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Saiba como usar melhor o abajur na decoração de casa

Saiba como usar melhor o abajur na decoração de casa

Terra

12/05/2014 - 00h00
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Ao decidir onde colocar abajures e luminárias, deve-se levar em conta, claro, a necessidade de luz em uma área ou ponto específico. Mas não só: outros elementos, como o projeto de iluminação, a dimensão e disposição das mesas laterais, são importantes. Afinal, trata-se também de uma peça decorativa.

“O abajur combina mais com a luz emitida pelas lâmpadas incandescentes, por conta da cor dourada, da intensidade da luminosidade e da qualidade da luz, que tem menor chance de ofuscar a vista”, explica a arquiteta Juliana Sodré Sampaio, do escritório Sampaio Salles, em São Paulo. Seu papel principal é oferecer iluminação sutil, moderada, que não incomode moradores nem visitantes.

Aparecem com mais frequência no quarto e na sala, sobre criados-mudos e mesas laterais. O ideal é que entrem como um componente da iluminação, combinando com outras fontes artificiais de luz (lustres, spots e arandelas). “Um bom projeto é composto por vários elementos para transformar o ambiente em um lugar aconchegante. Todos os itens têm peso importante – não dá para ter um ambiente só com spots nem só abajures”, afirma a arquiteta.

Para que desempenhem bem sua função dupla, decorar e iluminar, prefira as peças que de cúpulas claras. De acordo com Juliana, a cúpula pode até ter uma textura plissada ou um tecido desenhado, mas é melhor casá-la com outros elementos, como um abajur mais claro ou uma luminária, para que a iluminação do cômodo não fique comprometida. “Uma cúpula mais escura, como uma lanterna marroquina, com cobertura de vidro escuro, assume uma função mais decorativa”, afirma.

Ao verificar onde dispor os abajures no cômodo, é preciso lembrar de algo básico: é necessário haver uma tomada por perto. Se forem pequenos, vão requerer uma mesa lateral – o tamanho é proporcional ao do abajur e da cúpula. Os cantos são mais apropriados porque, geralmente, são mais escuros e têm tomadas, já que estão próximos à parede. “Às vezes é possível encaixar uma mesinha com um abajur entre duas poltronas. Mas para isso é preciso ter um ponto de energia no piso ou fazer um fio maior, o que pode não ser muito prático”, observa Juliana.

No quarto, o lugar mais óbvio sobre o criado-mudo. Mas com dimensões cada vez menores, ele pode ser substituído por um pendente, para economizar espaço. Ou por uma luminária suspensa ou de mesa, se a cama for o canto eleito para a leitura. Se na sala a lei é combinar, no dormitório ela pode ser quebrada sem problemas. “Os abajures dos criados de um quarto de casal não precisam ser iguais. A diferença reflete a personalidade de cada e o uso que é feito da peça. Se o marido lê muito antes de dormir, o melhor é uma luminária própria para leitura. Se a mulher não lê antes de dormir, vai preferir uma luz suave”, recomenda a arquiteta.

Vida útil
A não ser que a cúpula seja muito delicada, dura muito tempo. Se for, de fato, mais frágil, convém trocá-la periodicamente, a cada quatro ou cinco anos, dependendo do material e do uso. Se enjoar do acessório, é possível “mudar a cara” com um tratamento na base, como laqueamento ou pátina e uma troca radical da cúpula, que pode ir de redonda para quadrada e de clara para escura.

CLIMA

MS terá onda de calor no próximo trimestre causada pelo El Niño

O atual período registra forte aquecimento diurno, gera instabilidade e favorece as tempestades severas de curta duração com chuvas intensas

23/10/2026 11h30

A recomendação é reforçar a hidratação ao longo do dia, evitar exposição direta ao sol nos horários mais quentes, especialmente entre o fim da manhã e o meio da tarde

A recomendação é reforçar a hidratação ao longo do dia, evitar exposição direta ao sol nos horários mais quentes, especialmente entre o fim da manhã e o meio da tarde Gerson Oliveira

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O El Niño tem previsão de causar uma onda de calor e mudar os padrões de chuva em Mato Grosso do Sul. De acordo com o Centro de Monitoramento do Tempo e do Clima (Cemtec), há tendência de precipitação com acumulados acima da média histórica no Estado, acompanhada por temperaturas elevadas e risco de ondas de calor.

