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Comportamento

Animais de estimação afetam relações dentro da família

Animais de estimação afetam relações dentro da família

New York Times

21/03/2011 - 06h00
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Primeiro, ele destruiu seus brinquedos. Depois foram os móveis, as roupas, os livros escolares – e, no final, a uma unidade familiar. James, um adorável vira-lata cor de chocolate, se transformou em garoto-problema em uma questão de semanas. “O xis da questão foi que minha mãe e minha irmã achavam que ele era esperto demais para ser tratado como um cachorro; elas pensavam que ele era uma pessoa e assim deveria ser tratado – e mimado”, disse Danielle, residente da Flórida que pediu que seu sobrenome não fosse revelado para evitar mais disputas familiares por causa do animal. “Passados 10 anos, o cachorro até hoje é uma fonte de discórdia e raiva”, ela complementou.

Há tempos psicólogos confirmaram o que a maioria dos donos de animais de estimação sente na própria pele: que, para algumas pessoas, os vínculos com os animais são tão fortes quanto os desenvolvidos com outros humanos. E, certamente, também menos complicados: a devoção de um cão por seu dono é livre de qualquer ironia, o ronronar de um gato não tem qualquer artifício (isso para não dizer desaprovação).

Entretanto, a natureza do relacionamento entre o homem e o animal apresenta inúmeras variações, e somente agora os cientistas estão começando a caracterizar tais diferenças e seus impactos sobre a família. Afinal, os animais domésticos não mudam somente a rotina familiar, mas também sua hierarquia, seu ritmo social e sua rede de relacionamentos.

Animal de companhia


Diversas novas linhas de pesquisa ajudam a explicar porque este efeito geral pode ser tão reconfortante para algumas famílias e uma fonte de tensões para outras. E as respostas têm muito pouca ligação com os animaizinhos.

“Primeiramente, o termo ‘animal doméstico’ não captura por completo o que estes seres representam para uma família”, disse Froma Walsh, psicóloga da Universidade de Chicago e co-diretora do Chicago Center for Family Health. Ela diz que o termo que prevalece entre os pesquisadores é “animal de companhia”, que é mais próximo do papel de filho que eles geralmente desempenham. “E da mesma forma que as crianças são recebidas no sistema familiar como pacificadoras, como mediadoras ou como fontes de discórdia, o mesmo acontece com estes animais”.

As pessoas estabelecem estes papéis em parte com base nas sensações e lembranças associadas a seu primeiro animal de estimação, dizem os psicólogos – ecoando o conceito freudiano de transferência, no qual os primeiros relacionamentos criam um molde para os posteriores. Em muitas famílias, isso significa que o cãozinho é o pacificador universal, o pilar das afeições compartilhadas.

Em uma enquete familiar revisada por Walsh em um artigo recente, uma mãe disse que a melhor forma de por fim a uma discussão entre irmãos era gritando: “Parem de brigar, vocês estão irritando o Barkley!”. A mãe afirmou que aquele argumento era muito mais eficaz do que dizer: “Pare de bater em seu irmãozinho” (Barkley não comentou o assunto).

Eles sentem a expectativa


Os animais geralmente sentem estas expectativas e agem de acordo com elas. Em um vídeo que mostra outra discussão familiar mencionada no artigo, um gato pula para o colo de uma mulher quando pressente uma discussão iminente entre ela e o marido. “E podemos ver que isso acaba funcionando, reduzindo a tensão entre eles”, comentou Walsh.

“Ela é minha primeira filha”, disse Adrienne Woods, violoncelista de Los Angeles, referindo-se a Bella, o filhotinho de husky siberiano que ela e o noivo acabaram de adotar. “O lado positivo (de ter um animal) é a sensação de paz interior. Eu me sinto como uma avó. É como ter um companheiro por quem você esperava há 30 anos”.

Sim, os animais de estimação também podem aumentar as tensões, e alguns casais acabam descobrindo isso do jeito mais difícil. O programa de TV “It’s Me or the Dog”, exibido no canal americano Animal Planet, aborda histórias deste tipo. E Cesar Millan, especialista em comportamento animal, tornou-se uma celebridade ao ajudar as pessoas a retomar o controle sobre seus indomáveis cachorros, trazendo a ordem de volta ao lar com linhas duvidosas de autoridade.

