Cidades

Clima tempo

Previsão de chuvas intensas em grande parte de MS para este domingo, alerta Cemtec e Inmet

A instabilidade climática é atribuída à atuação de uma área de baixa pressão sobre o Paraguai, combinada com o calor e a umidade da região

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Encerrando a semana com um cenário climático variado, o Centro de Monitoramento do Tempo e do Clima (Cemtec) prevê um domingo ensolarado, seguido por aumento de nebulosidade e possibilidade de chuvas de intensidade fraca a moderada em grande parte de Mato Grosso do Sul. O órgão também alerta para a possibilidade de chuvas mais intensas e tempestades acompanhadas de raios e rajadas de vento.

Essas instabilidades atmosféricas são atribuídas à atuação de uma área de baixa pressão sobre o Paraguai, combinada com o calor e a umidade da região. Além disso, a formação de nuvens e precipitações é favorecida pela presença de uma frente fria oceânica, juntamente com o deslocamento de cavados.

Em relação às temperaturas, Campo Grande terá mínima prevista de 22°C e máxima de 29°C neste domingo. Em Dourados, espera-se uma variação semelhante, com mínima próxima à capital e máxima de 30°C. Na região Sul-Fronteira, Ponta Porã oscilará entre 21°C e 27°C, enquanto Iguatemi e Anaurilândia começarão o dia com 23°C, alcançando máximas de 29°C e 30°C, respectivamente.

No Bolsão, Paranaíba iniciará com 23°C e chegará a 30°C durante o dia; já em Três Lagoas, a mínima será de 24°C, com máxima de 30°C. No norte do Estado, Coxim registrará 23°C pela manhã e 30°C nos momentos mais quentes do dia.

Corumbá, no Pantanal, terá temperaturas entre 25°C e 30°C; Aquidauana começará com 23°C e alcançará 31°C. Porto Murtinho, na região Sudoeste, iniciará com 23°C e chegará a 28°C.

Inmet Alerta para chuvas intensas em parte do Centro-Oeste

O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu neste sábado (13) três alertas de chuvas intensas para o fim de semana em diversas partes do país.

As previsões indicam acumulações de chuva entre 30 e 60 milímetros por hora ou entre 50 e 100 milímetros por dia, com ventos alcançando de 60 a 100 quilômetros por hora. Essas condições apresentam riscos como interrupções no fornecimento de energia elétrica, quedas de galhos de árvores, alagamentos e raios.

Os alertas abrangem áreas do centro-sul e centro-norte de Mato Grosso do Sul, leste de Rondônia, sudeste e sudoeste de Mato Grosso, norte e nordeste de Mato Grosso, além de outras regiões.

Em caso de rajadas de vento, o Inmet orienta que as pessoas não se abriguem debaixo de árvores por conta do risco de queda e descargas elétricas. Outras recomendações incluem evitar estacionar veículos próximos a torres de transmissão e placas de propaganda, além da desativação dos aparelhos elétricos sempre que possível.

Para mais informações sobre os alertas emitidos pelo Inmet, a população pode entrar em contato com a Defesa Civil (telefone 199) e o Corpo de Bombeiros (telefone 193).

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MATO GROSSO DO SUL

Governo define novo secretário-adjunto de Turismo, Esporte e Cultura

Decreto publicado nesta segunda-feira (3) oficializa o novo secretário-adjunto da pasta; gestor já ocupou cargos no Estado e na Prefeitura de Campo Grande

03/03/2026 10h40

Gestor já ocupou cargos no Estado e na Prefeitura de Campo Grande

Gestor já ocupou cargos no Estado e na Prefeitura de Campo Grande Arquivo

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O governador de Mato Grosso do Sul, Eduardo Corrêa Riedel, nomeou Alessandro Menezes de Souza para exercer o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Turismo, Esporte e Cultura. A nomeação foi oficializada por meio do Decreto “P” nº 145, publicado nesta segunda-feira (3), com efeitos a partir da data da publicação.

De acordo com o ato, Alessandro passa a ocupar cargo em comissão de Administração Superior e Assessoramento, símbolo CCA-00, conforme previsto no anexo II da Lei nº 6.036, de 1º de janeiro de 2023, e suas alterações. A função integra a estrutura estratégica da pasta responsável por políticas públicas nas áreas de turismo, esporte e cultura no Estado.

