Correio B

CINEMA

"Digger", que chega aos cinemas, põe Tom Cruise na disputa pelo Oscar

Astro surge transformado em novo filme de Alejandro González-Iñárritu, uma farsa sobre um bilionário do petróleo que precisa encarar um desastre de grandes proporções causado pela sua empresa

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Digger Rockwell, o magnata fictício que empresta seu nome ao novo filme de Alejandro González Iñárritu (Birdman), é uma figura tão excêntrica quanto detestável.

Bilionário dono de uma petroleira que está em sua família há gerações, ele se torna responsável por um desastre ambiental sem precedentes – e se vê na posição de responder à catástrofe, que ameaça ceifar vidas em vários países.

É um papel bem distante daqueles a que o público se acostumou a ver Tom Cruise interpretar, já que nas últimas duas décadas ele priorizou seu lado astro de ação em filmes como “Top Gun: Maverick” e a franquia “Missão: Impossível”.

Em “Digger”, o ator de 64 anos atua sob várias camadas de próteses e maquiagem, assume um sotaque carregado e alterna entre momentos de exagero e contenção, em um dos grandes trabalhos de atuação de sua carreira.

“Eu nunca vi e muito menos tive o privilégio de viver um personagem como este no cinema. Nunca vi um personagem assim”, diz Cruise em conversa com jornalistas, com a presença do Estadão.

“É lindo; é muito rico poder criar um personagem como este”, completa, antes de estender um de muitos agradecimentos a Iñárritu, sentado ao seu lado.

Com estreia hoje nos cinemas, o filme coloca o astro na corrida para o Oscar, apesar da recepção mista da crítica especializada.

Ele tem na estante uma estatueta honorária, recebida em 2025 por conta de suas contribuições à indústria cinematográfica, mas nunca foi premiado pela Academia por suas atuações, embora já tenha sido indicado três vezes.

“Ele é sempre generoso; uma pessoa que trabalha há 46 anos com os maiores diretores e chegava todos os dias com entusiasmo e generosidade”, afirma o cineasta mexicano ao comentar a parceria com Cruise, também produtor do longa.

“Sua força e seu talento são tais que ele é como um pianista ou um violinista à frente de uma orquestra; ele carrega o ritmo e o rigor”, acrescentou, antes de definir o ator como o “santo milagreiro” responsável por um dos momentos cruciais do longa: um monólogo de 10 minutos, cujo teor não será discutido aqui para evitar spoilers.

Correio B   Digger Tom Cruise1Tom Cruise e Riz Ahmed em “Digger”, filme que estreia hoje nos cinemas do Brasil - Foto: Diuvulgação / Warner

“Documentário do futuro”

“Digger” é um daqueles filmes que devem ser vistos com o mínimo de informações possível. Mas não fere esta premissa dizer que ele faz uma sátira afiada da sociedade americana e de suas elites, personificadas tanto em Digger Rockwell como nos dirigentes políticos – em particular, no extravagante presidente Compson, interpretado com maestria por John Goodman.

É com ele que Digger precisa trabalhar para lidar com o desastre iminente: após uma explosão em uma de suas plataformas, localizada na Groenlândia, um grande iceberg se desprende e começa uma trajetória rumo à Europa, com potenciais consequências catastróficas para as quais Digger é alertado pelo dr. Ganesh (Riz Ahmed).

Iñárritu, começou a trabalhar no longa quando filmava “O Regresso” (2015), que renderia a Leonardo DiCaprio seu primeiro Oscar.

Ele interpretava um homem em uma dura jornada durante um inverno rigoroso; em certos momentos das filmagens, porém, a equipe deparou-se com locações sem a neve e o gelo que seriam esperados para aquela época do ano.

“A Terra está com febre e nós vivenciamos isso”, recorda o cineasta, referindo-se às mudanças climáticas.

Ele e a corroteirista Sabina Berman então iniciaram um processo de escrita, para pouco depois se depararem com notícias de que petrolíferas estavam interessadas em explorar possíveis reservas no Ártico, tornadas mais acessíveis com o degelo causado, justamente, pelas mudanças climáticas.

