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Veja as opções de pagamento do IPVA com desconto

Prazo para pagamento à vista termina dia 29; governo parcela em até cinco parcelas e aplicativo divide em até 12 vezes

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Os boletos do IPVA já foram entregues e o contribuinte tem até o dia 29 deste mês para pagar o tributo à vista e ganhar 15% de desconto. Nessa mesma data vence o prazo para quitar a primeira parcela, para quem optar pelo parcelamento.

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O IPVA é a segunda fonte de arrecadação tributária do Governo do Estado, ficando atrás somente do Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS).  

Da arrecadação total, 50% do valor é destinado ao Estado e 50% aos municípios onde o veículo foi emplacado.

Outra opção para os contribuintes do Estado quitarem seus débitos com o Detran é através do aplicativo Sem Parar, que oferece parcelamento de até 12 vezes no cartão de crédito. Através do novo canal, o motorista poderá checar seus débitos veiculares como IPVA, licenciamento, multas e DPVAT e efetuar o pagamento com a opção de parcelamento. 

Para receber o desconto de 15% no IPVA, os contribuintes devem realizar o pagamento à vista até o dia 29 deste mês. 

PRAZOS

Os prazos para pagamento do IPVA 2021 são:

Cota Única ou pagamento à vista - 29 de janeiro de 2021

  • 1ª parcela – 29 de janeiro de 2021
  • 2ª parcela – 26 de fevereiro de 2021
  • 3ª parcela – 31 de março de 2021
  • 4ª parcela – 30 de abril de 2021
  • 5ª parcela - 31 de maio de 2021

SERVIÇO 

Os proprietários podem imprimir a segunda via pelo canal de autoatendimento do IPVA na internet. A Sefaz reforça que para os contribuintes que optarem pelo parcelamento, não há desconto.  

Em caso de dúvidas, os proprietários de veículos automotores devem se dirigir pessoalmente às Agências Fazendárias (Agenfas) em seus respectivos municípios, levando documentos pessoais e do veículo. 

Já os condutores que optarem pelo aplicativo Sem Parar precisam apenas baixar o app, inserir os dados do veículo e realizar o pagamento da maneira que desejar, em uma única parcela ou em até 12 vezes.

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privatização

Pedágio no leste de MS sobe e custa 100% mais que na BR-163

Tarifa na MS-112 e na BR-158 sobe nesta quarta-feira e usuários passarão a pagar o equivalente a R$ 18,06 a cada 100 km. Na BR-163, o valor é de R$ 9,00

10/02/2026 12h40

Um dos seis pontos de cobrança de pedágio na região leste fica próximo da ponte rodoferroviária de Aparecida do Taboado

Um dos seis pontos de cobrança de pedágio na região leste fica próximo da ponte rodoferroviária de Aparecida do Taboado

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Motoristas que trafegam pela região leste de Mato Grosso do Sul terão de pagar 50 centavos a mais nas três praças de pedágio da BR-158 e nas duas da MS-112 a partir desta quarta-feira (11). Nos cinco pontos de cobrança a tarifa para carro de passeio ou por eixo de caminhão passa de R$ 13,50 para R$ 14,00.

Publicação do diário oficial desta terça-feira (10) também oficializou o aumento na sexta praça de pedágio da região, na BR-436. Neste caso, a tarifa passa de R$ 4,40 para R$ 4,60. Ao todo, são 414 quilômetros nesta concessão e com o reajuste, a concessionária passa a cobrar uma média de R$ 18,06 centavos a cada cem quilômetros. 

Para percorrer todo o percurso, o motorista de um carro de passeio terá de desembolsar R$ 74,60. O valor é praticamente o mesmo daquilo que é cobrado para percorrer todos os 845 quilômetros da BR-163, que é de R$ 76,10. Na rodovia federal, o custo médio por cem quilômetros é de R$ 9,00. 

Conforme a Agência de Regulação de Serviços Públicos (Agems), o reajuste está sendo feito com base na variação do IPCA, de 4,26%. Porém, em decorrência da segunda Revisão Ordinária do Contrato de Concessão, foi aplicada uma redução de cinco ou dois centavos na tarifa anterior e por conta disso o novo valor ficou em R$ 14 reais na maior parte dos ponto de cobrança. 

O contrato assinado entre o Governo do Estado e o Grupo Way Brasil concedeu à iniciativa privada um total de 414 quilômetros das três rodovias, que passam pelos municípios de Cassilândia, Paranaíba, Aparecida do Taboado, Inocência, Selvíria e Três Lagoas.

As praças de pedágio estão localizadas entre Cassilândia e Paranaíba; entre Paranaíba e Aparecida do Taboado; entre Selvíria e Aparecida do Taboado; entre Três Lagoas e Inocência; entre Inocência e Cassilândia e perto da ponte da divisa com o estado de São Paulo. 

O contrato de concessão não prevê, por enquanto, nada de duplicação nestes trechos. Nos primeiros três anos, além de implantação de praças de cobrança de pedágio e manutenção do asfalto, a concessionária instalou em torno de 15 quilômetros de terceira faixa.

Outros 40 quilômetros de terceira faixa estão previstos para os próximos anos. Além desta melhoria, a concessionária terá de fazer acostamento ao longo de toda a MS-112.

MS-306

O mesmo grupo empresarial também é responsável pela cobrança de pedágio nos 220 quilômetros na MS-306, que é a principal via de acesso da região leste ao estado de Mato Grosso.

