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Rio da Prata enfrenta seca e mobiliza ações de resgate de peixes

MPMS acompanha agravamento da estiagem, monitora as condições ambientais do rio e fiscaliza ações de resgate e preservação da fauna aquática

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Mais de 200 peixes foram resgatados e realocados no Rio da Prata, que enfrenta crise hídrica e seca, com locais com fluxo da água interrompido, em Jardim. A situação é acompanhada pelo Ministério Público de Mato Grosso do Sul (MPMS), por meio da 1ª Promotoria de Justiça de Jardim.

Conforme reportagem do Correio do Estado, em agosto, o nível do rio já estava baixo em algumas áreas, devido à estiagem. Neste mês, a situação se agravou e, diante do cenário emergencial, uma operação foi montada para tentar reduzir os impactos da estiagem.

De acordo com o MPMS, neste ano, o Instituto Guarda Mirim Ambiental (IGMA) comunicou o agravamento da situação hídrica em trecho localizado próximo à Ponte do Curê, na Rodovia MS-178, e constatou as condições críticas decorrentes da estiagem prolongada.

A entidade identificou trechos secos e formação de poças isoladas, com risco de evaporação, situação que coloca diversas espécies em condição de vulnerabilidade.

O presidente do IGMA, Nisroque Soares, afirma que abaixo da área onde foram feitos resgates de peixes, em 2024 e 2025, o fluxo d’água é interrompido por aproximadamente 4 km até a Ponte do Curê.

Na operação emergencial foram executados planos de resgate e realocação de peixes que se encontravam ilhados no local afetado.

Dentre as espécies realocadas estão lambaris, piraputangas, cascudos, joaninhas e traíras, que foram levados para áreas do rio com melhores condições de sobrevivência.

No ano passado, também houve a mesma operação, onde aproximadamente 1.421 peixes foram resgatados do Rio da Prata, em um trecho de 7 km afetado pela interrupção do fluxo d’água.

O MPMS informou que há um inquérito civil, instaurado em julho de 2024, que acompanha os trabalhos do IGMA. O órgão ressaltou que continuará acompanhando e fiscalizando as ações desenvolvidas pelos órgãos e entidades envolvidos na preservação do Rio da Prata e de sua fauna aquática.

INFRAESTRUTURA

Jardim Jerusalém recebe pacote de obras avaliado em R$ 5,2 milhões

Trabalhos incluem drenagem, construção de bacia de contenção e pavimentação de 1,2 quilômetro de vias

04/11/2026 09h30

Serviços contemplam a Avenida Oceania, a Rua Aragonita, a Rua Bronzita e os ramos A e B

Serviços contemplam a Avenida Oceania, a Rua Aragonita, a Rua Bronzita e os ramos A e B Foto: Divulgação

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A Prefeitura de Campo Grande irá fazer o investimento de R$ 5,2 milhões para obras de drenagem e pavimentação no bairro Jardim Jerusalém. Os trabalhos se iniciaram na Avenida João Garcia de Carvalho Filho, com a implantação da rede de drenagem para receber a pavimentação. 

As intervenções ocorrem em outros trechos e pistas, o projeto também contempla os ramos A e B, a Rua Bronzita, a Avenida Oceania e a Rua Aragonita.

Ao todo a rede de drenagem terá 1.963 metros e também contará com a construção de uma bacia de contenção. Já a nova pavimentação será de 1,2 quilômetros. 

A empresa responsável pelas obras, a Engeotec Construções terá o prazo contratual de 240 dias para realização dos serviços e a previsão de conclusão em junho de 2027. A Secretaria Municipal de Infraestrutura e Serviços Públicos (Sisep), ficará responsável por realizar a fiscalização do trabalho. 

Para a prefeita Adriane Lopes os investimentos em pavimentação, atendem a reivindicações antigas dos moradores da região. 

“São investimentos aguardados há décadas e que agora estão chegando aos bairros, mudando a realidade das famílias. Nosso compromisso é proporcionar mais conforto, segurança e comodidade à população, com ruas pavimentadas, transitáveis e preparadas para os períodos de chuva”, afirmou a prefeita. 

Na região do Bandeira, os investimentos em obras de pavimentação e drenagem já se aproximam de R$ 14 milhões. As intervenções fazem parte do programa Vira CG Infraestrutura.

A iniciativa prevê mais de R$ 280 milhões em investimentos ao longo de 2026 para a execução de pavimentação asfáltica, drenagem, recapeamento e implantação de ciclovias. Ao todo, mais de 200 ruas de Campo Grande serão contempladas com obras de infraestrutura.
 

INVESTIGAÇÃO

Mulher desaparecida há 10 dias é encontrada morta em córrego de Terenos

Corpo de Isabel Cristina Freitas de Souza, de 28 anos estava em estado de decomposição

04/11/2026 08h50

As circunstâncias da morte ainda são desconhecidas, mas a possibilidade de feminicídio é uma das linhas de investigação

As circunstâncias da morte ainda são desconhecidas, mas a possibilidade de feminicídio é uma das linhas de investigação Reprodução

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O corpo de Isabel Cristina Freitas de Souza, de 38 anos, foi encontrado nesta terça-feira (3), em um córrego na região de Terenos, município localizado a 31 quilômetros de Campo Grande. A mulher estava desaparecida havia cerca de dez dias, após ser vista pela última vez acompanhada de um homem na Capital.

De acordo com informações da polícia, o corpo foi localizado por populares e já apresentava avançado estado de decomposição. As circunstâncias da morte ainda são desconhecidas, mas a possibilidade de feminicídio é uma das linhas de investigação.

Isabel foi encontrada com as mesmas roupas que vestia no dia do desaparecimento. Conforme o boletim de ocorrência registrado pela família, a mulher havia sido vista pela última vez deixando um pagode na Avenida Capibaribe, em Campo Grande, acompanhada de um homem. 

Após perderem contato com Isabel, familiares procuraram o homem na tentativa de obter informações sobre o paradeiro dela. Segundo os relatos, ele apresentou versões contraditórias sobre o que teria acontecido naquela ocasião e, posteriormente deixou de responder às tentativas de contato.

O homem ainda não foi localizado pela polícia e até o momento, não há confirmação sobre o seu envolvimento na morte da vítima.

Equipes do Grupo de Operações e Investigações (GOI) e da 1ª Delegacia Especializada de Atencimento à Mulher (1ª Deam) estiveram no local onde o corpo foi encontrado para acompanhar os procedimentos de investigação.

A causa da morte ainda não foi determinada e dependerá dos exames periciais. O caso segue sob investigação para esclarecer as circunstâncias do ocorrido e identificar possíveis responsáveis.

 

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