“[Esses empresários] optaram por não ver a realidade, por conta de um único interesse; então vimos a possibilidade de encontrar um personagem que vai de não enxergar a realidade a ter que se deparar com ela”.

Eles só não contavam que o noticiário os alcançasse tão rapidamente. “A realidade começou a nos ultrapassar, por mais que esticássemos a imaginação. Foi muito angustiante, era como se estivéssemos fazendo um documentário do futuro”, diz.

Em uma coincidência que parece ter sido roteirizada, em agosto uma petroleira americana desembarcou equipamentos na Groenlândia sem autorização, provocando mal-estar com autoridades do território, alvo do interesse do presidente americano Donald Trump.

“‘Digger’ tem o tom do mundo em que vivemos; são temas muito sérios, mas que vemos todos os dias com um tom satírico, absurdo; manipulado por pessoas que nos dizem que está tudo bem, mas nós sabemos que não está”, resume Iñárritu.

Para Cruise, a produção não aponta dedos, embora guarde muitas conexões com a vida real. “Ele ergue um espelho diante de nós, para que possamos refletir com um ótimo humor”, diz o astro.

Entusiasta das salas de cinema, ele espera que os espectadores assistam ao filme para formarem suas opiniões. “Quero que o público tenha sua própria experiência, que cada um saia com o seu ponto de vista. Eu amo filmes que nos permitam ter essas conversas juntos”.

diálogo

Dia desses, todo-todo, o ex-governador Reinaldo Azambuja... Leia na coluna de hoje

Confira a coluna Diálogo desta quarta-feira (30)

30/09/2026 00h01

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Carl Sagan - escritor americano

"Saber muito não significa ser inteligente; a inteligência não é só informação, mas também julgamento, a maneira pela qual uma informação é coordenada e utilizada”

Felpuda

Dia desses, todo-todo, o ex-governador Reinaldo Azambuja, que está disputando uma cadeira no Senado para chamar de sua, publicou um vídeo nas redes sociais em que ele sobe numa balança e afirma ter perdido quatro quilos desde o início da campanha eleitoral. Isso, segundo consta, mesmo não recusando uma comidinha ali, um pastelzinho acolá, uma chipa alhures. Ele só não mostrou como estão as solas dos seus sapatos. Mas dá para imaginar, né?!...

Até ela!

Nossa Senhora Aparecida não tem nada a ver com a disputa presidencial, mas acabou sendo envolvida, depois de divulgada uma notícia falsa de que Flávio Bolsonaro “cassaria” seu título de padroeira do Brasil. A notícia foi desmentida pela TV, que reconheceu o erro.

Mais

Só que as redes sociais publicaram a fake news e a disputa foi parar no Judiciário. O TSE mandou as redes suspenderem as postagens. Horas depois, o STF derrubou a decisão, mas o TSE manteve a suspensão. Nada como viver num país sem problemas...

Sandra Salomão, Maria Helena Pimentel e Dra. Mariam Kodjaoglanian
Dilla Oliveira

Ungidos

O eleitor desatento pode não ter percebido que pai e filha estão disputando eleição com as bênçãos do ex-presidente Jair Bolsonaro. O pai é o Tenente Portela, que, na condição de soldado, dirigia o jipe do então tenente Bolsonaro no Exército em Nioaque. Dessa convivência nasceu uma grande amizade, que transferiu para a política. A filha, Ana Portela, saiu do nada para ser eleita vereadora em Campo Grande, com Bolsonaro pedindo voto nas redes sociais.

De sola

O deputado federal Nikolas Ferreira, que busca a reeleição por Minas Gerais, entrou de sola na campanha de Capitão Contar na disputa por uma vaga no Senado. Ele gravou vídeo apelando para o eleitor sul-mato-grossense colocar Contar no Senado para apoiar impeachment de ministros do Supremo Tribunal Federal.

