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A energia do Tarô da semana entre 01 e 07 de junho. Semana para decidir e não agir por impulso.

Com o Dois de Espadas como regente, esta será uma semana marcada por decisões importantes, impasses e momentos de reflexão. Diante das dúvidas, evite agir por impulso.

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Ao entrarmos em junho, mês que marca a metade do ano e simboliza esse ponto de transição entre o que já foi vivido e o que ainda está por vir, o Dois de Espadas surge como um convite para fazer as pazes com a sensação de estar “no meio do caminho”.

Entre fases da vida, entre empregos, entre relacionamentos, entre projetos, entre versões de si mesmo. Esta carta fala sobre aqueles períodos em que nada parece completamente definido, mas tudo já está em movimento. E, embora o “meio-termo” possa trazer desconforto, ele também carrega potência, transformação e amadurecimento.

O Dois de Espadas aconselha você a encontrar seu centro em meio às mudanças que giram ao seu redor. Afinal, a verdade é que estamos constantemente atravessando algum tipo de transição. O que parece indefinido ou não resolvido pode ser exatamente o espaço onde a vida está preparando seus próximos passos.

Quando enfrentamos a incerteza desse “meio do caminho”, é natural sentir dúvidas, hesitação ou até a sensação de estar paralisado. Mas esta carta lembra que nem toda resposta precisa chegar imediatamente. Às vezes, existe sabedoria em pausar, observar e permitir que a clareza amadureça no tempo certo.

Mais cedo ou mais tarde, decisões precisarão ser tomadas, mas não sob pressão ou pressa. Reúna mais informações, ouça sua intuição, reflita com calma. É nos momentos silenciosos de contemplação que a verdadeira sabedoria emerge, guiando você com mais clareza, equilíbrio e confiança para a próxima etapa da sua jornada.

Ao entrarmos em junho — o mês que marca a metade do ano — muitas pessoas podem sentir a estranha sensação de estar “entre fases”. Entre o que ficou para trás e o que ainda não tomou forma. E é exatamente nesse espaço intermediário que o Dois de Espadas se manifesta.

O que parece desconfortável ou não resolvido na sua vida neste momento? Essa sensação de estar “no meio do caminho” tem despertado ansiedade em relação ao futuro? Você consegue encontrar paz mesmo sem ter todas as respostas agora?

Existe um simbolismo de distância e recolhimento nesta carta. Mas não como solidão negativa. É um recolhimento que fortalece a conexão com a própria visão interior. A mulher do Dois de Espadas sabe que não precisa correr para encontrar respostas. Ela confia no tempo das coisas.

Na própria natureza, os momentos de transição carregam uma beleza única. O amanhecer e o entardecer são exemplos perfeitos disso. Ao cair da tarde, os pássaros retornam aos ninhos, os ventos mudam de direção, as corujas despertam e o céu se transforma em tons dourados, rosados e violetas. Há uma quietude quase mágica nesse instante “entre” o dia e a noite. A natureza nos mostra que a transição também pode ser um espaço de paz.

O Dois de Espadas pede justamente isso: que você faça as pazes com a área da sua vida que ainda está em construção. Nem tudo precisa ser decidido imediatamente. Nem toda dúvida é um problema. Algumas fases existem para amadurecer sua visão, fortalecer sua intuição e alinhar você ao seu verdadeiro centro.

As experiências que você vive agora — até mesmo as incertezas — estão moldando uma versão mais sábia, forte e consciente de si mesmo. O que hoje parece indefinido pode, na verdade, estar preparando um novo ciclo importante na sua vida.

Você não está perdido e nem atrasado. Assim como o amanhecer chega naturalmente após o crepúsculo, sua vida também está seguindo um movimento de transformação. Confie no processo. Mesmo sem enxergar todo o caminho, você está exatamente onde precisa estar.

Dois de Espadas: escolhas, impasses e o desafio de encontrar clareza

O Dois de Espadas é a carta dos impasses emocionais e da sensação de estar preso entre dois caminhos. Ele representa momentos em que a mente e o coração parecem entrar em conflito, tornando difícil enxergar com clareza qual direção seguir.

Na imagem tradicional da carta, vemos uma mulher vendada segurando duas espadas cruzadas diante do peito. As espadas simbolizam duas possibilidades, duas verdades ou duas decisões que precisam ser avaliadas. A venda indica que nem tudo está claro neste momento. Talvez ainda faltem informações, talvez existam emoções sendo reprimidas ou até um medo inconsciente de encarar a verdade por completo.

