Cidades

SEMANA DA CRIANÇA

Prefeito de Antônio João proíbe 'cabelo maluco' nas escolas

De acordo com o prefeito, a tradição não agrega no aprendizado das crianças e dá trabalho e gasto para as mães

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Prefeito de Antônio João, Agnaldo Marcelo da Silva (PSDB), conhecido como “Marcelo Pé”, proibiu o ‘cabelo maluco’ nas escolas do município.

Cabelo maluco é um penteado criativo, colorido e inusitado, feito uma vez por ano, exclusivamente na Semana da Criança - mês de outubro, para celebrar a data de uma maneira divertida e descontraída.

De acordo com o prefeito, a tradição não agrega no aprendizado das crianças e dá trabalho e gasto para as mães.

“Nós somos responsáveis pela educação básica e infantil do município. E nesse mundo onde está tendo várias distorções dos comportamentos das crianças, até mesmo dos adultos, dos jovens, eu optei em não fazer aqui a semana do cabelo maluco em Antônio João. Acaba gerando disputa, uma concorrência, um gasto para mães. E eu achei por bem cancelar a semana de cabelo maluco aqui em Antônio João, aí depois tem outra semana da meia maluco, e tem um monte de coisas, que na minha opinião não agrega em nada no bom desempenho de aprendizado das crianças do município”, afirmou o prefeito, na tarde desta quinta-feira (9), em suas redes sociais.

Antônio João é um município localizado na região sudoeste de Campo Grande, fronteira com o Paraguai e situado a 281 quilômetros de Campo Grande.

CABELO MALUCO

Cabelo maluco ‘virou febre’, nesta semana, em escolas infantis públicas e privadas de Campo Grande, capital de Mato Grosso do Sul.

Penteados criativos, coloridos, extravagantes, inusitados e ‘diferentões’ roubaram a cena, em plena semana da criança, no ensino infantil.

Meninos e meninas usam cabelos decorados de sorvete, jardim, pipoca, galinheiro, garrafa, arco-íris, aranha, dinossauro das cores rosa, laranja, amarelo, verde, azul, preto, roxo, marrom, branco ou vermelho.

Mães e pais usam e abusam da criatividade para caprichar no penteado do filho, o que os deixam “malucos” no dia do cabelo maluco.

Além do ambiente escolar, a diversão também invadiu as redes sociais, onde os pais compartilham penteados criativos de seus filhos.

O cabelo de Maria Cecília, de 5 anos, virou uma cesta linda de flores.

Lívia Saori, de 2 anos, esbanjou um penteado de “garrafa pingando cabelo” em sua escolinha.

No “dia da mochila maluca”, Lívia esbanjou muito brilho com uma mochilinha da personagem Skye.

Bernardo, de 1 aninho, se transformou em um bombom de Ouro Branco ambulante.

Gabriela Luz Carvalho, de 6 anos, usou o tema MC Donald na combinação do cabelo e mochila malucos.

Cidades

Júri nos EUA considera Instagram e YouTube responsáveis em julgamento sobre vício em redes

Após mais de 40 horas de deliberação ao longo de nove dias, os jurados da Califórnia decidiram que a Meta e o YouTube foram negligentes no design ou operação de suas plataformas

25/03/2026 23h00

Crédito: Marcelo Casal Jr / Agência Brasil

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Um júri considerou a Meta e o YouTube responsáveis nesta quarta-feira, 25, em um processo inédito que visava responsabilizar as plataformas de mídia social por danos a crianças que usam seus serviços, concedendo a autora US$ 3 milhões em danos.

Após mais de 40 horas de deliberação ao longo de nove dias, os jurados da Califórnia decidiram que a Meta e o YouTube foram negligentes no design ou operação de suas plataformas.

O júri também decidiu que a negligência de cada empresa foi um fator substancial na causa do dano à autora, uma mulher de 20 anos que afirma ter se tornado viciada em mídias sociais quando criança e que esse vício exacerbou seus problemas de saúde mental.

Este é o segundo veredicto contra a Meta esta semana, depois que um júri no Novo México determinou que a empresa prejudica a saúde mental e a segurança das crianças, violando a lei estadual

Meta e YouTube (de propriedade do Google) emitiram declarações discordando do veredicto e prometendo explorar suas opções legais, o que inclui apelações.

O porta-voz do Google, Jose Castañeda, afirmou na declaração da empresa que o caso "não entende o YouTube, que é uma plataforma de streaming construída de forma responsável, não um site de mídia social". Fonte: Associated Press.

*Conteúdo traduzido com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação do Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado

Cidades

Senado aprova criação de 794 cargos e funções no TSE e TREs com impacto anual de R$ 109 milhões

Estão previstos 85 postos no TSE, além de cargos e funções para 27 unidades federativas

25/03/2026 22h00

Crédito: Wilson Dias / Agência Brasil

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O Senado aprovou nesta quarta-feira, 25, o Projeto de Lei 4/2024, que cria 794 cargos e funções comissionadas no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e em Tribunais Regionais Eleitorais (TREs). De autoria do próprio TSE, o texto segue para sanção e tem impacto estimado de R$ 109,3 milhões por ano.

Estão previstos 85 postos no TSE, além de cargos e funções para 27 unidades federativas. O TRE do Distrito Federal receberá o maior número de postos (117), seguido de Bahia (30).

Ao todo, considerando TSE e TREs, os postos serão distribuídos da seguinte forma:

  • 232 cargos de analista judiciário;
  • 242 cargos de técnico judiciário;
  • 75 cargos em comissão;
  • 245 funções comissionadas.

O projeto determina que os custos serão pagos pelo orçamento já destinado ao TSE e aos TREs e que o valor só pode entrar em vigor se houver autorização na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) e na Lei Orçamentária Anual (LOA).

O TSE alegou que a ampliação do quadro de pessoal é necessária pelo crescimento contínuo do eleitorado, do número de candidaturas e de processos judiciais e extrajudiciais em cada eleição. O Tribunal também argumentou haver "crescentes demandas relacionadas à segurança das urnas, ao combate à desinformação, ao cumprimento de normas do Conselho Nacional de Justiça e à manutenção da qualidade dos serviços prestados à sociedade".

Durante a votação, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), defendeu a proposta: "[Reconhecer] O momento mais importante da democracia, que são as eleições [...] Estamos fazendo com coerência o que deveríamos ter feito", declarou o parlamentar.
 

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