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Adversários dos petistas estão dizendo que alguém precisa avisar Lula... Leia na coluna de hoje

Confira a coluna Diálogo desta segunda-feira (6)

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Aldous Huxley - escritor britânico

"Dá tanto trabalho escrever um livro mau como um bom; ele brota com igual sinceridade da alma do autor”.

Felpuda

Adversários dos petistas estão dizendo que alguém precisa avisar Lula e seus marqueteiros que o pré-candidato à Presidência é Flávio Bolsonaro, e não Jair Bolsonaro. Ironicamente, dizem que mais um pouco a dita figurinha do PT estará até contando carneirinhos vendo o ex-presidente. Para a turma da direita, o povo só observa a estratégia da esquerda em desancar Bolsonaro pai, que governou o País por apenas quatro anos e é tido como responsável pelos quase 18 anos de problemas criados pela esquerda. E olha que o horário gratuito nem começou, hein?!...

Previsão

Na análise de alguns políticos sobre o cenário geral, a disputa pelo governo de MS deverá ficar polarizada entre o governador Eduardo Riedel, pré-candidato da direita e da centro-direita, e Fábio Trad, do PT, da esquerda. Segundo eles, tem mais.

Mais

As pré-candidaturas que mais parecem que foram improvisadas para atender a interesses pessoais, e não de grupo político, tendem a não deslanchar, principalmente porque “andorinha só não faz verão”. E mais: acreditam que a eleição para governador deverá terminar no primeiro turno.

Dra. Elizabeth Shinohara e Sônia NogueiraDra. Elizabeth Shinohara e Sônia Nogueira
André Ramos e Gabriel Monteiro de CastroAndré Ramos e Gabriel Monteiro de Castro

Separada

Por enquanto, a direita em MS tem três pré-candidaturas lançadas para oficialização nas convenções, em julho. Como tudo indica que os partidos sacramentarão os nomes para o embate de outubro, não há como dizer que vão para campanha eleitoral “rachados”. No tabuleiro político estarão direita, direita conservadora e centro-direita, e essa divisão poderá contribuir para que a esquerda consiga forçar o segundo turno, fase que é uma nova eleição, pois ficam apenas dois candidatos.

Falatório

Durante o troca-troca de partidos na janela partidária, muitas foram as especulações, fazendo com que os bastidores ficassem ainda mais agitados. Um dos comentários foi que Rose Modesto, presidente estadual do União Brasil, estaria sendo cogitada para ocupar a vaga de vice na chapa de reeleição do governador Riedel. Mas ela mesma acabou com o diz que me diz, afirmando que em nenhum momento teve qualquer conversa nesse sentido

Consequências

Na federação União Progressista, formada pelo Progressistas e o União Brasil, ocorreram duas mudanças de “última hora”, diante da entrada de Geraldo Resende e, anteriormente, do também deputado federal Dagoberto Nogueira. Duas pré-candidaturas à Câmara dos Deputados, diante do “peso” da chapa que poderia comprometer seus objetivos, tomaram outro rumo. O deputado estadual Roberto Hashioka pulou fora do União Brasil e a ex-secretária Viviane Luiza deixou o PP e foi para o PSDB. Já Jaime Verruck teria mesmo desistido do PP.

