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A energia do Tarô da semana entre 06 e 12 de abril. Manter o foco e seguir em frente.

A carta do Carro simboliza a superação de desafios e o domínio sobre sua jornada. É um convite para assumir o controle da sua vida com coragem e determinação. Mantenha o foco e siga em frente, sem hesitar!

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A carta de O Carro é um dos arcanos mais poderosos e animadores do Tarô. Ela chega para anunciar vitória, progresso e superação, trazendo consigo a energia de quem assumiu o controle da própria vida e segue em frente com determinação e foco. Se esta carta rege a sua semana, prepare-se: o caminho está aberto e você é quem pilota.

Pegue o Volante da Sua Vida

O Carro convida você a sair do banco do carona e assumir, de forma consciente, o volante da sua jornada. Não é momento de esperar que as coisas se resolvam sozinhas, nem de delegar ao destino aquilo que depende da sua atitude. Existe um chamado claro à ação: ligar o motor, definir a rota e seguir com firmeza em direção ao que faz sentido para você.

Mais do que agir, trata-se de agir com direção. Porque não basta estar em movimento é preciso saber para onde se está indo. O Carro não simboliza pressa, mas propósito. Ele pede decisão, comprometimento e, principalmente, responsabilidade pelas próprias escolhas.

Na ilustração tradicional desta carta, o cocheiro conduz duas esfinges, uma branca e uma preta, representando forças opostas e futuros possíveis. Ele não as controla com rédeas, mas com pura força de vontade e domínio interno. Essa imagem revela uma das maiores lições deste arcano: não é eliminando conflitos que se avança, mas aprendendo a conduzi-los.

Você pode sentir, ao longo da semana, emoções ambíguas, dúvidas ou até impulsos contraditórios. Parte de você pode querer avançar, enquanto outra hesita. O Carro não pede perfeição emocional, pede consciência. É essa integração entre razão e emoção que mantém você no caminho, mesmo quando forças contrárias tentam desviá-la.

O Número 7 e a Energia do Triunfo

O Carro é o sétimo Arcano Maior, e o número 7 carrega um simbolismo profundo. Ele representa a união entre o plano material e o espiritual: o 4, associado à estrutura e à matéria, somado ao 3, ligado à criação e ao divino. Juntos, formam o 7 — número da consciência, da busca interior e da evolução.

É o número de quem não apenas caminha, mas compreende o caminho.

Na mitologia greco-romana, a quadriga — carro puxado por quatro cavalos — era símbolo de conquista e glória, conduzindo deuses e heróis em suas entradas triunfais. O Carro do Tarô carrega essa mesma energia: a vitória que vem após esforço, disciplina e superação.

Mas existe um detalhe importante: o triunfo aqui não é apenas externo. Ele é, acima de tudo, interno. É a vitória sobre a dúvida, sobre o medo, sobre a tendência de desistir no meio do caminho.

O véu estrelado ao fundo da carta nos lembra que existe um plano maior em ação. Algo que orienta, que guia, que sussurra direções, mas que não substitui o seu livre-arbítrio. Você recebe os sinais, mas é você quem decide o movimento.

A Mensagem do Carro para Esta Semana

Esta semana pede ação, mas também pede consciência. É um período em que oportunidades podem surgir, caminhos podem se abrir e decisões precisarão ser tomadas. E, diante disso, a postura que você adota faz toda a diferença.

O Carro não favorece a indecisão. Ele impulsiona quem já entendeu, ainda que minimamente, o que quer e está disposto a caminhar nessa direção.

Se existe algo que você vem adiando, este é o momento de dar o primeiro passo. Não espere o cenário ideal, a certeza absoluta ou a ausência de medo. O movimento, muitas vezes, precede a clareza.

Ao mesmo tempo, é importante manter o foco. Distrações podem surgir, assim como atalhos aparentemente mais fáceis. Mas o Carro ensina: o caminho mais rápido nem sempre é o mais sólido. Persistir na rota escolhida é o que garante consistência nos resultados.