Ainda assim, existe algo profundamente simbólico na postura dessa figura: apesar da tensão, ela permanece serena. O Dois de Espadas fala sobre aquele estado de suspensão em que a vida parece pedir uma pausa antes do próximo movimento.

Quando o Dois de Espadas aparece como carta regente, ele sinaliza que talvez este não seja um momento para racionalizar excessivamente cada passo, mas sim para sentir o caminho à sua frente.

Nem sempre teremos todas as informações necessárias para tomar uma decisão completamente lógica ou definitiva e é justamente aí que a intuição ganha força.

Esta carta convida você a confiar mais na sua percepção interior, nos sinais sutis e na sabedoria silenciosa que existe dentro de si. Às vezes, a mente busca certezas que o coração já compreendeu.

Ao mesmo tempo, o Dois de Espadas também traz um alerta importante: permanecer em estado de indecisão por tempo demais pode ser profundamente desgastante, tanto emocional quanto mentalmente. Existe uma diferença entre pausar para refletir e ficar paralisado pelo medo de escolher.

O Dois de Espadas não pede decisões impulsivas, mas lembra que a vida continua fluindo. E muitas vezes, a clareza que você procura só aparece depois que decide dar o próximo passo.

Este arcano simboliza decisões difíceis em que a pessoa se sente dividida entre dois caminhos, muitas vezes sem conseguir escolher por medo de magoar, decepcionar ou ferir a outra parte envolvida. Existe um conflito silencioso entre aquilo que o coração deseja e o peso emocional das consequências que uma decisão pode trazer.

Nesse sentido, o Dois de Espadas também pode refletir, de forma inconsciente, um certo receio de avançar, de se posicionar ou de encerrar um ciclo. A indecisão surge não apenas pela dúvida sobre qual caminho seguir, mas pela tentativa de preservar a harmonia e evitar conflitos emocionais.

Associação astrológica: Lua em Libra

Astrologicamente, o Dois de Espadas é associado à Lua em Libra. Embora essa posição traga qualidades como sensibilidade, diplomacia e forte senso de justiça, ela também pode gerar dificuldade em tomar decisões rápidas, já que existe uma tendência a analisar cuidadosamente todos os lados da situação antes de agir.

Além disso, sob a influência do Dois de Espadas, muitas pessoas tendem a evitar conflitos e situações que exijam posicionamentos definitivos. Há uma busca por equilíbrio e estabilidade, mas também uma dificuldade em encarar emoções, verdades ou decisões desconfortáveis. Com isso, o desejo de preservar a paz pode acabar adiando escolhas importantes — mesmo quando, no íntimo, a alma já sabe qual caminho deseja seguir.

Vale a reflexão: quais escolhas estão sendo pedidas a você neste momento? Existe alguma decisão que vem gerando dúvidas ou dividindo o seu coração? Como você costuma lidar com a indecisão? O que ajuda você a encontrar clareza, fazer suas escolhas e seguir em frente com confiança?

Dois de Espadas no amor

Essa energia também aparece com frequência nos relacionamentos. Emocionalmente, essa carta representa alguém dividido entre desejos, responsabilidades ou sentimentos contraditórios. Às vezes, somos nós que precisamos tomar uma decisão difícil. Em outras situações, estamos esperando que outra pessoa decida algo que impacta diretamente nossa vida emocional. O Dois de Espadas relembra que, por mais desafiador que seja, escolher aquilo que parece mais verdadeiro e autêntico para si mesmo é essencial.

Dois de Espadas no trabalho

O Dois de Espadas indica impasses e decisões difíceis no ambiente profissional. Você pode se ver dividido entre pessoas, projetos ou até mesmo caminhos de carreira. Evite agir sem ter todas as informações necessárias. Antes de escolher, reflita, pesquise e avalie cuidadosamente suas opções.

Dois de Espadas no dinheiro

No campo financeiro, o Dois de Espadas sugere a necessidade de encarar a realidade com mais clareza. Você tem evitado olhar para alguma questão relacionada ao dinheiro? Talvez seja mais confortável adiar certas decisões do que enfrentar escolhas que exigem prioridades e renúncias.

Como naqueles momentos em que você deseja trocar de carro e comprar um laptop novo, mas uma análise mais realista das suas finanças mostra que, por enquanto, será preciso escolher apenas uma dessas opções. Seja qual for a situação, procure avaliá-la com clareza, racionalidade e bom senso.

