Correio B

LITERATURA

Academia sul-mato-grossense de Letras recebe o escritor Godofredo de Oliveira Neto

No último chá deste ano, a Academia Sul-Mato-Grossense de Letras recebe o autor de "O Bruxo do Contestado", "Amores Exilados" e "Menino Oculto"; "Língua e Literatura de Expressão Portuguesa: Identidades e Encontros" será o tema da palestra que o escritor

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A Academia Sul-Mato-Grossense de Letras (ASL) realiza, hoje, a última edição deste ano do seu tradicional chá acadêmico, recebendo o escritor e pesquisador Godofredo de Oliveira Neto, membro da Academia Brasileira de Letras (ABL), para uma noite de reflexão e literatura.

Membro da Academia Brasileira de Letras (ABL), o convidado vai fazer uma palestra sobre o tema “Língua e Literatura de Expressão Portuguesa: Identidades e Encontros”. O evento é gratuito e está programado para começar às 19h30min no auditório da ASL, localizado na Rua 14 de Julho, nº 4.653, em Campo Grande.

“Abeirar-se da oralidade vai ser a contribuição fundamental da literatura brasileira para a construção de uma identidade nacional”, afirma Godofredo ao comentar o tema da palestra.

A presença do escritor integra o projeto ABL na ASL: Palestras Imortais, realizado em parceria com a Secretaria de Estado de Turismo, Esporte e Cultura (Setesc), por meio da Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul (FCMS). “O projeto permitiu ao longo do ano importantes ações em educação, cultura e literatura na Academia, fortalecendo o desenvolvimento social”, afirma Henrique de Medeiros, presidente da ASL.

Medeiros destaca a importância da presença de Godofredo de Oliveira Neto e de outros imortais da Academia Brasileira de Letras ao longo deste ano na ASL, provocando uma “integração literária entre o público ligado à educação e cultura em Mato Grosso do Sul”. Para o imortal da ASL, o projeto deste ano incentivou “uma discussão literária fundamental para o desenvolvimento social, pois estimulou a empatia, expandiu a visão de mundo e aprimorou a capacidade de pensar criticamente”.

Além da palestra, o chá acadêmico de novembro contará com uma programação cultural desenvolvida em parceria com a Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) e a Confraria Sociartista, promovendo expressões artísticas visuais e musicais. A noite será encerrada com uma apresentação musical durante a confraternização entre o público e os imortais presentes no foyer da ASL.

GODOFREDO

Escritor, professor universitário e pesquisador, Godofredo de Oliveira Neto é catarinense de Blumenau e membro da ABL, onde ocupa a cadeira nº 35. Sua formação acadêmica inclui graduação em letras e em relações internacionais pela Universidade de Paris (Sorbonne), onde também concluiu o mestrado. É doutor em letras pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), instituição na qual atua como professor titular desde 1980.

Publicou 28 livros, entre romances, contos e crônicas. Entre os títulos mais reconhecidos estão “O Bruxo do Contestado” (1996), “Menino Oculto” (2005), finalista do Prêmio Jabuti, “Amores Exilados” (2011) e “A Ficcionista” (2013). Também escreveu literatura infantil, como “Ana e a Margem do Rio” (2002), obra recomendada pela Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil (FNLIJ).

Godofredo ministrou cursos e conferências em universidades como Sorbonne, Stanford (Califórnia/EUA), Georgetown (Washington/EUA) e Ca’ Foscari (Veneza/Itália). É pós-doutor pela Georgetown University e membro de diversas instituições culturais, como a Academia Carioca de Letras, o PEN Clube do Brasil e a Academia Europeia de Ciências, Letras e Artes. Recebeu condecorações como a Medalha Euclides da Cunha (ABL) e a Medalha Cruz e Sousa (SC).

CONFRARIA SOCIARTISTA

Walter Lambert

A noite contará ainda com a participação da Confraria Sociartista, que integra o projeto “Arte na Academia”, com intervenções visuais ao vivo de duas de suas artistas visuais convidadas.

