Cidades

OPORTUNIDADE

Vestibular da UEMS oferece 811 vagas em 38 cursos para ingresso em 2024

Provas acontecerão em 26 de novembro e resultado final será divulgado em 26 de janeiro de 2024

Continue lendo...

Vestibular da Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (UEMS) oferta 811 vagas, em 38 cursos, nos municípios de Aquidauana, Bataguassu, Campo Grande, Cassilândia, Dourados, Ivinhema, Jardim, Maracaju, Mundo Novo, Naviraí, Nova Andradina, Paranaíba e Ponta Porã.

As vagas são para cursos de graduação para ingresso no primeiro semestre de 2024.

As provas serão aplicadas em 26 de novembro. O gabarito preliminar será divulgado em 29 de novembro e o resultado final em 26 de janeiro de 2024. A convocação para matrícula ocorrerá a partir de 1º de fevereiro de 2024.

Confira os cursos e o número de vagas:

INSCRIÇÃO

As inscrições estão abertas, devem ser feitas neste site e vão até 9 de novembro.

A taxa de inscrição é de R$ 100,00 e deve ser paga até 10 de novembro. A inscrição será efetivada apenas após o pagamento.

As provas serão aplicadas nos municípios de Amambai, Aquidauana, Bataguassu, Campo Grande, Cassilândia, Corumbá, Coxim, Dourados, Glória de Dourados, Ivinhema, Jardim, Maracaju, Mundo Novo, Naviraí, Nova Andradina, Paranaíba, Ponta Porã e Três Lagoas.

É possível se inscrever em apenas uma opção de curso/vaga. Confira o passo a passo para realizar a inscrição:

  • acessar este site
  • selecionar o link "Inscrições"
  • clicar no Processo Seletivo Vestibular - UEMS 2024
  • optar pelo curso desejado
  • confirmar os dados
  • indicar a categoria de inscrição para a qual vai concorrer: concorrente de graduação ou treineiro;
  • indicar a modalidade de concorrência da vaga: ampla concorrência ou vagas reservadas (somente para os/as candidatos/as que se inscreverem na categoria concorrente de graduação)
  • indicar a língua estrangeira: inglês ou espanhol
  • optar pelo município onde deseja realizar a prova
  • assinalar a solicitação de isenção do pagamento da taxa de inscrição para “SIM”
  • anexar (em formato PDF, com até 10 MB) a documentação comprobatória do direito à isenção da taxa de inscrição(declaração de conclusão ou de matrícula no Ensino Médio em escola pública)
  • solicitar ou não o atendimento diferenciado (conforme item 5.1 deste Edital)
  • concordar com as normas do Processo Seletivo Vestibular - UEMS 2024
  • confirmar os dados

PROVA

As provas serão aplicadas em 26 de novembro de 2023, das 14h às 19h (horário de MS), nos municípios de Amambai, Aquidauana, Bataguassu, Campo Grande, Cassilândia, Corumbá, Coxim, Dourados, Glória de Dourados, Ivinhema, Jardim, Maracaju, Mundo Novo, Naviraí, Nova Andradina, Paranaíba, Ponta Porã e Três Lagoas.

A prova é composta por 60 questões objetivas e uma redação. As competências cobradas são Ciências da Natureza, Ciências Humanas, Linguagens, Matemática e Redação.

A duração da prova é de cinco horas. É recomendado que o candidato chegue ao local com 30 minutos de antecedência, portando documento oficial com foto e caneta esferográfica de tinta azul ou preta indelével, fabricada em material transparente.

Confira o edital completo aqui. Veja o conteúdo das provas aqui.

UEMS

A UEMS possui oito mil estudantes de graduação e 725 de pós-graduação. Possui 64 cursos de graduação, entre bacharelado, licenciatura e tecnológicos.

Além disso, tem dois doutorados, 14 mestrados e 18 cursos de Especialização lato sensu.

