Cidades

CAMPO GRANDE

Ernesto Geisel terá novo trecho recapeado

Obras devem se concentrar no trecho entre as ruas Do Aquário e Pirituba, na margem direita da Avenida, e da Rua do Aquário a Av. Manoel da Costa Lima no sentido contrário

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Através da edição desta quinta-feira (11) do Diário Oficial de Campo Grande (Diogrande), o Executivo da Cidade Morena detalhou que a Avenida Ernesto Geisel está prestes a ter um novo trecho recapeado, pelo montante de mais de 4,8 milhões de reais. 

Conforme o extrato do contrato número 113/2026 publicado no Diogrande, a responsável escolhida para a obra é a Empresa Titanium Construções e Pavimentação Ltda.

Ao todo, essa empresa receberá R$4.848.999,85 para executar as obras na Ernesto Geisel, em atendimento à solicitação da Secretaria Municipal de Infraestrutura e Serviços Públicos (Sisep).

Cabe destacar que esse valor é aproximadamente 11% mais barato que o total previsto em edital, certame esse que separou um montante de R$5.465.174,20 para a contratação. 

Entenda

Nesse acordo entre a Prefeitura de Campo Grande e a Titanium Construções e Pavimentação, a empresa se encarregará da recuperação funcional do pavimento asfáltico da Av. Presidente Ernesto Geisel. 

Mais especificamente, as obras devem se concentrar no trecho entre as ruas Do Aquário e Pirituba, na margem direita da Avenida, e da Rua do Aquário a Av. Manoel da Costa Lima no sentido contrário. 

Obra que integra o planejamento de manutenção e melhoria da malha viária da Capital, com foco na segurança e na mobilidade urbana, além do recapeamento, esse projeto relaciona serviços complementares de infraestrutura, como adequações de acessibilidade, implantação de bocas de lobo, execução de sarjetas e meios-fios.

Questionada à época do lançamento da licitação, a prefeita Adriane Lopes fez questão de ressaltar a importância dessa execução junto à Avenida Ernesto Geisel. 

“Essa é uma obra muito importante, porque melhora o dia a dia de quem passa pela Ernesto Geisel todos os dias. Uma via bem cuidada faz diferença para motoristas e pedestres”,
 

EDUCAÇÃO

MS chega ao 8º curso de medicina após MEC confirmar faculdade em Coxim

Com a afirmação do ministro da Educação, Leonardo Barchini, a Universidade Federal de Mato Grosso do Sul terá seu terceiro curso de medicina

11/06/2026 10h45

Universidade Federal do Mato Grosso do Sul (UFMS)

Universidade Federal do Mato Grosso do Sul (UFMS) Gerson Oliveira/Correio do Estado

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Durante visita ao campus da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), em Campo Grande, nesta quarta-feira (10), o ministro da Educação, Leonardo Barchini, confirmou que a proposta de implantação do curso de Medicina no campus de Coxim está em estágio avançado.

"O curso de Medicina em Coxim já está em andamento nas comissões do MEC. Esperamos que até o final do ano a gente consiga já aprovar os cursos em todas as instâncias. Mas, uma coisa é certa: nós vamos ter Medicina em Coxim, sim", declarou o ministro.

Com mais esta instalação, Mato Grosso do Sul terá, ao todo, oito opções para cursar medicina no Estado, são elas:

  • Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) em Campo Grande e Três Lagoas; 
  • Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD); 
  • Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (UEMS), em Campo Grande;
  • Universidade Uniderp/Anhanguera de Campo Grande
  • Faculdade Unicesumar, em Corumbá
  • Faculdade de Medicina de Dourados (FMD/UNIFRON).

O Estado possui faculdades bem conceituadas, de acordo com a primeira edição do Exame Nacional de Avaliação da Formação Médica (Enamed), divulgada no dia 19 de janeiro pelo Ministério da Educação (MEC). A UFMS do campus de Três Lagoas, alcançou nota máxima (conceito 5). O curso obteve 100% de aproveitamento, empatando no topo do ranking nacional com a Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), em São Paulo.

Ao todo, o Enamed avaliou 351 cursos de Medicina em todo o País. Desses, 163 obtiveram conceitos 4 ou 5, considerados de excelência acadêmica. Apenas 49 cursos atingiram a nota máxima, entre eles a UFMS de Três Lagoas, que figura entre os melhores desempenhos do Brasil.

Além disso, dos cursos com avaliação positiva, 114 receberam conceito 4, entre eles está o da UEMS e da UFMS, ambos de Campo Grande.

