Cidades

INFRAESTRUTURA

Revitalização da Duque de Caxias é entregue após dois anos em obras

Uma das principais avenidas de Campo Grande ganhou 10 km de recapeamento, 9 km de asfalto, 4 km de ciclovias e 8 km de drenagem

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Avenida Duque de Caxias está de cara nova.

Cerimônia de lançamento de revitalização foi realizada na manhã desta sexta-feira (22), na rotatória do bairro Nova Campo Grande, saída para Terenos, localizada no cruzamento das avenidas Duque de Caxias e Amaro Castro Lima, na Capital.

A entrega da obra faz parte da agenda dos 126 anos de Campo Grande, que será comemorado na próxima terça-feira (26).

Como ficou a avenida Duque de Caxias. Foto: Paulo Ribas

Obras de recapeamento duraram dois anos, de agosto de 2023 a agosto de 2025. Inicialmente, a previsão é que a obra durasse oito meses e fosse entregue em abril de 2024, mas, atrasou.

Os projetos executados nos dois sentidos da via, entre o Aeroporto Internacional de Campo Grande (CGR) e o Indubrasil, foram:

  • 10 quilômetros recapeados
  • 9 quilômetros de asfalto
  • 8 quilômetros de drenagem
  • 4 quilômetros de ciclovia
  • Readequação dos pontos de ônibus
  • Construção da avenida Wilson Paes de Barros, que liga o aeroporto aos bairros Santa Emília e São Conrado
  • Revitalização de 8 praças da região – bairros Panamá, Bosque Santa Mônica 2, Coophatrabalho, Jardim Aeroporto, Santa Carmélia, Jardim das Reginas, Cerradinho e Vila Bordon
  • Academia ao ar livre
  • Pista de caminhada
  • Quadra esportiva
  • Sinalização
  • Calçadas

Futuro:

  • Revitalização da Casa da Mulher Brasileira
  • Construção da nova Unidade de Saúde da Família (USF) do bairro Lar do Trabalhador - atendimento de mais de 15.500 pessoas

O objetivo é aquecer o comércio na região e facilitar o trânsito de moradores da região, além de otimizar o tempo de deslocamento.

O investimento é de R$ 70 milhões. Os recursos são oriundos da Prefeitura de Campo Grande e Governo de Mato Grosso do Sul.

De acordo com a prefeita de Campo Grande, Adriane Lopes (PP), esta é mais uma obra de entrega durante a agenda de aniversário de 126 anos da Capital.

“Hoje eu estou muito feliz em poder entregar para os campo-grandenses essa entrada e saída para o Pantanal totalmente revitalizada. Essa obra da Duque de Caxias foi a primeira obra onde o governador se dispôs a nos ajudar, assim que eu assumi a gestão. Não só esta obra, é uma parceria que está dando certo em toda a região em Imbirussu, com pontes, obras estruturantes, entrega de escolas e regularização fundiária, então são investimentos de várias ordens”, destacou a chefe do executivo municipal.

Os principais problemas de infraestrutura da Duque de Caxias eram desnivelamento e formação de “valas” de sete centímetros no asfalto.

O asfalto estava 'afundado' há anos, devido ao desgaste natural e excesso de carga de caminhões que trafegam na via todos os dias.

Como era o asfalto da Duque de Caxias. Foto: Marcelo Victor

Os pneus do veículo encaixavam perfeitamente nesta valeta e, com isso, o carro era rebaixado e corria o risco do escapamento, tanque de combustível, caixa de marcha e cárter do motor, arranharem no asfalto. Veja a foto ao lado.

Quando chovia, poças d'água se formavam nessas valetas e o motorista corria o risco de aquaplanar o veículo. A avenida era palco de acidente de motociclistas, que se desequilibravam com as "ondas" no asfalto.

A avenida Duque de Caxias está localizada na região Oeste de Campo Grande e abrange os bairros Amambaí, Vila Alba, Taveirópolis, vila Base Aérea, vila Duque de Caxias, Santo Antônio, Jardim Aeroporto, Jardim Sayonara, vila Serradinho, Nova Campo Grande, Popular, Jardim Carioca e Indubrasil.

