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Campo Grande piora grau de risco da Covid e volta para bandeira vermelha

Flexibilizações refletiram em indicadores e 35 municípios pioraram classificação

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Quase metade dos municípios de Mato Grosso do Sul tiveram piora nos índices relativos à Covid-19 e tiveram piora grau de risco. 

Campo Grande, que no mês passado estava no grau médio, voltou para o risco alto, na bandeira vermelha.

Relatório situacional do Programa de Saúde e Segurança da Economia (Prosseguir), com o grau de risco de todos os municípios do Estado foi atualizado nesta quinta-feira (8).

Conforme o secretário de Governo e Gestão Estratégica, Eduardo Riedel, na semana, 31 municípios mantiveram a classificação de risco, 13 melhoraram e 35 pioraram.

Estado não tem nenhuma cidade em risco extremo e também nenhuma em risco baixo.

“”O prosseguir, no nosso entendimento, tem ajudado a balizar as ações do governo do estado e quero chamar a atenção que o programa é justamente para isso, não é alarmista, não é para a gente ficar confortável, é um sendo de realidade que nos é colocado”, disse.

“Nós podemos ver que a pandemia está presente, que a maioria dos municípios nós tivemos uma piora de quadro, que ainda temos que tomar cautela, cuidado, para que a gente não perca o controle da evolução da pandemia”, completou.

De acordo com o grau de risco de cada município, o Prosseguir recomenda medidas a serem tomadas para desacelerar o contágio pelo coronavírus.

Para gerar a classificação, o programa avalia indicadores municipais relacionados à:

  • disponibilidade de leitos de UTI;
  • quantidade de Equipamentos de Proteção Individual (EPI’s);
  • busca por contatos de casos confirmados;
  • redução da mortalidade por Covid-19;
  • disponibilidade de testes;
  • incidência na população indígena;
  • redução de casos entre profissionais da saúde;
  • redução de novos casos;
  • fronteira ou divisa com estado que tenha aumento de casos;
  • necessidade de expansão de leitos.

“O Prosegguir faz parte de uma estratégia, não tivemos nenhuma perda por falta de leito, conseguimos essa estruturação do sistema de saúde, é estado que mais testa e, agora trabalhando numa solução definitiva, o Estado tem sido protagonista no que diz respeito a vacina, em conversação com diversos laboratórios para que a gente tenha testagem e saia na frente com essas possibilidades de vacinação”, explicou Riedel.

Classificação de risco

Grau alto - bandeira vermelha

  • Anastácio
  • Angélica
  • Antônio João
  • Aparecida do Taboado
  • Aquidauana
  • Aral Moreira
  • Bandeirantes
  • Batayporã
  • Brasilândia
  • Caarapó
  • campo Grande
  • Cassilândia
  • Coronel Sapucaia
  • Corumbá
  • Costa Rica
  • Fátima do Sul
  • Glória de Dourados
  • Guia Lopes da Laguna
  • Itaquiraí
  • Jardim  
  • Laguna Carapã
  • Miranda
  • Naviraí
  • Paranaíba
  • Paranhos
  • Ponta Porã
  • Taquarussu
  • Terenos
  • Três Lagoas
  • Vicentina

Grau médio - bandeira laranja

  • Água Clara
  • Amambai
  • Anaurilândia
  • Bataguassu
  • Bela Vista
  • Bodoquena
  • Bonito
  • Camapuã
  • Caracol
  • Chapadão do Sul
  • Corguinho
  • Coxim
  • Deodápolis
  • Dois Irmãos do Buriti
  • Douradina
  • Dourados
  • Inocência
  • Itaporã
  • Ivinhema
  • Japorã
  • Jateí
  • Ladário
  • Maracaju
  • Mundo Novo
  • Nioaque
  • Nova Alvorada do Sul
  • Nova Andradina
  • Pedro Gomes
  • Porto Murtinho
  • Ribas do Rio Pardo
  • Rio Brilhante
  • Rio Negro
  • Rio Verde de Mato Grosso
  • Rochedo
  • Santa Rita do Pardo
  • São Gabriel do Oeste
  • Selvíria
  • Sete Quedas
  • Sidrolândia
  • Sonora
  • Tacuru

Grau tolerável - bandeira amarela

  • Alcinópolis
  • Eldorado
  • Figueirão
  • Iguatemi
  • Jaraguari
  • Juti
  • Novo Horizonte do Sul
  • Paraíso das Águas

Pontos de Apoio

Lei prevê áreas de estacionamentos de motorista de aplicativo

Objetivo central da lei é garantir melhorias nas condições de trabalho e trazer mais segurança para a categoria

24/04/2026 10h45

Motorista de aplicativo

Motorista de aplicativo Foto: Gerson Oliveira/Correio do Estado

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Campo Grande deu um passo importante para a contribuição para melhorias da classe de motorista de aplicativo, de acordo com a publicação feita no Diário Oficial de Campo Grande (Diogrande) na manhã desta sexta-feira (24), a Prefeita Adriane Lopes, sancionou a Lei nº 7.617 de 23 de abril de 2026, que propõe a criação de pontos de apoio destinados a motoristas de aplicativo.

