Correio B

Astrologia Correio B+

A energia do Tarô da semana entre 03 e 09 de maio. Vamos aproveitar e celebrar.

O Três de Copas anuncia encontros, celebrações e um clima de abundância. É hora de reunir quem você ama e celebrar. O vento agora sopra a seu favor!

Continue lendo...

Foque na diversão!

O Três de Copas é uma carta de celebração, amizade, irmandade e colaborações criativas. Seus amigos e familiares estão aqui para apoiá-lo e impulsioná-lo a alcançar níveis ainda maiores de sucesso. Celebre com eles e desfrute da camaradagem.

O Três de Copas geralmente indica um período muito sociável, talvez um aniversário, um casamento, as festas de fim de ano ou férias com amigos. Veja isso como uma oportunidade para relaxar e esquecer os compromissos e obrigações do dia a dia por um tempo. Procure aproveitar momentos de qualidade com amigos e familiares e divirta-se!

Esta carta também convida você a colaborar com outras pessoas em um projeto criativo e a inspirar uns aos outros a alcançar novos patamares. Coletivamente, vocês estão trabalhando em prol de um objetivo comum para o bem maior de todos, e ao se conectar com outras pessoas e unir forças, vocês podem conquistar muito, compartilhando sua energia positiva e paixão com a comunidade em geral.

O Três de Copas também sugere que você pode buscar uma forma de expressão artística em um ambiente de grupo, como uma aula de arte ou de dança. Esta é uma ótima maneira de se conectar com outras pessoas e acessar suas habilidades criativas.

O Três de Copas retrata as famosas Três Graças da mitologia grega.

As Graças são deusas do carisma. Diz-se que, por onde passavam, flores brotavam e a alegria e o riso se espalhavam. As Graças (também chamadas de Cárites) representam atributos que você pode incorporar para elevar sua energia pessoal, transformando-a de um estado mais denso para outro mais leve e jubiloso.

As Três Graças exemplificam o poder transformador da positividade, da alegria e do carisma. Sua presença indica que você também pode cultivar essas qualidades, promovendo mudanças profundas na sua própria energia e atitude.

A palavra “carisma” tem origem nas Cárites (as Graças). Carisma é essa energia quase mágica que faz com que os outros se sintam atraídos por você. É uma aura de encanto que nasce da confiança pessoal e de uma energia positiva. Trata-se de um magnetismo que atrai as pessoas e as inspira por meio da sua paixão e alegria.

O carisma é um dom que todos nós podemos desenvolver. Qualquer pessoa pode ampliar seu carisma ao abraçar sua luz autêntica, levar a vida com mais leveza e irradiar energia positiva ao seu redor.

Essa ideia traduz a mensagem fortalecedora do Três de Copas: o carisma não é um traço inato reservado a poucos privilegiados, mas uma qualidade que pode ser nutrida e cultivada, uma expressão do seu eu verdadeiro, que irradia positividade e acolhimento.

A energia ao seu redor parece estagnada? Você se sente tão distraído pelo estresse que nem consegue pensar em trazer mais leveza? Talvez esteja na hora de se conectar com amigos próximos para recarregar as energias.

O Três de Copas evoca as três Graças: Eufrósine, Aglaia e Tália. Que tal se inspirar nessas deusas, símbolos de carisma, charme e expressão criativa?

Eufrósine significa “deleitar, alegrar, animar”. Ela nos mostra que o ambiente ao nosso redor se torna mais vibrante quando acolhemos o humor. Sempre que melhoramos o dia de alguém com um sorriso ou elevamos a energia com o riso, estamos canalizando seu dom.

A mensagem de Eufrósine é: “leve a vida com mais leveza!”. Use o humor para dissolver aquilo que causa medo. Rir daquilo que provoca ansiedade é uma ferramenta poderosa para superá-la.

Aglaia significa “radiância, brilho, luz”. Sempre que você compartilha sua luz interior, está acessando o dom dela. Ao se conectar com sua essência luminosa, você cria ao seu redor um campo de energia positiva que os outros percebem imediatamente.