Munição

Durante debate promovido pelo jornal O Estado de S. Paulo entre candidatos ao Senado, Simone Tebet defendeu que a classe política tenha vergonha na cara e passe a “roubar menos”. Na tentativa de fazer parecer que é preciso dar um basta nessa situação, acabou soando mais como redução de danos do que fiscal da moralidade. O candidato Guilherme Derrite não perdeu tempo e disse que político não pode roubar de jeito nenhum, aproveitando para sugerir que ela estaria admitindo algum grau de tolerância com a corrupção. Simone, claro, recuou da afirmação e concordou que nenhum político deve roubar. Mas deu o que falar...

Aniversariantes

  • Djanira (Deja) Estevão Correa,
  • Márcia Raquel Prazeres Miotello Ferrão,
  • Dr. Nélio Stabile,
  • Eliana Izabel Regasso de Souza,
  • Georgete Daude,
  • Aroldo Romero Cândido,
  • Ilda Moreno Sosa Ortiz,
  • Laysa Emy Kamimura,
  • Teresinha Prado de Albuquerque,
  • Irone Alves Ribeiro Barbosa,
  • Jerônimo Fernandes,
  • Eunicio Marçal Rosa,
  • Edison Yoshito Shinohara,
  • Maria Helena Ramos Baseggio,
  • Luiz Roberto da Costa,
  • Elza de Deus Fossatti,
  • Jerônimo Jeferson da Silva,
  • Jorge Tastumi Hada,
  • Edvaldo Zagatto,
  • Alfredo Domingos Torres Filho,
  • Milena Crestani Neto,
  • Paulo Roberto Paraguassu,
  • Maria Tereza Vendas Galhardo,
  • Annelise Kudiess Kumpel,
  • Célia Maciel Ferreira,
  • Carlos Antônio Pettengill Novaes,
  • Antônio Luiz Paulo,
  • Selma Marquesi,
  • Francisca Anizia Rocha de Sousa,
  • Illi Moretti Cirqueira,
  • Dr. José Roberto Oliva,
  • Geni dos Santos,
  • Edson Ruiz Albano,
  • Reginaldo Aparecido Pereira,
  • Hélio Yarzon Silva,
  • Pedro Paulo de Barros Lima,
  • Nair Lagemann Fedrizzi,
  • Ivete Maria da Silva Lopes,
  • Ana Maria Giraldo,
  • Regina Saravy Ferro,
  • Ivanir Ayala Alves,
  • Walter Correa de Barros,
  • Elizabeth Zocante,
  • Francisco Maniçoba,
  • Cleusa Medeiros Cândia,
  • Maria Fernanda Marques Soares,
  • Maria Beatriz Marques Soares,
  • Dr. Edson Bossay Costa,
  • Arnildo Fell,
  • Rosa Malagoli,
  • Nelson Assis de Aguiar,
  • Gustavo Barbosa Coelho,
  • Paulo Nobuo Tanamati,
  • Joceli Murad Abrão,
  • Marcos Luiz da Silva,
  • Dalva de Lima Kusano,
  • Olivio Ribeiro de Paulo,
  • Lealson Serra Bella,
  • Aurea Colenghi Oliveira,
  • Israel Freitas Simões,
  • Dr. Ricardo Leão de Souza Zardo,
  • Osnaldo Ramão Mendonça,
  • Maria Aparecida Zanda,
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  • Rogério Brustoloni Guimarães,
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  • João Carlos Ramirez,
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  • Eduardo de Godoi Pereira,
  • Antônio Pedro da Costa Marques,
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  • Elaine Oliveira Oshiro,
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  • Lúcio André de Almeida,
  • Mário Alves da Silva,
  • Nivaldo Inácio Campos,
  • Onorina de Menezes Fialho.

para crianças

Mostra transforma Campo Grande em cenário de brincadeiras e imaginação

Mostra reúne dança, teatro, circo, contação de histórias e oficinas gratuitas até o dia 9 de outubro; programação deste sábado leva Zumb.boys, palhaça Mixirica e Fulano di Tal ao Horto Florestal e ao Sesc Teatro Prosa

29/09/2026 08h30

"Mané Boneco", do Zumb.boys Gil Douglas

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Por alguns dias, Campo Grande se transforma em quintal, palco e espaço de brincadeira. É a proposta da Mostra Cerrado Abierto – Fazendo Arte com Crianças de Ontem, de Hoje e de Amanhã, que começa nesta sexta-feira e segue até o dia 9 de outubro com uma programação dedicada às diferentes formas de viver a infância.

