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Tratamento elimina sensibilidade de crianças com alergia ao leite

Tratamento elimina sensibilidade de crianças com alergia ao leite

Diário da saúde

26/03/2011 - 05h30
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A alergia ao leite é o tipo mais comum de alergia alimentar entre as crianças, afetando 2,5 por cento daquelas menores de 3 anos de idade.

Essas alergias variam largamente em gravidade, indo de sintomas leves até o risco de vida no caso da ingestão do alimento desencadeador da reação.

Agora parece haver uma esperança para as indesejáveis reações, graças a uma pesquisa de imunologistas e alergistas no Hospital Infantil de Boston e da Universidade de Stanford, nos Estados Unidos.

Tratamento para alergias alimentares

Os cientistas conseguiram efetivamente eliminar a sensibilidade ao leite de um pequeno grupo de crianças aumentando sua exposição ao leite em conjunto com a aplicação de um antialérgico chamado omalizumab.

Segundo eles, o tratamento permitiu que as crianças desenvolvessem rapidamente a resistência ao leite com reações alérgicas muito limitadas.

Apesar de a alergia alimentar ser um problema de saúde pública, atualmente não existe um tratamento eficaz e seguro, exceto evitar os alimentos que desencadeiam a reação anafilática, e tratar precocemente as reações quando elas ocorrem.

Mas a necessidade de novas opções parece fundamental uma vez que o número de crianças diagnosticadas com alergias alimentares está aumentando consideravelmente.

Dessensibilização

Quase todas as crianças que passaram pelo tratamento cumpriram uma dieta duplo-cego - nem elas e nem quem as alimentava sabia o teor ou se havia leite nos alimentos - e depois foram capazes de ingerir o equivalente a um copo de leite por dia ou mais.

Embora estudos anteriores já tivessem demonstrado que a dessensibilização oral ao leite pode aumentar a quantidade de leite tolerada, os pesquisadores afirmam que a administração da omalizumab permitiu que essa dessensibilização ocorresse em um período de tempo menor.

Depois de um pré-tratamento das crianças com o antialérgico, os pesquisadores introduziram o leite na dieta em quantidades cada vez maiores ao longo das próximas sete a 10 semanas, um período de dessensibilização relativamente rápido.

A droga desempenha um efeito protetor, minimizando as reações alérgicas que ainda surgem em alguns pacientes.

Com base nesses resultados, os cientistas agora vão aplicar o mesmo protocolo para pacientes com alergia a amendoim.

prazo acabando

Bolsonaro pede liberação de visitas de Flávio na prisão domiciliar

Prazo de suspensão perde a validade no dia 11 deste mês

05/10/2026 19h00

Bolsonaro cumpre pena em prisão domiciliar

Bolsonaro cumpre pena em prisão domiciliar Divulgação/UOL

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O ex-presidente Jair Bolsonaro pediu nesta segunda-feira (5) ao Supremo Tribunal Federal (STF) a liberação das visitas do senador Flávio Bolsonaro (PL) na prisão domiciliar. 

Na petição encaminhada ao Supremo, a defesa diz que a decisão do ministro Alexandre de Moraes que determinou a suspensão da visitação pelo prazo de 90 dias perde a validade no dia 11 de outubro.

"Não mais se mostra necessária a manutenção de regime excepcionalmente restritivo de visitas, sendo possível o restabelecimento, desde logo", disse a defesa.

Em julho, Flávio Bolsonaro foi proibido de visitar o pai, após publicar nas redes sociais uma carta escrita pelo ex-presidente.

Bolsonaro tem contra ele uma restrição que o proíbe de usar a internet, inclusive por meio de terceiros.

No ano passado, ele  foi condenado a 27 anos e três meses de prisão no processo de trama golpista. Em seguida, após passar por uma cirurgia, ele ganhou o direito de cumprir prisão domiciliar. O ex-presidente se recupera de uma pneumonia bacteriana.

SEGURANÇA PÚBLICA

Homem é preso após disparo contra sede da Polícia Civil em Campo Grande

Suspeito de 25 anos foi localizado no bairro Monte Castelo; arma e motocicleta foram apreendidas durante a investigação.

05/10/2026 17h52

Sede da Corregedoria-Geral da Polícia Civil, em Campo Grande, foi alvo de disparo de arma de fogo.

Sede da Corregedoria-Geral da Polícia Civil, em Campo Grande, foi alvo de disparo de arma de fogo. Foto: Reprodução/Google Maps.

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Um homem de 25 anos foi preso suspeito de efetuar um disparo de arma de fogo contra a sede da Corregedoria-Geral da Polícia Civil de Mato Grosso do Sul, no bairro Santa Fé, em Campo Grande. A investigação levou à apreensão da arma apontada como utilizada no ataque, de uma motocicleta e de uma porção de substância semelhante à maconha.

O caso começou a ser apurado no último sábado (3), após policiais constatarem danos em uma parede de vidro de uma das salas do prédio, localizado na Rua das Garças.

Inicialmente, não havia confirmação sobre o que teria provocado a quebra. Com o avanço das diligências e a análise dos elementos reunidos no local, os investigadores concluíram que o dano havia sido causado por um disparo de arma de fogo direcionado ao edifício.

A partir daí, a Polícia Civil passou a reconstruir a dinâmica da ocorrência. Conforme a investigação, o suspeito teria ido até as proximidades da sede da Corregedoria em uma motocicleta e efetuado o disparo contra o prédio.

As diligências levaram os policiais até o homem, localizado no bairro Monte Castelo. Ele foi preso em flagrante.

Durante a ação, os agentes apreenderam a arma de fogo apontada como utilizada no disparo e a motocicleta que, segundo a apuração, teria sido empregada no deslocamento até a sede da Corregedoria.

Também foi encontrada uma porção de maconha. De acordo com a Polícia Civil, a investigação realizada até o momento indica que o entorpecente seria destinado ao consumo próprio.

Prisão preventiva

Após a prisão, o suspeito foi autuado em flagrante. Nesta segunda-feira (5), ele passou por audiência de custódia e teve a prisão convertida em preventiva.Com a decisão judicial, ele permanece preso e à disposição da Justiça enquanto as investigações prosseguem.

A Polícia Civil não informou, no comunicado divulgado sobre o caso, qual teria sido a motivação apresentada pelo investigado para o disparo.

Polícia descarta retaliação

A possibilidade de o ataque estar relacionado a alguma atuação recente ou anterior da Corregedoria-Geral chegou a ser levantada após o episódio.

No entanto, segundo a Polícia Civil, os elementos reunidos até esta fase da investigação não apontam para qualquer relação entre o disparo e os trabalhos desenvolvidos pelo órgão.

A apuração trata o episódio, até o momento, como um ato isolado, sem vínculo identificado com a atividade institucional da Corregedoria-Geral.

As investigações continuam para esclarecer completamente as circunstâncias e a motivação do disparo.

 

 

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