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Diálogo

A Prefeitura de Campo Grande está sendo alvo de críticas por parte dos cid... leia na coluna de hoje

Leia a coluna deste sábado e domingo (6 e 7)

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Edson Alkontar - poeta de MS

O segredo da felicidade está em saber fazer das grades uma partitura e se soltar em notas de uma melodia que fale de ser livre da infeliz clausura”.

Felpuda

A Prefeitura de Campo Grande está sendo alvo de críticas por parte dos cidadãos que fizeram solicitação para troca de lâmpadas queimadas, o que tem deixado muitas ruas às escuras, e que vem aguardando há meses as devidas providências. Os queixosos afirmam que o problema é a falta de segurança e que o risco é grande, mas não recebem qualquer retorno do setor responsável. A população paga a tal Contribuição para o Custeio da Iluminação Pública (COSIP), portanto quando necessita da prestação do serviço não poderia estar relegada ao esquecimento. Por exemplo: um morador que fez o pedido para a troca há três meses, afirma que não consegue contato com a prefeitura pelo telefone indicado para saber se pelo menos há previsão para se fazer o serviço, pois está “ocupado”, sempre.

O estimado casal Maria Olga Mandetta e Dr. Helio Mandetta, que neste sábado comemora 70 anos de união (bodas de Vinho). Juntamente com os filhos, netos e bisnetos eles recepcionarão familiares e amigos no La Zucca.

Gerson Cullmann e Mônica Fernandes Cullmann

 

Daniel Nunes

Rumos

O PSD começará a definir seu destino na primeira quinzena deste mês, quando seus principais integrantes se reunirão para discutir as eleições de 2026. O partido buscará aliança com o PP, de quem está bem próximo atualmente. Nessa reunião, também deverá ser discutida a abertura de espaço para abrigar tucanos que durante as definições para a disputa não venham a ter espaço no PP ou no PL. 

Livres

Comerciantes que desejarem abrir seus estabelecimentos no dia 7 de setembro, feriado da Independência do Brasil, poderão fazê-lo normalmente. A Fecomério-MS informou que a decisão está na Convenção Coletiva de Trabalho, firmada entre o Sindivarejo Campo Grande e o Sindicato dos Empregados no Comércio. A decisão é de cada empresário e o funcionário será compensado com folga em outro dia.

Do bem

Bazar de solidariedade acontece neste sábado, no estacionamento do Tribunal de Justiça de MS, das 8h às 17h. Serão vendidas roupas doadas pela Receita Federal e a renda se destinará a quatro entidades beneficentes. O preço das peças é único, R$ 30,00.

ANIVERSARIANTES

Sábado (6)

Sinedir Arruda Amorim Kanashiro de Além
Dr. Ilibio Carlos Simioli da Paz
Reni Domingos dos Santos
Luiz Felippe Ribeiro Orro
Andréa Duarte
João Victor de Figueiredo Massud
Eduardo Nogueira Dias
Zelir Antônio Jorge
Ronaldo Gomes da Silva
Pericles do Amaral Brandão
Neltem de Souza
Nadir Viegas dos Reis
Americo Shimabukuro
Ricardo Augusto Nascimento Pegolo dos Santos
Dr. Oldemiro Hardoim Júnior
Ana Lúcia Rolim Scardini
Lorene Fernandez Dall Negro Ferrari
Rafael Ribeiro Emiliano
Genesio Pereira de Souza
Dr. Davi Calixto Pires
Rose Belon
Ezequiel Taveira dos Santos
Maria de Fátima Lima
Rosa Jane Pedrossian Cândido
Dra. Márcia Simões Corrêa Neder
Álvaro Henrique de Oliveira Rezende
Paula Corrêa Rigo Navarro
Rubens Nunes da Cunha
Flodoaldo Alves de Alencar
Cláudio Miguel Gealh
Paulo Henrique Pereira da Silva
Maria Zilda Cabalero
Cláudio Belon
Marília Bulhões Godoy
Luiza Hatsue Tegawa
Regiane dos Santos Martins
Edileuza de Andrade Lopes Dias
Berenice Mendes Penteado
Carla Cristina Nunes da Cunha
Elza Antonia Romero
Ariza Calarge
Suyanne Trindade Amado
Tatiana Assumpção Gatass
Dr. João Roberto Coelho Neto
Flávio Pacheco
Cristina Beraldo de Andrade
Márcia Aparecida Fortunato Marques
Flávio Carvalho Ramos
Dra. Regina Mara Jurgielewecz Gomes
Dr. Yuri Corrêa Luzio
Maria Jussara Parizotto
Justina Conche Farina
Lorini Lanzoni Fabro
Youssef Saliba
Cândida Martins Corrêa
Lucelena Onório Santos
Paulo Valdocir Pradella
Ana Flávia Buzaneli
Maria Terezinha Mazina Martins
Leila Aparecida Dauzacker Maciel
Adalto Veronesi
Ângelo Roberto Jabur Bimbato
Eduardo Dalpasquale
Denilson Wigger
Ademar Trelha
Danilo Garcês Bressan
Pablo Henrique Garcete Schrader
Ricardo Andreotti
Almir Dip
Cláudia Barbosa Andreatta
Fernanda Boing
Luiz Roberto Baltuilhe Monteiro
Vicente Shinzato

