Cidades

Código Florestal

Sociedade de cientistas nega acusações de Rebelo

Sociedade de cientistas nega acusações de Rebelo

Laís Camargo

02/06/2011 - 21h00
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O deputado federal, relator das mudanças no Código Florestal, Aldo Rebelo, acusou cientistas de serem financiados por ONGs. A acusação foi negada em nota oficial pela SBPC (Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência).

Rebelo acusou parte dos cientistas da SBPC de serem financiados pelo "lobby ambientalista" formado por ONGs como Greenpeace e WWF.

"A SBPC, quando foi convocada pela comissão especial da Câmara, negou-se a comparecer dizendo que não tinha posição", disse o deputado, em evento sobre sustentabilidade para empresários em São Paulo, em 26 de maio.

"Quando foi procurada pelo lobby ambientalista, que paga a alguns dos pesquisadores -- paga, porque eu sei--, a SPBC resolveu manifestar-se", completou Rebelo.

De acordo com o deputado, esses pesquisadores receberam recursos para elaborar sua colaboração técnica-científica ao debate sobre a revisão do Código Florestal.

Em resposta, a SBPC afirmou que as ONGs não participaram do grupo de trabalho criado para estudar o Código Florestal de 1965 e que os cientistas trabalharam de maneira "voluntária".

"Tratava de trabalho técnico-científico e que, portanto, só deveria ser realizado por pesquisadores de instituições nacionais de ensino e ou pesquisa", destaca a nota.

"O deputado falta com a verdade perante a opinião pública brasileira e os seus eleitores nas suas recentes declarações à imprensa."

A SBPC destacou ainda que o deputado "faltou com a verdade" ao afirmar que a SBPC se negou a participar de um encontro da bancada ruralista e só se manifestar quando foi convidada pela bancada ambientalista.

"Melhor faria o deputado em ater-se objetivamente aos argumentos substanciais colocados pela ciência no debate, porque é isto que interessa à nação e é o que se espera de um legislador", conclui.

Com informações da Folha

Meio Ambiente

Retirada de vegetação em fazenda de Bonito entra na mira do MPMS

Inquérito investiga possíveis irregularidades ambientais em área rural e aponta intervenções que podem ter ocorrido fora das autorizações

23/08/2026 14h45

Reprodução/MPMS

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Uma área equivalente a quase 30 hectares de vegetação suprimida e outros 211 hectares sob análise por possível falta de medidas de conservação do solo colocaram uma fazenda de Bonito na mira do Ministério Público de Mato Grosso do Sul (MPMS).

A 2ª Promotoria de Justiça do município instaurou Inquérito Civil para investigar possíveis irregularidades jurídico-ambientais em atividades realizadas na propriedade rural. O procedimento é o de número 06.2026.00000128-6.

Segundo o MPMS, a apuração envolve a supressão de 28,368 hectares de vegetação e a possível ausência de práticas adequadas de manejo e conservação do solo em uma área total de 211,9952 hectares.

O principal ponto investigado é se a retirada da vegetação ultrapassou os limites das autorizações ambientais existentes. Os documentos analisados indicam que havia permissão para o corte de árvores nativas isoladas, mas há indícios de que a supressão possa ter ocorrido em áreas não contempladas pelas autorizações.

Caso as irregularidades sejam confirmadas, os responsáveis poderão responder nas esferas cível, administrativa e criminal.

Documentos e área degradada

Para aprofundar a investigação, o MPMS solicitou documentos como a matrícula atualizada da propriedade, Cadastro Ambiental Rural (CAR), informações sobre eventual Programa de Regularização Ambiental (PRA) e Projeto de Recuperação de Área Degradada ou Alterada (Prada).

O Imasul também deverá prestar informações relacionadas à situação ambiental da propriedade e às providências adotadas no âmbito administrativo.

O proprietário foi notificado sobre a abertura do inquérito e poderá apresentar documentos e informações à Promotoria. Entre as possibilidades previstas está a tentativa de solução consensual, com eventual assinatura de um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC).

A apuração ocorre em Bonito, município que tem no patrimônio natural e no turismo ambiental uma de suas principais atividades econômicas.

Em Santa Catarina

Apostador de Blumenau leva prêmio de R$ 57 milhões da Mega-Sena

Números sorteados são: 02 - 06 - 27 - 39 - 44 - 50

23/08/2026 14h15

Mega Sena

Mega Sena Foto: Reprodução

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Uma aposta simples de Blumenau (SC), feita pela internet, acertou as seis dezenas do Concurso 3.048 da Mega-Sena sorteadas neste domingo (23). O ganhador receberá o prêmio de R$ 57.261.598,10.

Os números sorteados são: 02 - 06 - 27 - 39 - 44 - 50

76 apostas acertaram cinco dezenas e irão receber R$ 34.212,24 cada

4.346 apostas acertaram quatro dezenas e irão receber R$ 986,17 cada

Apostas

Para o próximo concurso, o prêmio principal está estimado em R$ 3,5 milhões.

As apostas podem ser feitas até as 20h (horário de Brasília) de terça-feira (25), em qualquer lotérica do país ou pela internet, no site ou aplicativo da Caixa.

A aposta simples, com seis dezenas, custa R$ 6.

MATO GROSSO DO SUL

Em Mato Grosso do Sul, apesar de ninguém ter levado o prêmio milionário nos últimos concursos, apostadores do Estado vêm aparecendo com frequência entre os premiados da quadra. No concurso 3.046, por exemplo, 51 apostas sul-mato-grossenses acertaram quatro dezenas e dividiram R$ 87,3 mil em prêmios. Já no concurso 3.045, realizado dias antes, outras 43 apostas de 16 municípios do Estado faturaram juntas mais de R$ 62,3 mil.

Nos dois sorteios, Campo Grande concentrou a maior parte das apostas premiadas, mostrando que, mesmo longe do prêmio principal, a sorte tem passado por Mato Grosso do Sul.

Com o prêmio principal saindo para Santa Catarina, a Mega-Sena recomeça a acumulação. O próximo concurso está previsto para terça-feira (25), com prêmio estimado em R$ 3,5 milhões.

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