Correio B

Inspiração

Adele passou a ter medo da fama por causa de Amy Winehouse

"Someone like you", é dedidcada para a falecida artista

EXTRA

28/11/2015 - 16h08
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Adele está no topo das paradas do mundo desde que lançou seu terceiro CD, intitulado de "25", na semana passada. Desde então, ela vem quebrando recordes. Seu primeiro single, "Hello", tornou-se a faixa mais baixada na história da música — foram quatro milhões de downloads no Spotify em um único dia.

De acordo com o Mirror, a cantora revelou que tem medo da fama. O motivo? Amy Winehouse. Adele ficou assustada com o declínio de Amy. "As pessoas pensam que eu odeio ser famosa. Não é isso. Eu realmente tenho medo dela. Ter visto a Amy se deteriorando é uma das razões. Tenho muito medo. Estávamos todos muito entretidos por ela ter ficado caótica"", disse Adele, que mantém uma postura reservada. 

Ela, por exemplo, permaneceu os últimos quatro anos praticamente fora da mídia. "Eu fiquei muito triste (pela Amy). Alguém me mostrou uma foto dela mal e eu olhei bem", explicou a cantora, que repensou sua maneira de ver a fama.

Adele ainda revelou que Amy foi uma inspiração musical e dedicou a canção "Someone like you", um de seus maiores sucessos, para a falecida artista.

Diálogo

Para colocar ponto final nas tretas com o ex-governador Reinaldo Azambuja... Leia na coluna de hoje

Leia a coluna desta sexta-feira (2)

02/10/2026 00h02

Diálogo

Diálogo Foto: Arquivo / Correio do Estado

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Cecília Meireles - Escritora brasileira

"Em toda a vida, nunca me esforcei por ganhar nem me espantei por perder. A noção ou o sentimento da transitoriedade de tudo é o fundamento mesmo da minha personalidade”.

FELPUDA 

Para colocar ponto final nas tretas com o ex-governador Reinaldo Azambuja, o Capitão Contar revelou a participação decisiva do ex-presidente Jair Bolsonaro, antes de ser preso. Por ser militar, Contar lembrou da disciplina nos quartéis de obediência e cumpriu as ordens de Bolsonaro para fazer as pazes com Azambuja e acabar de vez com as quedas de braço, mesmo “não se gostando”. No final, os dois selaram parceria na campanha eleitoral pela disputa das duas vagas ao Senado. Vamos ver no que vai dar...

Diálogo

Sem tempo

O senador Flávio Bolsonaro (PL) e o presidente Lula (PT) não fizeram campanha em cinco Estados. Um deles é MS. Flávio esteve aqui na pré-campanha, quando participou da abertura da Expogrande. Outros Estados não visitados:  Tocantins, Rondônia, Acre e Espírito Santo.

Elas

O candidato a governador pelo PT, Fábio Trad, prometeu reservar 70% das secretarias para mulheres. Seria um feito histórico. Mas, para isso acontecer, ele precisa combinar,  muito bem combinado, com o eleitor para assumir o governo de MS. Senão...

Diálogo Amigas desde sempre: Marisa Serrano e Maria Aparecida Bueno - Foto: Arquivo Pessoal

 

DiálogoLázaro Ramos - Foto: Lu Prezia

Renovação?

Nos bastidores, persiste a conversa de que se confirmada a tendência do eleitorado, como indicaram as pesquisas realizadas para consumo interno dos partidos, a renovação será significativa. Assim, muitas “caras novas” deverão surgir no cenário político de Mato Grosso do Sul. Como diria vovó, parafraseando o genial poeta Vinicius de Moraes: “Que não seja imortal, posto que é chama, mas que seja infinito enquanto dure...”

Sonho meu...

A “velha guarda” da política de Mato Grosso do Sul sonha em poder voltar, e com tudo, para Assembleia Legislativa.Isso com a eventual eleição de Londres Machado, o mais antigo de todos, André Puccinelli e também Jerson Domingos. Há quem garanta que eles não querem muitas coisas não, mas só o comando do Poder Legislativo. Londres já presidiu Assembleia por 12 anos e Jerson por 8 anos. Sei não...

Sem lei seca 

Neste domingo (4), a maior parte do país, incluindo Mato Grosso do Sul, não terá proibição estadual à venda  de bebidas alcoólicas no primeiro turno das eleições. A restrição vale em sete estados: Acre, Alagoas, Amazonas, Amapá, Maranhão, Pará e Piauí. Até agora, Ceará e Roraima ainda não definiram se vão adotar a medida.Em Goiás e no Tocantins, parte dos municípios terá proibição.  A lei seca eleitoral não é lei federal. Cada estado decide se adota a proibição. 

