Cidades

Lixo na Capital

Solurb divulga que retoma coleta às 19h, mas apenas 'até enquanto houver insumos'

Empresa alega problemas para colocar combustível e alerta que trabalha enquanto houver insumos

RODOLFO CÉSAR

18/09/2015 - 16h21
Continue lendo...

A CG Solurb deu uma trégua na disputa com a prefeitura e divulgou por volta das 15h30 desta sexta-feira (18) que retomará a coleta de lixo em Campo Grande. O serviço terá início às 19h, mas a empresa afirmou, em nota enviada pela assessoria de imprensa, que manterá o trabalho “enquanto os insumos estocados permitirem”.

Pela manhã, a CG Solurb afirmou em audiência no Tribunal Regional do Trabalho da 24ª Região que há dificuldades para que a coleta aconteça porque falta dinheiro para combustível nos caminhões e há 35 veículos bloqueados pela empresa de leasing em razão do não pagamento de parcelas do financiamento. A frota total é composta de 50 caminhões.

Esse problema financeiro, segundo declarou o superintendente executivo da concessionária, Lucas Dolzan, seria decorrente de um atraso da prefeitura de Campo Grande em pagar a prestação de serviço. A empresa cobra do governo municipal R$ 23,7 milhões em repasses não quitados, mais R$ 10 milhões referentes a reajuste contratual dos últimos 14 meses.

O Procurador do Ministério Público do Trabalho, Hiran Sebastião Meneguelli Filho, disse que o MPT vai identificar a real dificuldade financeira da CG Solurb para colocar combustível nos caminhões. “Existe uma greve de empresa que chama lockout. A gente precisa verificar, com base nessas alegações da empresa, se não está havendo uma greve da empresa. Lockout é ilegal, é inconstitucional”, explicou o procurador, via assessoria de imprensa.

falsificação documental

Esquema de diplomas falsos é alvo da Polícia Civil em interior de MS

Suspeitos ofereciam 'serviço' de falsificação dos documentos e diziam a estudantes de escolas estaduais que não era necessário ir a aulas e provas

27/05/2026 11h30

Divulgação

Continue Lendo...

A Polícia Civil de Mato Grosso do Sul investiga um esquema de falsificação de diplomas do ensino médio em duas cidades do interior do estado, Bataguassu e Santa Rita do Rio Pardo, a 310 e 242 quilômetros da Capital, respectivamente. Os investigados de comprar os documentos falsos são menores de idade.

A investigação iniciou após uma escola estadual identificar irregularidades em documentos apresentados por alguns estudantes. De acordo com as informações policiais os certificados de conclusão do ensino médio eram pagos por pix.

Para conseguir o serviço, os alunos contatavam um dos suspeitos, que prometia emitir os documentos sem necessidade dos alunos frequentarem a escola ou realizarem as provas.

Até o momento, a investigação apreendeu históricos escolares e certificados suspeitos, além dos comprovantes de pagamento feito nas negociações. A polícia aponta o envolvimento de mais de uma pessoa, mas não divulgou identificação e quantos são os envolvidos.

Porém, entre os envolvidos, há indivíduos de fora do ambiente escolar que também adquiriram outros documentos falsos, além de suspeitos maiores de idade, que agiam no contato e abordagem dos 'clientes' e em movimentações financeiras.

As duas cidades que ocorrem a investigação são vizinhas e apresentam distância de aproximadamente 68 quilômetros.

O caso segue em andamento para identificação completa dos envolvidos no esquema, assim como a organização e modus operandi da produção e comercialização da falsificação.

Assine o Correio do Estado

Em MS

Mulher é condenada por ofensas racistas contra a ex-cunhada em Terenos

O caso aconteceu em 2023 e os insultos e ameaças foram feitos partir de áudios enviados via Whatsapp

27/05/2026 10h30

A ré foi condenada à dois anos de prisão por injúria racial e um mês pelas ameaças

A ré foi condenada à dois anos de prisão por injúria racial e um mês pelas ameaças Foto: Divulgação

Continue Lendo...

Após atuação do Ministério Público de Mato Grosso Sul (MPMS), uma mulher foi condenada em Terenos pelos crimes de ameaça e racismo (injúria racial equiparada), por ofensas direcionadas à ex-cunhada. A atuação aconteceu por meio da 1ª Promotoria de Justiça de Terenos. 

O caso ocorreu em junho de 2023 e completará três anos no próximo mês, na época do acontecimento a ré encaminhou áudios por meio do Whatsapp para familiares da vítima e proferindo inúmeras ofensas verbais de cunho racista, ainda nos áudios foram feitas ameaças de violência física e morte. 

Entre os conteúdo dos áudios encaminhados à vítima constava ameaças como “não sairia viva” e ainda declarou que “cortaria o pescoço” dela e de seus filhos. Em depoimento a vítima confirmou os fatos e alegou ter sentido medo real das ameaças. 

A irmã da vítima confirmou o acontecido e afirmou ter recebido os áudios contendo insultos de cunho racial e ameaças à ofendida.

Já a defesa da ré negou parte dos fatos, sustentando o argumento que estava fazendo apenas um mero desabafo em um contexto de abalo emocional. Ela ainda alegou que não se recorda de ter feito as ameaças mencionadas na denúncia. 

Porém o Juízo recusou a alegação da defesa e acolheu a denúncia do MPMS, reconhecendo que as provas se mostraram coerentes e suficientes para a condenação. 

Por fim, a ré foi condenada a 2 anos de prisão, pelo crime de injúria racial equiparada e um mês de detenção pelo crime de ameaça, inicialmente ela irá cumprir em regime aberto. 

Ainda foi fixado pelo Juízo um pagamento de dez dias-multa, quando o condenado é obrigado a pagar uma quantia ao Fundo Penitenciário Nacional (FUMPEN), tendo em vista a gravidade das ameaças. 
 

NEWSLETTER

Fique sempre bem informado com as notícias mais importantes do MS, do Brasil e do mundo.

Fique Ligado

Para evitar que a nossa resposta seja recebida como SPAM, adicione endereço de

e-mail [email protected] na lista de remetentes confiáveis do seu e-mail (whitelist).