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Praia artificial será construída se houver aprovação popular, diz prefeito

Praia artificial será construída se houver aprovação popular, diz prefeito

Redação

13/02/2010 - 07h52
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A ntes da execução do projeto da “Praia Morena”, a população de Campo Grande será ouvida, segundo o prefeito Nelsinho Trad. Ontem de manhã, após reunião com o deput ado federa l Vander Loubet, o prefeito de Campo Grande, Nelsinho Trad, afirmou que o projeto só será executado se tiver aprovação popular. “Só vamos fazer se a população concordar e se conseguirmos fechar parceria para que o local consiga se autossustentar”, afirmou Nelsinho, ao ressaltar que o funcionamento da “Praia Morena” não poderá gerar gastos para a administração. Segundo ele, a verba a ser empenhada na construção da praia artificial será obtida através de emenda parlamentar do deputado Vander Loubet, que se comprometeu a apoiar o projeto. “Eu estou assumindo um compromisso com ele (Nelsinho Trad) de ser o padrinho desse projeto”, afirmou Vander, que prometeu buscar recursos através de emenda de bancada para 2011. “Como ainda é um anteprojeto, precisamos do projeto completo e do plano de trabalho para buscarmos recursos. Mas vamos garantir para o ano que vem”, disse Vander sobre os R$ 420 milhões necessários para a transformação da Lagoa Rica, localizada na saída para Três Lagoas, em uma praia artificial. Vander cogitou também a possibilidade de recursos serem destinados pelo Ministério do Turismo, que, este ano, vai transferir os recursos que seriam investidos em eventos para infraestrutura. “Praia Morena” Para execução do projeto, ainda em fase de estudo, cerca de 100 hectares da área da Lagoa Rica, localizada a cerca de 15 quilômetros do centro da Capital, podem ser adquiridos pela prefeitura para a construção da praia artificial. Há previsão de que o local seja estruturado com área para banho e 1,1 mil metros de calçadão em torno da lagoa. Pode haver espaços para piscinas e a implantação de um clube privado. Também podem ser construídas quadras para prática de esportes de praia, como vôlei e futebol, além de uma arena para receber grandes competições.

Impacto das chuvas

Fortes chuvas elevam nível do Rio Sucuriú e ponto turístico é fechado

Segundo informações do município, a precipitação chegou a 140 mm, e o nível da água do rio atingiu 4 metros em algumas regiões

10/03/2026 08h12

Crédito: Prefeitura Municipal de Costa Rica

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A Secretaria Municipal de Turismo e Meio Ambiente de Costa Rica informou que o acesso às trilhas, à cachoeira, aos rios e à piscina do Parque Natural Municipal Salto do Sucuriú está temporariamente fechado por segurança.

O chefe do Executivo Municipal frisou que a situação exige prudência e resposta célere, e decretou, nesta segunda-feira (9), o estado de calamidade pública.

Em conversa com o Correio do Estado, a assessoria informou que, no domingo (8), o município foi atingido por 140 milímetros de precipitações e que, de ontem para hoje, houve 130 milímetros.

Com isso, o Rio Sucuriú subiu cerca de 3,5 metros em área urbana, enquanto na região da Capela, um povoado localizado a cerca de 20 quilômetros,alcançou 4 metros.

Por meio das redes sociais, o prefeito delegado Cleverson Alves dos Santos ressaltou que o município passa por um momento que necessita de atenção. Até o momento, uma família, por medida preventiva, teve de deixar a residência.

“Uma medida necessária para mobilizar todos os recursos do município e, se preciso, buscar apoio do Governo do Estado e do Governo Federal para enfrentar esse cenário”, disse o prefeito.

Os órgãos do município, como a Defesa Civil, estão mobilizados e em alerta para a situação da elevação das águas do Rio Sucuriú, a fim de prestar assistência diante de qualquer situação.

 

 

 

No momento, apenas o restaurante do parque continua funcionando, e a prefeitura deve reabrir o parque e a área de visitação quando a situação normalizar e não gerar risco para quem for visitar o ponto, conhecido pela alta procura de turistas.

Entre os impactos causados pela chuva, estão ruas alagadas; um caminhão chegou a ficar preso na rua José Pereira da Silva que ficou parcialmente inundada, o que colocou as autoridades em alerta devido ao risco de o nível do rio continuar subindo.

 

Crédito vídeo: Ynove Notícia

A previsão é que a chuva continue na região, segundo a assessoria do município. Neste momento, uma garoa fina cai na região central de Costa Rica.

 

 

 


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COBRANÇA

Obras de mobilidade em Campo Grande entram na mira do TCE-MS

Órgão enviou ofícios à prefeitura solicitando informações sobre o andamento de intervenções públicas no prazo de 10 dias

10/03/2026 08h00

Gerson Oliveira / Correio do Estado

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O Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso do Sul (TCE-MS) pediu esclarecimentos à Prefeitura de Campo Grande sobre o andamento de algumas obras de mobilidade urbana que estariam demorando para serem entregues, além de solicitar informações sobre a origem dos recursos que estão sendo utilizados nessas intervenções públicas.

