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Astrologia B+: A energia do Tarô da semana entre 24 e 30 de novembro. Momentos de celebrações.

Sob a regência do Três de Copas, a energia é de celebração, união e encontros felizes. Aproveite!

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Esta semana recebe a energia luminosa do Três de Copas, uma carta que celebra a amizade, a alegria compartilhada e o sentimento de pertencimento. A atmosfera que se abre agora é leve, vibrante e cheia de calor humano. Ela nos lembra da importância das conexões que sustentam nossa vida — aquelas presenças que nos acolhem, nos divertem e nos devolvem ao eixo com um simples sorriso. É uma semana especialmente favorável aos encontros, aos eventos sociais e ao reencontro com a nossa “tribo da alma”. Não é à toa que essa carta chega justamente neste período de confraternizações de fim de ano.

O Três de Copas representa as pessoas que procuramos quando temos algo para celebrar, aquelas que iluminam nossos dias e com quem estar já é, por si só, um motivo de felicidade.

Depois de algumas semanas carregadas de tensões, disputas internas e desgastes emocionais, esta carta surge como um convite ao descanso da alma. É hora de respirar, de aliviar o coração e de permitir que o convívio com amigos seja o bálsamo que faltava. Se você estava considerando marcar um encontro, retomar uma conversa, planejar uma pequena viagem em grupo ou simplesmente matar a saudade de alguém querido, este é o momento ideal. As cartas abrem caminho e oferecem todo o suporte para essas iniciativas.

Encha seu copo

Há um chamado claro para a conexão. A vida, com suas demandas urgentes, tantas vezes nos dispersa em mil direções e compromissos, e quando percebemos… o tempo passou, as mensagens ficaram por responder e os encontros foram sendo adiados. O Três de Copas nos lembra que as relações também precisam de cuidado — e que reservar um espaço para elas, mesmo que pequeno, pode transformar completamente o nosso estado emocional.

Em meio às muitas responsabilidades e papéis que assumimos, é natural que a energia se desgaste. É justamente por isso que os amigos se tornam um remédio tão poderoso. O Três de Copas pede que você pense nas pessoas que te fazem rir com facilidade, que te acolhem nas suas versões mais autênticas e com quem você pode ser você mesmo — sem esforço, sem máscaras. Esta semana, procure essas pessoas. Permita-se estar na presença delas, mergulhar nessa convivência leve e estimulante. Esse reencontro com a alegria simples será revitalizante e trará exatamente o descanso emocional que você vinha precisando.

Celebrações, reencontros e o renascimento da leveza

Nesta semana, o céu parece, finalmente, dar um passo para fora da névoa. Depois de dias marcados por revisões, ruídos e passos ensaiados e interrompidos.

À medida que novembro termina, o céu começa a assumir aquela atmosfera que antecede o fim de ano — uma mistura de balanço, nostalgia suave e vontade verdadeira de estar perto de quem importa. E, com uma pontualidade simbólica, Mercúrio encerra seu último movimento retrógrado de 2025 no sábado (29), justamente no expansivo signo de Sagitário, abrindo espaço para que o mês de dezembro comece com mais fluidez, sinceridade e clareza.
É nesse cenário que o Três de Copas, carta da celebração, da alegria partilhada e da união, se torna o grande arquétipo desta fase.

O Três de Copas surge como aquele momento em que a gente respira e percebe que atravessou um período mais exigente do que parecia. Há uma sensação de fim de prova, de fim de ciclo emocional que pesava nas entrelinhas, mesmo sem grandes dramas explícitos. Essa carta simboliza o apoio que se revela quando o peso começa a se dissolver. Quando os amigos reaparecem. Quando as conversas se ajeitam.

Três de Copas fala essencialmente de encontros que revigoram. Daquelas conversas que restauram o coração. Do reencontro com amizades queridas, com familiares que o tempo andou afastando, com grupos que fizeram falta ao longo do ano. É a carta dos abraços que chegam depois das tempestades. Do “que bom te ver” dito com verdade. Do riso que recupera cor. É a carta das festividades que unem — não apenas porque o calendário assim determina, mas porque a alma precisa.