O atual período registra forte aquecimento diurno, gera instabilidade e favorece as tempestades severas de curta duração com chuvas intensas, vendavais, raios e queda de granizo.

Valesca Fernandes, meteorologista e coordenadora do Cemtec, explica que apesar da tendência de precipitações acima da média, é importante destacar que essa condição não deverá ocorrer de forma homogênea em todo o Estado.

“Mato Grosso do Sul está inserido em uma zona de transição climática, apresentando elevada variabilidade espacial e temporal das condições atmosféricas, principalmente de precipitação. O trimestre, entre novembro e janeiro, tem tendência de chuvas acima da média, mas podem ocorrer períodos de estiagem, distribuição irregular, diferenças significativas entre regiões e municípios”.

O próximo trimestre também tem previsão de ser mais quente do que o normal, com temperaturas acima da média histórica, com permanência do El Niño e deve atingir uma categoria muito forte.

Episódios de calor intenso, associado a tendência geral de precipitações acima da média histórica em MS, além da variação típica do Estado, indicam que os períodos chuvosos podem ocorrer de maneira irregular.

“Embora o Estado já tenha registrado algumas ondas de calor e episódios de temperaturas acima da média histórica, o cenário atual difere de 2023 e 2024, quando sob o domínio de El Niño forte, ocorreu um intenso aquecimento acompanhado por expressivo déficit pluviométrico, criando um ambiente extremamente propício à propagação de grandes queimadas”, disse Valesca Fernandes.

 

Financiamento

UCDB receberá R$ 13,5 milhões para pesquisar sobre feridas

Pesquisa financiada pela FINEP e pela FUNDECT vai estudar peptídeos capazes de auxiliar na formação de novos tecidos e na cicatrização

23/10/2026 10h15

Universidade Católica Dom Bosco

Universidade Católica Dom Bosco Foto: Reprodução

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O Governo do Estado por meio do Diário Oficial, publicado na manhã desta sexta-feira (23), um Extrato de Convênio onde a Universidade Católica Dom Bosco (UCDB), irá receber investimentos da Financiadora de Estudos e Projetos (FINEP) e da Fundação de Apoio e de Desenvolvimento do Ensino, Ciência e Tecnologia do Estado de Mato Grosso do Sul (FUNDECT).  Os recursos serão destinados para o projeto “Plataforma Inteligente Baseada em Peptídeos para Tratamento de Feridas e Otimização da Cicatrização”

O convênio foi assinado em 24 de março de 2026 e terá prazo de até 36 meses para execução física e financeira. Além do valor previsto pela FINEP, o projeto contará com R$ 3,38 milhões da FUNDECT, totalizando até aproximadamente R$ 13,54 milhões em recursos.

O projeto foi intitulado “Plataforma Inteligente Baseada em Peptídeos para Tratamento de Feridas e Otimização da Cicatrização”. A proposta é desenvolver uma tecnologia capaz de auxiliar na recuperação de tecidos lesionados, especialmente em situações nas quais a cicatrização ocorre de forma lenta ou inadequada.

Feridas crônicas podem estar relacionadas a doenças como diabetes, problemas de circulação, infecções, queimaduras, traumas e lesões provocadas por pressão. Nesses casos, o processo de recuperação pode se prolongar e aumentar o risco de complicações.

A tecnologia poderá reunir a seleção dos peptídeos, a formulação do material utilizado na ferida e um sistema capaz de liberar as substâncias de maneira controlada.

Peptídeos são pequenas sequências formadas por aminoácidos, componentes básicos das proteínas. Algumas dessas moléculas podem desempenhar funções importantes no organismo e, por isso, são estudadas para aplicações médicas e biotecnológicas.

Esses peptídeos são importantes para o tratamento de feridas, pois possuem uma capacidade de estimular a manipulação e a migração de células, favorece a produção de colágeno, controla inflamações e auxilia na defesa contra microrganismos.

A pesquisa deverá investigar quais peptídeos apresentam potencial terapêutico, como eles podem ser aplicados na região lesionada e de que maneira podem contribuir para a formação de novos tecidos.

O financiamento dá início a uma etapa de pesquisa que pode incluir testes laboratoriais, desenvolvimento de protótipos, avaliação de segurança e estudos sobre a eficácia da tecnologia.

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