Cidades

POLÍCIA

Três pessoas são presas por furto e tráfico de drogas em operação no centro de Campo Grande

Empresas de reciclagens foram vistoriadas e várias pessoas foram abordadas na Praça Ary Coelho e em suas imediações

Continue lendo...

Nesta terça-feira (23), a 1ª Delegacia de Polícia de Campo Grande realizou uma operação na região central de Campo Grande, com o objetivo de coibir a prática dos crimes de furto e receptação. Na ocasião, três pessoas foram presas pelos crimes de furto qualificado e tráfico de drogas.

Durante a ação que teve o objetivo de coibir a prática dos crimes de furto e receptação,  os policiais vistoriaram empresas de reciclagens, além de abordarem várias pessoas na Praça Ary Coelho e em suas imediações.

De acordo com o delegado Danilo Mansur, titular da 1ªDP, as equipes constataram que muitos imóveis do centro da cidade, que foram praticamente abandonados pelos proprietários, estão sendo utilizados por usuários de drogas e demais autores de crimes.

Segundo ele, isso está fomentando a criminalidade na região. "A prática de furtos naquela região tem sido recorrente, o que faz necessária a adoção de medidas legais e administrativas para evitar que os imóveis sejam utilizados por delinquentes", afirmou.

Conforme Mansur, estão dentre as medidas:

  •  A notificação formal dos proprietários para regularizar ou dar uso ao imóvel;
  • A aplicação de IPTU progressivo no tempo para imóveis ociosos;
  • A adoção de medidas de desapropriação por interesse social quando houver abandono prolongado;
  • A criação de incentivos fiscais para proprietários que reformem e coloquem os imóveis em uso;
  • A instalação de iluminação e câmeras de monitoramento em pontos críticos;

"Essas e outras ações são necessárias para evitar que o abandono dos imóveis resulte em ponto de encontro e esconderijo de criminosos”, destacou.

De acordo com a Polícia Civil, as operações serão ininterruptas e terão como objetivo diminuir a criminalidade na região central de Campo Grande.

Assine o Correio do Estado.

Cidades

Júri nos EUA considera Instagram e YouTube responsáveis em julgamento sobre vício em redes

Após mais de 40 horas de deliberação ao longo de nove dias, os jurados da Califórnia decidiram que a Meta e o YouTube foram negligentes no design ou operação de suas plataformas

25/03/2026 23h00

Crédito: Marcelo Casal Jr / Agência Brasil

Continue Lendo...

Um júri considerou a Meta e o YouTube responsáveis nesta quarta-feira, 25, em um processo inédito que visava responsabilizar as plataformas de mídia social por danos a crianças que usam seus serviços, concedendo a autora US$ 3 milhões em danos.

Após mais de 40 horas de deliberação ao longo de nove dias, os jurados da Califórnia decidiram que a Meta e o YouTube foram negligentes no design ou operação de suas plataformas.

O júri também decidiu que a negligência de cada empresa foi um fator substancial na causa do dano à autora, uma mulher de 20 anos que afirma ter se tornado viciada em mídias sociais quando criança e que esse vício exacerbou seus problemas de saúde mental.

Este é o segundo veredicto contra a Meta esta semana, depois que um júri no Novo México determinou que a empresa prejudica a saúde mental e a segurança das crianças, violando a lei estadual

Meta e YouTube (de propriedade do Google) emitiram declarações discordando do veredicto e prometendo explorar suas opções legais, o que inclui apelações.

O porta-voz do Google, Jose Castañeda, afirmou na declaração da empresa que o caso "não entende o YouTube, que é uma plataforma de streaming construída de forma responsável, não um site de mídia social". Fonte: Associated Press.

*Conteúdo traduzido com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação do Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado

Cidades

Senado aprova criação de 794 cargos e funções no TSE e TREs com impacto anual de R$ 109 milhões

Estão previstos 85 postos no TSE, além de cargos e funções para 27 unidades federativas

25/03/2026 22h00

Crédito: Wilson Dias / Agência Brasil

Continue Lendo...

O Senado aprovou nesta quarta-feira, 25, o Projeto de Lei 4/2024, que cria 794 cargos e funções comissionadas no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e em Tribunais Regionais Eleitorais (TREs). De autoria do próprio TSE, o texto segue para sanção e tem impacto estimado de R$ 109,3 milhões por ano.

Estão previstos 85 postos no TSE, além de cargos e funções para 27 unidades federativas. O TRE do Distrito Federal receberá o maior número de postos (117), seguido de Bahia (30).

Ao todo, considerando TSE e TREs, os postos serão distribuídos da seguinte forma:

  • 232 cargos de analista judiciário;
  • 242 cargos de técnico judiciário;
  • 75 cargos em comissão;
  • 245 funções comissionadas.

O projeto determina que os custos serão pagos pelo orçamento já destinado ao TSE e aos TREs e que o valor só pode entrar em vigor se houver autorização na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) e na Lei Orçamentária Anual (LOA).

O TSE alegou que a ampliação do quadro de pessoal é necessária pelo crescimento contínuo do eleitorado, do número de candidaturas e de processos judiciais e extrajudiciais em cada eleição. O Tribunal também argumentou haver "crescentes demandas relacionadas à segurança das urnas, ao combate à desinformação, ao cumprimento de normas do Conselho Nacional de Justiça e à manutenção da qualidade dos serviços prestados à sociedade".

Durante a votação, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), defendeu a proposta: "[Reconhecer] O momento mais importante da democracia, que são as eleições [...] Estamos fazendo com coerência o que deveríamos ter feito", declarou o parlamentar.
 

Assine o Correio do Estado

NEWSLETTER

Fique sempre bem informado com as notícias mais importantes do MS, do Brasil e do mundo.

Fique Ligado

Para evitar que a nossa resposta seja recebida como SPAM, adicione endereço de

e-mail [email protected] na lista de remetentes confiáveis do seu e-mail (whitelist).