A instituição está presente em 15 municípios de Mato Grosso do Sul. Os municípios que abrigam polos da universidade são Dourados, Amambaí, Aquidauana, Campo Grande, Cassilândia, Coxim, Glória de Dourados, Ivinhema, Jardim, Maracaju, Mundo Novo, Naviraí, Nova Andradina, Paranaíba e Ponta Porã.

Ação da PF

Carga com 652 celulares é apreendida e PM acaba preso em Ponta Porã

Região acumula apreensões de cargas milionárias e centenas de aparelhos

19/08/2026 14h16

Reprodução/PF-MS

Continue Lendo...

Uma carga com 652 celulares de origem estrangeira, sem documentação fiscal, foi apreendida pela Polícia Federal nesta quarta-feira (19), em Ponta Porã, na fronteira com o Paraguai. Dois homens foram presos em flagrante, entre eles um policial militar.

Durante a ação também foram apreendidos  R$ 6.850 em espécie, dois veículos e uma arma de fogo com identificação da PM de Mato Grosso do Sul.

Os aparelhos estavam sendo transportados sem documentação fiscal que comprovasse a regularidade da entrada no país. Os suspeitos, os veículos e os materiais foram levados para a Delegacia da Polícia Federal em Ponta Porã.

Rota conhecida 

Levantamento de registros divulgados pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) mostra que a BR-463, principal ligação de Ponta Porã com o restante de Mato Grosso do Sul, é palco de sucessivas apreensões de celulares e outras mercadorias estrangeiras sem documentação.

Em março deste ano, a PRF apreendeu 191 celulares durante fiscalização na rodovia. Os aparelhos estavam em uma Fiat Fiorino que, segundo o motorista, transportava mercadorias de Ponta Porã para Dourados. O condutor admitiu que havia pegado os produtos no Paraguai.

Poucos dias depois, em abril, outra abordagem na mesma BR-463 resultou na apreensão de 141 celulares escondidos em compartimentos ocultos de um veículo. Na carga também havia 36 garrafas de bebidas alcoólicas, eletrônicos e 25 pacotes de cigarros, todos sem documentação fiscal. Dois homens foram encaminhados à Polícia Federal.

 

vulnerabilidade social

Campo Grande tem quase 1,5 mil pessoas vivendo em situação de rua

Levantamento identificou 1.476 pessoas nessa condição; Centro concentra 40% dos registros e mais da metade das pessoas encontradas nas ruas não tinha documento em mãos

19/08/2026 14h00

Foto: Osmar Veiga

Continue Lendo...

Campo Grande tem 1.476 pessoas em situação de rua, conforme levantamento realizado pelo Grupo de Trabalho Intersetorial da População em Situação de Rua (GT-PSR). O número revela a dimensão desse público na Capital: são quase 1,5 mil pessoas identificadas entre aquelas encontradas em vias públicas e as registradas pela rede de atendimento.

A maior parte foi localizada diretamente nas ruas. Das 1.476 pessoas contabilizadas, 843 ou 57% estavam em vias públicas, enquanto outras 634 o equivalente a 43%, apareceram nos registros de serviços e instituições de atendimento.

A contagem foi realizada em 30 de setembro de 2025 e utilizou a metodologia Point-in-Time Count (PIT), que combina observação em espaços públicos com informações dos registros administrativos. O objetivo foi obter um retrato da população em situação de rua em uma data específica.

Os homens representam ampla maioria. Foram identificados 1.190 homens, ou 80,6% do total, além de 234 mulheres (15,9%) e 52 crianças (3,5%).

Centro concentra maior número

A Região Urbana do Centro aparece como principal ponto de concentração dessa população. Foram 566 pessoas, correspondentes a 40% dos registros que puderam ser territorializados.

Na sequência está a região do Anhanduizinho, com 363 pessoas, ou 25,6%. O levantamento também encontrou pessoas nas regiões do Prosa, Lagoa, Segredo, Bandeira e Imbirussu. Outras 60 foram contabilizadas em uma comunidade terapêutica localizada na área rural.