Em uma edição especial chamada de Cerradinho, a mostra reúne 15 atrações, entre dança, teatro, circo, contação de histórias, oficinas, intervenções e brincadeiras. Participam grupos e artistas de Mato Grosso do Sul, São Paulo e Goiás, em atividades que ocupam escolas e espaços culturais da Capital. A programação é gratuita e voltada a crianças, famílias e públicos de todas as idades.

Muito além de apresentar espetáculos para o público infantil, a proposta desta edição é colocar a própria experiência de brincar no centro das atividades. O corpo, a memória, a imaginação, os objetos, as histórias e o território aparecem como ferramentas para que as crianças não sejam apenas espectadoras, mas possam experimentar diferentes maneiras de estar e criar no mundo.

É nesse sentido que o Cerrado, presente no nome e na identidade da mostra, funciona também como inspiração. O projeto nasceu com o propósito de conhecer e revelar o bioma a partir de Campo Grande e de Mato Grosso do Sul, aproximando artistas, pesquisadores e públicos de diferentes regiões. Nesta edição, a relação com o território passa pela infância e pela ideia de que brincar também pode ser uma maneira de conhecer o lugar onde se vive.

PROGRAMAÇÃO COMPLETA

A programação começa na manhã desta sexta-feira, quando a Cia. Dançurbana leva a oficina-instalação Pés de Vento à Escola Municipal de Ensino Infantil (Emei) Maria de Lourdes Vieira Castoldi. A atividade cria um espaço brincante dentro da escola, aproximando dança e experimentação.

À tarde, na Escola Gappe, o grupo paulista Zumb.boys conduz a oficina Jeito Zumb.boys, seguida pela apresentação de “Mané Boneco”. O trabalho da companhia parte da dança urbana e da relação do corpo com o espaço, explorando possibilidades de movimento e interação.

O primeiro dia de programação aberta ao público acontece neste sábado, com três atividades concentradas no Teatro de Arena do Horto Florestal e no Sesc Teatro Prosa.

Às 15h, o Teatro de Arena recebe o Zumb.boys, com “Mané Boneco”. A intervenção tem como referência o tradicional brinquedo brasileiro mané-gostoso, boneco de madeira com braços e pernas articulados por cordões.

A partir desse brinquedo simples, a companhia constrói uma experiência de dança relacionada à memória afetiva e ao ato de brincar. Os movimentos dos intérpretes estabelecem uma espécie de jogo com o público, criando situações em que as crianças podem reconhecer gestos e brincadeiras e, aos poucos, sentir-se parte da ação.

A escolha do brinquedo como ponto de partida também aproxima diferentes gerações. O mané-gostoso pertence a um repertório de objetos que atravessaram gerações de crianças e, na montagem, é transformado em referência para uma criação contemporânea de dança.

Às 15h30min, a programação continua no Horto com a palhaça Mixirica, interpretada pela artista sul-mato-grossense Kelly Figueiredo. Em formato de cortejo, a personagem convida as crianças a transformar o próprio caminho em brincadeira.

A proposta é de experimentar diferentes maneiras de caminhar, imitar movimentos, dançar e inventar percursos. Em vez de estabelecer uma separação rígida entre palco e plateia, a atividade utiliza o espaço público como lugar de encontro, permitindo que o público participe diretamente da ação.

"Mané Boneco", do Zumb.boys“A Fabulosa História do Guri-Árvore”, do Fulano di Tal - Foto: Vaca Azul

Depois, às 16h, é a vez do Fulano di Tal entrar em cena no Sesc Teatro Prosa com “A Fabulosa História do Guri-Árvore”. Livremente inspirada na obra de Manoel de Barros, a montagem utiliza o teatro de objetos para construir histórias relacionadas ao quintal e ao universo da infância.