A medida entra em vigor a partir da data da publicação e seus principais objetivos são proporcionar melhores condições de trabalhos, mais segurança e infraestrutura para os profissionais que atuam com o transporte de passageiros através de plataformas digitais. 

A regulamentação desta lei busca realizar a criação de pontos de apoio aos motoristas de aplicativo, como Uber, 99, InDrive, Lalamove, cooperativas, iniciativa privada, entre outras. Esses pontos serão similares aos que já existem, mas para taxistas, onde eles ficam estacionados esperando por uma corrida. 

A construção destes pontos devem acontecer em locais estratégicos que normalmente tem um alto fluxo de solicitações de corridas como em regiões centrais e comerciais, proximidades de rodoviárias e aeroportos, em regiões próximas a hospitais, universidades e grandes centros empresariais, além de demais áreas que exigem uma alta demanda, conforme estudos realizados pela administração pública. 

Na publicação feita no Diogrande relata sobre como será a estrutura destes pontos e contará com algumas infraestruturas mínimas, como banheiros de uso gratuito, espaço para alimentação e descanso, estacionamento rotativo para veículos de motoristas cadastrados em aplicativos, tomadas para recarga de dispositivos eletrônicos, a lei ainda promete Wi-Fi gratuito e também segurança e iluminação adequada. 

A construção destes pontos será custeada pelo Executivo municipal e não descarta uma parceria Público-Privada, convênios com empresas e entidades de classe ou utilização de espaços públicos já existentes, para a realização das obras necessárias. 

A iniciativa da prefeitura de sancionar a lei que busca ajudar a categoria vem em um momento de crescente de motoristas de aplicativo, que em 2024 registrou cerca de 78 mil trabalhadores na área em todo o estado e apesar de ser um lei municipal, a atitude pode acabar influenciando outras cidades a adotarem tal medida. 

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FIGUEIRAS CENTENÁRIAS

Deputado pede que MP investigue a remoção de árvores históricas na Avenida Mato Grosso

A medida visa apurar possíveis danos ao patrimônio ambiental e cultural da Capital

24/04/2026 10h30

Soro com medicamentos foram injetados em figueiras centenárias no centro de Campo Grande para tratamento

Soro com medicamentos foram injetados em figueiras centenárias no centro de Campo Grande para tratamento Foto: Gerson Oliveira / Correio do Estado

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O deputado estadual Pedrossian Neto protocolou uma representação no Ministério Público Estadual (MPE), pedindo a apuração da remoção das figueiras centenárias (Ficus microcarpa), localizadas na Avenida Mato Grosso, em frente ao Colégio Dom Bosco. A medida visa investigar possíveis danos ao patrimônio ambiental e cultural da Capital.

Pedrossian Neto requer que a Prefeitura de Campo Grande e a Secretaria de Infraestrutura e Serviços Públicos (Sisep) apresentem a cópia integral do processo administrativo que autorizou a remoção das árvores. O pedido inclui a exigência de laudos e pareceres técnicos que justifiquem a ação, a identificação individualizada de cada exemplar e a documentação de compensação ambiental, caso tenha sido prevista.

Além disso, a representação propõe que o MPE recomende ou determine a suspensão imediata de qualquer nova retirada, poda drástica ou mutilação no trecho entre a Rua Pedro Celestino e a Avenida Calógeras.

Segundo o deputado estadual, o objetivo é evitar que novas intervenções ocorram antes de uma análise técnica aprofundada sobre a legalidade das ações executadas.

Se forem comprovadas as irregularidades ou a intervenção em bens especialmente protegidos sem o amparo legal, o documento pede que responsabilizem os órgãos públicos na esfera administrativa, por meio de multas e sanções; e na esfera civil, para a reparação do dano ambiental e paisagístico.

A denúncia baseia-se no Decreto Municipal nº 11.600, de 17 de agosto de 2011, que dispõe sobre o tombamento de 22 árvores da espécie e dos canteiros centrais da Avenida Mato Grosso, no trecho entre a Rua Pedro Celestino e a Avenida Calógeras.

De acordo com o acervo de bens tombados da Fundação Municipal de Cultura ( Fundac), esses exemplares são reconhecidos como patrimônio histórico e paisagístico do município de Campo Grande, o que impõe restrições a qualquer tipo de alteração.

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