O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) divulgou números preocupantes relacionados à baixa umidade do ar. Sete cidades sul-mato-grossenses figuraram entre as 16 com menor índice no Brasil nesta sexta-feira (14).
O maior alerta vai para as cidades de Água Clara (21%), Coxim (23%), Aquidauana (24%) e Amambai (25%) que aparecem entre as 10 primeiras com baixa umidade. Contemplando o restante do ranking, Bataguassu (25%), Costa Rica (25%) e Jardim (25%) estão entre o 11º e 16º colocados.
Para a Organização Mundial de Saúde (OMS), uma boa umidade relativa do ar para o ser humano viver está entre os 40 e 70%. Porém, o Mato Grosso do Sul está em níveis alarmantes há mais de uma semana, reforçando os cuidados que a população deve tomar nestes casos, como:
- Evitar exercícios físicos ao ar livre entre 11 e 15 horas;
- Umidificar o ambiente através de vaporizadores, toalhas molhadas, recipientes com água, molhamento de jardins, etc.;
- Permanecer em locais protegidos do sol, em áreas vegetadas, etc.;
- Se hidratar bem.
Além dos cuidados, importante ficar atento aos sintomas que geralmente ocorrem quando a umidade do ar registrado é abaixo do recomendado, são eles: tosse, desconforto para respirar, crises de asma, chieira, coriza, irritação no nariz, garganta seca e sensível, sangramento nasal e obstrução das vias respiratórias. Além de também influenciar em problemas dermatológicos.
Temperatura alta
A baixa umidade do ar pode vir acompanhada de temperaturas altas, como foi o caso, no dia de ontem (14), de cidades do Mato Grosso do Sul como Coxim (35.2°C), Porto Murtinho (34.7°C), Aquidauana (34.7°C), Nhumirim (34.4°C) e Água Clara (34.4°C).
Para estas cidades que apresentaram baixa umidades e altas temperaturas, a população deve redobrar os cuidados e a atenção, já que pode impactar ainda mais a saúde do ser humano. Caso apresente sintomas ou passe mal devido às condições registradas, vá ao hospital mais próximo ou ligue 192.
Saiba
Para os próximos dias, ainda não há previsão de aumento na umidade relativa do ar nas cidades sul-mato-grossenses. Por isso, é importante seguir o recomendado até os níveis subirem e apresentarem menor risco à saúde.