Entre a Luz e a Sombra: O Equilíbrio no Caminho

Um dos maiores aprendizados desta carta está na capacidade de equilibrar forças internas. Luz e sombra, coragem e medo, impulso e cautela, tudo isso faz parte da experiência humana.

O Carro não pede que você ignore suas emoções. Pelo contrário: ele convida você a reconhecê-las, compreendê-las e, então, conduzi-las.

O signo de Câncer, associado a este arcano, reforça essa ideia. Existe aqui uma forte ligação com o mundo emocional, com a sensibilidade e com a intuição. Avançar, sim, mas sem se desconectar de si mesmo.

Gerenciar o que acontece dentro de você é tão importante quanto lidar com o que acontece fora. Porque, no fim das contas, é o seu estado interno que define a forma como você atravessa qualquer situação.

O Carro e o Pós-Páscoa: Movimento Após o Renascimento

Há uma camada ainda mais profunda quando conectamos o Carro ao simbolismo da Páscoa. Se a Páscoa representa a morte simbólica e o renascimento, o Carro representa o que vem depois: o movimento. E não por acaso, sua energia se manifesta justamente na semana que sucede esse momento de renovação.

Renascer não é o fim do processo. É o começo.

Depois de atravessar dores, compreender ciclos e acessar uma nova versão de si mesmo, surge a necessidade de caminhar. De dar forma concreta à transformação interna. De viver, na prática, aquilo que foi ressignificado.

O Carro, portanto, é a libertação que se traduz em atitude. É a consciência que se transforma em escolha.

O Carro no Amor

No campo afetivo, o Carro pede clareza e posicionamento. Não há espaço para jogos, dúvidas constantes ou falta de direção emocional.

Se você está em um relacionamento, este é um momento de alinhar expectativas e avançar juntos. Conversas importantes podem acontecer, e decisões que estavam sendo adiadas tendem a ganhar força.

Se está solteiro, o Carro convida você a agir com mais coragem. Às vezes, o maior obstáculo não está no outro, mas no medo de se expor, de tentar, de se permitir viver algo novo.

O amor, aqui, se constrói com atitude.

O Carro no Trabalho e nas Finanças

No trabalho, a energia é de movimento e progresso. Projetos tendem a ganhar ritmo, decisões precisam ser tomadas e oportunidades podem surgir de forma mais dinâmica.

Mas, junto com isso, vem a necessidade de organização. Avançar sem planejamento pode gerar desgaste. Já a ação consciente potencializa resultados.

Este é um período favorável para assumir protagonismo, mostrar iniciativa e confiar mais na própria capacidade. Se existe uma mudança sendo considerada, o Carro indica que pode ser o momento de agir, desde que haja clareza de direção.

Nas finanças, o foco deve ser estratégia. Resolver pendências, organizar prioridades e agir com disciplina serão atitudes fundamentais para garantir estabilidade e crescimento.

Perguntas para sua Jornada

O Carro também convida à reflexão. Pergunte-se:

Estou realmente no controle da minha vida ou apenas reagindo ao que acontece?

Sei para onde estou indo ou apenas estou em movimento?

O que, dentro de mim, precisa ser alinhado para que eu avance com mais segurança?

Essas perguntas não exigem respostas imediatas, mas abrem caminhos importantes de consciência.

A Mensagem Final

Quando o Carro surge como regente, ele traz um lembrete poderoso: você tem mais controle sobre sua vida do que imagina.

Isso não significa que tudo está sob seu domínio, mas que suas escolhas, sua postura e sua direção fazem toda a diferença.

Esta é uma semana de movimento, de decisão e de avanço. Uma semana para confiar mais em si mesma, ajustar o que for necessário e seguir.

Não espere perfeição. Não espere ausência de medo. Não espere garantias. Apenas comece.

Porque o caminho se revela enquanto você caminha.

E, neste momento, o Carro já está em movimento, esperando apenas que você assuma o volante. Portanto, nunca desista, mesmo diante de obstáculos aparentemente impossíveis de serem superados. “A persistência é o caminho do êxito”. (Charles Chaplin).