Muitas vezes, talvez, os animais domésticos se transformem em pressão psicológica não por falta de limites, mas porque os membros da família têm visões divergentes sobre o que um animal de estimação deveria ser. E tais visões são talhadas pela herança cultural, e isso acontece com muito mais freqüência do que percebemos.
 

"Filhinho"


Em um estudo sobre a relação entre animais de estimação e seus donos, a socióloga Elizabeth Terrien, da Universidade de Chicago, realizou 90 entrevistas detalhadas com famílias de Los Angeles - incluindo a família Woods. Uma tendência pôde ser claramente observada: pessoas de origem rural costumam considerar seus cachorros como guardiões, que devem ser mantidos fora de casa, enquanto que os casais de classe média tipicamente tratam seus cães como crianças, geralmente permitindo que eles durmam no quarto principal ou em uma cama especial.

Quando pedidos para descrever seus animais de estimação sem usar a palavra “cachorro”, pessoas de bairros mais afluentes surgiram com palavras como “filhinho, companheiro, amiguinho, irmão ou parceiro de crime”, disse Terrien. Em bairros com maior número de imigrantes latinos, os proprietários foram mais propensos a se referir aos animais como “protetor” ou mesmo como “brinquedo das crianças”. Ela conta: “Nesses bairros, às vezes vemos crianças dando puxões no cachorro com a guia, ou mesmo empurrando os animais de brincadeira - tipos de comportamento que seriam considerados abusivos por alguns donos de cachorros de classe média”.

Casados e separados


Tais diferenças costumam surgir somente depois da família adotar um animal e elas podem exacerbar os tipos de discórdia mais comuns em relação aos cuidados com o animal - como quanto gastar em consultas veterinárias, com que frequência levar o cachorro para passear e como o animal deve interagir com as crianças menores. Não é difícil encontrar o efeito adverso destes conflitos: quase todo mundo conhece um casal que já brigou por causa dos animais de estimação, chegando mesmo ao divórcio, porque o cocker spaniel da mulher deu uma mordidinha no rottweiler do marido.

E são inúmeros os solteiros “casados” com algum cãozinho ou cadelinha peluda – banindo qualquer pretendente que não se apaixone, e rápido, pelo animalzinho. A razão que leva a tais sentimentos tão profundos é que eles se tratam de ideologias, assim como de tendências culturais e psicológicas.

No verão de 2007, o sociólogo David Blouin, da Universidade de Indiana, realizou entrevistas extensas com 35 donos de cachorros daquele estado americano, escolhidos para representar uma mistura diversificada de cidades, países e moradores do subúrbio. Através da pesquisa, ele constatou que as pessoas podem ser divididas em três categorias de crenças em relação aos animais de estimação.

Os “controladores” enxergam os animais de estimação como um apêndice da família, um ajudante útil inferior aos humanos que, apesar de amado, é substituível. Muitas pessoas de áreas rurais – como os imigrantes entrevistados por Terrien – se encaixam nesta categoria.

Os “humanistas” são os donos que estimam seus animais domésticos como um filho preferido ou um companheiro especial, mimando o animalzinho, deixando que ele durma na cama e lamentando por sua morte como se fosse a de um filho. Este grupo inclui as pessoas que preparam refeições especiais para o animal, levam o mesmo para a aula de ginástica, para a terapia – ou que os incluem no testamento.

O terceiro grupo, dos “protecionistas”, batalha pela defesa do animal. Estes donos têm opiniões muito fortes sobre o bem estar dos animais, mas suas opiniões sobre como um animal de estimação deve ser tratado – se deve ou não dormir dentro de casa ou quando deve ser sacrificado – variam de acordo com o que acreditam ser “o melhor” para o animal. Este grupo inclui as pessoas que resgatam um cachorro preso a uma árvore do lado de fora de uma loja, geralmente devolvendo o mesmo ao dono com um discurso sobre como cuidar de um animal.