É a porta de entrada de Campo Grande. Tem cerca de 15 quilômetros de extensão, com início no Hospital Militar e fim no Indubrasil. A via dá acesso a BR-262, saída para Corumbá. Além disso, abriga diversas unidades das Forças Armadas, como quartéis do Exército Brasileiro e bases da Força Aérea Brasileira.

Cidades

Júri nos EUA considera Instagram e YouTube responsáveis em julgamento sobre vício em redes

Após mais de 40 horas de deliberação ao longo de nove dias, os jurados da Califórnia decidiram que a Meta e o YouTube foram negligentes no design ou operação de suas plataformas

25/03/2026 23h00

Crédito: Marcelo Casal Jr / Agência Brasil

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Um júri considerou a Meta e o YouTube responsáveis nesta quarta-feira, 25, em um processo inédito que visava responsabilizar as plataformas de mídia social por danos a crianças que usam seus serviços, concedendo a autora US$ 3 milhões em danos.

Após mais de 40 horas de deliberação ao longo de nove dias, os jurados da Califórnia decidiram que a Meta e o YouTube foram negligentes no design ou operação de suas plataformas.

O júri também decidiu que a negligência de cada empresa foi um fator substancial na causa do dano à autora, uma mulher de 20 anos que afirma ter se tornado viciada em mídias sociais quando criança e que esse vício exacerbou seus problemas de saúde mental.

Este é o segundo veredicto contra a Meta esta semana, depois que um júri no Novo México determinou que a empresa prejudica a saúde mental e a segurança das crianças, violando a lei estadual

Meta e YouTube (de propriedade do Google) emitiram declarações discordando do veredicto e prometendo explorar suas opções legais, o que inclui apelações.

O porta-voz do Google, Jose Castañeda, afirmou na declaração da empresa que o caso "não entende o YouTube, que é uma plataforma de streaming construída de forma responsável, não um site de mídia social". Fonte: Associated Press.

*Conteúdo traduzido com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação do Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado

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Senado aprova criação de 794 cargos e funções no TSE e TREs com impacto anual de R$ 109 milhões

Estão previstos 85 postos no TSE, além de cargos e funções para 27 unidades federativas

25/03/2026 22h00

Crédito: Wilson Dias / Agência Brasil

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O Senado aprovou nesta quarta-feira, 25, o Projeto de Lei 4/2024, que cria 794 cargos e funções comissionadas no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e em Tribunais Regionais Eleitorais (TREs). De autoria do próprio TSE, o texto segue para sanção e tem impacto estimado de R$ 109,3 milhões por ano.

Estão previstos 85 postos no TSE, além de cargos e funções para 27 unidades federativas. O TRE do Distrito Federal receberá o maior número de postos (117), seguido de Bahia (30).

Ao todo, considerando TSE e TREs, os postos serão distribuídos da seguinte forma:

  • 232 cargos de analista judiciário;
  • 242 cargos de técnico judiciário;
  • 75 cargos em comissão;
  • 245 funções comissionadas.

O projeto determina que os custos serão pagos pelo orçamento já destinado ao TSE e aos TREs e que o valor só pode entrar em vigor se houver autorização na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) e na Lei Orçamentária Anual (LOA).

O TSE alegou que a ampliação do quadro de pessoal é necessária pelo crescimento contínuo do eleitorado, do número de candidaturas e de processos judiciais e extrajudiciais em cada eleição. O Tribunal também argumentou haver "crescentes demandas relacionadas à segurança das urnas, ao combate à desinformação, ao cumprimento de normas do Conselho Nacional de Justiça e à manutenção da qualidade dos serviços prestados à sociedade".

Durante a votação, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), defendeu a proposta: "[Reconhecer] O momento mais importante da democracia, que são as eleições [...] Estamos fazendo com coerência o que deveríamos ter feito", declarou o parlamentar.
 

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