Aniversariantes

  • Regina Lourdes Jorge Rangel Torres Rimoli,
  • Paulo Roberto Neves de Souza,
  • Alaene Peres,
  • Renê Miguel Filho,
  • Alicio Cabreira Aristimunho,
  • Dormevil Calazaes de Salles,
  • Luiz Carlos Pais,
  • Edison de Jesus da Cruz,
  • Rosilene de Oliveira Rosa,
  • Mario Rodrigues Zanatta,
  • Maria do Carmo Escobar de Oliveira,
  • Alda Alves de Oliveira Ristow,
  • Pedro Efonsio de Farias,
  • Luiz Hermozil Correa de Lima,
  • José Afonso Wolf,
  • Manuel Amaral de Jesus,
  • Euripedes Pinheiro da Silva Junior,
  • Marcelino Duarte,
  • Dr. Divoncir Schreiner Maran,
  • Dácio Queiroz Silva,
  • Marcelo de Campos Haendchen,
  • Helena Echeverria de Lacerda Costa,
  • Alvaro Francisco Martins Borges,
  • Maria Eugênia Teixeira Machado,
  • Cecilia Peralta Caceres,
  • Sidney Ferreira de Queiroz,
  • Nanci Lopes Gomes,
  • Angela Maria da Silva,
  • Fred Lucarelli Rodrigues,
  • Eliza Nunes Fernandes,
  • Gilmar Damião da Silva,
  • Ilda Garcia,
  • Dr. Aliomar Coelho Pereira,
  • Decio Coldebella,
  • Jaderson dos Santos Gonçalves,
  • Carlos Tiago Bellin,
  • Dr. José Rodrigues de Almeida,
  • Dr. Nereu Fontes,
  • Danielle Zambra,
  • Jaime Yoshinori Oshiro,
  • Herany Lobo Dias Neres de Lima,
  • Ana Caroline Cintra Ramos,
  • Renata Nogueira e Silva,
  • Dr. Danilo Nakao Odashiro,
  • Dra. Itsume Murakami,
  • Amarildo Sanches da Silva,
  • Heitor Romero Marques,
  • Ivana Staval Oliveira,
  • Rubens Izidorio,
  • Inaia Martins Carli,
  • Angela Mascarenhas,
  • Maria Hilda da Silva,
  • Edevaldo Borges de Mendonça,
  • Mariza Rego Mejia Rios,
  • Irene Matto Grosso Pereira,
  • Milma Maria de Oliveira Santos,
  • Edvandro Lameo,
  • Aurildo Piagetti,
  • José Eduardo Duenhas Monreal,
  • Jorge Braga Passos,
  • Marco Aurélio Ferro,
  • José Luiz Aladares.
  • Amauri Penze Neto,
  • Alberto Barbosa de Almeida Júnior,
  • Osmar Bearari,
  • Karina Reis de Andrade,
  • Dr. Marcelo Sakamoto,
  • Sueli Antunes Ribeiro,
  • Severino Ramos Vieira Xavier,
  • Marcelo Eduardo Battaglin Maciel,
  • Erico Rodrigo de Souza Pereira,
  • Arlete Calves,
  • Maria Aparecida dos Santos Garcia,
  • Ticiana Tiveron Tannous,
  • Maria Serra Carvalho,
  • Carlos Eduardo Inácio,
  • José Carlos Kolesk,
  • Wilson Roberto Gonçalves,
  • Sarah Abrão Contar,
  • Geraldo José de Souza,
  • Bruna Silva,
  • Rivalda de Souza Vilela,
  • Celestino Fantin,
  • Luiz Pereira,
  • Gerson Luiz Gass Brandão,
  • Rosângela Maria Santos Pereira,
  • Wilson Ferreira Mendes,
  • Hudson Ferreira de Assis,
  • Milton da Costa Pereira,
  • Caroline Mansour Echeverria,
  • Emmanuel Ormond de Souza,
  • Eneas Garcia Filho,
  • Camilo de Lellis Chagas Junior Zanata,
  • Maria Margarida Cabral Nicácio,
  • Michel Defendi Moses,
  • Orlando Fruguli Moreira,
  • Rita de Cassia Ladislau Ferreira,
  • Marlene Alves Pereira,
  • Ataíde Gonçalves,
  • Dalvelyn Menezes Kalachi,
  • Andréssa Nayara de Matos Rodrigues,
  • Igor Del Campo Fioravante Ferreira,
  • Antonio Pionti,
  • Rames Ally,
  • Adriana Cavalcante de Araújo,
  • Wescley Cavner Espassa,
  • Maria de Lurdes da Silva Santos.

