Cidades

"COFFEE BREAK"

Vereadores "cafezeiros" serão chamados para depor no Gaeco

Envolvidos na compra de votos terão de comparecer para prestar esclarecimento

DA REDAÇÃO

01/09/2015 - 00h00
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Os envolvidos no esquema de compra de votos para cassação do mandato do prefeito de Campo Grande, Alcides Bernal (PP), serão chamados para depor, a partir de hoje (1º), no Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado). Os “cafezeiros”, suspeitos de receberem propinas dos empresários João Amorim e João Baird, terão de comparecer espontaneamente ou serão levados à força pela polícia e pelos integrantes do Ministério Público Estadual (MPE) para explicarem o esquema de compra de votos.

Ninguém da “turma do cafezinho” escapará da mira do Gaeco. Os principais alvos são os vereadores que votaram pela cassação do mandato de Bernal. O vice-prefeito Gilmar Olarte (PP), que assumiu o cargo, com o afastamento de Bernal pela Câmara Municipal, também, terá de comparecer ao Gaeco.

Olarte foi empossado no cargo de prefeito pelos vereadores no dia 13 de março de 2014, um dia depois do Legislativo cassar o mandato de Alcides Bernal. Isto depois da “guerra de liminares” no Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul contra e a favor do julgamento político no Legislativo. Praveleceu a decisão da desembargadora Tânia Garcia de Freitas Borges sobre as liminares concedidas pelo então presidente em exercício do TJMS, desembargador João Batista, hoje aposentado.

(*) A reportagem, de Adilson Trindade, está na edição de hoje do jornal Correio do Estado.

 

Asfalto

Contratos de R$ 46,3 milhões reforçam tapa-buracos em Campo Grande

Cinco novas empresas credenciadas elevam para 12 o número de frentes de trabalho nas ruas da Capital

13/10/2026 10h30

Operação cobre Centro, Cruzeiro, Aero Rancho e outros bairros

Operação cobre Centro, Cruzeiro, Aero Rancho e outros bairros Foto: Divulgação

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A Prefeitura de Campo Grande intensificou a manutenção das ruas da Capital e agora opera 12 frentes na operação tapa-buracos, distribuídas nas setes regiões da cidade. 

O fluxo de atendimento começou a ser expandido em junho, na época a cidade contava com duas equipes de atuação, quatro meses depois, este número chegou a 12 grupos, que trabalham simultaneamente nos reparos das vias. 

O reforço aconteceu diante do credenciamento de cinco novas empresas pelo Consórcio Intermunicipal de Desenvolvimento Sustentável da Região Central de Mato Grosso do Sul (Consórcio Central). Os contratos somam R$ 46,3 milhões e têm vigência de um ano.

O Consórcio Central também fornece o Concreto Betuminoso Usinado a Quente (CBUQ), material utilizado tanto pelas empresas credenciadas quanto pelas duas equipes próprias da Secretaria Municipal de Infraestrutura e Serviços Públicos (Sisep).

Os trabalhos focados nas sete regiões da cidade, abrange os seguintes bairros no Coophatrabalho, Jardim Aero Rancho, Conjunto dos Rouxinóis, Centro e Cruzeiro. 

As frentes também atuam no Jardim dos Estados, Carandá Bosque, Vila Rica, São Francisco, Jardim Botafogo e Mata do Jacinto. O cronograma técnico é organizado pela Sisep conforme a necessidade de cada via.

Os trabalhos integram o programa Vira CG Infraestrutura, que reúne mais de R$ 280 milhões em investimentos em 2026, aplicados em pavimentação, drenagem, recapeamento, ciclovias e manutenção. Outros R$ 40 milhões são destinados aos serviços contínuos de tapa-buracos na Capital.

TRANSPORTE ESCOLAR

Prefeitura de Campo Grande firma contratos de R$ 3,2 milhões para transporte escolar rural

Onze contratos foram firmados com três empresas para atender diferentes linhas do transporte de estudantes da zona rural da Capital

13/10/2026 10h15

Contratos firmados pela Secretaria Municipal de Educação contemplam 11 linhas do transporte escolar rural de Campo Grande

Contratos firmados pela Secretaria Municipal de Educação contemplam 11 linhas do transporte escolar rural de Campo Grande Divulgação

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A Prefeitura de Campo Grande, por meio da Secretaria Municipal de Educação (Semed), formalizou 11 contratos para a prestação de serviços de transporte escolar rural, que somam mais de R$ 3,2 milhões. Os acordos foram firmados com três empresas e têm vigência de 12 meses, contados a partir da última assinatura de cada contrato.

As contratações contemplam diferentes linhas do transporte de estudantes que vivem na zona rural da Capital. Os extratos dos contratos são datados de 8 e 9 de outubro de 2026 e fazem parte de dois processos licitatórios realizados na modalidade pregão eletrônico, ambos iniciados em 2025 e homologados em setembro deste ano.

A maior parte dos recursos está concentrada na empresa CQP Transportes Ltda., responsável por oito contratos. A empresa foi contratada para operar as linhas 23, 21, 06, 26, 24, 03-A, 03-B e 20, com valores individuais que variam de R$ 176,2 mil a R$ 387,2 mil.

Entre os contratos firmados com a CQP, o de maior valor é o de número 295/2026, referente à linha 03-A, no montante de R$ 387.266,88. Em seguida, aparece o contrato 294/2026, destinado à linha 24, no valor de R$ 358.287,72, e o contrato 291/2026, para a linha 21, que prevê R$ 357.460.

Já a Transpiccoli Transportes Ltda. foi contemplada com dois contratos, referentes às linhas 47 e 63, ambas vinculadas ao serviço denominado Transporte Escolar Rural 02. Os valores são de R$ 336.179,76 e R$ 216.867,60, respectivamente, totalizando R$ 553.047,36.

A terceira contratada é a empresa Valéria Ramos Hinz, responsável pela linha 11 do Transporte Escolar Rural 01. O contrato, de número 288/2026, tem valor de R$ 290.993,28.

Recursos para a educação

Os contratos estão vinculados ao orçamento da Secretaria Municipal de Educação e preveem diferentes fontes de financiamento, incluindo recursos próprios provenientes de impostos, transferências do Salário-Educação e repasses do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), por meio do Programa Nacional de Apoio ao Transporte do Escolar (Pnate).

Também estão previstas fontes de recursos provenientes de convênios e instrumentos semelhantes firmados com o Governo do Estado, além de valores relativos a exercícios financeiros anteriores.

As contratações são decorrentes dos pregões eletrônicos nº 133/2025 e nº 134/2025, homologados nos dias 8 e 3 de setembro de 2026, respectivamente. Os procedimentos seguem as disposições da Lei Federal nº 14.133/2021, que estabelece as normas gerais de licitações e contratos administrativos.

Conforme os extratos, os serviços deverão obedecer às especificações, quantidades e condições previstas nos respectivos termos de referência e nas propostas apresentadas pelas empresas vencedoras.

Os documentos não informam a quantidade de estudantes beneficiados, a extensão dos percursos ou o número de veículos que serão utilizados na execução dos serviços.

Ao todo, os 11 contratos representam um investimento previsto de R$ 3.237.145,15, sendo R$ 2.393.104,51 destinados à CQP Transportes, R$ 553.047,36 à Transpiccoli e R$ 290.993,28 à empresa Valéria Ramos Hinz.

 

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