Cidades

OPORTUNIDADES

Sexta-feira tem 268 vagas de trabalho para diversas áreas em Campo Grande

Destaque para a função de técnico em laboratório, com 10 vagas

RENAN NUCCI

21/12/2018 - 07h47
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Campo Grande tem 268 vagas de emprego nesta sexta-feira, oferecidas pela Fundação do Trabalho de Mato Grosso do Sul (Funtrab-MS) e Fundação Social do Trabalho (Funsat). As oportunidades são para farmacêutico, mecânicos, operados, cuidadores de idosos, motoristas, cozinheiras e várias outras. Destaque para o cargo de técnico em laboratório, cujo são ofertadas dez vagas. 

Para candidatar-se às vagas é preciso comparecer munido dos documentos pessoais como RG, CPF, comprovante de residência e Carteira de Trabalho, lembrando que as vagas exigem níveis diversos de escolaridade e podem ser preenchidas a qualquer momento, sem aviso prévio.  

A Funsat está localizada na Rua 14 de Julho, 992 - Vila Glória. Telefones: (67) 3314-3089 ou (67) 4042- 0585. Por sua vez, a Funtrab fica na rua 13 de Maio, 2.773, Centro. Os atendimentos são feitos de segunda a sexta-feira, das 7h às 17h. Confira a seguir as vagas oferecidas pela Funtrab no arquivo anexo e abaixo do arquivo as vagas da Funsat:


Açougueiro 1
Ajudante de reparador (telecomunicações) 1
Auxiliar administrativo 1
Auxiliar de cobrança (estágio) 10
Auxiliar de expedição 2
Auxiliar de limpeza 1
Auxiliar de mecânico diesel (exceto de veículos automotores) 1
Auxiliar de pintor de automóveis 1
Auxiliar de pintor de automóveis 1
Borracheiro 1
Borracheiro 1
Campeiro – na pecuária 1
Campeiro – na pecuária 1
Caseiro 1
Caseiro 1
Churrasqueiro 1
Controlador de entrada e saída 1
Cozinheiro de restaurante 1
Cozinheiro de restaurante 1
Cozinheiro do serviço doméstico 1
Cozinheiro geral 1
Cozinheiro geral 1
Cuidador de idosos 2
Economista doméstico 1
Empregado doméstico  arrumador 1
Esteticista 1
Esteticista 1
Estoquista 1
Funileiro de veículos (reparação) 1
Instalador de alarme 1
Lavador de veículos 1
Manicure 1
Massoterapeuta 2
Mecânico 1
Mecânico de automóvel 1
Mecânico de manutenção de motocicletas 1
Montador de equipamentos de telecomunicações 1
Motorista carreteiro 1
Motorista carreteiro 3
Promotor de vendas 1
Representante comercial autônomo 3
Representante comercial autônomo 1
Serigrafista 1
Soldador 1
Soldador 1
Técnico de impressora (matricial) 2
Técnico de impressora (matricial) 1
Técnico de manutenção de computador 1
Topógrafo 1
Vendedor de serviços 3
Vendedor interno 1
Vendedor pracista 2


Vagas para Pessoa com Deficiência PcD


Advogado 1
Ajudante de carga e descarga de mercadoria 1
Assistente administrativo 1
Atendente de balcão 1
Atendente de lojas 1
Auxiliar administrativo 1
Auxiliar administrativo 2
Auxiliar administrativo 4
Auxiliar de almoxarifado 1
Auxiliar de almoxarifado 1
Auxiliar de linha de produção 2
Auxiliar jurídico 1
Bilheteiro de cinema 1
Carpinteiro (obras) 2
Estoquista 3
Estoquista 2
Motorista de caminhão 1
Operador de escavadeira 1
Operador de motoniveladora 1
Servente (construção civil) 2
Servente de obras 2
Vigia 2
Vigia 4

 

coxim

Foragido por descumprir medidas protetivas é encontrado morto no Rio Taquari

Homem fugiu de policiais que cumpriam mandado na terça-feira e corpo foi encontrado boiando nesta quinta

18/06/2026 18h29

Corpo foi encontrado em rio na zona rural de Coxim

Corpo foi encontrado em rio na zona rural de Coxim Foto: Divulgação / Polícia Civil

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Maycon Douglas Gama de Freitas, de 32 anos de idade, foi encontrado morto no rio, na zona rural de Coxim, nesta quinta-feira (18). Ele era considerado foragido desde o dia 3 de junho, por descumprimento de medidas protetivas de urgência no contexto de violência doméstica.

De acordo com a Polícia Civil, contra Freitas havia dois mandados de prisão preventiva, em razão da reiteração criminosa e do descumprimento das medidas protetivas.

Na última segunda-feira (15) os policiais receberam informações de que ele estaria escondido em uma chácara localizada nas proximidades da região conhecida como "Tapete Verde", a cerca de 40 quilômetros da área urbana de Coxim.

Equipes realizaram diligências no local, porém o suspeito não foi localizado.