Domingo (7)

Tatyane Figueiredo Gameiro
Renato Pieretti Câmara
Dr. Wildes Aquino de Figueiredo
Esther Sousa de Oliveira
José Ricardo Paula Lima Nunes da Cunha
Dr. Rodolfo Rodrigues Toniasso
Aruaque Fressato Barbosa
Luiz Antonio Craveiro
Walter Wainer Ferreira Brandão
Andre Fernandes Santos
Maria Aparecida Yassumoto
João Resende
Elide Rigon
Regina Leon
Antonio Independente de Oliveira
Elzira dos Santos Nascimento
Donizete da Rocha Benites
Fabiane Luci Bisognim
Jesus Alfredo Ruiz Sulzer
Carlos Alfredo Soares da Costa
Volmir Biasibetti
Janaína Boza
Arildo Aguirre Aristimunho
Marlene Orsi
Vânia Tereza dos Santos Nascimento
Maria Cristina Curado Coppola
Marlene Tomico Tomari
Rodolfo Vaz de Carvalho
Sivaldo Arruda
Walter Antonio Romanini
Miguel Antonio Ribeiro da Cruz
Cleusa Micheloni
Paulo Henrique Moslaves Teixeira
Maria Conceição da Cruz dos Santos
Carolini Taniguchi Belliard
Thiago Vinicius Ribeiro
Maria Aparecida Fernandes Mansilha
Valmir Otílio da Silveira
Dimas Alves Pimenta
Rejane Eurides Sichinel Silva
Thalita Rios Brito
Elton da Silva Martins
Aparecido Morande
Mario Cezar Gutierrez do Amaral
Dativa Enir Saliba
Margarida Pinheiro
Heloisa Bianchi e Silva
Clodoaldo da Silva
Oscar Rocha
Dr. Ari Miotto Junior
Daniela Nussbaumer
Vinckia Messias Blondin
Anna Maria Lobo de Toledo
Milena Teodorowic Reis
Lúcia Barros Peralta
Gilson Alves dos Santos
Jorge Marques Garcia
Glória Naiade Braga
Júlia Franco da Silva
Leonir Franco Ramalho
Natividade de Sayd Palermo
Carlos Augusto Amorim
Ivaldo de Moraes Alves
Lauro Ciecelski
Mirella Giovine
Lucy Mara Machado Ferreira
Wellington Aurélio dos Anjos Baudacine
Edmundo Lopes da Silva
Dr. Atalla George Mnayarji
Sílvia Helena Menotti
Tânia Eiko Horie
Ricardo Hideaki Arakaki
Lúcia Hoffmann
Benjamim de Oliveira

*Colaborou Tatyane Gameiro

Música

Projeto "Afroafetos" chega hoje às plataformas digitais unindo música, poesia, moda e artes visuais

Projeto sul-mato-grossense e coletivo, "Afroafetos" chega hoje às plataformas digitais unindo música, poesia, moda e artes visuais em uma celebração da arte preta, LGBTQIA+ e periférica

21/05/2026 09h30

Além de música, poesia e moda, projeto Afroafetos envolve artes plásticas, que ajudam a compôr a identidade visual do coletivo

Além de música, poesia e moda, projeto Afroafetos envolve artes plásticas, que ajudam a compôr a identidade visual do coletivo Foto: Manu Komiyama

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Entre sons que atravessam o soul, o pagodão baiano, o R&B e a MPB, existe um fio condutor que costura o primeiro álbum de Silveira Soul: o afeto. Não o afeto simplificado ou romantizado, mas aquele construído como resistência, acolhimento e reencontro de identidade.