A escolha de Manoel de Barros também aproxima a programação de uma referência literária profundamente ligada ao imaginário de Mato Grosso do Sul. Em sua poesia, objetos aparentemente banais, pequenos acontecimentos e elementos da natureza podem adquirir novas dimensões. No espetáculo, essa perspectiva aparece em uma narrativa voltada à imaginação infantil.

Na segunda-feira, a programação segue com dança e circo. Pela manhã, às 9h, a Cia. Dançurbana apresenta “K-zuu” na Emei Maria de Lourdes Vieira Castoldi.

À tarde, o Teatro de Arena do Horto Florestal recebe o Circo do Mato, às 14h, com “O Grandioso Mini Cirquim das Arábias”. A montagem recupera elementos das antigas lonas circenses e combina teatro de repertório com técnicas de picadeiro.

A companhia utiliza referências da cultura árabe para recriar números circenses e recuperar uma ideia de circo ligada ao encantamento, à simplicidade e à relação direta com o público. A apresentação será seguida, às 14h45min, por outro cortejo da palhaça Mixirica.

Às 15h30min, o Circo do Mato volta ao espaço para a oficina Jogos Cênicos e Equilibrismo, em que o universo circense deixa de ser apenas algo a ser assistido e passa a ser experimentado pelos participantes.

Na terça-feira, às 8h, a Cia. Dançurbana conduz novamente “Pés de Vento”, desta vez na Emei Profa. Ayd Camargo Cesar. À tarde, às 15h, o Sesc Teatro Prosa recebe o grupo goiano Ateliê do Gesto, com “Fica Comigo”.

A montagem acompanha um antigo guardador de memórias que passou a vida armazenando suas lembranças nos porões da imaginação. Quando decide reviver momentos importantes, ele conta com a ajuda de três bonecos que ganham vida.

Por meio da dança, a história trabalha a relação entre memória e passagem do tempo. A presença dos bonecos acrescenta outra camada ao espetáculo, transformando objetos em personagens e lembranças em movimento.

“Fica Comigo” será apresentado novamente na quarta-feira (7), às 15h, no Sesc Teatro Prosa. Antes, às 9h, a Cia. Dançurbana apresenta “K-zuu” na Emei Profa. Ayd Camargo Cesar.

Na reta final da mostra, outras manifestações artísticas ampliam a relação entre infância, território e cultura.

Na quinta-feira (8), o grupo sul-mato-grossense Renda que Roda realiza a oficina e mediação Ensaios ou Brincadeiras para Espantar os Monstros, às 8h, na Escola Municipal de Tempo Integral (ETI) Profa. Ana Lucia de Oliveira Batista. Às 10h10in, o grupo apresenta “Kalivôno”.

No período da tarde, o Teatro de Arena do Horto Florestal recebe o grupo paulista Lagartixa na Janela. Às 14h, a companhia conduz a oficina Dançando Juntos e, às 15h30min, apresenta “Com as Coisas”.

Na sexta-feira (9), último dia da mostra, o Renda que Roda leva a oficina Ensaios ou Brincadeiras para Espantar os Monstros e o espetáculo “Kalivôno” à ETI Profª Iracema Maria Vicente.

A programação também abre espaço para conhecimentos e narrativas indígenas. Às 14h, a artista e multiartista indígena Jadi Ribeiro, de Mato Grosso do Sul, conduz a oficina Grafismo Indígena como Linguagem, no Centro Cultural José Octávio Guizzo.

No mesmo espaço, às 15h, a artista e escritora indígena Gleycielli Nonato Guató apresenta a contação de histórias “A Revolução de Cati Guató – Em Busca da Semente da Vida”.

O encerramento acontece às 16h, também no Centro Cultural José Octávio Guizzo, com uma roda de danças populares brasileiras, realizada pelo Renda que Roda.

Todas as apresentações contarão com intérprete de Libras.

>> SERVIÇO

Mostra Cerrado Abierto – Fazendo Arte com Crianças de Ontem, de Hoje e de Amanhã

Data: do dia 2 ao dia 9 de outubro.
Entrada: gratuita.

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