Com trajetória na administração pública e articulação política, Alessandro Menezes já foi presidente regional do Solidariedade, indicado pelo ex-governador André Puccinelli. No âmbito municipal, atuou na Prefeitura de Campo Grande como diretor-presidente do IMTI (Instituto Municipal de Tecnologia e Informação), nomeado em maio de 2014 pelo então prefeito Gilmar Olarte. Também teve passagem pela Superintendência de Gestão da Informação (SGI).

Em 2017, exerceu o cargo de subsecretário de Relações Institucionais do Governo do Estado. Além da atuação no setor público, Alessandro participou da fundação da ONG SOS Pantanal, onde atuou como conselheiro, ampliando sua atuação para a área socioambiental.

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EM IVINHEMA

MPE teme rompimento de rodovia e exige pagamento de multa

Obras paliativas da Agesul não aguentou o volume de chuva de fevereiro e aumentou riscos de acidentes na rodovia

03/03/2026 10h03

Divulgação MPMS

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Por meio da 2ª Promotoria de Justiça de Ivinhema, o Ministério Público de Mato Grosso do Sul (MPMS) formalizou um pedido provisório de decisão ao Município e à Agência Estadual de Gestão de Empreendimentos (Agesul), para que se cumpra o pagamento de multa em razão da degradação ambiental e risco viário na rodovia MS-141.

A motivação veio após denúncias de moradores da região, que apontaram escoamento desordenado de águas pluviais, acumuladas da chuva, vindas de áreas urbanas. O resultado ficou evidente com a erosão às margens da rodovia. 

Com isso, foram realizadas vistorias no local, e a confirmação foi que as medidas adotadas tanto pelo Município, representado pela Prefeitura de Ivinhema, quanto pela Agesul foram insuficientes. Notado que as obras paliativas realizadas na rodovia estadual não resistiu aos temporais do mês passado, o MPE configurou como descumprimento de liminar judicial anterior.

Ainda segundo o MPE, a falha nas estruturas resultou em:

  • invasão de lama na pista;
  • infraestrutura exposta;
  • e dano ambiental ampliado.

Porém, não apenas pela questão ambiental e a degradação do ambiente, em razão da segurança dos que ali transitam, o órgão também apontou que com a constante chuva, o volume da água invade a pista e cria 'rios' sobre o asfalto, o que aumenta o risco de aquaplanagem e acidentes fatais na rodovia.

Chuvas e pavimentações

Segundo relatório da Defesa Civil, em fevereiro foram 106,2 milímetros de chuva apenas entre os dias 22 e 23 do mês. Com isso o volume da água que acumulou na região gerou o rompimento de diversos pontos das obras de contenção feitas pela Agesul, no trecho que liga Ivinhema a Angélica.

Anteriormente, como já havia noticiado o Correio do Estado, no final do ano passado o Governo de MS, por meio da Agesul engatilhou 13 projetos de pavimentações no valor de R$ 2,6 bilhões. Entre as que estavam incluídas no pacote, estava a previsão de implantação de 68 quilômetros de asfalto ligando a BR-267 à cidade de Angélica, pela MS-141.

Em decisão liminar, o MPE havia determinado um período para que a situação fosse devidamente resolvida e houvesse cumprimento das obrigações, porém o prazo se encerrou sem que o problema fosse integralmente sanado.

Devido a negligência diante da ocorrência e precariedade das intervenções realizadas pela Agesul e pelo Município, o MPE solicitou que os envolvidos, e incluindo o Estado, comprovem que a situação foi controlada com a contenção imediata do escoamento de águas pluviais e a manutenção das estruturas de drenagem.

A aplicação de multa diária já foi determinada desde a decisão liminar, e em caso do não cumprimento da comprovação a multa seguirá fixa diariamente. O órgão ainda solicitou que os valores de multa vencidos em dezembro do ano passado sejam pagos imediatamente. O valor será revertido ao Fundo Municipal de Meio Ambiente de Ivinhema.

Segundo o Promotor de Justiça Allan Thiago Barbosa Arakaki, responsável pela ação, a área degradada atualmente é maior do que a registrada no início do processo. A cada chuva a rodovia está sujeita a maior degradação, e até mesmo o rompimento dela, além do aumento de risco de acidentes devido a água.

"Evidencia-se o agravamento do quadro de dano e do risco à integridade dos usuários da via e dos moradores da região", destaca.

O MPE ainda anexou fotos e vídeos enviados pelos moradores da região, que relataram o medo constante de tragédias em dias de chuvas. No documento, as imagens mostram galerias entupidas e o avanço das voçorocas que ameaçam casas próximas do local.

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