Hoje, o cantor e compositor sul-mato-grossense lança oficialmente “Afroafetos”, trabalho que nasce da música, mas ultrapassa as fronteiras do som para se tornar manifesto artístico, político e coletivo.

Natural de Corumbá, no interior de Mato Grosso do Sul, Silveira canta desde os 13 anos, quando começou no coral da igreja.

Anos depois, a voz potente e a presença de palco o levaram aos principais festivais culturais do Estado, como Festival de Inverno de Bonito, Festival América do Sul, MS ao Vivo, Sesc Cultura e Som da Concha. Também abriu shows para artistas como Liniker, Majur, Iza, Dudu Nobre e Rico Dalasam. Agora, transforma toda essa trajetória em seu primeiro álbum autoral.

“Afroafetos” nasce como um espetáculo afrofuturista e multidisciplinar. O projeto reúne música, poesia, moda, dança, artes visuais e audiovisual para imaginar novas possibilidades de existência preta no Brasil. Em vez de narrativas centradas apenas na dor histórica, a obra aposta no protagonismo, na ancestralidade e na construção de futuros possíveis sem opressão racial.
“‘Afroafetos’ já se tornou um coletivo. Nós temos diversas linguagens artísticas envolvendo todo o ‘Afroafetos’. Tem artes plásticas, poesia dentro do álbum. Tem essa coisa de se juntar e agregar arte”, explicou Silveira.

O lançamento oficial acontece após uma audição especial realizada na Casa de Cultura de Campo Grande na sexta-feira, em uma noite marcada por emoção, espiritualidade e senso de comunidade.

O evento reuniu referências afro-brasileiras, banhos energéticos, símbolos ligados às religiões de matriz africana e uma atmosfera de celebração coletiva que refletia exatamente o espírito do projeto.

“É muito bom quando a gente encontra ouvidos e olhos atentos para nossa arte. Não importa se eu não tenho um grande público, o que importa para mim é ter pessoas observando o que a gente está fazendo com o ‘Afroafetos’, como a gente está se aquilombando, se reorganizando para fazer uma arte com essência”, declarou o artista durante a pré-estreia.

REENCONTRO DA IDENTIDADE

Com cinco músicas e duas poesias, “Afroafetos” foi gestado ao longo de pelo menos cinco anos. Algumas composições nasceram em parceria com amigas que hoje integram o coletivo artístico criado em torno do projeto. O processo de construção, segundo Silveira, também foi uma forma de reencontro consigo mesmo.

“É um álbum muito diverso. Quem ouvir vai entender que a gente passeia por muitas sonoridades. Tem pagodão baiano, black music, várias referências. Eu cresci ouvindo isso, então, tem essa pluralidade. É o que nós somos”, afirmou.

Ao mesmo tempo em que dialoga com o futuro imaginado pelo afrofuturismo, o álbum mantém conexão direta com a ancestralidade negra e com os afetos construídos em comunidade. Essa dualidade aparece tanto nas letras quanto na estética visual e sonora do trabalho.

“‘Afroafetos’ surge como um grito que pretende não só expor uma produção artística autoral, mas também contar uma história através da ancestralidade e dos afetos que cercam a vivência de um homem preto e gay no Brasil”, resumiu o cantor.

As músicas falam sobre amor, desejo, pertencimento, liberdade e identidade. Em uma das poesias apresentadas no evento de pré-lançamento, versos como “Ser afetada, afeminada, com fome de mundo” e “É tudo sobre o amor e o amor sabe dizer o nosso nome” sintetizam a proposta do projeto: transformar vulnerabilidade em potência.

PROJETO COLETIVO

Embora o álbum carregue o nome de Silveira Soul, o artista faz questão de enfatizar que o projeto pertence a muitas mãos. Durante a audição, ele citou uma a uma as pessoas envolvidas na construção de “Afroafetos”, reforçando o caráter coletivo da obra.