Num momento em que o ano começa a dar sinais de desfecho, essa carta nos lembra que ninguém atravessa um ciclo sozinho. Que a vida, por mais exigente que tenha sido, oferece pausas onde o afeto se derrama com generosidade. O Três de Copas é a mesa posta, o brinde coletivo, o reencontro que não exige justificativa. Uma festa do coração, antes de qualquer festa externa.

E aí entra o movimento celeste: com Mercúrio voltando ao seu fluxo direto em Sagitário, a energia ganha outro ritmo. Depois de semanas marcadas por atrasos, revisões, conversas truncadas e planos suspensos, a mente volta a enxergar longe — e com isso surge também o desejo de planejar, organizar agendas, combinar encontros, confirmar presença, viajar, marcar confraternizações. É a temporada das mensagens que chegam rápido, das respostas claras, das ideias que voltam a se encaixar.

Sagitário não gosta de pequenas distâncias — quer caminho, quer projeto, quer futuro. E quando Mercúrio volta a fluir nesse signo, a sensação é de “agora sim”. Agora sim as conversas têm direção. Agora sim os planos que ficaram engavetados podem ser retomados. Agora sim o espírito encontra firmeza para expressar o que foi engolido nas últimas semanas.

Sagitário é o signo que acende o espírito: fala a verdade, aponta o futuro e lembra que a vida tem sentido quando compartilhada. E o Três de Copas acolhe essa luz, traduzindo-a em encontros amorosos, celebrações sinceras e sensação de pertencimento.

Essa união entre o Três de Copas e o fim de Mercúrio retrógrado em Sagitário cria um campo energético muito especial — quase como um reencontro entre a emoção e o sentido. A carta fala de vínculo, de suporte, de trocas afetivas que nutrem, enquanto o céu, por sua vez, fala de clareza, de coragem para apontar a flecha, de movimento que retorna à vida. Não é apenas que as coisas entram nos eixos; é que elas entram com mais verdade. E talvez esse seja o ponto mais forte desta semana: a verdade emocional ganhando espaço para se expressar com leveza.

Depois de dias em que conversas pareceram travar ou se desgastar em interpretações erradas, este é o momento em que os diálogos voltam a fluir — e mais do que isso, voltam a fluir com generosidade. É a hora de reabrir portas, retomar projetos, revisitar vínculos e permitir que tudo aquilo que ficou suspenso encontre agora uma resolução natural. Sagitário não faz rodeios: diz o que sente, diz o que quer, diz o que planeja. E o Três de Copas responde com acolhimento, dizendo: “Você não precisa caminhar sem apoio.”

Estamos, portanto, entrando em um período de maior leveza social, aquele momento do ano em que as pessoas estão mais abertas a abraçar, perdoar, reaproximar-se, enviar mensagens que ficaram presas na garganta, retomar os vínculos que o retrógrado colocou em suspensão. É um convite para celebrar não apenas as conquistas, mas também as sobrevivências — tudo aquilo que foi difícil, mas foi superado.

O clima é de reconexão. De olhar ao redor e perceber que, apesar de tudo, há motivos reais para celebrar. O Três de Copas fala da alegria que não surge sozinha — mas que é construída na troca, na presença, no afeto que circula entre pessoas. É o espírito das confraternizações, das festas de fim de ano em que até quem veio desgastado encontra um motivo para sorrir. E Mercúrio direto em Sagitário reforça: as palavras fluem, o humor se acende, a honestidade aproxima.

Para muitos, esse período pode trazer convites inesperados, reencontros que aquecem, notícias que aliviam, decisões que resolvem pendências antes da virada do ano. Para outros, pode marcar o início de um ciclo íntimo de celebração: reconhecer o próprio crescimento, agradecer pelos apoios recebidos, descansar o coração no colo das pessoas certas.

A energia pede que você entre no espírito da celebração com intenção, não por obrigação. Celebre o que permanece. Celebre o que voltou. Celebre o que se transformou. Celebre quem segurou sua mão nos momentos mais difíceis de 2025. E, principalmente, celebre a si mesmo por ter chegado até aqui.

Este é um momento para abrir espaço para o riso, a cumplicidade, os encontros marcados pela verdade e a leveza dos vínculos que se fortalecem quando o ano começa a se despedir.

O céu diz: relaxe a mente, mire longe, fale com coração.
O Três de Copas responde: compartilhe sua alegria, porque ela cresce quando encontra eco.

