Cidades

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PSDB de MS avalia hoje avanço de petista

PSDB de MS avalia hoje avanço de petista

Redação

08/02/2010 - 07h00
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O avanço da ministrachefe da Casa Civil, Dilma Rousseff (PT), nas pesquisas eleitorais para presidente da República deixou em alerta o PSDB de Mato Grosso do Sul. Hoje, a partir das 7h30min, os tucanos reúnem-se na sede do diretório estadual, em Campo Grande, para avaliar os efeitos do crescimento da provável adversária e o risco de o governador de São Paulo, José Serra, desistir da corrida ao Planalto. Uma das propostas em pauta é afinar o discurso das lideranças estaduais. O presidente regional do PSDB, deputado estadual Reinaldo Azambuja, aposta no apoio do governador André Puccinelli (PMDB) a Serra para conter o avanço de Dilma, pelo menos em Mato Grosso do Sul. Porém, ante a indefinição sobre a própria candidatura do governador paulista, não há como pressionar o PMDB regional a tomar uma posição. Além de garantir palanque consistente nos estados, o que se discute hoje no PSDB e DEM é segurar Serra como pré-candidato a presidente da República. O DEM chegou a abrir mão da vaga de vice para o governador de Minas Gerais, Aécio Neves, que recusou o assédio da cúpula do partido na semana anterior. Vice-presidente nacional do PSDB, a senadora Marisa Serrano (MS) não esconde a apreensão com o crescimento de Dilma. Há poucos dias, até se envolveu em troca de acusações com a ministra. Mas hoje evita entrevistas para não polemizar mais com a petista. Em nível regional, a senadora também esquiva-se de falar sobre os ataques que sofreu do presidente da Assembleia Legislativa, deputado Jerson Domingos (PMDB), e de outros parlamentares da base aliada de André, depois que ensaiou lançar candidatura própria ao governo estadual. Recusa de Aécio Embora n i nguém fa le abertamente em desistência de Serra, as mobilizações pós pesquisas indicam preocupação do bloco nacional. Para evitar o recuo, o DEM abre mão de indicar o vice da chapa. Na semana anterior, o expresidente Fernando Henrique Cardoso e outros membros da cúpula tucana tentaram convencer o mineiro Aécio Neves a assumir a vaga. Uma chapa com governadores dos dois maiores colégios eleitorais do Brasil seria forte argumento para Serra manter o projeto de suceder Lula. Aécio, entretanto, descartou a possibilidade e rechaçou especulações de que aguardaria até maio para, caso Serra mantivesse a liderança, aceitar ser vice. “É absurda e irresponsável essa ilação de que aguardo pesquisas. Serei candidato ao Senado por Minas porque, não sendo candidato à presidência, é esta a melhor forma de contribuir para que o PSDB seja vitorioso nessas eleições”, disse o governador, em declaração divulgada por sua assessoria. “Ilações absurdas como essa servem apenas para apequenar um debate que é tão relevante para o País e, por isso mesmo, merece ser tratado com responsabilidade e seriedade”, completou. “Tudo ou nada” Para alguns analistas, as atuais eleições são “tudo ou nada” na carreira política de José Serra. Em março deste ano, o tucano completará 68 anos. Se não se eleger presidente, terá de esperar mais quatro anos para se candidatar. Teria então 72 anos, um ano a mais que o presidente Fernando Henrique quando entregou a Presidência a Luiz Inácio Lula da Silva. O cient ist a pol ít ico e professor da Universidade de Brasília (UnB) Leonardo Barreto declarou que, em caso de nova vitória petista, “Serra será um político derrotado e sem mandato”. Terá de esperar para concorrer ao Senado daqui a quatro anos, “quando a única vaga terá que ser disputada com [Eduardo] Suplicy (PT), o que não é nada fácil”. Portanto, não está descartada a opção de Serra optar por disputar a reeleição em São Paulo e abrir mão da sucessão presidencial caso a petista Dilma Rousseff continue subindo nas pesquisas.

barbárie

Briga de trânsito após carreata política acaba em morte em MS

Adolescente de 16 anos teria feito uma séria de disparos depois de ver o pai sendo agredido depois da manifestação bolsonarista na região central de Bonito

25/10/2026 09h46

Ewerton Rodrigues da Silva, de 35 anos, morreu após ser atingido por três disparos sábado à noite em Bonito

Ewerton Rodrigues da Silva, de 35 anos, morreu após ser atingido por três disparos sábado à noite em Bonito

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Atingido com pelo menos três disparos de revólver em meio a uma suposta briga de trânsito ao final de uma carreata bolsonarista na região central de Bonito, Ewerton Rodrigues da Silva, de 35 anos, morreu na noite deste sábado (23) momentos depois de receber atendimento médico no hospital da cidade.

Um outro homem, identificado apenas como Alex, também foi atingido e por conta da gravidade dos ferimentos teve de ser transferido para Campo Grande.  Conforme boletim de ocorrência da Polícia Militar, a equipe foi acionada por volta das 20 horas para atender uma briga generalizada nas imediações de um posto de combustíveis, na região central da cidade.