Uma ótima semana e muita luz,


Ana Cristina

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Coluna Desatando Nós: O filho não precisa ser feliz o tempo todo

Na tentativa de ver os filhos felizes, muitos pais passam a interpretar tristeza, raiva, medo ou decepção como sinais de que algo está errado.

21/06/2026 18h30

Coluna Desatando Nós: O filho não precisa ser feliz o tempo todo

Coluna Desatando Nós: O filho não precisa ser feliz o tempo todo Foto: Divulgação

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Poucas gerações se preocuparam tanto com a felicidade dos filhos quanto a atual. Queremos protegê-los das frustrações, evitar sofrimentos e oferecer oportunidades que talvez não tenhamos tido. A intenção é legítima. O problema começa quando transformamos a felicidade em uma obrigação permanente.

Na tentativa de ver os filhos felizes, muitos pais passam a interpretar tristeza, raiva, medo ou decepção como sinais de que algo está errado. Correm para resolver conflitos, antecipam soluções e tentam eliminar qualquer desconforto. Mas crescer envolve justamente aprender a lidar com emoções difíceis.

A vida não é composta apenas por momentos agradáveis. Perder um jogo, receber um “não”, enfrentar uma decepção amorosa ou não conseguir alcançar um objetivo fazem parte da experiência humana. Quando impedimos nossos filhos de viver essas situações, também limitamos a oportunidade de desenvolver recursos emocionais para enfrentá-las.

Resiliência não nasce da ausência de dificuldades. Ela se constrói quando a criança atravessa desafios e descobre que é capaz de suportá-los. Isso não significa abandonar ou minimizar o sofrimento. Significa acolher emoções sem precisar eliminá-las imediatamente.

Existe uma diferença importante entre proteger e superproteger. Proteger é oferecer segurança e apoio. Superproteger é impedir que a criança experimente situações compatíveis com sua idade e desenvolva autonomia emocional.

Como pais, nosso papel não é garantir felicidade constante. É ajudar nossos filhos a construir ferramentas para lidar com os altos e baixos da vida. Afinal, saúde emocional não significa estar feliz o tempo todo. Significa reconhecer sentimentos, expressá-los de forma saudável e seguir em frente apesar deles.

Talvez uma das maiores demonstrações de amor seja permanecer ao lado dos filhos quando eles sofrem, sem a necessidade de apagar imediatamente a dor. Porque crescer emocionalmente não depende da ausência de frustração, mas da capacidade de atravessar.

@vanessaabdo7

Coluna Desatando Nós: O filho não precisa ser feliz o tempo todo Dra. Vanessa Abdo - Divulgação

 

Capa da semana - Especial 5 anos Correio B+

Entrevista exclusiva com a atriz, apresentadora e diretora Danni Suzuki

"Eu escolho histórias que me transformem. Quando olho para trás, percebo que muitos dos meus trabalhos compartilham temas como identidade, pertencimento, resiliência e propósito".

21/06/2026 17h00

Entrevista exclusiva com a atriz, apresentadora e diretora Danni Suzuki

Entrevista exclusiva com a atriz, apresentadora e diretora Danni Suzuki Foto: Nanda Araújo

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Multifacetada, Danni Suzuki é atriz, apresentadora, diretora, roteirista e palestrante. Nascida e criada no Brasil, iniciou sua carreira artística através do ballet clássico, atuando em comercias de tv e musicais até sua formação profissional pela EDMO (Escola de dança do Teatro Municipal).

Ampliou seus estudos em direção e atuação na New York Film Academy, em Los Angeles e New York. Sua base acadêmica também inclui um Bacharelado em Desenho Industrial pela PUC-RJ e uma Pós-Graduação em Neurociência pela PUC-RS, onde se tornou professora de Pós Graduação convidada, em 2024.