ANIVERSARIANTES 

  • Dr. Joenildo de Sousa Chaves, 
  • Dra. Sandra Georges Sleiman Gomes, 
  • Roneu Moreira Brum, 
  • Eva Maria Cesar Oliva,
  • Fernando Veríssimo Baruta, 
  • Gilson José Portes da Silveira,
  • Dr. Elson Yamasato,
  • Otávio de Souza Escobar,
  • Jorge Alberto Caravajal Leite,
  • Hedil Amado Felicio,
  • Wanderley Herculano Olive,
  • Abelardo Teixeira Fraga,
  • Walter Pereira dos Santos,
  • José Raphael Fernandes Lins, 
  • Thiago e Silva Teruya,
  • Laércio Vendruscolo, 
  • Ana Paula do Souto de Arruda Alves, 
  • Henrique Xavier, 
  • Samuel de Arruda Farias, 
  • Dra. Ester dos Anjos Oliveira 
  • de Moraes,
  • Dra. Maithê Vendas Galhardo, 
  • Dr. Marcio Vieira Recalde, 
  • Kenia Pereira Ifran,
  • José Ivanir Ribeiro Durães,
  • Gilberto Fleuri Stefanelo,
  • Lucas Junot Dutra Morisson,
  • Alfredo Antunes Soares,
  • Jamil Rossetto Schelela, 
  • Antenor Balbinot Filho,
  • Arcendina Oliveira Silveira,
  • Carlos Eduardo de Souza Xavier,
  • Cristian Queirolo Jacob,
  • Durval Nunes da Silva,
  • Allan Oliveira Gutemberg,
  • Marta Maria Drumond,
  • Dalcia Rodrigues da Silva,
  • Eduardo de Paula de Souza,
  • Angela de Jesus Santana,
  • Edward de Figueiredo Cruz,
  • Mario Pasini,
  • Nelson Teruya,
  • Paulo Sergio Fluninhan,
  • Elias Torres Barbosa,
  • Dra. Maria Auxiliadora Loschi, 
  • Dr. José Carlos Carrato,
  • Priscila Papasidero, 
  • Ely Dias de Souza,
  • Evaldo Rodrigues Patricio,
  • Henrique João Ruas Pereira 
  • Coelho,
  • Jader Roberto de Freitas,
  • Ana Lúcia de Carvalho,
  • José Vander Lopes Batista,
  • Leandro de Souza Godoy,
  • Marcel Marques Santos,
  • Patrícia Senedes,
  • Marcelo Fernandes 
  • de Carvalho,
  • Mateus Bortolás,
  • Orlando Cesar Costa,
  • Pedro Ricardo da Silva,
  • Rafael Cavazzoni Lima,
  • Enio Villanova Torres,
  • Renato Chagas Corrêa da Silva,
  • Leontina Barbosa Alegre,
  • Angela da Silva Dias, 
  • Fabiano Espíndola Pissini, 
  • Camila Corrêa de Souza,
  • Elias de Araujo Alencar,
  • Francisco de Paula Ribeiro,
  • Munir Jorge,
  • Vânia Maria Brum,
  • Antonio Rodrigues Neto,
  • Marisa Júlia Coutinho,
  • Angela Maria Perez Donega,
  • Carmélio José dos Santos Filho,
  • Moysés Almeida Victório,
  • José Vieira Lopes,
  • Claudionor Teixeira,
  • Angela Regina Bobadilha,
  • Marco Aurélio Cardoso,
  • Marilene Machado da Silva,
  • Rosana Alves Correia, 
  • Angela Glória da Silva,
  • Luciene Aparecida Ferreira,
  • Andréia de Oliveira,
  • Jonas Pereira de Souza Neto,
  • Raimunda Rosa de Lima,
  • Milton Rodrigues Pereira,
  • Dr. Aguinaldo Pereira de Nadai,
  • Henry Harfuch,
  • Valdir Martinelli,
  • Ana Lucia Laburu,
  • Dr. Edvardes Carmona Gomes,
  • Maria Yolanda de Castelo Branco,
  • Raul Pertuzzatti,
  • Alcindo Ribeiro Vilela,
  • Rondinelio Corrêa de Gouveia,
  • Werner Hugo Dreyer,
  • Jeanete Bittencourt Maia,
  • Adair Martins Torres,
  • Marlene Oliveira Cunha Gregol,
  • Solange Pereira Queiroz Nantes,
  • Odair Serrano de Oliveira,
  • Paulo César de Arruda,
  • Welder Souza Mongelli,
  • Alexandre Alves Herculano,
  • Valdelice Sueli dos Santos,
  • Carolina Bergo Domingues.

Colaborou com Tatyane Gameiro

CINEMA

"Digger", que chega aos cinemas, põe Tom Cruise na disputa pelo Oscar

Astro surge transformado em novo filme de Alejandro González-Iñárritu, uma farsa sobre um bilionário do petróleo que precisa encarar um desastre de grandes proporções causado pela sua empresa

01/10/2026 08h30

Astro americano, famoso por filmes como

Astro americano, famoso por filmes como "Top Gun" e "Missão: Impossível" pode estar perto de ganhar um Oscar Diuvulgação / Warner

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Digger Rockwell, o magnata fictício que empresta seu nome ao novo filme de Alejandro González Iñárritu (Birdman), é uma figura tão excêntrica quanto detestável.