A mensagem do Dois de Espadas

O Dois de Espadas surge como um convite para desacelerar, ouvir a própria intuição e compreender que nem toda resposta chega imediatamente. Algumas decisões precisam amadurecer no silêncio.

Ao mesmo tempo, esta carta também alerta sobre o perigo de permanecer tempo demais em estado de indecisão. Existe um momento em que será necessário retirar a venda, confiar na própria sabedoria interior e seguir em frente, mesmo sem garantias absolutas.

Nem sempre teremos total clareza antes de agir. Às vezes, a clareza aparece justamente depois que damos o próximo passo.

O Dois de Espadas lembra que nem sempre a melhor escolha é a mais rápida. Antes de decidir, procure reunir mais informações, ouvir sua intuição e observar o que talvez esteja sendo ignorado.

Às vezes, a indecisão surge porque ainda há algo que precisa ser compreendido. Permita-se analisar os fatos com calma e encontrar o equilíbrio entre razão e emoção. As respostas virão no momento certo.

"Nossas dúvidas são traidoras e nos fazem perder o que, com frequência, poderíamos ganhar, por simples medo de arriscar." (William Shakespeare)

Uma ótima semana e muita luz,

Ana Cristina Paixão

Prevenção

Novembro azul chama atenção para os cuidados com a saúde do homem

Mês também traz a temática do câncer de próstata, os principais sintomas a que eles precisam estar atentos e os desafios que ainda permeiam o autocuidado e a busca por avaliação que atrasam o diagnóstico

03/11/2026 11h00

Médico cita que muitos homens cresceram associando a procura por ajuda à fraqueza e aprendendo a minimizar sintomas, o que pode gerar consequências graves

Médico cita que muitos homens cresceram associando a procura por ajuda à fraqueza e aprendendo a minimizar sintomas, o que pode gerar consequências graves Foto: Arquivo / Reprodução

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Estimativas recentes do Instituto Nacional de Câncer (Inca) apontam que, nos próximos dois anos, o Brasil deve atingir a casa de quase 78 mil novos casos de câncer de próstata, doença que, depois dos tumores de pele não melanoma, aparece com maior incidência entre os homens brasileiros. Por isso, especialistas aproveitam o chamado Novembro Azul para alertar sobre os sintomas e a importância da identificação o quanto antes para aumentar as possibilidades de tratamento. 

Especialistas afirmam que a doença pode evoluir silenciosamente, sem provocar alterações que sejam muito perceptíveis ainda nas fases iniciais, esse fato somado aos desafios do autocuidado masculino criam uma barreira ainda maior para o tratamento do câncer. Dados sobre mortalidade indicam que há cerca de dois anos um total de 17.826 brasileiros morreram em decorrência dessa neoplasia maligna.

Em outras palavras, isso é equivalente a aproximadamente 49 mortes diárias causadas por câncer de próstata no Brasil em 2024. Importante esclarecer que, ainda que o Ministério da Saúde já tenha disponibilizado registros preliminares de 2025, o total específico de óbitos pela doença ainda precisa ser confirmado nessa base.

Nesse sentido, o Novembro Azul aparece como forma de conscientização para os homens, trazendo informação e combatendo o preconceito, tendo em vista que entre os principais equívocos ligados ao câncer de próstata está a crença de que a doença necessariamente vai provocar, por exemplo, algum tipo de alteração urinária.

FIQUE ATENTO

Como bem esclarece o médico urologista Dr. Ricardo Brandina, cirurgião robótico com mais de duas décadas de experiência em urologia e mais de 10 anos de atuação em cirurgia robótica, existem recortes da população que são considerados mais propensos a ter este tipo de câncer, o que inclui homens negros e pessoas com histórico familiar da doença.

Por esse motivo, a discussão sobre o assunto precisa começar próximo à casa dos 45 anos, cerca de cinco anos antes do recomendado pela Sociedade Brasileira de Urologia (SBU) para que homens conversem com um especialista sobre a avaliação prostática.

Essas avaliações devem começar independente do aparecimento de sintomas, já que muitos tumores não apresentam manifestações nas fases iniciais. Casos de relatos de dificuldade para urinar, sangue na urina ou aumento da frequência urinária podem estar associados a condições benignas. 

Antes de buscar um médico é preciso considerar pontos como: idade, histórico familiar, características individuais e condições gerais de saúde. 