Depois da contagem, o GT avançou para uma segunda etapa, destinada a entender quem são e quais são as principais necessidades das pessoas que vivem nessa condição.

Foram realizadas 257 entrevistas, sendo 193 com pessoas classificadas no grupo "em rua" e 64 com pessoas acolhidas. Entre os entrevistados, a idade média é de 39,6 anos e predominam homens e pessoas pardas.

Do total, 196 entrevistados são homens cis, correspondentes a 76,3%, e 54 são mulheres cis, ou 21%. Pessoas pardas representam 60,3% da amostra e pessoas pretas, 17,1%.

Um dos dados que chama atenção é a falta de documentação. Em 120 das 257 entrevistas, ou 46,7%, foi assinalado que a pessoa não tinha nenhum documento em sua posse.

A situação é ainda mais significativa entre aqueles que estavam efetivamente nas ruas: 57,5% dos 193 entrevistados desse grupo estavam sem qualquer documento em mãos.

O levantamento também identificou 135 entrevistados inscritos no Cadastro Único e 101 que disseram receber algum benefício social.

Para boa parte dos entrevistados, estar nas ruas não era uma situação inédita. Em 166 registros, equivalentes a 64,6% das entrevistas, houve indicação de recorrência da situação de rua. Outros 190 entrevistados, ou 73,9%, disseram permanecer sozinhos.

Entre as 193 pessoas entrevistadas diretamente no grupo em rua, 88, ou 45,6%, afirmaram realizar trabalho informal. A catagem e a reciclagem aparecem com destaque e foram mencionadas em 72 registros desse grupo.

A violência também faz parte da realidade relatada. 127 entrevistados, quase metade da amostra (49,4%), disseram ter sofrido violência física. Outros 121 registros apontam violência psicológica ou emocional, 56 mencionam violência institucional e 24, violência sexual.

Quando questionados sobre suas principais necessidades, trabalho e renda aparecem em 110 respostas, seguidos por moradia, com 108; alimentação, 107; saúde, 100; documentação, 91; e tratamento relacionado ao uso de substâncias, com 77 registros.

Entre quem permanece nas ruas, alimentação foi a necessidade mais citada. Já entre os acolhidos, trabalho, renda e moradia ocupam as primeiras posições.

Dados devem orientar políticas públicas

A Defensoria Pública de Mato Grosso do Sul, por meio do Núcleo Institucional de Promoção e Defesa dos Direitos Humanos (Nudedh), coordenou os trabalhos do GT-PSR.

Para a coordenadora do núcleo, defensora pública Thaisa Raquel Medeiros de Albuquerque Defante, o levantamento permite que os órgãos responsáveis trabalhem com informações mais precisas na elaboração de ações para esse público.

"O relatório já foi encaminhado aos órgãos que trabalham com esses dados para o monitoramento e o acompanhamento das políticas aplicáveis. O documento também deve servir de base para que o Poder Público elabore políticas públicas a partir das informações levantadas", afirmou.

O relatório aponta que as respostas do poder público precisam envolver diferentes áreas, como documentação, emprego e renda, moradia, saúde, acolhimento e reconstrução de vínculos.

Também são indicadas ações específicas para grupos com necessidades distintas, entre eles mulheres, pessoas trans, famílias, casais, pessoas com deficiência, migrantes e idosos.

O GT-PSR reúne, além da Defensoria Pública, órgãos estaduais e municipais, Ministério Público de Mato Grosso do Sul, Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e Associação Águia Morena de Redução de Danos.

Assine o Correio do Estado

NEWSLETTER

Fique sempre bem informado com as notícias mais importantes do MS, do Brasil e do mundo.

Fique Ligado

Para evitar que a nossa resposta seja recebida como SPAM, adicione endereço de

e-mail [email protected] na lista de remetentes confiáveis do seu e-mail (whitelist).