* Colaborou Tatyane Gameiro

Correio B+

Coluna Desatando Nós: O filho não precisa ser feliz o tempo todo

Na tentativa de ver os filhos felizes, muitos pais passam a interpretar tristeza, raiva, medo ou decepção como sinais de que algo está errado.

21/06/2026 18h30

Coluna Desatando Nós: O filho não precisa ser feliz o tempo todo

Coluna Desatando Nós: O filho não precisa ser feliz o tempo todo Foto: Divulgação

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Poucas gerações se preocuparam tanto com a felicidade dos filhos quanto a atual. Queremos protegê-los das frustrações, evitar sofrimentos e oferecer oportunidades que talvez não tenhamos tido. A intenção é legítima. O problema começa quando transformamos a felicidade em uma obrigação permanente.

Na tentativa de ver os filhos felizes, muitos pais passam a interpretar tristeza, raiva, medo ou decepção como sinais de que algo está errado. Correm para resolver conflitos, antecipam soluções e tentam eliminar qualquer desconforto. Mas crescer envolve justamente aprender a lidar com emoções difíceis.

A vida não é composta apenas por momentos agradáveis. Perder um jogo, receber um “não”, enfrentar uma decepção amorosa ou não conseguir alcançar um objetivo fazem parte da experiência humana. Quando impedimos nossos filhos de viver essas situações, também limitamos a oportunidade de desenvolver recursos emocionais para enfrentá-las.

Resiliência não nasce da ausência de dificuldades. Ela se constrói quando a criança atravessa desafios e descobre que é capaz de suportá-los. Isso não significa abandonar ou minimizar o sofrimento. Significa acolher emoções sem precisar eliminá-las imediatamente.

Existe uma diferença importante entre proteger e superproteger. Proteger é oferecer segurança e apoio. Superproteger é impedir que a criança experimente situações compatíveis com sua idade e desenvolva autonomia emocional.

Como pais, nosso papel não é garantir felicidade constante. É ajudar nossos filhos a construir ferramentas para lidar com os altos e baixos da vida. Afinal, saúde emocional não significa estar feliz o tempo todo. Significa reconhecer sentimentos, expressá-los de forma saudável e seguir em frente apesar deles.

Talvez uma das maiores demonstrações de amor seja permanecer ao lado dos filhos quando eles sofrem, sem a necessidade de apagar imediatamente a dor. Porque crescer emocionalmente não depende da ausência de frustração, mas da capacidade de atravessar.

@vanessaabdo7

Coluna Desatando Nós: O filho não precisa ser feliz o tempo todo Dra. Vanessa Abdo - Divulgação

 

Capa da semana - Especial 5 anos Correio B+

Entrevista exclusiva com a atriz, apresentadora e diretora Danni Suzuki

"Eu escolho histórias que me transformem. Quando olho para trás, percebo que muitos dos meus trabalhos compartilham temas como identidade, pertencimento, resiliência e propósito".

21/06/2026 17h00

Entrevista exclusiva com a atriz, apresentadora e diretora Danni Suzuki

Entrevista exclusiva com a atriz, apresentadora e diretora Danni Suzuki Foto: Nanda Araújo

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Multifacetada, Danni Suzuki é atriz, apresentadora, diretora, roteirista e palestrante. Nascida e criada no Brasil, iniciou sua carreira artística através do ballet clássico, atuando em comercias de tv e musicais até sua formação profissional pela EDMO (Escola de dança do Teatro Municipal).

Ampliou seus estudos em direção e atuação na New York Film Academy, em Los Angeles e New York. Sua base acadêmica também inclui um Bacharelado em Desenho Industrial pela PUC-RJ e uma Pós-Graduação em Neurociência pela PUC-RS, onde se tornou professora de Pós Graduação convidada, em 2024.

Entre a arte, a comunicação e o compromisso social, a trajetória de Dani Suzuki é marcada pela versatilidade e pela capacidade de se reinventar constantemente. Conhecida do grande público por seus trabalhos na televisão, a atriz construiu ao longo dos anos uma carreira sólida que ultrapassa os limites da atuação, envolvendo também projetos como apresentadora, diretora, produtora de conteúdo e defensora de importantes causas sociais e humanitárias.