“Estas são ideologias, por isso os protecionistas são muito críticos em relação aos humanistas, que por sua vez são muito críticos em relação aos controladores, e assim por diante. Podemos ver como isto gera problemas se os membros de uma família têm tendências diferentes. Qualquer decisão sobre o cachorro, por menor que seja, deve ser pesada”, disse Blouin.

Inclusive quanto ao fim da vida do animal: é possível que casais discordem não somente sobre o momento em que um animal precise ser sacrificado, mas que também tenham reações emocionais completamente diferentes em relação à perda. “Para o dono que trata seu animal como um filho, aquela perda representa a perda de um filho – e é claro que supostamente os filhos não deveriam morrer antes de seus pais”, disse Terrien. É uma crise do fim da vida, que geralmente dá início a um longo período de tristeza. Enquanto que para o parceiro que enxerga o animal de forma diferente, a morte pode representar um alívio.

Nada disso justifica que um animalzinho engenhoso – usando a poderosa combinação de fofura, olhares sofridos e episódios em que fica preso dentro de caixas ou come giz de cera – não possa unir crenças tão antagônicas. Mas, terapeutas familiares dizem que, geralmente, estes diplomatas de quatro patas precisam de uma mãozinha dos animais de duas pernas para terem algum êxito.

Terrien conclui: “Ou as pessoas se dão conta disso e tentam lidar com as diferenças, ou acabam abrindo mão do animal – o que acontece com muito mais frequência do que imaginamos”.

SAÚDE

Nutricionista explica os mecanismos de ação dos componentes do energético e os riscos do consumo

Nutricionista explica os mecanismos de ação dos componentes do energético, os riscos do consumo excessivo e revela estratégias para manter a energia de forma saudável

23/02/2026 10h00

Com ampla variedade de marcas e sabores, bebidas energéticas se consolidaram no mercado, principalmente entre o público mais jovem

Com ampla variedade de marcas e sabores, bebidas energéticas se consolidaram no mercado, principalmente entre o público mais jovem Alienfood

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Seja para enfrentar uma noite de estudos, aguentar o ritmo intenso do trabalho ou potencializar a diversão noturna, os energéticos conquistaram espaço cativo na rotina dos brasileiros.

Mas afinal, o que acontece dentro do nosso organismo quando consumimos essas bebidas? Os efeitos são apenas benéficos ou existem riscos escondidos atrás da promessa de disposição instantânea?

Para responder a essas e outras perguntas, o Correio B conversou com a nutricionista Camila Vargas, que detalhou os mecanismos de ação dos principais componentes dos energéticos e traçou um panorama completo sobre os impactos dessas substâncias na saúde.

COMPOSIÇÃO

A estrela principal dos energéticos é a cafeína, e seu mecanismo de ação é fascinante. “A cafeína atua como um estimulante do sistema nervoso central, bloqueando a ação da adenosina, uma substância que induz o relaxamento e o sono”, explica Camila.

Ao impedir que o cérebro receba o “sinal de cansaço”, a substância faz com que o organismo se mantenha mais desperto.

Além disso, a cafeína estimula a liberação de neurotransmissores como dopamina e noradrenalina, responsáveis pela sensação de prazer, aumento da disposição, foco e atenção. “Isso melhora a concentração, o tempo de reação e a sensação de energia”, completa a nutricionista.

A taurina por sua vez, diferentemente do que muitos pensam, não é uma substância estimulante. “É um aminoácido que exerce funções regulatórias e protetoras no organismo”, esclarece Camila. Seu papel principal envolve o equilíbrio das células, a função muscular e a saúde do sistema nervoso.

Quando combinada com a cafeína, a dupla atua de forma complementar: enquanto a cafeína estimula, a taurina ajuda a equilibrar essa estimulação, contribuindo para a estabilidade do sistema nervoso e da função muscular. “Na prática, a combinação pode gerar mais foco, atenção e disposição”, afirma a nutricionista.

FAZ MAL?

A resposta, como quase tudo na nutrição, depende do contexto. “Energético não é vilão, mas não deve ser usado em excesso nem diariamente”, pontua a nutricionista. “Ele funciona como um estímulo pontual, não como fonte real de energia ou substituto do sono e da alimentação”, completa.