A cobrança na MS-306 ocorre entre entre Chapadão do Sul e Cassilândia. Ela é uma espécie de continuação da BR-158 e da MS-112, a partir de Cassilândia.

Nesta mesma região, o Estado pretende privatizar, até o fim dester ano, outros 215 quilômetros das rodovias estaduais, da 377 e 240, entre as cidades de Paranaíba e Água Clara, passando por Inocência.

O anúncio da privatização foi feito na semana passada e, conforme o governador Eduardo Riedel, a pretensão é concluir o processo até o fim de 2026.

A MS-377 passa em frente da fábrica de celulose que a Arauco está construíndo em Inocência e é ulizada para despachar toda a celulose produzida pela Suzano em Ribas do Rio Pardo.  
 

disputa

Polêmicas derrubam pela metade o faturamento com IPTU em Campo Grande

Em janeiro do ano passado entraram R$ 286 milhões nos cofres públicos. Data para pagamento foi adiada para 12 de fevereiro

10/02/2026 11h00

Vereadores decidem hoje se mantém ou não o polêmico aumento da taxa de lixo, que subiu para 45% dos proprietários

Vereadores decidem hoje se mantém ou não o polêmico aumento da taxa de lixo, que subiu para 45% dos proprietários Leo Ribeiro

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A polêmica sobre o aumento de até 400% no valor do IPTU em Campo Grande derrubou pela metade a arrecadação do imposto no primeiro mês na comparação com igual mês de 2025. No ano passado, conforme dados oficiais, entraram R$ 286 milhões nos cofres municipais em janeiro. O imposto é a principal fonte de receita do município no começo do ano.

Agora, segundo o  secretário de Governo e Relações Institucionais, Ulisses da Silva Rocha, este montante chegou apenas à metade disso. A explicação principal é que o prazo de vencimento para pagamento do imposto com direito a desconto de 10% e também da primeira parcela foi adiado de 12 de janeiro para 12 de fevereiro. 

Este adiamento ocorreu em meio a uma série de ações judiciais questionando o aumento da taxa de lixo, que subiu para cerca de 45% dos proprietários de imóveis. Segundo o secretário Ulisses, anualmente o  serviço custa em torno de R$ 130 milhões, mas a arrecadação chegava a apenas R$ 40 milhões. 

Com o ajuste aplicado agora, elevando o valor para quase a metade dos dos proprietários e reduzindo para 17% deles, o acréscimo na arrecadação deve ser da ordem de R$ 25 milhões.  E, além das ações judiciais, que já foram desfavoráveis à prefeitura, a Câmara de vereadores também tende a derrubar o aumento. A votação acontece nesta terça-feira (10). 

Os vereadores porém, não discutem um dos fatores fundamentais que levaram à explosão no valor de parcela significativa dos carnês. É que 33 mil contribuintes sofreram, sem aviso prévio, alteração na alíquota que incide sobre terrenos. 

Até o ano passado, eles pagavam 1% de IPTU. Agora, passaram a pagar 3,5% sobre o valor venal dos terrenos baldios (sem construção) que tenham pelo menos três serviços públicos à disposição. 

Então, um terreno avaliado em R$ 100 mil, até 2025 o carnê do IPTU vinha com R$ 1 mil. Agora, veio com a cobrança de R$ 3,5 mil. Somente essa mudança já representou aumento de 250% no valor do carnê. E, embora normalmente nos terrenos baldios não exista produção de lixo, a taxa de coleta também incide sobre eles. 

E, se estes terrenos estão na lista dos 45% dos imóveis  que sofreram majoração desta taxa por conta da reclassificação feita este ano, acabaram sofrendo tarifaço duplamente.

Além disso, estes carnês ainda vieram com a correção anual normal, de 5,32%, e perderam a metade do desconto para pagamento à vista. Somando estas quatro possíveis alterações, o reajuste em parte dos imóveis se aproximou dos 400%.

Porém, este aumento de alíquota de não está sendo alvo das ações judicias e nem das votações na câmara de vereadores.

Nestes casos, de acordo com Ulisses, "a prefeitura pode, de acordo com o Código Tributário Municipal o Código Tributário Nacional, cobrar de 1% a 3,5%. E a prefeitura aplicou a cobrança de 3,5%, mas sem uma alteração do valor venal do imóvel". Essa alteração, entende ele, foi legal e não necessitava de autorização da Câmara de Vereadores. 

Em bairros antigos e mais bem estruturados, mas com pequeno número de terrenos baldios, já existia a cobrança de 3,5% sobre o valor do terreno. Então, a mudança deste ano foi sentida principalmente nos bairros periféricos e nos quais os serviços públicos chegaram faz menos tempo

Outro ponto de questionamento  é a redução de 20% para 10% no percentual de desconto para aqueles que pagam à vista. A alteração, conforme estimativas da prefeitura, deve elevar em cerca de R$ 50 milhões a arrecadação anual com o imposto. 

Na última sexta-feira (6) a Justiça concedeu liminar a pedido da OAB mandando a prefeitura recalcular, em 30 dias, todos os valores do IPTU. A administração recorreu ao Tribunal de Justiça, mas em decisão tomada nesta segunda-feira (9), a liminar foi mantida. 

Agora, a prefeita Adriane Lopes recorreu à presidência do Tribunal de Justiça para tentar cassar a decisão do juiz de primeira instância. 

 

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