Uma das participações é de Luciana Rondon, que, além de artista visual, é autora do livro “Motivando Sempre” e coautora dos livros “Planejamento Estratégico para a Vida”, “Vida: Inspiração dos Guardiões do Farol” e “101 Reinvenções, Um Estudo sobre a Influência da Linguagem do Poeta Manoel de Barros na Criação Literária do Estado do Mato Grosso do Sul”. Suas pinturas estão presentes no livro “No Mundo Encantado de Luciana”, de Raquel Naveira. É artista visual desde 2018 e já expôs em diversas instituições e mostras de artes.

Artista visual e designer, Walter Lambert também participa do “Arte na Academia” da noite de hoje. Em seu trabalho, Lambert parte da premissa de que tudo pode ser transformado e reaproveitado. Ele se apropria de componentes de computadores, que se transformaram em sucata eletrônica, para criar não apenas uma nova expressão estética, mas um espaço para reflexão do descarte sustentável, propondo um registro de uma sociedade cuja tecnologia avança em ritmo acelerado, bem como de seus novos hábitos.

MÚSICA ERUDITA

Grupo Opus Vivare: a partir da esquerda, Mara Brandão, Evandro Dotto e Bianca DanziGrupo Opus Vivare: a partir da esquerda, Mara Brandão, Evandro Dotto e Bianca Danzi - Divulgação

Em parceria com o projeto “Movimento Concerto”, da UFMS, o projeto “Música Erudita e suas Fronteiras” também marca presença no último chá acadêmico deste ano, marcando o diálogo entre literatura e música, com uma apresentação do grupo Opus Vivare.

Idealizado pelo violonista Evandro Dotto, o grupo tem como principal propósito difundir a música de concerto em diferentes espaços. Desde sua criação, o grupo já realizou mais de 30 concertos em Campo Grande e no interior do Estado. Além de Evandro, o Opus Vivare é formado pela cantora soprano Bianca Danzi e por músicos convidados – instrumentista melódico ou outra cantora – que são profissionais consolidados e atuantes no cenário musical sul-mato-grossense.

Nesta edição, o grupo contará com a participação da mezzo-soprano Mara Brandão, uma presença recorrente no Opus Vivare, e recebeu o convite para estrear mais duas obras de Marcelo Fernandes, desta vez com dois poemas do acadêmico Henrique de Medeiros e um do acadêmico Rubenio Marcelo. Mestre em música, professor, produtor e pesquisador, Evandro Dotto é premiado em concursos e participante de festivais internacionais.

MÚSICA NO FOYER

Após a palestra, a confraternização do público com os acadêmicos, no foyer da ASL, será ao som de um dueto musical ao vivo de flauta e piano. Philip Andara é um flautista de sólida trajetória artística. Já se apresentou no Chile, Argentina, Paraguai e Portugal, além de ter integrado a programação da Expo Dubai em 2022.

Maria Rita Gonçalves de Oliveira é pianista e tecladista formada pelo Conservatório Dramático e Musical de São Paulo. Integra a Orquestra Sinfônica de Campo Grande e também atua como diretora musical em teatro infantil e é educadora há mais de uma década, com destaque para sua versatilidade e sensibilidade artística.

2026

Os chás acadêmicos e as rodas acadêmicas serão retomados pela ASL em março de 2026, quando será divulgada a programação anual da Academia. A temporada deste ano trouxe para palestras em Campo Grande seis imortais da Academia Brasileira de Letras: Antônio Carlos Secchin, Edgard Telles Ribeiro, Geraldo Carneiro, Godofredo de Oliveira Neto, Jorge Caldeira e Ricardo Cavaliere. Em suas rodas, a ASL prestou homenagem aos saudosos imortais Abílio de Barros, Augusto César Proença, Hernâni Donato e Oliva Enciso.

cinema

Em "Hotel Amor", Marcelo Adnet encara comédia portuguesa dirigida pelo brasileiro Hermano Moreira

