Cidades

Ensino superior e médio

Com bolsas de R$ 1 mil, TRE-MS abre processo seletivo para vagas de estágio

Edital prevê preenchimento de vagas e formação de cadastro reserva em nove cursos

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Com bolsas de R$ 1.020,00, o Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso do Sul (TRE-MS) abriu processo seletivo para preenchimento de vagas e formação de cadastro reserva para estágio. 

O processo seletivo visa o preenchimento de vagas nos seguintes cursos: Administração, Ciências Contábeis, Comunicação Social com Habilitação em Jornalismo e Publicidade e Propaganda, Direito, Engenharia Ambiental, Engenharia Civil, Informática e Ciências Matemáticas.

As oportunidades são destinadas para a sede do Tribunal, localizada no Parque dos Poderes, em Campo Grande. As inscrições seguem abertas até o dia 20 de março de 2026 e devem ser realizadas exclusivamente pela internet, por meio da plataforma Empregar Já.

De acordo com o Edital, é necessário que o candidato tenha a idade mínima de 16 anos e esteja matriculado com frequência regular em curso de educação superior. Somente será aceito no programa o candidato em situação regular com a Justiça Eleitoral e não filiado a partido político.

Os estudantes selecionados também receberão vale-transporte, conforme as regras estabelecidas no edital.A carga horária dos aprovados será de 5h diárias, totalizando 25h semanais.

Nível Médio

Também estão abertas as inscrições para formação de cadastro de reserva de estagiários de nível médio, conforme o Edital nº 01/2026.

As oportunidades são destinadas às zonas eleitorais localizadas nos municípios de Bonito, Brasilândia, Campo Grande, Chapadão do Sul, Miranda, Paranaíba, Rio Verde de Mato Grosso e São Gabriel do Oeste.

As inscrições estarão abertas de 4 a 13 de março de 2026 e devem ser realizadas exclusivamente pela internet, por meio da plataforma Empregar Já. Os estudantes selecionados receberão bolsa mensal de R$ 605,00, além de vale-transporte. 

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Cidades

Senado aprova criação de 794 cargos e funções no TSE e TREs com impacto anual de R$ 109 milhões

Estão previstos 85 postos no TSE, além de cargos e funções para 27 unidades federativas

25/03/2026 22h00

Crédito: Wilson Dias / Agência Brasil

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O Senado aprovou nesta quarta-feira, 25, o Projeto de Lei 4/2024, que cria 794 cargos e funções comissionadas no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e em Tribunais Regionais Eleitorais (TREs). De autoria do próprio TSE, o texto segue para sanção e tem impacto estimado de R$ 109,3 milhões por ano.

Estão previstos 85 postos no TSE, além de cargos e funções para 27 unidades federativas. O TRE do Distrito Federal receberá o maior número de postos (117), seguido de Bahia (30).

Ao todo, considerando TSE e TREs, os postos serão distribuídos da seguinte forma:

  • 232 cargos de analista judiciário;
  • 242 cargos de técnico judiciário;
  • 75 cargos em comissão;
  • 245 funções comissionadas.

O projeto determina que os custos serão pagos pelo orçamento já destinado ao TSE e aos TREs e que o valor só pode entrar em vigor se houver autorização na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) e na Lei Orçamentária Anual (LOA).

O TSE alegou que a ampliação do quadro de pessoal é necessária pelo crescimento contínuo do eleitorado, do número de candidaturas e de processos judiciais e extrajudiciais em cada eleição. O Tribunal também argumentou haver "crescentes demandas relacionadas à segurança das urnas, ao combate à desinformação, ao cumprimento de normas do Conselho Nacional de Justiça e à manutenção da qualidade dos serviços prestados à sociedade".

Durante a votação, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), defendeu a proposta: "[Reconhecer] O momento mais importante da democracia, que são as eleições [...] Estamos fazendo com coerência o que deveríamos ter feito", declarou o parlamentar.
 

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Cidades

TCU aponta problemas na prestação de contas da Cultura e da Ancine, com passivo de R$ 22 bi

São 26.583 projetos que dependem de uma análise final no trâmite formal de prestação de costas

25/03/2026 21h00

Crédito: Valter Campanato / Agência Brasil

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O Tribunal de Contas da União (TCU) identificou falhas que classificou como graves na gestão de recursos transferidos a projetos culturais do Ministério da Cultura e da Agência Nacional do Cinema (Ancine) de 2019 a 2024. O montante alcança cerca de R$ 22,1 bilhões, segundo relatório da Corte. São 26.583 projetos que dependem de uma análise final no trâmite formal de prestação de costas. Além dos atrasos nas análises, há "elevado" risco de prescrição de processos.

O montante resulta da soma de R$ 17,73 bilhões em 19.191 projetos incentivados (renúncia fiscal) e R$ 4,36 bilhões em 7 392 projetos não incentivados (recurso direto do governo). De acordo com a fiscalização, o passivo de projetos nessa situação é crescente, o que fragiliza o controle sobre o uso de recursos públicos.

No caso do Ministério, o TCU apontou um cenário com acúmulo de processos pendentes e ausência de mecanismos eficazes de controle de prazos. A demora na análise, que pode ultrapassar anos, eleva o risco de perda do direito de cobrança de valores eventualmente devidos ao erário, segundo a Corte.

A Ancine também apresentou atrasos relevantes, embora o Tribunal tenha destacado iniciativas tecnológicas em curso para aprimorar a análise de prestações de contas, incluindo o uso de ferramentas automatizadas.

"O acompanhamento permite detectar omissões, atrasos e inconsistências na análise das prestações de contas", afirmou o relator do processo, ministro Augusto Nardes.

Diante dos achados, o tribunal determinou a adoção de medidas para priorizar processos com risco iminente de prescrição, implementar sistemas de monitoramento de prazos e revisar procedimentos internos, com o objetivo de reduzir o passivo e fortalecer a fiscalização.
 

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