“‘Afroafetos’ não sou só eu. Esse álbum está carregando o meu nome, mas não sou só eu. Somos vários, e eu quero que isso se multiplique muito”, disse.

Entre os nomes envolvidos estão as poetas Maria Carol e Afroqueer, integrante do ColetivA De Trans Pra Frente, as artistas visuais Lua Maria e Erika Pedraza, a estilista Jéssica Rabelo e o produtor musical Ton Alves. O projeto ainda envolve audiovisual, figurino, artes plásticas e performances.

Para Silveira, essa construção coletiva também é uma forma de resistência cultural em Mato Grosso do Sul, estado historicamente marcado pela predominância do sertanejo na cena musical.

“Eu faço uma música popular, mas diferente do comum aqui. Existe barreira, mas acredito no meu público e na minha arte. Fazer isso aqui é, sim, resistência”, pontuou.

AFETO AFRO

A coordenadora do projeto, Jéssica Rabelo, define Afroafetos como um espaço de acolhimento e reconstrução afetiva entre pessoas pretas, LGBTQIA+ e periféricas.

“Nós, pessoas pretas, não fomos ensinadas a amar e a contemplar por meio do amor. E na Afroafetos a gente conseguiu amar. Amar por meio da verdade, da constância e até da raiva”, declarou, emocionada, durante o evento.
Segundo ela, o projeto funciona como um “novo quilombo”, onde arte, espiritualidade e afeto caminham juntos.

“Todas as vezes que a gente se encontra é uma grande oração. A gente ri, chora, dança e cria um universo paralelo quando chega a qualquer lugar dessa cidade”, afirmou.

A dimensão coletiva também impactou profundamente o produtor musical Ton Alves, responsável pelos arranjos do álbum. Ele conta que inicialmente se impressionou pela potência vocal de Silveira, mas que acabou sendo conquistado pelas pessoas e pela proposta do projeto.

“O Afroafetos me impactou de várias formas. Não só musicalmente, mas pelas pessoas. Engloba literatura, teatro, dança, artes plásticas, religião de matriz africana. Tudo entrou no caldeirão e formou o Afroafetos”, disse.
Ton também lembrou a apresentação de abertura para Liniker como um momento simbólico.

“A gente não tinha 1% do orçamento daquela artista e entregou 250%. Aquilo me fez entender que o Afroafetos é muito mais do que música”, afirmou.

ARTE DE MS

Ao falar sobre o conceito do álbum, Silveira destaca que o afrofuturismo presente na obra parte da realidade de Mato Grosso do Sul e das experiências negras periféricas locais.

“É muito louco imaginar onde nossos objetos e acessórios já chegaram. Estarmos onde jamais imaginamos estar. O resgate vem muito disso: acreditar novamente no nosso potencial e reencontrar nosso valor”, afirma.

A ideia de territorialidade aparece como um elemento central do projeto. Em meio a uma realidade cultural frequentemente dominada por referências externas, o artista defende a valorização da produção preta local.

“Aqui a gente é devorado todos os dias por culturas e artes que não são as nossas. Então, quando a gente faz música, moda ou arte, a gente quer fazer o melhor possível. Isso é o mínimo. O máximo ainda está por vir”, pontuou.

Essa valorização também passa pela construção de referências positivas e pelo incentivo à criação artística dentro das próprias comunidades.

“A gente quer fazer arte, viver de arte, consumir arte, mas também criar. E para isso a gente precisa de incentivo”, reforçou o cantor.

Produzido de forma independente, “Afroafetos” foi viabilizado com financiamento do Fundo Municipal de Investimentos Culturais (Fmic), ligado à Fundação Municipal de Cultura de Campo Grande.

Segundo Silveira, o apoio foi fundamental para que o projeto alcançasse a dimensão desejada. “Foi um investimento crucial para que a grandiosidade desse projeto acontecesse”, destacou.

Além do álbum, o coletivo prepara um documentário e uma série de vídeos mostrando os bastidores do processo criativo. A intenção é de revelar o cotidiano da construção artística para além do palco. “Muitas vezes as pessoas só veem o show, mas existe muita coisa acontecendo no dia a dia que faz parte desse processo”, disse o cantor.