Uma das ferramentas utilizadas na avaliação da próstata é o exame de sangue que mede o antígeno prostático específico (PSA), porém seu resultado não determina sozinho a presença ou a ausência de um câncer, já que diferentes motivos podem causar alterações, o que inclui o crescimento benigno da glândula e algum tipo de processo inflamatório. Diante de uma suspeita, o urologista pode indicar exames complementares e, em determinadas situações, até mesmo uma biópsia com intuito de confirmar o diagnóstico.

Ainda assim é importante principalmente manter a calma, segundo o médico, já que a identificação de um tumor não necessariamente significa a necessidade de cirurgia, tendo em vista que, atualmente, existem diferentes estratégias terapêuticas que variam dependendo da agressividade da doença, sua extensão, a idade e as condições clínicas de cada paciente.

Entre essas aparecem a vigilância ativa, que é indicada para determinados tumores de baixo risco, a radioterapia e o tratamento cirúrgico. Já para aqueles casos em que é recomendada a operação, justamente a cirurgia robótica se destaca por auxiliar na precisão dos movimentos e na própria visualização das estruturas anatômicas, embora seus resultados dependam de fatores clínicos e da experiência da equipe.

Mesmo que o Novembro Azul concentre a atenção pública durante um mês, o cuidado com a saúde masculina exige continuidade. Manter o peso adequado, praticar exercícios físicos, evitar o tabagismo e adotar uma alimentação equilibrada são medidas importantes para a saúde geral, ainda que não eliminem o risco de câncer de próstata.

O acompanhamento ganha relevância especial entre homens com histórico familiar da doença, principalmente quando parentes próximos foram diagnosticados antes dos 60 anos.

AUTOCUIDADO DELES

Diante da campanha que traz como símbolo a fita azul, é importante reforçar que exames mais precisos, cirurgias menos invasivas e avanços no tratamento do câncer transformaram a medicina atual. O cenário hoje tem uma quantidade de recursos para diagnóstico e cuidado como nunca se viu antes, porém, um obstáculo antigo mantém-se quando o assunto é a avaliação médica e a dificuldade de fazer com que os homens cuidem da própria saúde.

Luís César Zaccaro é urologista, uro-oncologista e também cirurgião robótico, e destaca números da Sociedade Brasileira de Urologia que mostram que 46% dos homens acima dos 40 anos só procuram atendimento médico quando apresentam sintomas, porcentual que chega a 58% em caso de pacientes exclusivos do Sistema Único de Saúde (SUS). Do total, 32% se consideram muito preocupados com a própria saúde, ainda que metade admita sentir medo ou ansiedade sobre o assunto.

“Como urologista e cirurgião dedicado ao tratamento do câncer, convivo com essa realidade. Recebo pacientes que ignoraram alterações urinárias ou outros sintomas durante meses. Outros se surpreendem com diagnósticos importantes porque se sentiam saudáveis”, comenta.

O Novembro Azul traz justamente este ponto como uma de suas principais mensagens: falta de sintomas não significa ausência de doença.

Doenças avançadas exigem abordagens mais complexas, por esse motivo o diagnóstico precoce pode permitir tratamentos com intenção curativa, o que por sua vez não significa, porém, que todos precisem dos mesmos exames, como bem frisa o médico que acompanhou avanços importantes no tratamento do câncer de próstata nas últimas décadas.

“A cirurgia robótica, os exames de imagem e novas terapias ampliaram as possibilidades de cuidado. Mas nenhuma tecnologia elimina as dificuldades impostas por um diagnóstico tardio. Também precisamos reconhecer as raízes culturais da resistência masculina. Muitos homens cresceram associando a procura por ajuda à fraqueza e aprendendo a minimizar sintomas. Esse comportamento pode trazer consequências graves., complementa Luís César Zaccaro.

É importante destacar que não existe recomendação universal para a realização automática de exames em todos os homens sem sintomas. O Ministério da Saúde e até mesmo o Inca não recomendam que seja feito um rastreamento populacional indiscriminado, em razão dos riscos de diagnósticos e tratamentos desnecessários. 

Por esse motivo, essa decisão precisa ser compartilhada na relação entre médico e paciente, considerando benefícios e possíveis consequências. O Novembro Azul, entretanto, não se limita ao câncer de próstata. Cuidar da saúde masculina envolve prevenir doenças cardiovasculares, controlar hipertensão e diabetes, combater obesidade e sedentarismo, abandonar o tabagismo e valorizar a saúde sexual e mental. Não basta viver mais: é preciso viver melhor.