Bilionário dono de uma petroleira que está em sua família há gerações, ele se torna responsável por um desastre ambiental sem precedentes – e se vê na posição de responder à catástrofe, que ameaça ceifar vidas em vários países.

É um papel bem distante daqueles a que o público se acostumou a ver Tom Cruise interpretar, já que nas últimas duas décadas ele priorizou seu lado astro de ação em filmes como “Top Gun: Maverick” e a franquia “Missão: Impossível”.

Em “Digger”, o ator de 64 anos atua sob várias camadas de próteses e maquiagem, assume um sotaque carregado e alterna entre momentos de exagero e contenção, em um dos grandes trabalhos de atuação de sua carreira.

“Eu nunca vi e muito menos tive o privilégio de viver um personagem como este no cinema. Nunca vi um personagem assim”, diz Cruise em conversa com jornalistas, com a presença do Estadão.

“É lindo; é muito rico poder criar um personagem como este”, completa, antes de estender um de muitos agradecimentos a Iñárritu, sentado ao seu lado.

Com estreia hoje nos cinemas, o filme coloca o astro na corrida para o Oscar, apesar da recepção mista da crítica especializada.

Ele tem na estante uma estatueta honorária, recebida em 2025 por conta de suas contribuições à indústria cinematográfica, mas nunca foi premiado pela Academia por suas atuações, embora já tenha sido indicado três vezes.

“Ele é sempre generoso; uma pessoa que trabalha há 46 anos com os maiores diretores e chegava todos os dias com entusiasmo e generosidade”, afirma o cineasta mexicano ao comentar a parceria com Cruise, também produtor do longa.

“Sua força e seu talento são tais que ele é como um pianista ou um violinista à frente de uma orquestra; ele carrega o ritmo e o rigor”, acrescentou, antes de definir o ator como o “santo milagreiro” responsável por um dos momentos cruciais do longa: um monólogo de 10 minutos, cujo teor não será discutido aqui para evitar spoilers.

Astro americano, famoso por filmes como "Top Gun" e "Missão: Impossível" pode estar perto de ganhar um OscarTom Cruise e Riz Ahmed em “Digger”, filme que estreia hoje nos cinemas do Brasil - Foto: Diuvulgação / Warner

“Documentário do futuro”

“Digger” é um daqueles filmes que devem ser vistos com o mínimo de informações possível. Mas não fere esta premissa dizer que ele faz uma sátira afiada da sociedade americana e de suas elites, personificadas tanto em Digger Rockwell como nos dirigentes políticos – em particular, no extravagante presidente Compson, interpretado com maestria por John Goodman.

É com ele que Digger precisa trabalhar para lidar com o desastre iminente: após uma explosão em uma de suas plataformas, localizada na Groenlândia, um grande iceberg se desprende e começa uma trajetória rumo à Europa, com potenciais consequências catastróficas para as quais Digger é alertado pelo dr. Ganesh (Riz Ahmed).

Iñárritu, começou a trabalhar no longa quando filmava “O Regresso” (2015), que renderia a Leonardo DiCaprio seu primeiro Oscar.

Ele interpretava um homem em uma dura jornada durante um inverno rigoroso; em certos momentos das filmagens, porém, a equipe deparou-se com locações sem a neve e o gelo que seriam esperados para aquela época do ano.

“A Terra está com febre e nós vivenciamos isso”, recorda o cineasta, referindo-se às mudanças climáticas.

Ele e a corroteirista Sabina Berman então iniciaram um processo de escrita, para pouco depois se depararem com notícias de que petrolíferas estavam interessadas em explorar possíveis reservas no Ártico, tornadas mais acessíveis com o degelo causado, justamente, pelas mudanças climáticas.

“[Esses empresários] optaram por não ver a realidade, por conta de um único interesse; então vimos a possibilidade de encontrar um personagem que vai de não enxergar a realidade a ter que se deparar com ela”.

Eles só não contavam que o noticiário os alcançasse tão rapidamente. “A realidade começou a nos ultrapassar, por mais que esticássemos a imaginação. Foi muito angustiante, era como se estivéssemos fazendo um documentário do futuro”, diz.

Em uma coincidência que parece ter sido roteirizada, em agosto uma petroleira americana desembarcou equipamentos na Groenlândia sem autorização, provocando mal-estar com autoridades do território, alvo do interesse do presidente americano Donald Trump.

“‘Digger’ tem o tom do mundo em que vivemos; são temas muito sérios, mas que vemos todos os dias com um tom satírico, absurdo; manipulado por pessoas que nos dizem que está tudo bem, mas nós sabemos que não está”, resume Iñárritu.

Para Cruise, a produção não aponta dedos, embora guarde muitas conexões com a vida real. “Ele ergue um espelho diante de nós, para que possamos refletir com um ótimo humor”, diz o astro.

Entusiasta das salas de cinema, ele espera que os espectadores assistam ao filme para formarem suas opiniões. “Quero que o público tenha sua própria experiência, que cada um saia com o seu ponto de vista. Eu amo filmes que nos permitam ter essas conversas juntos”.

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