A expectativa agora é de que o trabalho reverbere para além das fronteiras de Mato Grosso do Sul. “É o melhor trabalho da minha vida até aqui. A gente não fez só música, despertou outros talentos também. E agora vamos deixar isso reverberar pelo mundo”, declarou.

O álbum “Afroafetos”, de Silveira Soul, está disponível nas plataformas digitais a partir hoje.

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Diálogo

Lideranças do PT em MS têm afirmado, de boca cheia, que haverá... Leia na coluna de hoje

Leia a coluna desta quinta-feira (21)

21/05/2026 00h02

Diálogo

Diálogo Foto: Arquivo / Correio do Estado

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Eleanor Roosevelt - diplomata americana

"As pessoas crescem através da experiência se elas enfrentam a vida honesta e corajosamente. É assim que o caráter é construído”.

FELPUDA 

Lideranças do PT em MS têm afirmado, de boca cheia, que haverá segundo turno nas eleições de 2026. Entre outras coisas, a aposta maior é num eventual “racha” da direita e projeções que são, digamos, um tanto quanto “estratosféricas” e carregadas de muito otimismo. Aliás, na declaração de um petista da cúpula nacional, o entendimento é que as redes sociais estariam sendo usadas pelos adversários de maneira metódica para divulgação de “preconceitos” contra Lula, que pensa em disputar a reeleição.  Se depender dessa galera, a “fatura estaria liquidada”. Sei não...

Outro rumo

A vice-prefeita de Dourados Gianni Nogueira poderá tentar conquistar uma das cadeiras na Assembleia Legislativa de MS.  Ela vinha tentando se viabilizar como pré-candidata ao Senado.

Mais

Isso, fiando-se numa manifestação do ex-presidente Bolsonaro de que poderia ser o nome para a disputa. Diante da indefinição, chegou a anunciar que poderia mudar de partido. Mas acabou recuando.

DiálogoFoto: Divulgação

No próximo dia 25, o Insted realizará a cerimônia que marcará sua transformação institucional, passando a ser Centro Universitário, proporcionando a oferta de bolsas de estudo, atendimentos gratuitos à população, projetos de extensão e novas oportunidades acadêmicas em Mato Grosso do Sul. A expectativa da Instituição é ampliar significativamente os programas de bolsas acadêmicas vinculadas à pesquisa, extensão universitária e monitoria, com percentuais que podem variar entre 40% e 100%, dependendo dos critérios de participação e dedicação dos estudantes. “Teremos experiência acadêmica com mais qualidade e com mais entrega à sociedade, sem deixar de lado as metodologias ativas e protagonismo dos nossos acadêmicos”, afirmou Neca Bumlai, reitora do Centro Universitário.

DiálogoDione Anache - Foto: Studio Vollkopf

 

DiálogoDra. Eduarda Dias - Arquivo Pessoal 

“Tinta”

A moção de apoio em favor da vereadora Eliane Feitosa Tel, como era de se esperar, “levou tinta” na Assembleia de MS, sendo rejeitada por 12 votos a três, o que gerou descontentamento da trinca de parlamentares petistas, um deles protagonizando cena de incitação à violência e vociferando como se estivesse em uma briga de rua. No caso, foi o deputado José Orcírio.

À altura

O deputado Coronel David teve que responder à altura a “solicitação” do petista para que o colega do parlamento estadual desse “aviso” ao deputado federal Rodolfo Nogueira que ele iria apanhar. A moção de apoio foi apresentada por Gleice Jane à vereadora responsável por ato considerado uma agressão a Rodolfo, durante evento em Mundo Novo. Davi  disse que não poderia aprovar uma moção a quem teria praticado tal ato e que pessoas de ideologias diferentes têm é que debater no campo de ideias. Nada como viver num Estado sem problemas, né?...

Análise

Na bolsa de apostas políticas, há quem diga que o deputado estadual João Henrique Catan (Novo) poderá ultrapassar o petista Fábio Trad na corrida para o governo do estado. Embora ambos estejam muito aquém de Eduardo Riedel, primeiro colocado nas pesquisas divulgadas até agora, o perfil do eleitorado de MS poderá contribuir muito para isso. Nos bastidores, a análise é que a população é conservadora e já demonstrou que não “engole” o PT. Sendo assim...

