Cidades

REAJUSTE

UFMS aumenta o valor de refeição de restaurante universitário, e estudantes organizam protesto contra

Acadêmicos convocaram um ato para amanhã (30), em frente à Reitoria da instituição

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A Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) anunciou nesta semana que irá aumentar o valor do Restaurante Universitário (RU), de R$2,50 para R$3,00, para os estudantes que possuem renda familiar de até 1,5 salário mínimo, e de R$4,50 para R$15,00 para os demais estudantes.

A União Nacional dos Estudantes (UNE) e a União da Juventude Socialista (UJS) foram chamados por estudantes para compor um ato para amanhã (30), às 9h30 em frente à Reitoria da instituição para ir contra o reajuste. 

Centros Academicos também estão se articulando para programar ações a respeito do aumento. 

O restaurante está fechado desde o retorno das aulas, no último dia 7, e a previsão para a reabertura é para a segunda semana de abril.  

Até lá, os alunos contam apenas com as lanchonetes localizadas em alguns pontos da UFMS, com a ajuda do Diretório Central Estudantil (DCE), que recebeu um micro-ondas doado pela Associação dos Docentes da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (Adufms) e de Centros Acadêmicos (CA) que também tem deixado micro-ondas e geladeiras à disposição dos alunos. 

A Adufms informou também que outras ações estão sendo pensadas para poder ajudar os estudantes a comer e driblar essa situação de vulnerabilidade financeira.

Em nota publicada nessa segunda-feira (28), a UFMS informou que 83,7% dos alunos serão subsidiados pela universidade, pois possuem renda per capita de até 1,5 salário mínimo, o que os tornam elegíveis ao CadÚnico do Governo Federal. 

O subsídio é realizado por meio do Programa Nacional de Assistência Estudantil (PNAES).

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Campo grande

Cachorro vítima de maus-tratos é resgatado pela polícia em boca de fumo

Cão estava abandonado, cego, magro e machucado; além disso, apresentava caquexia (peso muito abaixo do ideal)

03/07/2026 17h15

Cãozinho extremamente magro e machucado

Cãozinho extremamente magro e machucado Divulgação/Polícia Civil - MS

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Cachorro, da raça Pitbull, em situação de maus-tratos, foi resgatado por policiais civis do Grupo de Operações e Investigações (GOI) e Delegacia Especializada de Repressão aos Crimes Ambientais e de Atendimento ao Turista (DECAT), nesta sexta-feira (3), em um ponto de comércio ilegal de drogas, localizado em Campo Grande.

O cão estava abandonado, cego, magro e machucado. Além disso, apresentava caquexia (peso muito abaixo do ideal).

Conforme apurado pela reportagem, a Polícia Civil prendeu um indivíduo em flagrante no local citado e percebeu a situação crítica do animal. A partir de então, deu um prazo de 10 dias para que a situação fosse regularizada.

Dez dias depois, os policiais retornaram ao local e flagraram que o animal estava na mesma situação, sem qualquer assistência.

Com isso, o animal foi resgatado e entregue às autoridades competentes. I. B. M., de 37 anos, já foi detido por tráfico de drogas e responderá também pelo crime de maus-tratos a animais domésticos.

Cãozinho extremamente magro e machucadoAnimal em situação de abandono. Foto: Divulgação/Polícia Civil

Publicidade Institucional

Governo prorroga contratos de publicidade de R$ 35 milhões

Estado estende por mais seis meses a vigência dos acordos com agências de propaganda enquanto aguarda a conclusão de uma nova licitação; contratos poderão ser encerrados antes caso o processo seja finalizado

03/07/2026 16h48

Foto: Divulgação

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O Governo de Mato Grosso do Sul prorrogou, por mais seis meses, os contratos firmados com as agências responsáveis pelos serviços de publicidade institucional da administração estadual.

A medida foi oficializada em extratos publicados na edição desta sexta-feira (3) do Diário Oficial do Estado e garante a continuidade das campanhas de comunicação até 13 de janeiro de 2027 ou até que seja concluído o novo processo licitatório, prevalecendo o que ocorrer primeiro. 

A prorrogação foi formalizada por meio do 15º Termo Aditivo ao Contrato nº 011/2021, celebrado entre a Secretaria de Estado de Governo e Gestão Estratégica (Segov) e a agência A&T Publicidade e Assessoria Ltda.

O documento informa que a renovação ocorre em caráter excepcional, com fundamento no artigo 57, parágrafo 4º, da Lei Federal nº 8.666/1993, antiga Lei de Licitações, dispositivo que autoriza a extensão contratual em situações específicas. 

De acordo com o extrato, foi mantido o valor global estimado de R$ 35 milhões, destinado ao atendimento de todas as agências contratadas no âmbito do Processo nº 51/000.240/2020.

O montante é compartilhado entre os contratos vigentes e representa o limite previsto para a execução dos serviços durante o período de prorrogação, não significando, necessariamente, desembolso imediato ou integral pelo Estado. 

A publicação também esclarece que a renovação tem caráter temporário e está vinculada à tramitação de uma nova concorrência pública.

Conforme o termo aditivo, os contratos permanecerão válidos até 13 de janeiro de 2027 ou até a formalização dos novos contratos decorrentes do Processo nº 51/003.026/2025.

Caso a nova licitação seja concluída antes desse prazo, a vigência dos contratos atuais será automaticamente encerrada na data de início da execução dos novos acordos. 

Os serviços de publicidade institucional abrangem atividades como planejamento de campanhas, criação de peças publicitárias, produção de conteúdos, execução de ações de comunicação e compra de mídia para divulgação de programas, campanhas educativas, prestação de contas e demais iniciativas de interesse público promovidas pelo Governo do Estado.

A decisão busca evitar a interrupção desses serviços enquanto a administração estadual finaliza a nova licitação, garantindo a continuidade das ações de comunicação oficial sem descontinuidade administrativa.

A ordenação das despesas permanece sob responsabilidade da Secretaria de Estado de Governo e Gestão Estratégica. 

Embora o termo aditivo mantenha o teto financeiro de R$ 35 milhões para o conjunto das agências contratadas, a publicação não detalha quanto desse valor poderá ser efetivamente utilizado durante a prorrogação, nem apresenta a divisão dos recursos entre as empresas responsáveis pela publicidade institucional do Estado.

Essas definições permanecem vinculadas à execução contratual e aos limites orçamentários previstos para o período.

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