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Amuletos: confira objetos para atrair sorte e afastar o azar

Amuletos: confira objetos para atrair sorte e afastar o azar

Terra

07/03/2011 - 03h29
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Sorte e azar são duas energias opostas, mas complementares, que acompanham o ser humano desde seu surgimento neste planeta. Dizem que na vida para ter sucesso e prosperidade é preciso ter muita, mas muita sorte. Do contrário, ele teve azar de não conseguir o sucesso e a prosperidade. Mas sorte e azar existem? Na minha vida sim, e são energias muito fortes.

Para mim, sorte é estar ligado ao universo, ter pensamentos positivos ou vibrar positivamente e saber ver, ler e sentir as oportunidades que a vida nos dá e concretizar estas oportunidades. Em resumo, sorte é saber o momento de agir para concretizar.

Já azar é não acreditar que temos oportunidades ou ficar parado sem nada fazer para concretizar. E também reclamar de tudo e acreditar que você não tem sorte em nada. Até aquela pessoa que tem a oportunidade de sonhar com os números da Loto da próxima semana só terá sorte de ganhar se acreditar no sonho e for até a casa lotérica e jogar.

Aquela moça ou moço só terá sorte de se casar com aquele ótimo rapaz ou moça se parar de só ver defeitos nas pessoas com quem se relaciona, pois ela também é cheia de defeitos.

Independente disto, sorte realmente existe e funciona se acreditarmos. A sorte, aliada ao poder do pensamento positivo, é imbatível. Para dar uma força à sorte e não dar mole ao azar, o ser humano criou uma serie de símbolos, objetos, patuás e talismãs, para atrair sorte e afastar o azar, para realizar seus sonhos e metas com sucesso.

Selecionei alguns destes objetos e símbolos de sorte que podem ser usados em qualquer lugar casa, trabalho, na bolsa e etc. Também selecionei alguns símbolos para colocar o azar para correr. Use e boa sorte!

Objetos que trazem sorte

- Elefante: muito usado para atrair riqueza e prosperidade. Alguns carregam na bolsa ou chaveiro. O mais comum é ter em casa ou trabalho, sobre a mesa. Em geral, ficam de costas para a porta de entrada, pois dizem que nesta posição atrai sorte.

- Sol: é um dos símbolos universais de prosperidade, sorte e proteção. Em muitas culturas, o sol simbolizava a vida, as divindades e o ouro. Ter um sol sempre à vista representa ter luz no ambiente.

- Peixes: para os orientais é um símbolo de riqueza e abundÂncia. Podem também significar fertilidade.

- Lua crescente: é uma figura que traz proteção e amor. Pode ser usada em quadros, tecidos, como pingentes e chaveiro.

- Pombo: eterno símbolo da paz. Ter dentro de casa uma estatueta com este pássaro é trazer para família tranquilidade e paz.

- Moedas da sorte: representam riqueza e bens materiais. Atraem bons negócios e prosperidade. É muito comum ter em casa três moedas chinesas presas no meio por um cordão vermelho.

- Buda: a imagem de Buda e símbolo de amor, paz e felicidade. Entre as várias imagens de Buda, existe uma que é conhecida como Buda da Riqueza, aquele que está sempre sorrindo. Este Buda deve ser colocado num pires com moedas ou arroz. Irá atrair sorte, fortuna e alegria.

- Trevo de quatro folhas: um dos símbolos mais antigos para atrair boa fortuna e sorte. Dizem que quem acha um trevo de quatro folhas terá sorte eterna.

- Fita do Senhor do Bonfim: originário da Bahia, a fita do Senhor do Bonfim é usada por todos para atrair sorte. A pessoa deve fazer os pedidos na hora de dar os três nós que são dados quando amarramos a fita pulso. Dizem que ela tem mais força quando a ganhamos.

- Ferradura: muito usado atrás das portas de residências e comércio, para atrair sorte e quebrar as negatividades.

- Sapo da Fortuna: muito usado para atrair riqueza. Coloque o sapo sobre uma mesa e coloque na boca dele uma moeda de R$ 1,00.

Sai azar!


- Figa: é usada para se proteger de olho-gordo e inveja, pois atrapalham muito a nossa sorte. É muito comum tê-la em corrente de pescoço, atrás da porta ou na bolsa.

- Olho grego: usado como talismã de proteção contra o Olho Gordo. Para muitos, pode ser usado para atrair sorte. Colocar na frente da porta, na bolsa ou no chaveiro.

- Ba-Gua: instrumento do Feng Shui usado para repelir as más energias e o azar dos ambientes. Colocar na porta de entrada pelo lado de fora.

- Espelho na porta: pôr um espelho pequeno na porta pelo lado de fora irá afastar o azar da casa e moradores.

- Olho de cabra: são sementes de uma arvore, usadas para afastar inveja e atrair sorte.

- Estrela de Davi: é uma estrela de seis pontas que, quando usada, seja junto ao corpo ou em ambientes, atrai proteção e afasta o azar.

- Santos e Anjos: afasta qualquer energia negativa e azar da casa e da pessoa. Use ao lado da porta, bolsa e carteira.