Quando o hotel onde uma mulher viciada em trabalho trabalha é vendido, ela precisa mostrar suas habilidades para gerenciar funcionários não profissionais, cuidar de hóspedes excêntricos e lidar com fantasmas do passado

08/10/2026 09h00

Adnet interpreta uma versão de si mesmo em nova comédia nacional

Adnet interpreta uma versão de si mesmo em nova comédia nacional Foto: Reprodução

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Doze minutos. É esse o tempo do plano mais longo de “Hotel Amor”, comédia dirigida pelo brasileiro Hermano Moreira e rodada em um hotel de Lisboa. Durante esse período, atores, câmera, equipe de som e figurantes precisam executar uma coreografia sem espaço para erros. Se alguma coisa dá errado no minuto 11, todo o trabalho é perdido e o take precisa começar novamente.

Para Marcelo Adnet, que interpreta no filme uma versão de si mesmo, é justamente aí que está a graça. “Acho o plano-sequência maravilhoso, fantástico, porque me sinto num jogo. Você está sempre com uma adrenalina a mais, aquela excitação de ‘vamos acertar essa cena de primeira’”, conta. “Se algo sai errado no minuto 11, todos aqueles minutos não valeram de nada e tem que fazer tudo de novo”.

“Hotel Amor”, que chegou aos cinemas brasileiros no dia 24 de setembro, conta a história de Catarina (Jessica Athayde), gerente de um tradicional hotel lisboeta que vê a sua rotina virar de cabeça para baixo quando o estabelecimento é vendido. Para mostrar serviço à nova administração, ela precisa administrar uma equipe imprevisível, hóspedes excêntricos e um fantasma do passado que reaparece pelos corredores.

Adnet, enquanto isso, surge como um comediante brasileiro que chega a Lisboa para fazer um show e, por acaso, se hospeda justamente no hotel onde tudo parece dar errado.

Um hotel cheio de histórias

Adnet interpreta uma versão de si mesmo em nova comédia nacional

A ideia de fazer um filme ambientado em um hotel surgiu da relação antiga de Moreira com esse tipo de espaço. Quando criança, ele associava hotéis a férias, viagens e à possibilidade de conhecer pessoas novas. Na vida adulta, a experiência ganhou outro significado, ligado também às viagens profissionais.

A ideia ganhou forma em Portugal, em 2022. Na época, Moreira dirigiu uma campanha publicitária para um hotel pertencente à mesma rede do Hotel Roma, onde “Hotel Amor” seria posteriormente filmado. O diretor estava encantado com “The White Lotus” e chegou a conversar com o proprietário sobre a possibilidade de transformar aquele universo em uma série.

A resposta, porém, veio acompanhada de uma alternativa: três meses de filmagem seriam inviáveis, mas um longa poderia ser realizado em cerca de um mês. Foi assim que começou o projeto.

“Além de mostrar os bastidores de um hotel, as pessoas que trabalham freneticamente para te proporcionar o melhor na sua estadia, me interessavam as histórias inusitadas de hóspedes que fui colecionando”, afirma Moreira.

Para desenvolver o roteiro, o diretor chamou Bruno Bloch. Moreira criou a ideia original, enquanto Bloch ficou responsável pelo roteiro. Por coincidência, a mulher do roteirista trabalha em um hotel – e acabou se tornando uma fonte involuntária de histórias.

“Eu levei as histórias que tinha ouvido e pesquisado, e ele trouxe outras tantas, verdadeiras, contadas por ela. Nosso laboratório foi bem eficiente, e o que não faltou foi história”, diz Moreira. “Ficaram de fora várias histórias tão esdrúxulas quanto as do filme, porque são 90 minutos, e não 300 [minutos], como numa série”.

O funcionamento do hotel também serviu de matéria-prima. Para Moreira, a equipe é tão importante quanto os hóspedes na construção desse universo, já que são os funcionários que precisam lidar diariamente com desejos, reclamações e situações inesperadas.

