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Culinária

Aprenda sobre as diferenças de cada chocolate e confira opções de receitas saudáveis para a Páscoa

Aprenda sobre as diferenças de cada chocolate e saiba como aproveitar de forma equilibrada e ainda apostar em receitas saudáveis

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A chegada da Páscoa costuma trazer à tona um velho dilema: afinal, dá para comer chocolate sem prejudicar a saúde? Entre ovos recheados, barras e sobremesas, o doce ganha protagonismo e, muitas vezes, também a culpa.

Mas, segundo a nutricionista funcional e integrativa Luanna Caramalac Munaro, o chocolate não precisa ser encarado como vilão.

A chave está no equilíbrio, na qualidade do produto e na forma como ele é inserido na rotina alimentar. Em entrevista, a especialista explica que é possível, sim, aproveitar a data de forma consciente e até extrair benefícios do alimento, quando bem escolhido.

Ao contrário do que muitos pensam, o chocolate não é automaticamente prejudicial. De acordo com Luanna, ele pode fazer parte de uma alimentação equilibrada, inclusive durante a Páscoa.

O problema não está exatamente no chocolate em si, mas no excesso e na baixa qualidade de muitas opções disponíveis no mercado.

“O ponto principal é a quantidade e a qualidade”, destaca a nutricionista. Chocolates com maior teor de cacau – especialmente acima de 70% – apresentam compostos bioativos importantes para o organismo.

Enquanto versões com muito açúcar e gordura tendem a perder valor nutricional e podem trazer impactos negativos quando consumidas em excesso.

Isso significa que não é necessário excluir o chocolate da rotina, mas sim aprender a consumi-lo com consciência.

CACAU COMO ALIADO

O grande diferencial do chocolate está no cacau, seu principal ingrediente. É nele que se concentram os compostos mais benéficos à saúde. Entre eles, estão os flavonoides, conhecidos por sua ação antioxidante, que ajudam a combater os radicais livres e contribuem para a saúde cardiovascular.

Além disso, o chocolate amargo contém minerais importantes, como magnésio, ferro e potássio. Esses nutrientes participam de funções essenciais do organismo, como a produção de energia, o funcionamento muscular e o equilíbrio do sistema nervoso.

No entanto, é importante destacar: quanto menor o teor de cacau e maior a quantidade de açúcar, menor será o valor nutricional do produto.

Nem todo chocolate é igual e essa diferença vai muito além do sabor. Segundo a especialista, a composição nutricional varia bastante entre os tipos mais comuns.

Chocolate amargo: é o mais indicado do ponto de vista nutricional, por ter maior concentração de cacau e menos açúcar.
Chocolate ao leite: tem mais açúcar e leite, o que reduz a presença de compostos antioxidantes.

Chocolate branco: apesar do nome, não contém massa de cacau, apenas manteiga de cacau, açúcar e leite. Por isso, é considerado mais um doce do que um chocolate funcional.

Essa distinção é essencial para o consumidor que deseja fazer escolhas mais conscientes, especialmente em datas como a Páscoa, quando o consumo tende a aumentar.

Uma dica importante para identificar um chocolate de qualidade é olhar além da embalagem e focar na lista de ingredientes. De acordo com Luanna, esse é o melhor caminho para identificar um bom produto.

Os primeiros itens da lista devem ser massa de cacau e manteiga de cacau. Quanto menor a quantidade de ingredientes e aditivos artificiais, melhor. Aromatizantes, conservantes em excesso e grandes quantidades de açúcar são sinais de alerta.

Mesmo nas versões sem açúcar, é fundamental observar quais adoçantes foram utilizados. Alguns podem causar desconfortos intestinais ou não ser ideais para consumo frequente.

REDUÇÃO DE DANOS

Não há uma regra rígida, mas algumas estratégias podem ajudar a evitar exageros e impactos metabólicos. Uma das recomendações da nutricionista é consumir o chocolate após as refeições principais, como almoço ou jantar.