De acordo com as informações iniciais da Guarda Municipal e divulgadas pelo site Jardim Msnews, o caso teria ocorrido após o término da carreata, depois que uma discussão de trânsito teria evoluído para xingamentos e agressões físicas generalizada, na qual vários pessoas participaram das agressões. 

Ao perceber que seu pai estava sendo espancado, um adolescente que teria 16 anos conseguiu pegar uma arma que estava no veículo do pai e fez uma série de disparos contra os supostos agressores. Ewerton foi atingido no abdômen, no tórax e outro na coxa direita. Alex, por sua vez, levou dois tiros na região do tórax. 

Depois de fazer os disparos, pai e filho teriam fugido em uma caminhonete e até o começo da manhã deste domingo eles não haviam sido localizados. 

Embora não haja indícios de que tenha sido uma confusão com motivações políticas, nas redes sociais o caso descambou imediatamente para este lado.

“O povo mais feliz do mundo, se tornou em um povo agressivo e intolerante consumindo e reproduzindo discursos de ódio propagados pela extrema direita. Qual país você quer para os seus filhos?? Um país com armas entrando nas escolas, nas festas, na cintura do vizinho que vive irritado?? Escolham o lado do diálogo, dos livros, da ciência, do desenvolvimento pessoal através da educação e do trabalho. Ignorem quem promete melhorias atacando e difamando as minorias. Nós brasileiros queremos paz, amor e dignidade para todos”, escreveu internauta.

“O bolsonarismo é o suprassumo da violência e da intolerância. Armados e perigosos”, escreveu outro.

“Não foi durante a carreata, foi uma briga de trânsito após a carreata que terminou horas antes! A polícia já apresentou o BO, o menor que efetuou os disparos, foi buscar a arma após a primeira discussão, retornado ao local, iniciando nova discussão , briga e disparos. Que o pai seja responsabilizado como regem as Leis, e seu filho infelizmente terá apenas medidas “socioeducativas” , pois os mesmos que estão aqui esbravejando indignação, foram a mesma esquerda que votou contra a redução da maioridade penal, e deixarão mais esse criminoso impune! Quanto as “armas”, se houvesse uma única pessoa com direito ao porte legal, o “lírio do campo” que daqui a alguns meses estará solto ao completar 18 anos, talvez não teria essa chance não é mesmo?”, opinou outro internauta.

DEMOCRACIA

Apenas 5 urnas apresentam defeito no início da votação em MS

Em todo o Estado são pouco mais de 7,1 mil urnas eletrônicas e somente uma teve de ser substituída no início da votação do segundo turno

25/10/2026 08h48

Votação está acontecendo em ritmo acelerado neste domingo em praticamente todas as seções eleitorais de MS

Votação está acontecendo em ritmo acelerado neste domingo em praticamente todas as seções eleitorais de MS Marcelo Victor

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Apenas cinco das 7,1 mil urnas eletrônicas instaladas para o início da votação em Mato Grosso do Sul apresentaram problemas logo no começo da votação, segundo boletim divulgado pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE) relativo à contabilização feita até  08:00 horas.Porém, somente uma foi substituída. Nas demais foram feitos ajustes e a votação teve início com alguns minutos de atraso.

No primeiro turno, marcado pelas fortes chuvas, dez urnas eletrônicas apresentaram algum tipo de defeito logo no começo da votação.

Em todo o Estado são 6.990 seções, segundo o Tribunal Regional Eleitoral, e a única urna que teve de ser trocada foi em Ivinhema. O teclado apresentou defeito e o equipamento foi substituído. No município de Camapuã, dois equipamentos não funcionaram. Em um deles foi feito ajuste na mídia e no outro, e reinicialização acabou resolvendo o problema.

Situação parecida aconteceu com uma urna em Nioaque e outra em Aparecida do Taboado. Em todo o Estado são em torno de 1,8 mil servidores do TRE que estão organizado a eleição. Além destes, porém, existem 27.960 mesários que desde a madrugada estão a postos para receber os eleitores. 

Apesar de haver previsão de chuva, nas primeiras horas da manhã ela não chegou a Campo Grande, onde foram criados 237 locais de votação  e instaladas 2.242 urnas. Na Capital estão cadastrados 640.453 eleitores, segundo o TRE.

Em todo o Estado, 2.024.884 eleitores estão aptos a votar neste domingo (4), segundo o TRE. Em Campo Grande, onde está concentrado o maior eleitorado do, são 640.427 pessoas cadastradas.

No estado são em torno 860 urnas prontas para eventuais problemas. Todas elas passaram pelos procedimentos de preparação, carga e lacração e foram distribuídas aos locais de votação conforme o cronograma da Justiça Eleitoral.

Em todo Mato Grosso do Sul, são 7.272 seções. Os locais foram organizados com identificação das salas, sinalização e estrutura para receber os eleitores.
 

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