaduais para gerir o transporte público, e nem mesmo uma política específica do governo federal para as RMs.

Por isso, os novos marcos jurídicos referentes à formação de consórcios públicos intermunicipais e de parcerias público privadas podem ser a saída para a criação de instituições que possibilitem o financiamento dos equipamentos de transporte. Enquanto isso, os investimentos federais de mobilidade nas regiões metropolitanas se restringem aos sistemas metroferroviários, de pouca abrangência, de acordo com o Ipea.

diário oficial

Após vitória de Riedel, Estado renomeia chefes da campanha política

Secretários, assessores, jornalistas e fotógrafos estão de volta ao Governo de MS após meses afastados

06/10/2026 11h45

Frederico Felini assume a secretária de Comunicação do Governo de MS

Frederico Felini assume a secretária de Comunicação do Governo de MS ARQUIVO/CORREIO DO ESTADO

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Servidores estaduais comissionados, que deixaram seus cargos para participar da campanha política do governador Eduardo Riedel, estão de volta aos trabalhos no Governo de Mato Grosso do Sul.

Secretários, assessores, jornalistas, fotógrafos, entre outros profissionais, foram renomeados aos seus respectivos cargos nesta terça-feira (6). Eles permaneceram afastados por cerca de três meses, de julho a outubro, para se dedicarem exclusivamente à campanha de Riedel.

A relação de nomes foi publicada nesta terça-feira (6) no Diário Oficial Eletrônico (DOE-MS). Conforme apurado pela reportagem, cerca de 25 pessoas que haviam sido exoneradas retornaram ao governo.

Entre eles, está o coordenador da campanha política de Riedel, Frederico Felini, que agora ocupa o cargo de secretário-executivo de Comunicação, no alto escalão do governo. Ele substitui o ex-chefe da comunicação, Frederico Fukagawa Hozano de Souza, que foi exonerado a pedido nesta terça-feira (6).

Os cargos abrangem

  • Direção Gerencial Superior e Assessoramento
  • Direção Especial e Assessoramento
  • Direção Gerencial Superior e Assessoramento
  • Administração Superior e Assessoramento

As funções incluem

  • Assessor Especial VI
  • Assessor I
  • Assessor III
  • Assessor Especial V
  • Assessor I
  • Assessor Especial I

Os cargos e funções fazem parte da Secretaria de Estado de Governo e Gestão Estratégica (SEGOV).

Confira os trechos redigidos em Diário Oficial:

Frederico Felini assume a secretária de Comunicação do Governo de MS

Os salários brutos variam de R$ 8.179,32 (CCA-10) a R$ 34.398,40 (CCA-01).

 

CHEIA

Rio Taquari sobe 52 centímetros e chega a 4,52 metros em Coxim

Após mais de 180 milímetros de chuva em 48 horas, Defesa Civil reforçou o monitoramento de áreas de risco e pontos vulneráveis a alagamentos

06/10/2026 10h40

Nível do Rio Taquari continua subindo em Coxim e se aproxima da marca de emergência, estabelecida em 5 metros

Nível do Rio Taquari continua subindo em Coxim e se aproxima da marca de emergência, estabelecida em 5 metros Foto: Sheila Forato / Edição MS

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O nível do Rio Taquari continua subindo em Coxim, no norte do Estado. Na medição realizada às 7h desta terça-feira (6), a régua da estação hidrometeorológica instalada na praça Flutuante registrou 4,52 metros, mostrando um aumento de 52 centímetros nas últimas 24 horas. 

De acordo com o Edição MS, a altura é atribuída aos mais de 180 milímetros de chuva registrados no município nas últimas 48 horas. Além do volume de água que chega das cabeceiras e dos afluentes localizados em cidades vizinhas. 

Diante do avanço do nível do rio, a Defesa Civil de Coxim se mantém em alerta e reforça o monitoramento das margens do Taquari, das áreas de risco e dos pontos historicamente vulneráveis a alagamentos. 

Na última segunda-feira (5), foram registrados alagamentos em residências e outros transtornos em diferentes bairros, incluindo quedas de árvores. As secretarias municipais atenderam as ocorrências. 

Com o nível do Rio Taquari chegando a 4,52 metros, o alerta foi reforçado. A marca está a menos de 50 centímetros do nível de emergência, estabelecido em 5 metros. 

As autoridades orientam os moradores a redobrar a atenção, principalmente aqueles que vivem em áreas ribeirinhas, e a deixarem os imóveis imediatamente diante de qualquer sinal de risco. 
 

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