Isso ajuda a reduzir picos de glicose no sangue e também aumenta a saciedade, diminuindo a chance de consumir grandes quantidades. Comer chocolate isoladamente, especialmente quando se está com muita fome, pode levar ao exagero.

Segundo Luanna, o excesso durante a Páscoa está muito mais ligado ao emocional do que à fome. Por isso, restringir demais pode ter o efeito contrário e levar a episódios de exagero.

O melhor caminho é se permitir de forma consciente, escolher bem o que consumir e manter uma rotina equilibrada ao longo do dia, com boa alimentação e hidratação.

E, caso aconteça algum exagero, não há motivo para culpa. O mais importante é retomar o equilíbrio no dia seguinte, sem radicalismos.

As versões diet, light e zero açúcar nem sempre são as mais saudáveis. Muitas vezes, o açúcar é substituído por adoçantes artificiais que podem causar desconfortos ou não ser ideais para o organismo.

Se a escolha for por chocolates sem açúcar, o ideal é optar por aqueles adoçados com stevia, eritritol ou xilitol, que costumam ser melhor tolerados. Ainda assim, o mais importante continua sendo a qualidade geral do produto.

Outro ponto importante é a quantidade. A recomendação é consumir pequenas porções, entre 20 e 25 gramas por dia, preferencialmente de chocolates com maior teor de cacau.

Mas não é só o aspecto físico que importa. O consumo emocional também deve ser observado. “Quando o chocolate entra de forma automática ou como recompensa emocional, fica mais difícil manter o equilíbrio”, explica a especialista.
Por isso, desenvolver uma relação mais consciente com a comida é fundamental, inclusive em datas comemorativas.

CONSUMO CONSCIENTE

Na Páscoa, os famosos ovos recheados e versões gourmet ganham destaque. Embora sejam atrativos, eles costumam ser muito mais calóricos, pois combinam chocolate com recheios ricos em açúcar e gordura, como brigadeiro, creme de avelã e leite condensado.

O consumo frequente desses produtos pode contribuir para inflamações, ganho de peso e desregulação metabólica, especialmente quando associado a outros excessos alimentares.

A orientação da nutricionista é consumir de forma pontual e priorizar o que realmente vale a pena, com qualidade e moderação. Por isso, o Correio B separou algumas opções de receitas “chocolatudas” para aproveitar a Páscoa de maneira consciente.

Ovo de Páscoa funcional 70%

Foto: Freepik

Ingredientes

> 200 g de chocolate 70% cacau;
> 2 colheres (sopa) de óleo de coco;
> Recheio: pasta de amendoim integral ou castanhas.

Modo de preparo

Derreta o chocolate em banho-maria ou no micro-ondas (de 30 em 30 segundos). 

Misture o óleo de coco, despeje em uma forma de ovo de Páscoa e leve à geladeira até firmar. 

Adicione o recheio, cubra com mais chocolate e leve novamente para gelar.

Brigadeiro saudável de cacau

Ingredientes

> 1 xícara (chá) de leite vegetal;
> 2 colheres (sopa) de cacau em pó 100%;
> 2 colheres (sopa) de açúcar de coco ou xilitol;
> 1 colher (sopa) de óleo de coco.

Modo de preparo

Leve todos os ingredientes ao fogo baixo, mexendo sempre, até engrossar. 

Espere esfriar, modele ou consuma de colher.

Trufas de chocolate com tâmaras

Ingredientes

> 1 xícara (chá) de tâmaras sem caroço;
> 2 colheres (sopa) de cacau em pó;
> 1 colher (sopa) de óleo de coco;
> Castanhas trituradas (opcional).

Modo de preparo

Bata tudo no processador até formar uma massa homogênea. 

Modele bolinhas e leve à geladeira por 30 minutos. 

Se quiser, passe nas castanhas trituradas.