Com uma presença marcante na televisão brasileira, Dani conquistou espaço por seu talento, carisma e autenticidade, características que a transformaram em uma profissional respeitada dentro e fora dos estúdios. Ao longo de sua trajetória, participou de produções de destaque, apresentou programas de diferentes formatos e buscou ampliar sua atuação para áreas que dialogam com educação, cultura, sustentabilidade e desenvolvimento humano.

Filha de pai japonês e mãe brasileira, Dani também se tornou uma referência quando o assunto é representatividade, contribuindo para ampliar debates sobre diversidade e identidade em um país multicultural como o Brasil. Sua história pessoal e profissional reflete a busca constante por propósito, conhecimento e conexão com diferentes realidades, experiências que influenciam diretamente seus projetos e sua visão de mundo.

Além da carreira artística, ela tem se dedicado a iniciativas voltadas para transformação social, viagens de caráter humanitário e ações que promovem impacto positivo em comunidades dentro e fora do país. Essa atuação multifacetada revela uma profissional que entende a comunicação como ferramenta de inspiração, informação e mudança.

Nesta entrevista, Dani Suzuki compartilha reflexões sobre sua carreira, os desafios enfrentados ao longo de sua jornada, os novos projetos que vêm pela frente e as experiências que moldaram sua trajetória. Uma conversa sobre arte, evolução, propósito e a importância de seguir construindo caminhos com sensibilidade, coragem e autenticidade.

Danni celebra com a gente 5 anos de Correio B+, afinal, ela faz parte da nossa história, e em nova entrevista ao Caderno ela fala de seu novo momento com exclusividade.

Entrevista exclusiva com a atriz, apresentadora e diretora Danni SuzukiA atriz Danni Suzuki é a Capa exclusiva de 5 anos de Correio B+ - Foto: Nanda Araújo - Diagramação: Denis Felipe - Por: Flávia Viana

CE - Você está mergulhando agora no universo de “Delegacia de Homicídios”. Como foi construir emocionalmente uma personagem cercada por violência, investigação e pressão psicológica?
DS -
 O que mais me interessou foi justamente a história além do crime. A investigação é apenas a superfície. O que me fascina é assistir o ser humano por trás dela. São profissionais que convivem diariamente com dor, perdas, violência e, ainda assim, precisam ter clareza para tomar decisões.

Construir essa personagem tem sido um exercício de empatia. Porque, no fundo, ela não investiga apenas homicídios. Ela investiga histórias interrompidas, movidas por justiça ou por vingança. E isso inevitavelmente nos faz refletir sobre a fragilidade da vida, algo que nos acompanha mesmo depois que o set termina.

CE - Você acredita que estamos vivendo uma era de hiperconexão, mas de empobrecimento emocional?
DS - 
Em muitos aspectos, sim. Nunca tivemos tanto acesso à informação, mas isso não significa que tenhamos desenvolvido a mesma capacidade de processá-la emocionalmente. A tecnologia ampliou nossa conexão com o mundo, mas não necessariamente conosco mesmos.

O paradoxo é esse: estamos cada vez mais conectados digitalmente e, ao mesmo tempo, enfrentando desafios crescentes relacionados à atenção, pertencimento, propósito e saúde emocional.

Foi justamente essa inquietação que me levou a escrever meu livro "Humanos do Futuro". No meu estudo sobre conexões emocionais, a nossa relação com a tecnologia tem sido fator bem complexo de se analisar. 

CE - Existe um fio invisível conectando todas essas versões da Danni Suzuki?
DS -
 Existe. E ele sempre foi meu interesse pelo comportamento humano e a espiritualidade.  A atuação me permitiu sentir e construir diferentes emoções através dos personagens. A formação em neurociência me ajudou a entender os mecanismos por trás dessas emoções.