Estar confortável com quem você realmente é faz com que as pessoas também se sintam seguras para se abrir. Quando você reconhece, no olhar do outro, uma luz igualmente sagrada e radiante, você está tocando o dom de Aglaia.

Tália significa “aquecer, nutrir, florescer”. Cada vez que você cultiva algo com paciência está incorporando a energia de Tália. Cuidar dos seus desejos e projetos dá sentido à vida. Tália traz sucesso por meio do cultivo gentil dos seus objetivos.

Ela também ensina que apoiar o outro justamente naquilo que você ainda atravessa é um caminho poderoso para fortalecer a autoestima e reconhecer o próprio valor.

Hoje, conecte-se ao seu carisma por meio do humor, irradiando sua luz autêntica e oferecendo calor humano e gentileza aos outros. Observe como o seu ambiente começa a se transformar com os dons das Graças.

Todos podem desenvolver seu carisma. Como qualquer habilidade, quanto mais você a pratica, mais natural ela se torna. O carisma eleva a energia. Ele transforma a atmosfera de um lugar quase como mágica.

É por isso que pessoas talentosas e carismáticas são tão valorizadas: buscamos nelas essa capacidade de elevar nossa energia e nos proporcionar alegria, seja por meio da música, das palavras ou do entretenimento.

Ao sermos brindados com o Três de Copas como carta regente somos convidados a nos abrir para a catarse emocional, a reconhecer a abundância que já existe em nossa vida e permitir que o coração transborde. A carta também pode indicar uma abundância que está por vir, um evento carregado de emoção.

Nesta semana, permita-se viver a alegria. Envolva-se em atividades que acendam o seu entusiasmo: participe de shows, festivais, festas ou qualquer celebração que faça seu coração vibrar. Brinque, experimente, esteja presente.

Leve consigo esse espírito leve por onde for. Reúna sua família, aproxime seus amigos e fortaleça esses laços em momentos compartilhados, cheios de afeto e celebração.

Em questões profissionais, o Três de Copas pode indicar a necessidade de fazer networking e cultivar boas relações com seus contatos.

No amor, esta carta sugere leveza: permita-se conhecer pessoas, circular, socializar e ativar o seu lado mais encantador e sedutor.

Já no lado financeiro, aproveite as oportunidades de parcerias e colaborações e invista em experiências que tragam realização pessoal e conexão social.

Os aspectos astrológicos da semana favorecem clareza, vitalidade e confiança. Com planejamento e consistência, há grande potencial de reconhecimento e ganhos materiais. Sob essa energia, desenha-se também um momento de celebração, alegria e comunhão: as circunstâncias se alinham, e seus esforços tendem a ser recompensados com sucesso e satisfação.

Como lembra Oprah Winfrey: “Quanto mais você glorifica e celebra sua vida, mais você tem na vida para celebrar.”

Uma ótima semana e muita luz,

Ana Cristina Paixão

Saúde Correio B+

Você sabe a importância da prevenção para evitar risco de infarto durante atividade física?

Especialista explica como os exames clínicos podem ajudar na detecção precoce de problemas cardíacos

02/05/2026 16h30

Você sabe a importância da prevenção para evitar risco de infarto durante atividade física?

Você sabe a importância da prevenção para evitar risco de infarto durante atividade física? Foto: Divulgação

Continue Lendo...

A prática de atividade física traz grandes benefícios à saúde, porém, para garantir o sucesso dos treinos, ter acompanhamento médico é fundamental.

Exames preventivos ajudam na detecção de problemas cardíacos e evitam casos, entre eles o infarto, que podem ocorrer quando há esforços intensos. O cardiologista do ImotCare, Roberto Moretti Secomandi, reforça a importância do check-up antes de iniciar os treinos.

Especialista em Cardiologia e Medicina Esportiva, Secomandi explica que é fundamental compreender que o exercício, embora altamente benéfico para a saúde cardiovascular, deve ser precedido de uma avaliação adequada, especialmente em adultos acima de 35 anos ou na presença de fatores de risco como hipertensão, diabetes, colesterol elevado, tabagismo ou histórico familiar de doenças cardíacas:

“Para a maioria das pessoas, uma consulta médica com avaliação clínica detalhada já permite identificar possíveis riscos. Exames complementares como eletrocardiograma, teste de esforço e exames laboratoriais são indicados para garantir maior segurança, sobretudo quando se pretende realizar atividades de maior intensidade”, considera o especialista.