Nova tentativa de captura foi realizada na terça-feira (16), quando policiais voltaram ao local após novas informações indicarem que o foragido permanecia na propriedade.

Por volta das 6h30, o homem foi visualizado, mas fugiu em direção à mata, às margens do rio, ao avistar os policiais. Após alguns minutos de perseguição, ele conseguiu escapar.

Outras equipes foram mobilizadas para reforçar as buscas, com a utilização também de um drone, mas o foragido não foi encontrado.

Nesta quinta-feira , a Polícia Civil foi novamente acionada, desta vez por pessoas que avistaram um corpo boiando no rio, em região que fica a aproximadamente 10 quilômetros do último local onde o foragido havia sido visto.

Policiais, acompanhados por equipe da Perícia Criminal, estiveram no local e realizaram os primeiros levantamentos.

Familiares compareceram ao local e reconheceram o corpo como sendo do homem que era procurado pela Justiça.

O corpo foi encaminhado para exame necroscópico, que irá determinar a causa da morte.

CONE SUL

Tensão entre fazendeiros e indígenas reforça efetivo da Força Nacional em MS

MPI solicitou a ampliação do efetivo da FN e o MJSP autorizou a medida

18/06/2026 18h10

Força Nacional em MS

Força Nacional em MS Arquivo - Correio do Estado

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Há anos em conflito agrário, Mato Grosso do Sul vive mais um episódio de tensão no campo entre fazendeiros x indígenas.

Em cinco dias, duas fazendas foram invadidas por indígenas no Estado:

  • São Sebastião, no dia 13 de junho, em Sidrolândia
  • Limão Verde, na data de 17 de junho em Amambai

Com isso, a Força Nacional reforçou seu efetivo no Cone Sul de MS, abrangido pelos municípios de Eldorado, Iguatemi, Itaquiraí, Japorã, Juti, Mundo Novo e Naviraí.

O agravamento da situação no campo levou o Ministério dos Povos Indígenas (MPI) a realizar uma reunião de emergência, nesta quinta-feira (18), em Brasília, com representantes da Secretaria-Geral da Presidência da República, do Ministério Público Federal (MPF), Defensoria Pública da União, da Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai) e do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) para acalmar a situação na área rural.

Após a reunião, o MPI solicitou a ampliação do efetivo e o Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) autorizou a medida.

O comando da Fundo Nacional de Segurança Pública (FNSP) confirmou o deslocamento de uma equipe adicional. Equipes da Funai também foram designadas para acompanhar o caso in loco, prestando assistência direta aos indígenas detidos.

FAZENDA SÃO SEBASTIÃO

Fazenda São Sebastião/Terra Indígena Buriti (17,2 mil hectares) foi invadida por indígenas da Aldeia Buriti, em 13 de junho de 2026, na área rural de Sidrolândia, a 90 quilômetros de Campo Grande.

O grupo ateou fogo, derrubou árvores, instalou barricadas – para atrapalhar a chegada da polícia –, roubou maquinários, insumos agrícolas, cavalos e gado, fez ameaças de morte, rendeu com arma de fogo e manteve em cárcere os proprietários/funcionários da fazenda.

A sede foi destruída e a atividade rural foi comprometida. Com isso, o proprietário arca com prejuízos incalculáveis e a propriedade terá que ser reconstruída do zero, afirmou o presidente da FAMASUL, Marcelo Bertoni, sem falar os valores do prejuízo.

FAZENDA LIMOEIRO

Fazenda Limoeiro foi invadida por indígenas Guarani-Kaiowá, nesta quarta-feira (17), em Amambai, município localizado a 354 quilômetros de Campo Grande.

O território foi incendiado e teve objetos depredados. Polícia Militar e o Corpo de Bombeiros foram mobilizados para a ocorrência.

A área é reivindicada pelos indígenas como parte do território tradicional Tekoha Kaa’Jari.

De acordo com o Ministério dos Povos Indígenas, nesta quinta-feira (18), a 2ª Vara Federal de Ponta Porã determinou a expedição de Mandato Probatório em favor dos ocupantes da Fazendo Limoeiro, mas esclareceu que a "decisão possui natureza exclusivamente preventiva, destinada à preservação da posse atualmente exercida pelo autor e à prevenção de novos atos de turbação ou esbulho, não constituindo autorização para remoção compulsória de pessoas eventualmente presentes na área, providência que dependerá de específica apreciação judicial".

O órgão também frisou que “nenhuma ação policial deverá ser adotada na propriedade sem decisão judicial prévia que a fundamente e sem que a operação seja acompanhada da Funai, Ministério Público Federal e da Polícia Federal, sob pena de responsabilização funcional dos agentes envolvidos”.

O MPI mantém o monitoramento contínuo da área por meio de seus órgãos competentes e está realizando articulações para consolidar Procedimentos Operacionais Padrão (POPs) para a atuação das forças de segurança em territórios e com povos indígenas.

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