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Coluna Desatando Nós: O filho não precisa ser feliz o tempo todo

Na tentativa de ver os filhos felizes, muitos pais passam a interpretar tristeza, raiva, medo ou decepção como sinais de que algo está errado.

21/06/2026 18h30

Coluna Desatando Nós: O filho não precisa ser feliz o tempo todo

Coluna Desatando Nós: O filho não precisa ser feliz o tempo todo Foto: Divulgação

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Poucas gerações se preocuparam tanto com a felicidade dos filhos quanto a atual. Queremos protegê-los das frustrações, evitar sofrimentos e oferecer oportunidades que talvez não tenhamos tido. A intenção é legítima. O problema começa quando transformamos a felicidade em uma obrigação permanente.

Na tentativa de ver os filhos felizes, muitos pais passam a interpretar tristeza, raiva, medo ou decepção como sinais de que algo está errado. Correm para resolver conflitos, antecipam soluções e tentam eliminar qualquer desconforto. Mas crescer envolve justamente aprender a lidar com emoções difíceis.

A vida não é composta apenas por momentos agradáveis. Perder um jogo, receber um “não”, enfrentar uma decepção amorosa ou não conseguir alcançar um objetivo fazem parte da experiência humana. Quando impedimos nossos filhos de viver essas situações, também limitamos a oportunidade de desenvolver recursos emocionais para enfrentá-las.

Resiliência não nasce da ausência de dificuldades. Ela se constrói quando a criança atravessa desafios e descobre que é capaz de suportá-los. Isso não significa abandonar ou minimizar o sofrimento. Significa acolher emoções sem precisar eliminá-las imediatamente.

Existe uma diferença importante entre proteger e superproteger. Proteger é oferecer segurança e apoio. Superproteger é impedir que a criança experimente situações compatíveis com sua idade e desenvolva autonomia emocional.

Como pais, nosso papel não é garantir felicidade constante. É ajudar nossos filhos a construir ferramentas para lidar com os altos e baixos da vida. Afinal, saúde emocional não significa estar feliz o tempo todo. Significa reconhecer sentimentos, expressá-los de forma saudável e seguir em frente apesar deles.

Talvez uma das maiores demonstrações de amor seja permanecer ao lado dos filhos quando eles sofrem, sem a necessidade de apagar imediatamente a dor. Porque crescer emocionalmente não depende da ausência de frustração, mas da capacidade de atravessar.

@vanessaabdo7

Coluna Desatando Nós: O filho não precisa ser feliz o tempo todo Dra. Vanessa Abdo - Divulgação

 

Capa da semana - Especial 5 anos Correio B+

Entrevista exclusiva com a atriz, apresentadora e diretora Danni Suzuki

"Eu escolho histórias que me transformem. Quando olho para trás, percebo que muitos dos meus trabalhos compartilham temas como identidade, pertencimento, resiliência e propósito".

21/06/2026 17h00

Entrevista exclusiva com a atriz, apresentadora e diretora Danni Suzuki

Entrevista exclusiva com a atriz, apresentadora e diretora Danni Suzuki Foto: Nanda Araújo

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Multifacetada, Danni Suzuki é atriz, apresentadora, diretora, roteirista e palestrante. Nascida e criada no Brasil, iniciou sua carreira artística através do ballet clássico, atuando em comercias de tv e musicais até sua formação profissional pela EDMO (Escola de dança do Teatro Municipal).

Ampliou seus estudos em direção e atuação na New York Film Academy, em Los Angeles e New York. Sua base acadêmica também inclui um Bacharelado em Desenho Industrial pela PUC-RJ e uma Pós-Graduação em Neurociência pela PUC-RS, onde se tornou professora de Pós Graduação convidada, em 2024.

Entre a arte, a comunicação e o compromisso social, a trajetória de Dani Suzuki é marcada pela versatilidade e pela capacidade de se reinventar constantemente. Conhecida do grande público por seus trabalhos na televisão, a atriz construiu ao longo dos anos uma carreira sólida que ultrapassa os limites da atuação, envolvendo também projetos como apresentadora, diretora, produtora de conteúdo e defensora de importantes causas sociais e humanitárias.

