Cidades

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Vice-prefeito e vereadores querem sair do PTB alegando taxa abusiva

Vice-prefeito e vereadores querem sair do PTB alegando taxa abusiva

Redação

26/02/2010 - 06h25
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A lega ndo persegu ição por parte do Diretório Regional pelo fato de se recusarem a pagar ao PTB taxa me n s a l que c on sidera m abusiva, o vice-prefeito de Rio Negro, Eronildes Sabino Nery, e os três vereadores da bancada no município (George Wash i ngton R amos, presidente da Câmara; Valdir Alves Pereira, vice-presidente; e Sebastião Matias) pediram à Justiça Eleitoral para dei xar o part ido. O Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso do Sul convocou o presidente estadual da sigla, Ivan Louzada; e o vice-presidente Valter Carneiro, para depor. A audiência será às 14 horas de hoje, na sede do TRE-MS em Campo Grande. Em nome dos amotinados, George Washington afirmou que o PTB cobra R$ 350 mensais do vice-prefeito e R$ 300 dos vereadores. “Vereador recebe R$ 1.460 mensais líquidos em Rio Negro. Não tem como pagar R$ 300”, disse. Para ele a taxa é injusta por ser igual em todos os municípios. “O valor é o mesmo se for vereador da Capital, que ganha muito mais”, reclamou. George disse que o grupo tentou pediu ao diretório que cobrasse o índice mínimo de 3%, previsto no estatuto, mas não houve acordo. O presidente da Câmara afirmou ainda que o PTB tem emitido boletos bancários e ameaça mandar o nome dos inadimplentes aos serviços de proteção ao crédito. “Daí acionamos a Justiça Eleitoral para sair sem sermos acusados de infidelidade”, contou. Disse também que os três candidatos a vereador do PTB foram eleitos e não há suplente do partido. “Vão tomar nossos mandatos e passar a quem?”, questionou. O presidente do PTB garantiu ontem não haver perseguição. Louzada explicou que, depois das eleições de 2008, o diretório reuniu os eleitos e resolveu, com base no estatuto, que cada prefeito contribuiria com R$ 550, vice- prefeito com R$ 400, presidente de câmara, R$ 300, e demais vereadores, R$ 250. Disse que não está cobrando inadimplentes nem quer levar ninguém a protesto. “Como quase ninguém pagava, até tiramos a cobrança do Banco do Brasil porque o PTB estava tendo prejuízo com o serviço de boletos”, disse.

JOGOS ESCOLARES

Inscrições para Jogos Escolares de Campo Grande são prorrogadas

Apenas modalidades individuais tiveram o prazo estendido até a próxima terça-feira (17)

14/03/2026 12h00

Divulgação

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As inscrições para a 38ª edição dos Jogos Escolares de Campo Grande, nas modalidades individuais foram prorrogadas até a próxima terça-feira (17). Com início ainda neste mês, a competição reúne estudantes de 12 a 17 anos, e funciona também como seletiva para os Jogos Escolares da Juventude de Mato Grosso do Sul.

Em busca de incentivar a prática esprotiva nas escolas e revelar talentos que possam representar a Capital em competições estaduais, os jogos são divididos entre masculino e feminino, em duas categorias, A e B.

Categoria A: para estudantes atletas de 15 a 17 anos;
Categoria B: para estudantes atletas de 12 a 14 anos;

Segundo o diretor-presidente da Fundação Municipal de Esportes (Funesp), Maicon Mommand, a competição anual é parte importante do incentivo ao esporte na Capital e por isso prorrogou o prazo de inscrições.

“Optamos por prorrogar o prazo de inscrições para garantir que mais atletas tenham a oportunidade de participar. Os Jogos Escolares de Campo Grande são uma importante iniciativa de incentivo ao esporte entre os adolescentes, promovendo integração e espírito esportivo”.