A campanha oferece uma oportunidade para romper preconceitos e estimular o cuidado. Mas seu sucesso não deve ser medido apenas pelos exames realizados em novembro, e sim pela mudança de comportamento nos outros 11 meses.

“Depois de tantos avanços científicos, nosso maior desafio talvez seja o mais humano: mostrar que cuidar da própria saúde não é sinal de fragilidade, mas de maturidade e responsabilidade. O Novembro Azul dura um mês. O compromisso com a saúde deve durar a vida inteira”, conclui. 

Diálogo

Em gabinete poderoso, caiu como uma bomba relatório técnico de órgão...Leia na coluna de hoje

Confira a coluna Diálogo desta terça-feira

03/11/2026 00h01

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Fabrício Carpinejar - escritor brasileiro

"Por fora, já desistiu.
Por dentro, sempre descobre
alguma desculpa para recomeçar”

Felpuda

Em gabinete poderoso, caiu como uma bomba relatório técnico de órgão de auditoria nacional apontando desvio da bagatela de R$ 71 milhões dos recursos federais destinados a setor carente que só e que vive com o pires na mão. Também foi apontado o “sumiço” de mais R$ 7 milhões de recursos destinados pelo governo do Estado para a mesma área. Agora, exigência é para que seja feito o devido ressarcimento, sob pena de todo e qualquer repasse ser bloqueado. Responsável pela gestão, dizem, está “arrancando os cabelos”... Afe!

Alvo

A administração passada de Sidrolândia foi alvo de muitos escândalos de corrupção. Alguns secretários foram parar na cadeia. Mas, na atual administração, os problemas de corrupção continuaram.

Mais

Três secretários já caíram depois da operação do Gaeco. O último foi demitido pelo prefeito, Rodrigo Basso, na semana passada. Ele era secretário especial de Administração do município. Pode?

A médica Maristela de Castro Menezes, esposa do vice-governador José Carlos Barbosa, o Barbosinha, recebeu o título de Cidadã Sul-Mato-Grossense e a Comenda do Mérito Legislativo, concedidos pela Assembleia Legislativa de MS. Indicada pelo deputado Renato Câmara, ela foi homenageada pela trajetória profissional e pelos serviços prestados à saúde pública. Natural do Rio Grande do Sul, Maristela chegou ao Estado recém-formada, construiu sua carreira e constituiu família. Emocionada, destacou que vive há mais tempo em Mato Grosso do Sul do que viveu em sua terra natal. A solenidade, realizada em Campo Grande, reuniu autoridades e cerca de 100 homenageados por suas contribuições ao desenvolvimento estadual.

Clara Kohl, mudando de idade hoje
Jordanna Maia

Alerta

A senadora Tereza Cristina postou no X um questionamento: “Será que o Judiciário renovará, neste quarto mandato [de Lula], já reconhecido pelo PL nacional, a perseguição política contra adversários do atual governo?” Como líder da oposição no Senado, Tereza Cristina quer acreditar na busca da pacificação entre os Poderes. Mas deixou alerta de que ninguém vai aceitar intimidações. Tomara!

No limite

O senador eleito Reinaldo Azambuja advertiu, em sua rede social, que o Brasil está numa encruzilhada. “Ou o governo corta os gastos ou logo não teremos como pagar a conta”, sintetizou. Na sua avaliação, “o cobertor orçamentário é curto. E o contribuinte já chegou ao limite”. Para ele, não tem como sustentar uma máquina com 38 ministérios e estatais que só acumulam prejuízos.

Não fecha

O número de brasileiros em situação de endividamento de risco chegou a 20,3 milhões em junho deste ano, alta de 75% em cinco anos, segundo o Relatório de Estabilidade Financeira do Banco Central (BC). O contingente representa 17% dos devedores do Sistema Financeiro Nacional. Diante do avanço do problema, o presidente do BC, Gabriel Galípolo, afirmou que a instituição pretende anunciar, ainda este ano, novas medidas para conter ofertas agressivas de crédito. Enquanto isso, para milhões de brasileiros, o salário mal chega, a fatura já está esperando na porta e, assim, a conta nunca fecha. Lamentável!