É claro que existem muitos outros símbolos de sorte e para afastar o azar. Use aqueles que você realmente acredita que irá ajudá-lo.

balanço

Festival de Inverno de Bonito atraiu 100 mil pessoas e ocupou 98% dos hotéis

Apenas na noite de sábado (29), no show de Seu Jorge, o festival atraiu 25 mil pessoas

01/09/2026 10h45

Show lotado no fim de semana de FIB

Show lotado no fim de semana de FIB Foto: Reprodução Instagram @festivaldeinvernodebonito

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25° Edição do Festival de Inverno de Bonito (FIB) foi histórica, de acordo com a Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul (FCMS).

Estimativa realizada pela FCMS aponta que o evento movimentou 100 mil pessoas e elevou a ocupação da rede hoteleira em 98%, entre os dias 26 e 30 de agosto de 2026, em Bonito (MS).

Apenas na noite de sábado (29), no show de Seu Jorge, o festival atraiu 25 mil pessoas.

A reportagem do Correio do Estado solicitou a movimentação financeira gerada no evento, mas a FCMS afirmou que ainda não possui este valor.

Ao todo, foram cinco dias (quarta, quinta, sexta-feira, sábado e domingo) consecutivos de música, shows, cultura, literatura, oficinas, dança, teatro, cinema, artes visuais, pintura, moda, circo, turismo, natureza, artesanato e gastronomia.

As atrações nacionais do evento foram Ferrugem (27 de agosto), Léo Foguete (28 de agosto), Seu Jorge (29 de agosto) e Humberto e Ronaldo (30 de agosto), além de outros shows regionais.

Havia três palcos (Lua, Palco Sol e Palco Sesc Estrela) em diferentes pontos da cidade e várias atrações culturais e musicais em diversas localidades do município.

De acordo com a Fundação de Cultura, o investimento foi de R$ 6,5 milhões. A realização é do Governo de Mato Grosso do Sul, em parceria com a Prefeitura Municipal de Bonito.

O evento estimula a economia, aquece o comércio, gera empregos, lota hotéis e movimenta restaurantes, bares, atrativos turísticos, lojas e serviços.

O FIB consolida agosto como um mês de alta temporada no município, estendendo o bom desempenho do mês de julho.

Em 2025, a 24ª edição do FIB movimentou R$ 23 milhões e atraiu 20 mil pessoas.

crônica

O Sumidouro

01/09/2026 10h45

Arquivo

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Ultimamente, minha casa tornou-se um sumidouro. O escritor Fernando Sabino, que também falava sobre as coisas que costumavam sumir do seu apartamento, usava a expressão “buraco negro” (politicamente incorreta hoje, talvez?) para se referir ao lugar para onde todas as coisas iriam. Não sei a cor do buraco onde as minhas vão parar, mas tenho certeza de que elas vão para algum lugar.

Agora mesmo, enquanto digito esta crônica, trago no rosto um par de óculos manco, faltando uma haste. É o quinto que perco este ano. São Longuinho, o santo protetor dos objetos perdidos, já deve estar cansado das minhas invocações. Depois de clamar pelo santo até a exaustão, passo a revirar os lugares mais improváveis da casa. Aliás, óculos deveriam ser fabricados com dispositivo antifurto ou localizador; afinal, como alguém que não enxerga bem pode procurar — e achar — o objeto perdido?

Sem sucesso, começo a tatear pelos cantos: embaixo de poltronas, da cama, no piso do banheiro e até na área de serviço. Nada. Tenho certeza absoluta de que não saí de casa com ele no dia anterior. Então, onde se escondeu o danado? E por quê? Por que me deixar nesta aflição, tendo que trabalhar com um modelo perneta?

Carrego sempre três tipos de óculos: um para perto, outro para longe e um de sol. Os dois primeiros são campeões de sumiço. Talvez porque as lentes sejam transparentes, vai saber. Nesta semana, entrei em desespero diante do desaparecimento de um novinho, recém-saído da minha ótica favorita. Procurei em casa, liguei para o restaurante, telefonei para a amiga em cujo carro peguei carona... Nada. Quando eu já tinha desistido, lá estava o fujão: bem embaixo do tapete da sala.

Além dos óculos, também desaparecem outros objetos cotidianos: brincos, anéis, livros, mouse de computador, luvas e as famigeradas tampas de potes plásticos. Não, não há nenhum larápio de plantão à espreita. O que existe é uma espécie de portal misterioso, talvez para outra dimensão, que engole os meus pertences. É aflitivo, para dizer o mínimo.

Palpiteiro e insensível disse que é falta de organização. Que basta colocar cada coisa sempre no mesmo lugar para não perder nada. Eu sei, a teoria é linda. O problema é prático: como manter a ordem se, para encontrar o lugar das coisas, eu preciso primeiro encontrar os óculos que me fazem enxergar? É um enigma sem solução.

Enquanto o mistério não se resolve, sigo a vida. Por enquanto equilibrando o manco de uma haste, mas sem perder de vista o próximo sumiço.

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