Em pessoas saudáveis e sem excessos, o consumo moderado não costuma prejudicar. O problema surge quando o uso é desproporcional ou em grupos específicos: pessoas que sofrem de ansiedade, problemas de pressão arterial, insônia, gestantes e adolescentes.

Os efeitos agudos do consumo incluem aumento temporário da frequência cardíaca, elevação discreta da pressão arterial e, em pessoas mais sensíveis, sensação de palpitações. Já os efeitos crônicos – associados ao uso frequente ou excessivo – podem incluir manutenção da pressão mais elevada em pessoas predispostas, maior risco de ansiedade, insônia e sobrecarga cardiovascular.

“O energético pode agravar problemas cardíacos já existentes”, alerta Camila, destacando que mesmo pessoas saudáveis devem estar atentas à quantidade consumida.

A nutricionista também destaca o ciclo vicioso desencadeado pela bebida. “Pode ser útil pontualmente, mas o uso frequente cria um ciclo de estimulação excessiva, piora do sono e necessidade de doses cada vez maiores para sentir o mesmo efeito”, afirma.

Grupos de risco para o consumo de energéticos incluem: crianças e adolescentes porque têm sistema nervoso ainda em desenvolvimento e maior risco de ansiedade, agitação, insônia e alterações cardíacas; gestantes, que devem evitar, porque a cafeína atravessa a placenta e o feto não metaboliza bem a substância; e idosos, porque metabolizam a cafeína mais lentamente, têm maior chance de palpitações, aumento da pressão, tremores e insônia, além de possíveis interações com medicamentos de uso contínuo.

COMBINAÇÕES

Um dos alertas mais importantes feitos por Camila Vargas diz respeito à mistura de energético com bebida alcoólica.

“O energético não anula os efeitos do álcool, apenas mascara os sinais de embriaguez”, afirma. Isso leva a comportamentos mais arriscados e maior impacto à saúde, com riscos elevados de arritmias, taquicardia, desidratação e sobrecarga do coração.

Enquanto o álcool é depressor do sistema nervoso, causando sonolência e diminuição dos reflexos, o energético estimula e reduz a sensação de cansaço e embriaguez. “A pessoa se sente mais desperta, mas continua alcoolizada”, resume.

Além do álcool, o energético não deve ser misturado com café, pré-treinos, termogênicos ou guaraná em cápsulas, pois aumentam muito a dose total de cafeína. “Para adultos saudáveis, a referência segura é de até 200 mg de cafeína por dose, considerando todas as fontes consumidas no dia”, detalha Camila.

Medicamentos estimulantes (usados para TDAH ou emagrecimento), descongestionantes nasais e antigripais, e drogas ilícitas estimulantes como cocaína e anfetaminas também representam risco elevado de arritmias e eventos cardíacos graves quando combinados com energéticos.

OUTROS ESTIMULANTES

Na comparação entre energético e café, a nutricionista explica que ambos estimulam, mas o energético tende a gerar efeito mais intenso e mais riscos, principalmente se consumido rápido ou em grandes quantidades. “O café, em geral, é mais previsível e seguro quando consumido com moderação”, compara Camila.

No contraste do energético com o pré-treino existe diferença prática ainda mais significativa. Enquanto o energético comum foca apenas em estimular e não é formulado especificamente para performance física, o suplemento pré-treino tem fórmula pensada para o exercício, podendo conter beta-alanina, citrulina, creatina e outros componentes que melhoram foco, resistência e desempenho. “Não recomendo substituir pré-treino por energético”, afirma a nutricionista.

DÁ ENERGIA?

Quem já experimentou energéticos provavelmente conhece a sensação de cansaço extremo que pode surgir após o efeito passar. Isso acontece porque a cafeína apenas “mascara” o cansaço ao bloquear os sinais de fadiga.

“Quando o efeito diminui, esses sinais voltam de uma vez, podendo causar sensação de exaustão”, explica Camila.