As modalidades que ainda estão disponíveis para inscrição são as individuais, inclusas: atletismo, badminton, ciclismo, ginástica artística, ginástica rítmica, judô, karatê, natação, taekwondo, tênis de mesa, vôlei de praia, xadrez, wrestling e atletismo adaptado. 

Conforme regulamento geral de ambas as modalidades (etapa 2) é possível se inscrever online e entregar a documentação presencial, das 07h30 às 13h na Gerência de Organização de Eventos da Funesp, localizada na Rua Paulo Coelho Machado, 663, no Bairro Santa Fé.

O regulamento e formulários estão disponíveis no site da Funesp.

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campo grande

Sem justificativa, gasolina subiu 16 centavos após início da guerra no Irã

Preço nas refinarias não sofreu alteração após o ataque dos EUA ao Irã. Se a comparação for com o fim de 2025, a alta no preço médio chega a 27 centavos

14/03/2026 11h45

Postos nos quais era possível abastecer por R$ 5,85 amanheceram com valores acima dos R$ 6 neste sábado

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Embora a Petrobras tenha mantido o preço da gasolina mesmo com o aumento do petróleo no mercado mundial depois dos ataques de Israel e Estados Unidos ao Irã, no dia 28 de fevereiro, nos postos de Campo Grande os preços aumentaram, em média, 16 centavos nas últimas duas semanas, o que representa aumento de 2,7%. 

Conforme pesquisa divulgada semanalmente pela Agência Nacional do Petróleo (ANP), na semana que se encerrou em 28 de fevereiro,  o preço médio da gasolina nos 23 postos pesquisados em Campo Grande estava em R$ 5,89, com  os preços variando entre R$ 5,65 e R$ 6,09. 

Na pesquisa relativa à semana que se encerrou neste sábado (14), o valor médio é de R$ 6,05. No local mais barato, conforme este levantamento, a gasolina estava a R$ 5,89 e no mais caro, R$ 6,19. 

Mas, conforme apuração do Correio do Estado, em praticamente todos os postos os preços estão acima de seis reais. Naqueles em que até quinta-feira era possível abastecer por R$ 5,89 amanheceram neste sábabo cobrando R$ 6,08. Apesar de serem de bandeiras concorrentes, os preços saltaram em torno de 40 centavos nas últimas duas semanas de maneira uniforme. 

Este mesmo levantamento também aponta que nas duas últimas semanas ocorreu aumento da ordem de 14 centavos no preço médio da gasolina nos 49 postos que incluem cidades do interior.

Em 28 de fevereiro o preço médio era de R$ 6,06. Na pesquisa encerrada neste sábado, o valor médio estava em R$ 6,18.  A variação é de R$ 5,89 a R$ 6,94. Na prática, porém, na maior parte das cidades os preços já estavam acima dos sete reais neste sábado.

SEM JUSTIFICATIVA

O reajuste sem justificativa de agora não chega a ser novidade e nem é um caso isolado. No começo do ano o governo estadual elevou em 10 centavos por litro o valor do ICMS. Dias depois, porém, em 27 de janeiro, a Petrobras reduziu em 14 centavos o valor da gasolina nas refinarias. A pevisão era de que a redução nos postos fosse da ordem de 10 centavos por litro.

Ou seja, os dez centavos de aumento no começo do mês deveriam ter sido anulados em a redução concedida nas refinarias semanas depois. 

Na prática, contudo, no final da primeira semana de fevereiro os preços médios em Campo Grande estavam 12 centavos acima daquilo que era praticado no final de dezembro, conforme as pesquisas semanais da ANP. 

Na pesquisa fechada no dia 27 de dezembro do ano passado, antes da alta do imposto, o preço médio da gasolina em Campo Grande estava em R$ 5,78. Agora, o valor médio é de R$ 6,05. 

Desde então, em tese, não há explicação objetiva para aumento de preço das bombas.  Mesmo assim, desde o fim do ano passo o preço médio aumentou R$ 27 centavos, o que equivale a uma ala de 4,67%. 

 

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