Entre a arte, a comunicação e o compromisso social, a trajetória de Dani Suzuki é marcada pela versatilidade e pela capacidade de se reinventar constantemente. Conhecida do grande público por seus trabalhos na televisão, a atriz construiu ao longo dos anos uma carreira sólida que ultrapassa os limites da atuação, envolvendo também projetos como apresentadora, diretora, produtora de conteúdo e defensora de importantes causas sociais e humanitárias.

Com uma presença marcante na televisão brasileira, Dani conquistou espaço por seu talento, carisma e autenticidade, características que a transformaram em uma profissional respeitada dentro e fora dos estúdios. Ao longo de sua trajetória, participou de produções de destaque, apresentou programas de diferentes formatos e buscou ampliar sua atuação para áreas que dialogam com educação, cultura, sustentabilidade e desenvolvimento humano.

Filha de pai japonês e mãe brasileira, Dani também se tornou uma referência quando o assunto é representatividade, contribuindo para ampliar debates sobre diversidade e identidade em um país multicultural como o Brasil. Sua história pessoal e profissional reflete a busca constante por propósito, conhecimento e conexão com diferentes realidades, experiências que influenciam diretamente seus projetos e sua visão de mundo.

Além da carreira artística, ela tem se dedicado a iniciativas voltadas para transformação social, viagens de caráter humanitário e ações que promovem impacto positivo em comunidades dentro e fora do país. Essa atuação multifacetada revela uma profissional que entende a comunicação como ferramenta de inspiração, informação e mudança.

Nesta entrevista, Dani Suzuki compartilha reflexões sobre sua carreira, os desafios enfrentados ao longo de sua jornada, os novos projetos que vêm pela frente e as experiências que moldaram sua trajetória. Uma conversa sobre arte, evolução, propósito e a importância de seguir construindo caminhos com sensibilidade, coragem e autenticidade.

Danni celebra com a gente 5 anos de Correio B+, afinal, ela faz parte da nossa história, e em nova entrevista ao Caderno ela fala de seu novo momento com exclusividade.

Entrevista exclusiva com a atriz, apresentadora e diretora Danni SuzukiA atriz Danni Suzuki é a Capa exclusiva de 5 anos de Correio B+ - Foto: Nanda Araújo - Diagramação: Denis Felipe - Por: Flávia Viana

CE - Você está mergulhando agora no universo de “Delegacia de Homicídios”. Como foi construir emocionalmente uma personagem cercada por violência, investigação e pressão psicológica?
DS -
 O que mais me interessou foi justamente a história além do crime. A investigação é apenas a superfície. O que me fascina é assistir o ser humano por trás dela. São profissionais que convivem diariamente com dor, perdas, violência e, ainda assim, precisam ter clareza para tomar decisões.

Construir essa personagem tem sido um exercício de empatia. Porque, no fundo, ela não investiga apenas homicídios. Ela investiga histórias interrompidas, movidas por justiça ou por vingança. E isso inevitavelmente nos faz refletir sobre a fragilidade da vida, algo que nos acompanha mesmo depois que o set termina.

CE - Você acredita que estamos vivendo uma era de hiperconexão, mas de empobrecimento emocional?
DS - 
Em muitos aspectos, sim. Nunca tivemos tanto acesso à informação, mas isso não significa que tenhamos desenvolvido a mesma capacidade de processá-la emocionalmente. A tecnologia ampliou nossa conexão com o mundo, mas não necessariamente conosco mesmos.

O paradoxo é esse: estamos cada vez mais conectados digitalmente e, ao mesmo tempo, enfrentando desafios crescentes relacionados à atenção, pertencimento, propósito e saúde emocional.

Foi justamente essa inquietação que me levou a escrever meu livro "Humanos do Futuro". No meu estudo sobre conexões emocionais, a nossa relação com a tecnologia tem sido fator bem complexo de se analisar. 

CE - Existe um fio invisível conectando todas essas versões da Danni Suzuki?
DS -
 Existe. E ele sempre foi meu interesse pelo comportamento humano e a espiritualidade.  A atuação me permitiu sentir e construir diferentes emoções através dos personagens. A formação em neurociência me ajudou a entender os mecanismos por trás dessas emoções.