É nesse ambiente que o diretor também coloca uma personagem que considera central para o filme: Catarina, uma mulher que dedica praticamente toda a vida ao trabalho. A escolha, segundo ele, tem um componente crítico. “Nos tempos modernos, muitas vezes as pessoas colocam todo o seu esforço no trabalho e esquecem o que é mais importante. O trabalho é fundamental, claro, mas não é o mais importante na vida de um ser humano. Aliás, não deve ser”, diz.

Uma comédia sem espaço para erro

A estrutura do filme permitiu a Moreira colocar em prática uma ideia que o acompanha desde a faculdade: o plano-sequência. Filmes como “Arca Russa”, “Festim Diabólico” e “Birdman” alimentaram o interesse do diretor pela técnica, que em “Hotel Amor” aparece com alguns cortes escondidos.

O desafio não ficou restrito aos atores. Os ensaios aconteceram simultaneamente em diferentes frentes: enquanto Moreira trabalhava com o elenco, o diretor de fotografia ensaiava os movimentos da câmera com sua equipe, e o técnico de som estudava como acompanhar a ação pelo elevador, pelas escadas e até do lado de fora do hotel. “Foi muito bacana, porque exige 100% da atenção de todo mundo. Um errinho só, seja de foco, seja de um figurante, estraga o take inteiro”, explica Moreira.

Para Adnet, a experiência criou uma sensação de trabalho coletivo pouco comum. “É uma sensação de ‘caramba, está todo mundo aqui de mão dada para fazer cada take valer’”, afirma.

O ator diz que o desafio técnico não foi, porém, o principal motivo para aceitar o convite. O que mais o interessou foi a possibilidade de trabalhar pela primeira vez fora do Brasil. “Fazer algo inédito para mim, em Portugal, foi o que mais me motivou”, conta.

A experiência também mostrou a Adnet que as diferenças entre uma produção portuguesa e uma brasileira não são tão grandes no cotidiano de um set. Havia, inclusive, vários profissionais brasileiros na equipe, entre eles Moreira e o diretor de fotografia. O contraste maior, segundo ele, estava no contato com atores de outros países lusófonos.

A escolha de trabalhos também mudou com o tempo. Hoje pai, Adnet diz procurar projetos que ofereçam alguma experiência nova, mas que também façam sentido diante do tempo que ficará longe da filha.

“Busco prazer. Uma experiência que me acrescente alguma coisa, com a qual eu possa aprender. Algo desafiador e, ao mesmo tempo, prazeroso”, afirma. “Hoje sou pai e quero muito estar perto da minha filha. Então não pode ser qualquer coisa, porque é isso que vai me deixar longe dela”.

Poderia acontecer em qualquer lugar

Embora “Hotel Amor” seja ambientado em Lisboa e reúna personagens portugueses, brasileiros e americanos, Moreira não vê a história como exclusivamente portuguesa.

“Poderia muito bem se passar no Japão, com personagens coreanos”, diz. Para ele, o filme trata de uma relação reconhecível em qualquer lugar: a convivência entre quem trabalha em um hotel e quem está hospedado nele.

Essa universalidade também é, para o diretor, uma das portas de entrada para o público brasileiro. A expectativa é de que os espectadores reconheçam situações, tipos de hóspedes, funcionários ou até experiências pessoais vividas em hotéis e viagens. “Espero, primeiro, que o público vá ao cinema, assista e se divirta, porque todo o processo foi muito divertido, não só para mim, mas para a equipe inteira”, diz. 

diálogo

A partir do ano que vem, a Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul...Leia na coluna de hoje

Confira a coluna Diálogo desta quinta-feira (8)

08/10/2026 00h02

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Rita Levi-Montalcini - escritora italiana

"As mulheres que mudaram o mundo nunca precisaram mostrar nada além da sua inteligência”

Felpuda

A partir do ano que vem, a Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul será dominada por bolsonaristas. Só o PL, partido do ex-presidente Bolsonaro, elegeu a maior bancada, com nove deputados. Se se juntarem com PP, parceiro e aliado do PL, os bolsonaristas vão controlar totalmente aquela Casa. O PP elegeu três deputados e o Republicanos, que tem o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, como maior estrela, terá uma bancada de dois parlamentares. Mas que fique bem claro: tem que combinar com os demais colegas, senão...