Com uma presença marcante na televisão brasileira, Dani conquistou espaço por seu talento, carisma e autenticidade, características que a transformaram em uma profissional respeitada dentro e fora dos estúdios. Ao longo de sua trajetória, participou de produções de destaque, apresentou programas de diferentes formatos e buscou ampliar sua atuação para áreas que dialogam com educação, cultura, sustentabilidade e desenvolvimento humano.

Filha de pai japonês e mãe brasileira, Dani também se tornou uma referência quando o assunto é representatividade, contribuindo para ampliar debates sobre diversidade e identidade em um país multicultural como o Brasil. Sua história pessoal e profissional reflete a busca constante por propósito, conhecimento e conexão com diferentes realidades, experiências que influenciam diretamente seus projetos e sua visão de mundo.

Além da carreira artística, ela tem se dedicado a iniciativas voltadas para transformação social, viagens de caráter humanitário e ações que promovem impacto positivo em comunidades dentro e fora do país. Essa atuação multifacetada revela uma profissional que entende a comunicação como ferramenta de inspiração, informação e mudança.

Nesta entrevista, Dani Suzuki compartilha reflexões sobre sua carreira, os desafios enfrentados ao longo de sua jornada, os novos projetos que vêm pela frente e as experiências que moldaram sua trajetória. Uma conversa sobre arte, evolução, propósito e a importância de seguir construindo caminhos com sensibilidade, coragem e autenticidade.

Danni celebra com a gente 5 anos de Correio B+, afinal, ela faz parte da nossa história, e em nova entrevista ao Caderno ela fala de seu novo momento com exclusividade.

Entrevista exclusiva com a atriz, apresentadora e diretora Danni SuzukiA atriz Danni Suzuki é a Capa exclusiva de 5 anos de Correio B+ - Foto: Nanda Araújo - Diagramação: Denis Felipe - Por: Flávia Viana

CE - Você está mergulhando agora no universo de “Delegacia de Homicídios”. Como foi construir emocionalmente uma personagem cercada por violência, investigação e pressão psicológica?
DS -
 O que mais me interessou foi justamente a história além do crime. A investigação é apenas a superfície. O que me fascina é assistir o ser humano por trás dela. São profissionais que convivem diariamente com dor, perdas, violência e, ainda assim, precisam ter clareza para tomar decisões.

Construir essa personagem tem sido um exercício de empatia. Porque, no fundo, ela não investiga apenas homicídios. Ela investiga histórias interrompidas, movidas por justiça ou por vingança. E isso inevitavelmente nos faz refletir sobre a fragilidade da vida, algo que nos acompanha mesmo depois que o set termina.

CE - Você acredita que estamos vivendo uma era de hiperconexão, mas de empobrecimento emocional?
DS - 
Em muitos aspectos, sim. Nunca tivemos tanto acesso à informação, mas isso não significa que tenhamos desenvolvido a mesma capacidade de processá-la emocionalmente. A tecnologia ampliou nossa conexão com o mundo, mas não necessariamente conosco mesmos.

O paradoxo é esse: estamos cada vez mais conectados digitalmente e, ao mesmo tempo, enfrentando desafios crescentes relacionados à atenção, pertencimento, propósito e saúde emocional.

Foi justamente essa inquietação que me levou a escrever meu livro "Humanos do Futuro". No meu estudo sobre conexões emocionais, a nossa relação com a tecnologia tem sido fator bem complexo de se analisar. 

CE - Existe um fio invisível conectando todas essas versões da Danni Suzuki?
DS -
 Existe. E ele sempre foi meu interesse pelo comportamento humano e a espiritualidade.  A atuação me permitiu sentir e construir diferentes emoções através dos personagens. A formação em neurociência me ajudou a entender os mecanismos por trás dessas emoções.