Nos ofícios, enviados a pedido do conselheiro Osmar Domingues Jeronymo, o relator pede informações à prefeita Adriane Lopes (PP) sobre obras relacionadas à infraestrutura viária e à mobilidade urbana na Capital, especialmente as intervenções na Avenida Norte Sul e a revitalização do córrego Anhanduí, na Avenida Ernesto Geisel.

O conselheiro também solicitou dados da origem dos recursos (municipais, estaduais ou federais) que financiam essas obras, além de ter acesso aos contratos firmados com as empresas para verificar se há alguma irregularidade.

Segundo o portal da Transparência da prefeitura, a “execução de obras de infraestrutura para contenção das margens do Córrego Anhanduí entre a Rua da Abolição e a Rua Bom Sucesso” foi firmada com a empresa HF Engenharia e Construção Ltda. em março do ano passado.

A obra, avaliada em R$ 21.978.285,18, estava prevista para ser entregue no dia 12 de abril deste ano, contudo, um novo termo aditivo estendeu esse prazo por mais 120 dias, estabelecendo a entrega no dia 9 de agosto.

Em matéria veiculada há oito meses, o Correio do Estado reportou que, de acordo com a prefeita, a obra estava 65% concluída naquela época, além de ter sido custeada com recursos do governo de Mato Grosso do Sul, do governo federal, por meio do Novo Programa de Aceleração do Crescimento (Novo PAC) e da Prefeitura de Campo Grande.

No outro ofício, o conselheiro requisita informações sobre a aplicação de recursos municipais utilizados como contrapartida na implantação dos corredores de ônibus, que é uma iniciativa do plano de mobilidade urbana do Município financiada pelo governo federal, por meio do programa Avançar Cidades.

Em 2020, o Ministério das Cidades anunciou um financiamento federal de R$ 91,3 milhões para que Campo Grande investisse em obras de mobilidade urbana. Esse montante foi utilizado para construir os Corredores Sul e Norte.

O Corredor Sul é formado pelas Avenidas Costa e Silva e Gury Marques e pelas Ruas Calógeras e Rui Barbosa e fará a conexão dos terminais Morenão e Guaicurus com o centro da cidade.

Apenas a obra da Rua Rui Barbosa foi feita, mas com recursos do Reviva Centro. As obras começaram na Avenida Calógeras, mas foram paralisadas.

O Corredor Norte contempla as Ruas Bahia, 25 de Dezembro e Alegrete, além das Avenidas Coronel Antonino e Cônsul Assaf Trad, e ligará os terminais General Osório e Nova Bahia.

Em agosto do ano passado, o Correio do Estado noticiou que a conclusão dos corredores de ônibus na Rua Bahia, na Avenida Calógeras, na Avenida Costa e Silva, na Avenida Gury Marques e em outras vias que nem tiveram as obras iniciadas é uma incógnita para a Prefeitura de Campo Grande.

Isso porque a Capital precisaria tirar R$ 40 milhões do próprio bolso para custear essas intervenções.

Atualmente, há apenas um contrato ativo de corredor de ônibus, o do Corredor Sudoeste, composto por Rua Guia Lopes, Rua Brilhante, Avenida Marechal Deodoro, Avenida Gunter Hans e Avenida Bandeirantes. A Rua Brilhante foi entregue em 2022 e a Rua Guia Lopes também foi concluída.

Corredor de ônibus na Marechal Deodoro vira alvo do TCE-MS - Foto: Gerson Oliveira / Correio do Estado

A intervenção na Avenida Marechal Deodoro está avaliada em R$ 10.324.225,60 e é bancada com recursos do Novo PAC Mobilidade Urbana e também por meio do Financiamento à Infraestrutura e ao Saneamento (Finisa), linha de crédito da Caixa Econômica Federal voltada ao setor público para financiar despesas de capital, como obras de infraestrutura, pavimentação, saneamento, compra de equipamentos, entre outros.

Vale destacar que as obras deste corredor foi paralisado inúmeras vezes. Neste momento, segue em uma licitação, iniciada no ano passado. O prazo de entrega estava previsto para a semana passada, mas a obra não foi concluída e ainda não houve anúncio de prorrogação.

O TCE-MS estabeleceu um prazo de 10 dias úteis, que começa a ser contado a partir do momento de ciência da intimação, para que a prefeitura apresente o que foi solicitado pelo conselheiro.

DETALHES

Em contato com a reportagem, o TCE-MS explicou que a investigação minuciosa dessas obras não é oriunda de uma denúncia, mas, sim, de uma vontade do próprio conselheiro, que não precisa esperar ser provocado para solicitar informações a outros órgãos sobre ações públicas.

Ademais, o conselheiro Osmar Jeronymo disse que não há como se manifestar sobre os ofícios antes do posicionamento da prefeitura.

*Saiba

A demora na entrega de algumas obras é uma das maiores reclamações dos campo-grandenses, com certas intervenções atrapalhando o trânsito de veículos e pedestres.

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