Aniversariantes

  • Clara Kohl,
  • João Bosco Urt Delvizio,
  • Dra. Waleska de Araújo Cassundé,
  • Carlos Iracy Coelho Netto,
  • Lourdes Poli,
  • Denis Matos,
  • Nilson Theodoro de Faria,
  • Luiza Helena Bernardes,
  • Adalberto Fiori Adelaido,
  • Dilma Hiroco Nakazato,
  • Lincoln Curado Filho,
  • Eliane da Cruz Benites Braga,
  • Sebastião Paulo José Miranda,
  • Vânia Lúcia de Morais Barros,
  • Antonio Roberto Bittencourt
  • Teixeira Pedrosa,
  • Waldir Cardoso da Silva,
  • Fabricia Sampaio,
  • Dr. Resala Elias Júnior,
  • Nair de Oliveira Calepso,
  • Joel Melo do Amaral,
  • Elizeu Antonio Ramirez,
  • Edgar Baetz Leão,
  • José Carlos Tavares do Couto,
  • Ana Paula de Oliveira Lima,
  • Dr. Osvaldo Heleno de Oliveira,
  • Dr. Edmar de Azambuja Salles,
  • Lucas Camilo de Matos Lopes,
  • Dr. Rudney de Oliveira Rachel,
  • Dr. Nildo Masatomi Miyahira,
  • Antonio Alves,
  • José Carlos Dias,
  • Narciso Artur Faraco Picanço,
  • José Furtado Torres,
  • Maristela Yule Queiroz,
  • Bárbara Palomanes Rasslan,
  • Maria Constança Barros Bogalho,
  • Giovana Perez Bomussa,
  • Meire de Oliveira da Costa Feliz,
  • Sérgio Luiz Marcon,
  • Danielle Comparim Anache,
  • Cleide Noronha Telles,
  • Liza Lacerda de Barros Rocha,
  • Antonio Dias Penze,
  • Evaldo Garcia Ferreira,
  • Humberto Carlos Goelzer,
  • Neuda Tonietti,
  • Odilio Malheiros de Araujo,
  • Alcir Esteves de Almeida,
  • Marilda de Lima Souza,
  • Jair Lemes de Souza,
  • Walfrido do Prado,
  • Odon Pereira de Oliveira,
  • Sandra Lúcia Karmouche,
  • Renato de Souza Ferreira,
  • Waldir Ravaglia Albres,
  • Walter Aparecido Leite Júnior,
  • Deunilia Medeiros,
  • Alice Simão,
  • Maria Elisabete da Silva Borges,
  • Otacílio Alves dos Santos,
  • Silivan da Silva,
  • Dornivan Oliveira Gutierrez,
  • Marlene de Moraes Lima,
  • Celina Missae Shiota Hayashi
  • Borges da Silva,
  • Manoel Gomes,
  • Solange Santos Cintra Chaebo,
  • Allan Marcílio Lima de Lima Filho,
  • Silvio Carlos de Andrade,
  • Dra. Helena Lúcia da Cunha Gomes,
  • Neuza Mendonça Machado,
  • Aparecida dos Santos da Silva,
  • Margarida Ajala,
  • Wellington José de Castro,
  • Aline Ferreira Barbosa,
  • Edgar Oshiro,
  • Sebastião Pessoa Sobrinho,
  • João Cesar de Carvalho Moreira,
  • Leila Mercia Gardini Zanatta,
  • Silvio Romano Cardoso,
  • Maiglid de Souza Nogueira,
  • Amilton Ribeiro da Silva,
  • Giovanni Jolando Marques,
  • Claudinéia Aparecida de Miranda,
  • Rosa Medeiros Bezerra,
  • Leandro Mateus de Souza,
  • Osvaldo Cação,
  • Alexandre Zandavalli Lopes da Silva,
  • Silvano Alves Tosta,
  • Ericomar Correia de Oliveira,
  • Mauro Abrão Siufi,
  • Elizabeth Miki Takada Tomonaga,
  • Jaqueline Linhares Granemann,
  • Josimary Franco de Lira,
  • Rodrigo Daniel dos Santos,
  • Jucimara Garcia Morais,
  • Roberta Mayumi Fujinaka,
  • Jussara de Souza Boeno Meiado,
  • Márcio Ivo Velasquez,
  • Ludmila Marques Rozal,
  • Osnice Lopes Coelho,
  • Claudinete Vicente Crivelli,
  • Neide Kahatsu Shimabuco,
  • Renata Leite dos Santos,
  • Aurora Yule Carvalho,
  • Rogério Pereira Becegato,
  • Hermes Antonio Arisi,
  • Gilson Rocha Seballo,
  • César Luís Araújo Noronha,
  • Silvio Carlos Suassuna de Morais.

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