Cidades

Iguatemi (MS)

Viatura da PM capota e militar morre na MS-295

Viatura e caminhão colidiram e, em seguida, a viatura capotou; cabo faleceu na hora e outro sargento ficou ferido

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Cabo da Polícia Militar de Mato Grosso do Sul, Luiz Gustavo Cavanha Romero, de 41 anos, morreu em acidente de viatura policial x caminhão, durante serviço, na manhã desta quarta-feira (12), na MS-295, entre Iguatemi e Eldorado, a cerca de 414 quilômetros de Campo Grande.

Conforme apurado pela reportagem, viatura e caminhão colidiram e, em seguida, a viatura capotou. Não se sabe a dinâmica do acidente.

O cabo faleceu na hora e outro sargento ficou ferido. Não se sabe o estado de saúde dele. Cavanha estava lotado no 2º pelotão de Iguatemi.

O trecho da rodovia foi interditado temporariamente para trabalho da perícia. A viatura ficou destruída, com toda a parte superior amassada e danificada.

Polícia Militar, Polícia Civil, Polícia Científica e funerária estiveram no local para isolar a área, recolher vestígios do acidente, realizar a perícia e recolher o corpo.

A PMMS lamentou a morte do militar em suas redes sociais.

"A Polícia Militar de Mato Grosso do Sul, por meio do Comando-Geral, manifesta profundo pesar pelo falecimento do Cabo PM Luiz Gustavo Cavanha Romero (1983–2025), que perdeu a vida em decorrência de um acidente durante o cumprimento do dever. O Comando presta homenagem a este bravo policial militar, que honrou a farda com coragem, lealdade e espírito de servir, sempre comprometido com a segurança e o bem-estar da sociedade sul-mato-grossense. Neste momento de dor, a Corporação se une à família, aos amigos e aos irmãos de farda, compartilhando o luto e rogando a Deus que conforte e fortaleça todos os corações".

Cidades

Senado aprova criação de 794 cargos e funções no TSE e TREs com impacto anual de R$ 109 milhões

Estão previstos 85 postos no TSE, além de cargos e funções para 27 unidades federativas

25/03/2026 22h00

Crédito: Wilson Dias / Agência Brasil

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O Senado aprovou nesta quarta-feira, 25, o Projeto de Lei 4/2024, que cria 794 cargos e funções comissionadas no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e em Tribunais Regionais Eleitorais (TREs). De autoria do próprio TSE, o texto segue para sanção e tem impacto estimado de R$ 109,3 milhões por ano.

Estão previstos 85 postos no TSE, além de cargos e funções para 27 unidades federativas. O TRE do Distrito Federal receberá o maior número de postos (117), seguido de Bahia (30).

Ao todo, considerando TSE e TREs, os postos serão distribuídos da seguinte forma:

  • 232 cargos de analista judiciário;
  • 242 cargos de técnico judiciário;
  • 75 cargos em comissão;
  • 245 funções comissionadas.

O projeto determina que os custos serão pagos pelo orçamento já destinado ao TSE e aos TREs e que o valor só pode entrar em vigor se houver autorização na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) e na Lei Orçamentária Anual (LOA).

O TSE alegou que a ampliação do quadro de pessoal é necessária pelo crescimento contínuo do eleitorado, do número de candidaturas e de processos judiciais e extrajudiciais em cada eleição. O Tribunal também argumentou haver "crescentes demandas relacionadas à segurança das urnas, ao combate à desinformação, ao cumprimento de normas do Conselho Nacional de Justiça e à manutenção da qualidade dos serviços prestados à sociedade".

Durante a votação, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), defendeu a proposta: "[Reconhecer] O momento mais importante da democracia, que são as eleições [...] Estamos fazendo com coerência o que deveríamos ter feito", declarou o parlamentar.
 

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Cidades

TCU aponta problemas na prestação de contas da Cultura e da Ancine, com passivo de R$ 22 bi

São 26.583 projetos que dependem de uma análise final no trâmite formal de prestação de costas

25/03/2026 21h00

Crédito: Valter Campanato / Agência Brasil

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O Tribunal de Contas da União (TCU) identificou falhas que classificou como graves na gestão de recursos transferidos a projetos culturais do Ministério da Cultura e da Agência Nacional do Cinema (Ancine) de 2019 a 2024. O montante alcança cerca de R$ 22,1 bilhões, segundo relatório da Corte. São 26.583 projetos que dependem de uma análise final no trâmite formal de prestação de costas. Além dos atrasos nas análises, há "elevado" risco de prescrição de processos.

O montante resulta da soma de R$ 17,73 bilhões em 19.191 projetos incentivados (renúncia fiscal) e R$ 4,36 bilhões em 7 392 projetos não incentivados (recurso direto do governo). De acordo com a fiscalização, o passivo de projetos nessa situação é crescente, o que fragiliza o controle sobre o uso de recursos públicos.

No caso do Ministério, o TCU apontou um cenário com acúmulo de processos pendentes e ausência de mecanismos eficazes de controle de prazos. A demora na análise, que pode ultrapassar anos, eleva o risco de perda do direito de cobrança de valores eventualmente devidos ao erário, segundo a Corte.

A Ancine também apresentou atrasos relevantes, embora o Tribunal tenha destacado iniciativas tecnológicas em curso para aprimorar a análise de prestações de contas, incluindo o uso de ferramentas automatizadas.

"O acompanhamento permite detectar omissões, atrasos e inconsistências na análise das prestações de contas", afirmou o relator do processo, ministro Augusto Nardes.

Diante dos achados, o tribunal determinou a adoção de medidas para priorizar processos com risco iminente de prescrição, implementar sistemas de monitoramento de prazos e revisar procedimentos internos, com o objetivo de reduzir o passivo e fortalecer a fiscalização.
 

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