“Energia verdadeira vem de sono, alimentação equilibrada, hidratação e rotina organizada”, resume a nutricionista. “Estimulantes podem ajudar pontualmente, mas o corpo funciona melhor quando não precisa ser forçado a ‘ligar no modo emergência’ todos os dias”, esclarece.

Para quem busca combater o cansaço sem depender de estimulantes artificiais, Camila Vargas recomenda:

> Refeições regulares para evitar quedas bruscas de glicose;
Combinação de carboidrato + proteína + gordura boa em cada refeição;
Alimentos ricos em ferro, magnésio e vitaminas do complexo B (verduras verde-escuras, leguminosas, ovos, carnes, oleaginosas);
Hidratação adequada.

Alimentos que oferecem energia mais estável incluem frutas com oleaginosas (como banana com castanhas), iogurte natural com frutas, aveia, ovos, arroz e feijão. Chás como chá-verde, chá-branco, de gengibre, hortelã ou alecrim podem estimular com mais suavidade.

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Felpuda

O ex-governador Reinaldo Azambuja, que comanda o PL em MS, e Valdemar...Leia na coluna de hoje

Leia a coluna desta segunda-feira (23)

23/02/2026 00h03

Diálogo

Diálogo Foto: Arquivo / Correio do Estado

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Rui Barbosa - escritor brasileiro

"A injustiça, por ínfima que seja a criatura vitimada, revolta-me, transmuda-me, incendeia-me, roubando-me a tranquilidade e a estima pela vida”.

 

FELPUDA

O ex-governador Reinaldo Azambuja, que comanda o PL em MS, e Valdemar Costa Neto, presidente nacional do partido, estão “tricotando” faz algum tempo. Pode-se dizer, inclusive, que há nomes definidos para “vestir as peças produzidas” de deputados estaduais e federais. Para o Senado, as mãos da dupla estariam a mil por hora para confeccionar uma linda vestimenta para alguém cujo nome está trancado a sete chaves por uma questão de estratégia. Enquanto os dois continuam tranquilos no atelier da política, não falta quem tente participar das decisões, mas venha batendo com a cara na porta.

Diálogo

Inversão

Na Câmara tramita projeto de lei que dispensa a realização de audiência de custódia quando a prisão ocorrer em flagrante pelo crime de maus-tratos a animais. O texto altera o Código de Processo Penal para permitir que o juiz decida sobre manter a prisão somente com base nos autos.

Mais

Interessante é que não há nenhuma movimentação neste sentido para que a tal audiência de custódia não seja realizada quando há casos de crimes diversos e que em várias ocasiões os autores são liberados sem mais nem por quê...

DiálogoDra. Izabella Assis Trad

 

Diálogo
Ivone Masruha e Rumilda Siqueira

Novo Sonho

Comentários em gabinetes mais estrelados dão conta que o deputado federal Marcos Pollon agora estaria articulando para ser indicado como candidato a vice-governador na chapa de reeleição de Eduardo Riedel. Ele vinha brigando para ser candidato a governador pelo PL, depois começou a falar de suas pretensões de ser pré-candidato ao Senado e atualmente teria mudado de ideia. Em tempo: seu partido integra grupo que está “fechado”, inclusive em Brasília, em apoio a Riedel.

Mais um

Quem também estaria interessado na vaga de vice-governador seria o deputado estadual Renato Câmara, do MDB, segundo as conversas de bastidores. O parlamentar já foi prefeito de Ivinhema e tem base política na região da Grande Dourados. A bancada do seu partido na Assembleia é formada, além dele, por mais dois integrantes. Dizem que, pelas circunstâncias das eleições de outubro, terá que rever seus conceitos, inclusive, caso queira se reeleger. Afinal, como disse um emedebista:“Farinha pouca, meu pirão primeiro”.

Patrimônio

Projeto que declara a Escola Bíblica Dominical como patrimônio cultural e imaterial de MS tramita no Legislativo estadual. Segundo a justificativa de proposta, isso acontece em razão de sua relevância histórica, religiosa, educacional e social na formação moral, espiritual e cidadã da população sul-mato-grossense. A iniciativa é do deputado Lidio Lopes.