De acordo com o médico do ImotCare, de forma geral, a prática regular de exercícios reduz significativamente o risco de infarto e outras doenças cardiovasculares.

No entanto, Secomandi afirma que existe um pequeno aumento transitório do risco durante esforços intensos, principalmente, em indivíduos sedentários que iniciam atividades vigorosas de forma abrupta ou naqueles que possuem doença coronariana ainda não diagnosticada.

O médico alerta ainda que situações como esforço excessivo, desidratação ou prática em ambientes muito quentes também podem contribuir para eventos adversos:

“Ainda assim, é importante destacar que os benefícios do exercício regular superam amplamente esses riscos, desde que haja orientação adequada e progressão gradual da intensidade”, pontuou.

Sintomas

O infarto agudo do miocárdio geralmente se manifesta por dor no peito em aperto ou pressão, localizada no centro do tórax, que pode irradiar para o braço esquerdo, pescoço, mandíbula ou costas, frequentemente acompanhada de suor frio, falta de ar, náuseas ou sensação de mal-estar.

Em alguns grupos, como idosos, mulheres e pessoas com diabetes, os sintomas podem ser menos típicos, incluindo cansaço excessivo, desconforto abdominal, enjoo ou tontura, o que pode atrasar o reconhecimento do problema.

Diante da suspeita de infarto, a rapidez na resposta é essencial, afirma o cardiologista. A primeira medida é acionar imediatamente o serviço de emergência (Samu – 192) e manter a pessoa em repouso e em posição confortável.

Cinema Correio B+

Blue Moon: a atuação de Ethan Hawke que o Oscar não premiou e deveria

Entre silêncio e contenção, o filme transforma uma história real em um estudo delicado de presença, ausência e tudo o que fica no meio

02/05/2026 14h00

Blue Moon: a atuação de Ethan Hawke que o Oscar não premiou e deveria

Blue Moon: a atuação de Ethan Hawke que o Oscar não premiou e deveria Foto: Divulgação

Continue Lendo...

Em geral, filmes “pequenos”, os chamados “de Arte”, são populares entre críticos e nem tanto com o grande público. E é o caso aqui de Blue Moon, um filme que não ganhou o fôlego de um Hamnet, mas que desde a estreia no Festival Internacional de Cinema de Berlim de 2025 era uma obra destinada ao Oscar.

Agora que está disponível no streaming (ainda sob aluguel), consegui revê-lo e confirmar minha primeira impressão: é uma pérola. Daquelas que não pedem atenção, mas acabam exigindo entrega.

E sim, eu mantenho o que disse desde o início. Em um ano competitivo, com nomes como Timothée Chalamet, Wagner Moura e Michael B. Jordan orbitando a disputa, o ator “roubado” foi Ethan Hawke. Ele, que ganhou o prêmio de Melhor Ator pelos Críticos, tem uma atuação histórica que não se impõe: se infiltra.

O que Hawke faz aqui é raro. E, justamente por isso, paradoxalmente é fácil de ignorar.

Um enredo que parece simples até deixar de ser

Blue Moon acompanha um recorte específico na vida de seu protagonista, inspirado em uma história real que muitos reconhecem, ainda que o filme não dependa desse reconhecimento para funcionar. Não há aqui a tentação de abarcar toda uma biografia, como tantos filmes do gênero insistem em fazer. Ao contrário, o roteiro escolhe um momento, quase um intervalo, e o expande.

É nesse recorte que tudo acontece.

O letrista Lorenz Hart, metade da histórica dupla Rodgers and Hart, em um momento muito específico — e profundamente simbólico — de sua vida, revisita seus sucessos e fracassos em um jantar após a estreia do musical Oklahoma!, obra que marca a consagração de seu parceiro, Richard Rodgers, ao lado de um novo letrista, Oscar Hammerstein II.