As palestras me aproximam das transformações sociais. O ativismo me conecta às realidades humanas mais profundas. No fundo, eu sempre estive investigando a mesma coisa: o que nos torna humanos.

CE - O que o projeto “Passaporte Digital” ensinou sobre medo, esperança e futuro?
DS -
 Me ensinou que independentemente da condição social, cultura, das perdas e reconstrução de vida, todos compartilham desejos muito parecidos: pertencer, ser visto, ter oportunidades e construir uma vida com dignidade. Estar em contato com refugiados e de culturas diferentes amplia muito nosso entendimento pelo outro. 

E todos nós, independente da cultura, estamos hoje entrelaçados pela tecnologia, então, querendo ou não temos que criar um diálogo entre todos nós.  O futuro não será definido apenas pelas ferramentas que criamos, mas pela forma como escolhemos utilizá-las para ampliar dignidade, autonomia e consciência.

CE - A representatividade finalmente deixou de ser discurso e virou transformação?
DS -
Avançamos muito, mas ainda existe um caminho importante pela frente. O que me deixa otimista é perceber que hoje a discussão está mais madura. Não estamos falando apenas de presença, mas de protagonismo, narrativa e oportunidade. A verdadeira transformação acontece quando a diversidade deixa de ser exceção e passa a ser algo natural. E acredito que estamos caminhando nessa direção.

Entrevista exclusiva com a atriz, apresentadora e diretora Danni SuzukiA atriz Danni Suzuki é a Capa exclusiva de 5 anos de Correio B+ - Foto: Nanda Araújo - Diagramação: Denis Felipe - Por: Flávia Viana 

CE - Você escolhe projetos pensando nesse impacto?
DS -
 Eu escolho histórias que me transformem. Quando olho para trás, percebo que muitos dos meus trabalhos compartilham temas como identidade, pertencimento, resiliência e propósito. Mas isso nunca foi uma estratégia racional. Talvez seja apenas reflexo das perguntas que eu mesma estou tentando responder ao longo da vida.

CE - Se pudesse fazer uma pergunta sobre a mente humana que ainda não encontrou resposta, qual seria?
DS -
 Eu perguntaria: Por que algumas pessoas conseguem transformar dor em sabedoria, enquanto outras permanecem aprisionadas pela mesma experiência? A neurociência já explica parte dessa resposta. A psicologia explica outra. A espiritualidade traz mais uma camada. Mas acredito que ainda existe algo profundamente fascinante nessa capacidade humana de transformar sofrimento em consciência.

CE - Você foi capa algumas vezes do B+. Para você também foi especial?
DS -
 Muito. Vivemos em uma época em que tudo é rápido e descartável. Por isso, construir uma relação de confiança ao longo dos anos com um veículo de comunicação tem um valor enorme pra mim.  Sempre fui recebida com muito respeito, profundidade e interesse genuíno pelas diferentes fases da minha trajetória. E isso me enche de amor. 

CE - O que acha de um veículo ultrapassar 70 anos de existência?
DS - 
É admirável. Manter relevância por sete décadas significa atravessar transformações tecnológicas, culturais e comportamentais sem perder a capacidade de dialogar com as pessoas. Em um mundo que valoriza tanto a novidade, chegar aos 70 anos continua sendo uma prova extraordinária de credibilidade, adaptação e propósito.

CE - Deixe uma mensagem de aniversário para o B+.
DS -
 Parabéns pelos mais de 70 anos de história. Que vocês continuem fazendo aquilo que toda comunicação de qualidade deveria fazer: conectar pessoas, ampliar perspectivas e registrar o seu tempo sem perder a sensibilidade humana.

Em uma era dominada por algoritmos, velocidade e excesso de informação, veículos que cultivam memória, contexto e diálogo se tornam ainda mais valiosos.

Que venham muitos outros capítulos dessa história. E que ela continue inspirando as próximas gerações a pensar, sentir e construir um futuro melhor.

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