 

Amanhã, a partir das 18h, a banda Beatles Maníacos tem uma apresentação especial marcada para acontecer no Sesc Camillo Boni. Idealizada em 2002 pelo compositor e multi-instrumentista Jaime Miguel (Miguelito), a banda tem como proposta resgatar a trajetória do quarteto de Liverpool, interpretando canções que marcaram gerações e influenciaram a cultura musical mundial. O grupo é composto por Miguelito (bateria e voz), Eloy Paulucci (guitarra e voz), Daniel Aigner (baixo, gaita e voz), Guilherme Baioni (guitarra, violão e voz) e Ana Gabriella Floriano Santos (teclados e percussão). Durante as apresentações, os músicos também incorporam elementos visuais inspirados nos anos 1960, com figurinos e instrumentos que remetem ao período de maior destaque da banda inglesa. O repertório reúne sucessos da discografia oficial dos Beatles, proporcionando ao público a experiência de uma viagem no tempo. Após uma breve pausa, a Beatles Maníacos retornou aos palcos neste ano, mantendo viva a essência do trabalho do grupo que, mesmo décadas após o encerramento das atividades, continua presente na história da música. Além do menu musical, o público poderá saborear um cardápio diferenciado, com pratos selecionados, porções e bebidas especiais. A entrada é gratuita.

Carla Stephanini, Maria Olga e Dr. Hélio Mandetta
Camila Queiroz e Klebber Toledo

"Lapada"

Historicamente, Londres Machado e André Puccinelli sempre foram grandes rivais em Fátima do Sul. André foi médico na cidade e bom de voto. Só que, nas eleições deste ano, o eleitor do município do interior parece ter esquecido dele, que obteve apenas 557 votos, enquanto Londres recebeu 4.334 votos. Conhecido e antenado político disse: “Foi uma lapada!...”

Influência

Recordista brasileiro com mais de 3 milhões de votos para deputado federal por Minas Gerais, Nikolas Ferreira ajudou a eleger parlamentar em Mato Grosso do Sul. Daverson Matos, vereador de Rio Brilhante, conseguiu gravar vídeo com Nikolas pedindo votos para sua candidatura. E não é que deu certo? “Choveram” mais de 30 mil votos nas urnas e ele foi eleito deputado estadual. E, também com a influência de Nikolas, Cassy Monteiro, bolsonarista, por pouco não foi eleita deputada federal. Ela ficou na primeira-suplência, com quase 45 mil votos.

De fora

Essas eleições não foram das melhores para a família Trad, que sempre foi boa de voto. Primeiro, começou com a desistência do senador Nelson Trad Filho (PSD) de concorrer à reeleição. Depois, veio a derrota nas urnas de Fábio Trad, que disputou a cadeira de governador pelo PT. Quem também perdeu foi o ex-prefeito da Capital e vereador Marcos Trad, que não conseguiu se eleger deputado federal, mesmo “empurrado” por Camila Jara. Ele é filiado ao PV, que forma federação com o PT.

