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PROSSEGUIR

Campo Grande piora grau de risco da Covid e volta para bandeira vermelha

Flexibilizações refletiram em indicadores e 35 municípios pioraram classificação
08/10/2020 11:35 - Glaucea Vaccari


Quase metade dos municípios de Mato Grosso do Sul tiveram piora nos índices relativos à Covid-19 e tiveram piora grau de risco. 

Campo Grande, que no mês passado estava no grau médio, voltou para o risco alto, na bandeira vermelha.

Relatório situacional do Programa de Saúde e Segurança da Economia (Prosseguir), com o grau de risco de todos os municípios do Estado foi atualizado nesta quinta-feira (8).

Conforme o secretário de Governo e Gestão Estratégica, Eduardo Riedel, na semana, 31 municípios mantiveram a classificação de risco, 13 melhoraram e 35 pioraram.

Estado não tem nenhuma cidade em risco extremo e também nenhuma em risco baixo.

“”O prosseguir, no nosso entendimento, tem ajudado a balizar as ações do governo do estado e quero chamar a atenção que o programa é justamente para isso, não é alarmista, não é para a gente ficar confortável, é um sendo de realidade que nos é colocado”, disse.

“Nós podemos ver que a pandemia está presente, que a maioria dos municípios nós tivemos uma piora de quadro, que ainda temos que tomar cautela, cuidado, para que a gente não perca o controle da evolução da pandemia”, completou.

De acordo com o grau de risco de cada município, o Prosseguir recomenda medidas a serem tomadas para desacelerar o contágio pelo coronavírus.

Para gerar a classificação, o programa avalia indicadores municipais relacionados à:

  • disponibilidade de leitos de UTI;
  • quantidade de Equipamentos de Proteção Individual (EPI’s);
  • busca por contatos de casos confirmados;
  • redução da mortalidade por Covid-19;
  • disponibilidade de testes;
  • incidência na população indígena;
  • redução de casos entre profissionais da saúde;
  • redução de novos casos;
  • fronteira ou divisa com estado que tenha aumento de casos;
  • necessidade de expansão de leitos.

“O Prosegguir faz parte de uma estratégia, não tivemos nenhuma perda por falta de leito, conseguimos essa estruturação do sistema de saúde, é estado que mais testa e, agora trabalhando numa solução definitiva, o Estado tem sido protagonista no que diz respeito a vacina, em conversação com diversos laboratórios para que a gente tenha testagem e saia na frente com essas possibilidades de vacinação”, explicou Riedel.