As palestras me aproximam das transformações sociais. O ativismo me conecta às realidades humanas mais profundas. No fundo, eu sempre estive investigando a mesma coisa: o que nos torna humanos.

CE - O que o projeto “Passaporte Digital” ensinou sobre medo, esperança e futuro?
DS -
 Me ensinou que independentemente da condição social, cultura, das perdas e reconstrução de vida, todos compartilham desejos muito parecidos: pertencer, ser visto, ter oportunidades e construir uma vida com dignidade. Estar em contato com refugiados e de culturas diferentes amplia muito nosso entendimento pelo outro. 

E todos nós, independente da cultura, estamos hoje entrelaçados pela tecnologia, então, querendo ou não temos que criar um diálogo entre todos nós.  O futuro não será definido apenas pelas ferramentas que criamos, mas pela forma como escolhemos utilizá-las para ampliar dignidade, autonomia e consciência.

CE - A representatividade finalmente deixou de ser discurso e virou transformação?
DS -
Avançamos muito, mas ainda existe um caminho importante pela frente. O que me deixa otimista é perceber que hoje a discussão está mais madura. Não estamos falando apenas de presença, mas de protagonismo, narrativa e oportunidade. A verdadeira transformação acontece quando a diversidade deixa de ser exceção e passa a ser algo natural. E acredito que estamos caminhando nessa direção.

Entrevista exclusiva com a atriz, apresentadora e diretora Danni SuzukiA atriz Danni Suzuki é a Capa exclusiva de 5 anos de Correio B+ - Foto: Nanda Araújo - Diagramação: Denis Felipe - Por: Flávia Viana 

CE - Você escolhe projetos pensando nesse impacto?
DS -
 Eu escolho histórias que me transformem. Quando olho para trás, percebo que muitos dos meus trabalhos compartilham temas como identidade, pertencimento, resiliência e propósito. Mas isso nunca foi uma estratégia racional. Talvez seja apenas reflexo das perguntas que eu mesma estou tentando responder ao longo da vida.

CE - Se pudesse fazer uma pergunta sobre a mente humana que ainda não encontrou resposta, qual seria?
DS -
 Eu perguntaria: Por que algumas pessoas conseguem transformar dor em sabedoria, enquanto outras permanecem aprisionadas pela mesma experiência? A neurociência já explica parte dessa resposta. A psicologia explica outra. A espiritualidade traz mais uma camada. Mas acredito que ainda existe algo profundamente fascinante nessa capacidade humana de transformar sofrimento em consciência.

CE - Você foi capa algumas vezes do B+. Para você também foi especial?
DS -
 Muito. Vivemos em uma época em que tudo é rápido e descartável. Por isso, construir uma relação de confiança ao longo dos anos com um veículo de comunicação tem um valor enorme pra mim.  Sempre fui recebida com muito respeito, profundidade e interesse genuíno pelas diferentes fases da minha trajetória. E isso me enche de amor. 

CE - O que acha de um veículo ultrapassar 70 anos de existência?
DS - 
É admirável. Manter relevância por sete décadas significa atravessar transformações tecnológicas, culturais e comportamentais sem perder a capacidade de dialogar com as pessoas. Em um mundo que valoriza tanto a novidade, chegar aos 70 anos continua sendo uma prova extraordinária de credibilidade, adaptação e propósito.

CE - Deixe uma mensagem de aniversário para o B+.
DS -
 Parabéns pelos mais de 70 anos de história. Que vocês continuem fazendo aquilo que toda comunicação de qualidade deveria fazer: conectar pessoas, ampliar perspectivas e registrar o seu tempo sem perder a sensibilidade humana.

Em uma era dominada por algoritmos, velocidade e excesso de informação, veículos que cultivam memória, contexto e diálogo se tornam ainda mais valiosos.

Que venham muitos outros capítulos dessa história. E que ela continue inspirando as próximas gerações a pensar, sentir e construir um futuro melhor.

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