Aniversariantes

  • Dr. Aluízio Pessoa Frazão,
  • Maria José Xavier,
  • Nailor Vargas Marcondes de Souza,
  • Eva Maria Katayama Negrisolli,
  • Paulo César Katayama,
  • Jonas Chaves Junior,
  • Solange Mitsuko Yamamoto,
  • Eloá Subtil Padial,
  • Dario Pegoraro,
  • Jorge Yoshimitsu Kurauchi,
  • Rodrigo Soares de Freitas,
  • Alexandre Maluf Victório,
  • Ilma de Maria de Lima e Silva,
  • Mitsuru Kurauchi,
  • Walsao Maciel de Oliveira,
  • Jair Perin,
  • Sadi Bertin,
  • Samuel Ferreira Sampaio,
  • Erliete Palhano Canavarros,
  • Vanderlei Amado,
  • Ises Ferreira Nasser,
  • Laura Achucarro,
  • Simar Dias de Lessonier,
  • Dr. Izaias Pereira da Costa,
  • Renata Kamiya Abdala,
  • Dra. Áisa Haidar Lani,
  • Raquel Silva Fernandes,
  • Aurenice Rodrigues Pinheiro Pilatti,
  • Dr. Antônio Carlos Vasques,
  • Adriano Magno de Oliveira,
  • Cláudia Helena Bitencourt,
  • Nelson Inácio Moreno,
  • Francisco Alves de Araújo,
  • Aparecido Ney Rodrigues,
  • Idalino Alves da Silva,
  • Heloisa Helena Mota Peres,
  • Elisangela da Silva,
  • Marcos Antonio Nery da Silva,
  • Jomil Vinicius de Albuquerque,
  • Terezinha Aparecida de Freitas,
  • José Claudio Fabris,
  • Aldo de Oliveira,
  • Laerte Garcia Ferreira,
  • Emílio Arruda Filho,
  • Luiz Souza Meira,
  • Eneide Gomes do Nascimento,
  • Dr. César Aníbal Aguiar Benavides,
  • Dra. Manuela Janini Gonçalves,
  • Jonas de Paula Diniz,
  • Haydeé Inácio Ribeiro,
  • Jayme de Andrade Júnior,
  • Marco Aurélio Vilanova,
  • Dr. Evódio Teodoro da Silva,
  • João Batista da Costa Vieira,
  • Luiz Carlos Mello Castanheira,
  • Marcolino Rodrigues,
  • João Martins,
  • Antonio Oshiro,
  • Joaquim Pereira Alves Junior,
  • Arnaldo Bastos da Silva,
  • Nori Mateus Vieira,
  • Anizio de Almeida Borges,
  • Milton Mambelli,
  • César Braga Maidana,
  • Luiz Alberto de Souza,
  • Wagner Lima,
  • Moisés Teodoro Erbano,
  • Alcides Rodrigues Filho,
  • Maria Aparecida Mendes,
  • Munira Ferzeli Neta,
  • Paulo Henrique Souto,
  • Maria Eunice Gomes,
  • Cristina Ferreira,
  • Renato Vilhena Silva,
  • Samira Lopes,
  • José Luiz da Silva Neto,
  • Nelson Vieira de Souza,
  • João Irinei Guimarães de Souza,
  • Aparício Lopes Filho,
  • João Marcelo Lima,
  • Izabel Gomes da Silva,
  • Mercedes Rodrigues de Brito,
  • Brigida Brites Marques,
  • Adauto Ribeiro de Souza,
  • Isabel Cristina Rodrigues,
  • Aparecida Quicue Koyanagui Inoue,
  • Sônia Cristina Valtuille França Saigali,
  • Leandro Martins de Almeida,
  • Maxmiliano Alves Barbosa,
  • Claudete Elias da Silva,
  • Jânio Ribeiro Souto,
  • Dr. Alberto de Oliveira Rosa Pires,
  • Gustavo Silva Pelissaro,
  • Diva Maria Valente Soares,
  • Vivian de Josilco Olegário,
  • Paola Azambuja Marcondes,
  • Erondina Garcia Rodrigues,
  • Ana Cláudia Araújo Santos,
  • Thaissa de Sena Moraes,
  • Brígido Fernandes,
  • Mário Sérgio Pires,
  • Rosinéia Brito de Oliveira Lopes,
  • Leonardo Nicaretta,
  • Euclides Nunes Junior,
  • Sidnei Camargo do Nascimento,
  • Ademar Amâncio Pereira Machado,
  • Daniel Cavalcanti Hayashi,
  • Thays da Silva Rosa Schwanz,
  • Lidiane de Ávila Carpejani,
  • Priscilla Anuda Quarti Vieira,
  • Adilson Stiguvitis Lima.

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