Hart, interpretado por Ethan Hawke, não está no palco. Está à margem.

O filme se passa quase inteiramente em um bar, onde ele observa, comenta, ironiza e tenta, à sua maneira, se manter presente em um mundo que claramente já seguiu em frente sem ele. Entre um drink e outro, entre encontros casuais e diálogos que oscilam entre o humor e a melancolia, o que se constrói é o retrato de um homem em suspensão.

A narrativa não se organiza por grandes acontecimentos, mas por pequenas fraturas.

Hart relembra sua parceria com Rodgers, revive sucessos que agora parecem pertencer a outra vida e, ao mesmo tempo, enfrenta a realidade de um deslocamento inevitável, artístico, pessoal e emocional. Há também o peso de suas próprias fragilidades: o alcoolismo, a sensação de inadequação, a dificuldade de se adaptar a um
novo momento da indústria e da própria Broadway.

O título não é casual.

“Blue Moon”, uma das canções mais conhecidas da dupla, ecoa como símbolo desse estado de espírito, algo entre a nostalgia e a impossibilidade de retorno.

E o filme entende que essa noite não é apenas uma noite.

É um encerramento.

O resultado é um filme que parece pequeno, e, aos poucos, se revela vasto.

A encenação: entre o cinema e o teatro

O aspecto abertamente teatral em Blue Moon não é um demérito. Ao contrário. A mise-en-scène aposta na contenção, em espaços delimitados, em diálogos que carregam mais do que dizem. Não é difícil imaginar o texto sendo encenado em um palco, sustentado pela força dos atores.

Mas o cinema está ali, o tempo todo, fazendo o que o teatro não pode.

A câmera se aproxima quando é preciso. Observa quando convém. E, sobretudo, respeita o silêncio.

Essa escolha formal não é apenas estética. Ela dialoga diretamente com o tema. Porque Blue Moon não é um filme sobre grandes acontecimentos, mas sobre aquilo que não se resolve. Sobre o que fica suspenso.

Ethan Hawke: intensidade sem excesso

É aqui que o filme se torna incontornável.

Ethan Hawke constrói uma atuação que recusa qualquer gesto óbvio. Não há explosões calculadas, nem momentos desenhados para “clipes de Oscar”. O que há é uma composição minuciosa, feita de pausas, hesitações e olhares que parecem sempre chegar um segundo atrasados.

É uma atuação de escuta.

E talvez seja isso que a torne tão potente e tão invisível para premiações que ainda operam, muitas vezes, sob a lógica do impacto imediato. Dizer que ele foi ignorado é simplificar. Ele foi ultrapassado por performances mais fáceis de serem reconhecidas como “grandes”, mas, nem sempre o que é grande tem o mesmo valor. Ficou a sensação de dívida.

Um biopic que respeita o que não pode ser explicado

Há algo ainda mais raro aqui. Blue Moon é, em essência, um biopic, mas não se comporta como tal.

Não há didatismo. Não há explicação excessiva. Não há aquela obsessão em traduzir uma vida inteira em duas horas. O filme entende que há zonas que não podem ser completamente acessadas e decide não abusar delas.

Para quem conhece a história real, esse respeito é evidente. O roteiro não apenas se mantém fiel aos acontecimentos, mas preserva o que há de mais difícil: a ambiguidade.

E é justamente essa ambiguidade que sustenta o filme.

Por que ver e rever

Há filmes que se esgotam na primeira exibição. Blue Moon não é um deles.

Em um tempo em que tudo parece precisar ser imediato, explicável e compartilhável, Blue Moon pede tempo. Pede atenção. Pede disposição para lidar com o que não se resolve.

E entrega, em troca, algo cada vez mais raro: um encontro verdadeiro entre ator, texto e espectador.

Nem sempre o Oscar reconhece isso.


Mas isso não muda o que está ali.

NEWSLETTER

Fique sempre bem informado com as notícias mais importantes do MS, do Brasil e do mundo.

Fique Ligado

Para evitar que a nossa resposta seja recebida como SPAM, adicione endereço de

e-mail [email protected] na lista de remetentes confiáveis do seu e-mail (whitelist).