As palestras me aproximam das transformações sociais. O ativismo me conecta às realidades humanas mais profundas. No fundo, eu sempre estive investigando a mesma coisa: o que nos torna humanos.

CE - O que o projeto “Passaporte Digital” ensinou sobre medo, esperança e futuro?
DS -
 Me ensinou que independentemente da condição social, cultura, das perdas e reconstrução de vida, todos compartilham desejos muito parecidos: pertencer, ser visto, ter oportunidades e construir uma vida com dignidade. Estar em contato com refugiados e de culturas diferentes amplia muito nosso entendimento pelo outro. 

E todos nós, independente da cultura, estamos hoje entrelaçados pela tecnologia, então, querendo ou não temos que criar um diálogo entre todos nós.  O futuro não será definido apenas pelas ferramentas que criamos, mas pela forma como escolhemos utilizá-las para ampliar dignidade, autonomia e consciência.

CE - A representatividade finalmente deixou de ser discurso e virou transformação?
DS -
Avançamos muito, mas ainda existe um caminho importante pela frente. O que me deixa otimista é perceber que hoje a discussão está mais madura. Não estamos falando apenas de presença, mas de protagonismo, narrativa e oportunidade. A verdadeira transformação acontece quando a diversidade deixa de ser exceção e passa a ser algo natural. E acredito que estamos caminhando nessa direção.

Entrevista exclusiva com a atriz, apresentadora e diretora Danni SuzukiA atriz Danni Suzuki é a Capa exclusiva de 5 anos de Correio B+ - Foto: Nanda Araújo - Diagramação: Denis Felipe - Por: Flávia Viana 

CE - Você escolhe projetos pensando nesse impacto?
DS -
 Eu escolho histórias que me transformem. Quando olho para trás, percebo que muitos dos meus trabalhos compartilham temas como identidade, pertencimento, resiliência e propósito. Mas isso nunca foi uma estratégia racional. Talvez seja apenas reflexo das perguntas que eu mesma estou tentando responder ao longo da vida.

CE - Se pudesse fazer uma pergunta sobre a mente humana que ainda não encontrou resposta, qual seria?
DS -
 Eu perguntaria: Por que algumas pessoas conseguem transformar dor em sabedoria, enquanto outras permanecem aprisionadas pela mesma experiência? A neurociência já explica parte dessa resposta. A psicologia explica outra. A espiritualidade traz mais uma camada. Mas acredito que ainda existe algo profundamente fascinante nessa capacidade humana de transformar sofrimento em consciência.

CE - Você foi capa algumas vezes do B+. Para você também foi especial?
DS -
 Muito. Vivemos em uma época em que tudo é rápido e descartável. Por isso, construir uma relação de confiança ao longo dos anos com um veículo de comunicação tem um valor enorme pra mim.  Sempre fui recebida com muito respeito, profundidade e interesse genuíno pelas diferentes fases da minha trajetória. E isso me enche de amor. 

CE - O que acha de um veículo ultrapassar 70 anos de existência?
DS - 
É admirável. Manter relevância por sete décadas significa atravessar transformações tecnológicas, culturais e comportamentais sem perder a capacidade de dialogar com as pessoas. Em um mundo que valoriza tanto a novidade, chegar aos 70 anos continua sendo uma prova extraordinária de credibilidade, adaptação e propósito.

CE - Deixe uma mensagem de aniversário para o B+.
DS -
 Parabéns pelos mais de 70 anos de história. Que vocês continuem fazendo aquilo que toda comunicação de qualidade deveria fazer: conectar pessoas, ampliar perspectivas e registrar o seu tempo sem perder a sensibilidade humana.

Em uma era dominada por algoritmos, velocidade e excesso de informação, veículos que cultivam memória, contexto e diálogo se tornam ainda mais valiosos.

Que venham muitos outros capítulos dessa história. E que ela continue inspirando as próximas gerações a pensar, sentir e construir um futuro melhor.

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