Investimentos

Durante a agenda na UFMS em Campo Grande, o ministro Leonardo Barchini participou da inauguração do Centro de Convivência e Empreendedorismo Estudantil, espaço voltado ao desenvolvimento social e comunitário, construído em uma área total de 12,6 mil m². 

A edificação tem aproximadamente 2,1 mil m², com dois pavimentos em arquitetura modular, compostos por cozinha experimental, espaço para escritórios, salas de coworking, refeitório, livraria, lojas e ambientes para eventos com palco, camarim e bilheteria.

A comitiva também esteve no tradicional Autocine, que está sendo reaberto após permanecer fechado por 37 anos. O espaço agora integra o Centro de Convivência e Empreendedorismo Estudantil. Ao todo, nesse complexo, foram investidos cerca de R$ 6,8 milhões.

O ministro também participou de uma cerimônia no anfiteatro da Universidade, onde foram anunciados novos investimentos para a instituição que somam R$ 35 milhões. Foram assinados:

  • ordens de serviço para a construção de estruturas acadêmicas para estudantes indígenas do campus de Aquidauana;
  •  ampliação do projeto Aldeias Conectadas;
  • construção e estruturas para atender os acadêmicos do campus de Corumbá;
  • execução da infraestrutura elétrica do Bloco 4 do campus de Paranaíba;
  • obras de ampliação do Edifício Multiuso da Faculdade de Artes, Letras e Comunicação (Faalc) - Bloco 24

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capital

Professores prometem tomar as ruas do centro de Campo Grande nesta sexta-feira (12)

Associação Campo-Grandense de Professores (ACP) espera reunir até cinco mil professores em protesto

11/06/2026 09h39

"Na Prefeitura nós devemos manter um ato até sermos atendidos pela prefeita e sua equipe", diz Gilvano Gerson Oliveira/Correio do Estado

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Em protesto devido ao descumprimento de acordo entre a Prefeitura Municipal de Campo Grande e a Associação Campo-Grandense de Professores (ACP), os docentes prometem "tomar" as ruas da Capital do Mato Grosso do Sul nesta sexta-feira (12). 

Esse acordo, vale lembrar, buscava atualização do chamado "piso salarial", o salário mínimo ofertado para essa categoria de professores. 

Segundo o presidente da Associação Campo-Grandense de Professores, professor Gilvano Bronzoni, a paralisação deve atingir as 207 unidades da rede municipal durante todo o dia, com uma assembleia geral e concentração inicial na sede da ACP. 

De acordo com o presidente da ACP, feita essa primeira organização dos presentes, as autoridades, Agência Municipal de Transporte e Trânsito e Polícia Militar, já estão avisadas da movimentação que deve seguir até a Prefeitura de Campo Grande. 

"Nós estamos esperando cerca de 3 mil a 5 mil professores amanhã, e aí a gente deve organizar para às 8h30 nós sairmos em caminhada", diz.

Nesse sentido, a caminhada deve sair pelas ruas: 07 de Setembro; Rui Barbosa e posteriormente Afonso Pena até chegar na casa do Executivo de Campo Grande. A classe deverá permanecer em ato em frente à Prefeitura até conseguirem algum retorno. 

"Na Prefeitura nós devemos manter um ato até sermos atendidos pela prefeita e sua equipe, e esperamos uma notícia que tranquilize a categoria no sentido do cumprimento e manutenção da lei do piso por 20 horas do magistério", complementa Gilvano. 

O que diz a prefeita?

Durante agenda na manhã de ontem (10), para entrega de certificados do Programa de Inclusão ao Mercado de Trabalho (Primt), a prefeita Adriane Lopes (PP) foi questionada a respeito da situação do reajuste salarial dos professores da Rede Municipal de Ensino (REME). 

A chefe do Executivo de Campo Grande responsabilizou o Governo Federal por ter anunciado um reajuste de 0,37% para a categoria, mas posteriormente majorou para 5,4% sem indicar a fonte de repasse.    

Segundo Adriane Lopes, a mudança desequilibrou os acordos e planejamentos anteriores da administração, que necessita de clareza sobre a fonte de custeio federal.  

"Esse reajuste (0,37%) era o que cabia para os cofres das prefeituras, mas ele foi majorado para 5,4%. De janeiro para cá, a gente vem enfrentando esse desafio. Todos os acordos celebrados no ano anterior precisam ser refeitos, a discussão precisa ser refeita, porque como você avança, sendo que partiu do Governo Federal uma iniciativa de 0,37% para 5,4% de aumento, sem uma fonte de provisionamento desse reajuste?" disse Adriane Lopes na ocasião. 

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