Cidades

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Solteiro demora dois anos a mais para se casar, segundo IBGE

Solteiro demora dois anos a mais para se casar, segundo IBGE

G1

21/12/2013 - 05h00
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A idade média em que o brasileiro solteiro se casa aumentou, em média, dois anos no país entre 2011 e 2012, segundo as Estatísticas do Registro Civil divulgadas nesta sexta-feira (20) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Conforme a pesquisa, pessoas solteiras têm demorado mais para se unir matrimonialmente. Os homens, em média, se casam aos 28 anos, e as mulheres, aos 25. Em 2011, as idades médias para contrair casamento eram de 26 e 23, respectivamente.

Esse aumento ocorre na maioria dos estados, exceto no Acre e no Amapá, onde a média de idade do solteiro que se casa já era alta --entre 29 e 30 anos para homens, e entre 25 e 27 para mulheres.

“As oportunidades educacionais e a procura por inserção no mercado de trabalho, especialmente dos mais jovens, assim como a opção cada vez mais comum de convívio em união consensual mostrada pelo Censo Demográfico 2010 são fatores preponderantes no adiamento da formalização das uniões e, consequentemente, na elevação da idade de solteiros na data do casamento”, afirma a pesquisa.

Essa tendência tem sido maior entre as mulheres. Segundo o IBGE, o percentual de casamentos entre 25 e 29 anos passou de 21,2% em 2002 para 29% em 2012. No mesmo período, caiu entre 15 e 19 anos, passando de 15,7% para 15,3%.

Ainda conforme o IBGE, a proporção de casamentos em que a mulher tem idade maior que a do homem é crescente em todas as grandes regiões do país, passando de 20,7% em 2002 para 24% em 2012.

Em 2012, foram registrados 1.041.440 casamentos, 1,4% a mais que no ano anterior. Foram 6,9 casamentos para mil habitantes de 15 anos ou mais de idade.

As taxas de nupcialidade mais elevadas ocorreram em Rondônia (10,3%), Distrito Federal (8,7%), Espírito Santo (8,7%) e Goiás (8,6%). As menores ocorreram no Rio Grande do Sul (4,6%), Amapá, (5%) e Maranhão (5%).

Em 2012, os casamentos entre cônjuges solteiros ainda predominam, mas com tendência de queda. Desde 2002, esse percentual passou de 86,6% para 78,2% do total de casamentos. Já os recasamentos aumentaram de 13,4% em 2002 para 21,8% do total das uniões formalizadas em 2012.

falsificação documental

Esquema de diplomas falsos é alvo da Polícia Civil em interior de MS

Suspeitos ofereciam 'serviço' de falsificação dos documentos e diziam a estudantes de escolas estaduais que não era necessário ir a aulas e provas

27/05/2026 11h30

Divulgação

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A Polícia Civil de Mato Grosso do Sul investiga um esquema de falsificação de diplomas do ensino médio em duas cidades do interior do estado, Bataguassu e Santa Rita do Rio Pardo, a 310 e 242 quilômetros da Capital, respectivamente. Os investigados de comprar os documentos falsos são menores de idade.

A investigação iniciou após uma escola estadual identificar irregularidades em documentos apresentados por alguns estudantes. De acordo com as informações policiais os certificados de conclusão do ensino médio eram pagos por pix.

Para conseguir o serviço, os alunos contatavam um dos suspeitos, que prometia emitir os documentos sem necessidade dos alunos frequentarem a escola ou realizarem as provas.

Até o momento, a investigação apreendeu históricos escolares e certificados suspeitos, além dos comprovantes de pagamento feito nas negociações. A polícia aponta o envolvimento de mais de uma pessoa, mas não divulgou identificação e quantos são os envolvidos.

Porém, entre os envolvidos, há indivíduos de fora do ambiente escolar que também adquiriram outros documentos falsos, além de suspeitos maiores de idade, que agiam no contato e abordagem dos 'clientes' e em movimentações financeiras.

As duas cidades que ocorrem a investigação são vizinhas e apresentam distância de aproximadamente 68 quilômetros.

O caso segue em andamento para identificação completa dos envolvidos no esquema, assim como a organização e modus operandi da produção e comercialização da falsificação.

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Em MS

Mulher é condenada por ofensas racistas contra a ex-cunhada em Terenos

O caso aconteceu em 2023 e os insultos e ameaças foram feitos partir de áudios enviados via Whatsapp

27/05/2026 10h30

A ré foi condenada à dois anos de prisão por injúria racial e um mês pelas ameaças

A ré foi condenada à dois anos de prisão por injúria racial e um mês pelas ameaças Foto: Divulgação

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Após atuação do Ministério Público de Mato Grosso Sul (MPMS), uma mulher foi condenada em Terenos pelos crimes de ameaça e racismo (injúria racial equiparada), por ofensas direcionadas à ex-cunhada. A atuação aconteceu por meio da 1ª Promotoria de Justiça de Terenos. 

O caso ocorreu em junho de 2023 e completará três anos no próximo mês, na época do acontecimento a ré encaminhou áudios por meio do Whatsapp para familiares da vítima e proferindo inúmeras ofensas verbais de cunho racista, ainda nos áudios foram feitas ameaças de violência física e morte. 

Entre os conteúdo dos áudios encaminhados à vítima constava ameaças como “não sairia viva” e ainda declarou que “cortaria o pescoço” dela e de seus filhos. Em depoimento a vítima confirmou os fatos e alegou ter sentido medo real das ameaças. 

A irmã da vítima confirmou o acontecido e afirmou ter recebido os áudios contendo insultos de cunho racial e ameaças à ofendida.

Já a defesa da ré negou parte dos fatos, sustentando o argumento que estava fazendo apenas um mero desabafo em um contexto de abalo emocional. Ela ainda alegou que não se recorda de ter feito as ameaças mencionadas na denúncia. 

Porém o Juízo recusou a alegação da defesa e acolheu a denúncia do MPMS, reconhecendo que as provas se mostraram coerentes e suficientes para a condenação. 

Por fim, a ré foi condenada a 2 anos de prisão, pelo crime de injúria racial equiparada e um mês de detenção pelo crime de ameaça, inicialmente ela irá cumprir em regime aberto. 

Ainda foi fixado pelo Juízo um pagamento de dez dias-multa, quando o condenado é obrigado a pagar uma quantia ao Fundo Penitenciário Nacional (FUMPEN), tendo em vista a gravidade das ameaças. 
 

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