ANIVERSARIANTES 

Maria Elisabete (Bete) Jeronimo Dias;
Dr. Thiago Alonso Domingos;
Paloma Ujacow Martins Rodrigues;
José Alberto D´Lamônica Guimarães;
Rafael de Cristo;
Eloisa Jorge Caiado;
Daniela Marques Caramalac;
Derci de Souza Moraes;
Elizete Miranda Granze;
Lidia Almada;
Tailini Xavier;
João Batista Pereira;
Cecilio Toledo Filho;
Eduardo Silva Rocha;
Antônio de Oliveira Valadão;
Severino Leandro da Silva;
Edson Zandonadi;
Domingos Henrique Medeiros Rostey;
Gilcinei Clovis de Oliveira;
Manoel Rezende;
Deusamar Rangel da Silva;
Artur Monteiro de Barros;
José Carlos Pettengill;
Miguel Pontes Pimentel;
Adir Gaffuri;
Eduardo dos Anjos dos Santos;
Silvia Martinez;
Walter Ferraz Pinto Pacheco;
Marcos Castilho Lopes;
José Ney Mendonça Silva;
Celso de Souza Martins;
Celia Gonçalves Ferreira;
Tecilio Toledo Filho;
Alina Munhoz;
Cibele Araújo Almeida;
Sérgio Teruya;
Iara Rosana Baseggio;
Solange de Fátima Duarte Vaz da Silva;
Adão de Arruda Sales;
Juarez Augusto de Carvalho;
Eveline Muller Azevedo;
José Hindo;
Aparecido Kavano dos Santos;
Dra. Karine Casartelli Falkenburg;
Dra. Lázara Sulzer;
Ibrahim Miranda Cortada Filho;
Auzeneide Maria da Silva;
Alice da Silva Moreira;
Maria Auxiliadora Meira;
Ana Cristina Rocha Negrão;
Sônia Assis de Oliveira Souza;
Elisa Guerrieri da Silva;
Hermes dos Santos Mourão;
Rosilange Ferreira Golveia;
Maria llka Guerreiro;
Luiz Seiji Tada;
Carlos Henrique Botura;
Lúcia Daniel dos Santos;
Teobaldo Velasques;
Marcelo Batistela Damasceno;
Elizeu Ferreira D’ Anunciação;
Shirlei Paz Pereira;
Dorisney Lima de Oliveira;
Júlio Cezar Ribeiro;
José Rogério Cotrim de Medeiros;
Élio dos Santos Mourão;
Dr. Marcilio Vargas Peixoto;
Dr. Rodrigo de Mello Scalla;
Solange Aguni;
Fernando Cremonesi Ferreira;
Daltro José Ferreira;
João Pantaleão Filho;
Luiz Gomes Cabral;
Edilsom José da Silva;
Wagner Chilavier Oliveira;
Felipe Laburu;
Francisco Juarez de Souza;
Carine Andréia Previatti Alves;
Gilberto Domingos;
Venâncio Josiel dos Santos;
Irma Foscaches Medina;
Edilson Morais de Araujo;
Maria Silvia Moreira dos Santos;
Luiz Henrique Augusto Costa;
Paulo Ricardo Junqueira;
Luciana de Morais Cândido;
Agner Cristina Maldonado Silva;
Key Fabiano Souza Pereira;
Vânia Meire Moreira;
Celso Massayuki Arakaki;
Sirley Cândida de Almeida Kowalski;
Ednéia Aparecida Santos Lisboa;
Patricia Zanatta Aranha Coneglian;
Luiz Carlos Silva;
José Evaristo de Freitas Pereira;
Lisandra Moreira Martins;
Heraldo Medeiros de Oliveira;
Marcelo Nogueira da Silva;
Ivan Figueiredo Chaves;
Daniel Florentin de Novaes;
José Garcez da Costa;
Laércio Araújo Souza Neto;
Astolfo Lopes Cançado Júnior;
Luiz Eduardo Lopes;
Neusa Maria Faria da Silva;
Luis Henrique de Sousa Rodrigues;
Edgar Martins Veloso;
Fernanda Lanteri de Almeida;
Luísa Mendonça Nunes.

Colaborou Tatyane Gameiro

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