Aniversariantes

Vilma Gonçalves Braga,
Ulysses Azuil de Almeida Serra Neto (Noninho),
Kerica Almeida,
Dr. Bruno Martins Tokuda,
Cerize Mendes,
Washington Sanches,
Sandra Regina Zequini Batista,
Lucienne Reis D’Avila,
Amélia Jara Dias Gardin,
Antônio Sidinei Simei,
Marcia Miranda Gaspar,
Rodrigo Sakamoto,
Valdeci da Silva,
Yolanda Cecilia da Costa,
Maria Carolina Barbosa,
Reinaldo Almeida,
Jurandir Capurro,
Etevaldo Pereira da Cruz,
Zinzei Myashiro,
Maria Terezinha Gregorini Gonçalves,
Marcos Luiz Rivarola (Marco Viola),
Ana Luiza d’ Ávila Stuhrk Miglioli,
Ana Rafaela Rebelato,
Marcos Tadeu Enciso Puga,
Dr. Raphael Perez Scapulatempo,
Juliana Maksoud Gonçalves Mahana,
Daniella Garcia Rodrigues,
Durvalina dos Santos Pantoja,
Elenice Vilela Paraguassu,
Zoraia Cunha,
Jonas Garcia da Silva Junior,
Bruna Ferreira Rodrigues Duarte,
Michelle de Souza Mikuri,
Carolina Valiente Maximovitch,
Ariadne de Fátima Cantú da Silva,
Jusselen Aquino Rebouças,
Iza Puga de Moraes,
João Garcia Carvalho Filho,
Dra. Walesca Assis de Souza,
Cibele de Toledo Câmara Neder,
Jonas Alves Corrêa Neto,
Adauto Comeschi,
Tatiana Pires Zalla Blanco,
Dr. Paulo Tadeu Haendchen,
Sônia Fontoura da Silva D’Avila,
Hugo Cleon de Melo Coutinho Junior,
Marianne Brandão Vilela,
Lázaro da Costa Neto,
Susane Faria Pael,
José Haroldo Fernandes de Lima,
Vitória Régia de Carvalho,
Fábio Alexandre de Almeida,
Nivia Manvailer Dias,
Armando da Costa Pinto,
Sérgio Nunes da Matta,
Laura Raquel Rios Ribeiro,
Diorandes de Freitas Almeida,
Dante Santullo Júnior,
Fatmato Ezzahra Schabib Hany,
Júlio Cesar Bezerra Chaves,
Roberto Carlos de Oliveira,
Fernanda Choueiri,
Marco Aurélio de David,
Jamil Dequech,
Flavio Gomes Costa Lima,
Ana Virgínia da Motta Rottili,
Maria Teresa Patussi Skrobot,
Eduardo Arruda de Souza,
Jorge Francisco de Sousa,
Vânia Abreu de Mello,
Anete Braga,
Francisco Andrade Neto,
Alcebíades da Costa Silva,
Fernando Fernandes,
Gustavo Moreno de Medeiros Miranda e Figueiró,
Cid Camargo do Nascimento,
Rodrigo Abid Salomão,
Lisane Mendes e Silva Knauf,
Nair Veiga,
Caroline Damiani Schutz,
Vera Lúcia Marta Pereira de Oliveira Braga,
Izaias Francisco Silva,
Luzinete Barbosa da Silva,
Edson Pereira Siqueira,
Leide Juliana Agostinho Martins,
Nelson da Costa Araújo Filho,
Joelma Dibo Victoriano,
João Leopoldo Samways Filho,
Raimundo Nonato Rodrigues dos Santos,
Paulo Henrique da Silva,
Patricia Souza de Paiva,
Tatianny Benites Menezes Ribeiro,
Lucivaldo Rodrigues da Costa,
Mariza Fátima dos Santos,
Cassiano Garcia Rodrigues,
Matusan Assunção Chaves,
Waldilon Almeida Pires Martins,
José Carlos de Albuquerque,
Paulo Roberto Pacheco Reis,
Jair Martins,
Maria Rita Pereira Oliveira,
Carolina Fernandes Lopes,
Eliane Alves Limeira,
João Chaves Ribeiro,
Mário Sérgio Lima.

Colaborou Tatyane Gameiro

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