A celebração depois da travessia

A semana ainda traz um forte chamado para a celebração — não necessariamente no sentido festivo, mas como postura emocional. Celebrar como quem reconhece o processo. Celebrar como quem honra a travessia. Celebrar como quem entende que pequenos avanços também merecem um brinde. Há uma energia de reencontro consigo mesmo, com aquilo que faz bem, com a leveza que estava guardada para depois. E esse depois é agora.

Para muitas pessoas, essa combinação pode trazer boas notícias, confirmações aguardadas, reconciliações, convites sociais, contatos que ressurgem com outro brilho. Mas, acima de tudo, traz a oportunidade de olhar para o ano que está quase terminando e perceber que ainda há espaço para alegrias que chegam sem esforço, como presente de um universo que também descansa e reequilibra suas forças.

O conselho desta semana é simples e profundo: aceite o que retorna com alegria. Abra espaço para conversas sinceras. Deixe as relações que te nutrem e alegram se aproximarem. E não tenha medo de retomar seus planos de longo alcance — Sagitário quer que você mire longe, e o Três de Copas quer que você não caminhe só.

Se houve ruídos, eles se dissolvem.
Se houve pausas, elas agora fazem sentido.
E se houve cansaço, o céu te devolve ânimo.

Que esta seja uma semana de encontros verdadeiros, conversas que aquecem, risos que curam e momentos que enchem o coração.
Que seja uma semana repleta de alegria — da melhor e mais compartilhada.

E assim chegamos ao fim de novembro com uma promessa clara:
a vida ainda guarda motivos para brindar. É um período para soltar o peso, abrir o coração e reconhecer que, no final, existe sempre um momento de celebração. E ele acaba de chegar.

Uma ótima semana e muita luz,

Ana Cristina Paixão

 

FELPUDA

A vereadora Isa Jane Marcondes está andando em campo minado, pois a cada...Leia a coluna de hoje

Leia a coluna desta quarta-feira (25)

25/03/2026 00h03

Diálogo

Diálogo Foto: Arquivo / Correio do Estado

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Millôr Fernandes - escritor brasileiro

"Ninguém sabe o que você ouve, mas todo mundo ouve muito bem o que você fala”.

 

FELPUDA

A vereadora Isa Jane Marcondes está andando em campo minado, pois a cada fiscalização que realiza e posta em suas redes sociais, torna-se alvo de saraivada de ataques, inclusive dos seus colegas da Câmara Municipal de Dourados. Persistente, ela anda se desviando das minas espalhadas em cada órgão público que visita para constatar se os serviços estão indo ao encontro do que a população quer. Ela verifica, inclusive, o que teria sido varrido para debaixo do tapete. A realidade, dizem, é que há aqueles que desejam tirá-la do páreo de voos mais altos. Vai saber...

Diálogo

Eclético

O deputado Paulo Duarte está buscando novo rumo e, assim, deve deixar o PSB para se filiar, ao que tudo indica, no PSDB. O parlamentar tem trajetória partidária um tanto quanto extensa em sua vida política. Ele foi filiado ao PT.

Mais

E, inclusive, integrou o “núcleo duro” da administração petista em MS. Saiu do PT em 2016 e migrou para o PDT. Mas não durou muito, pois logo mudou de sigla, filiando-se ao MDB. Posteriormente, buscou abrigo no PSB e agora consta que estaria indo para o PSDB. Ufa!

DiálogoDr. Afonso Simões Corrêa, que está participando do programa de residência médica em Oncologia Clínica na USP, em São Paulo

 

DiálogoFlávia Ceretta

Eu juro!

O governador Eduardo Riedel jurou por todos os santos e arcanjos que não conversou sobre política com Lula, quando ele esteve em Campo Grande. Disse que o diálogo entre eles foi sobre, em suas palavras, “investimentos no Estado; falei para ele a respeito da rota bioceânica, da necessidade de manter o aporte para o acesso; conversamos do êxito da concessão, que foi uma delegação de parte das rodovias federais, e também de projetos que estão na Casa Civil e devem ser enviados ao Senado para aprovação da CAE, aqueles 200 milhões de dólares, que temos 50 de contrapartida”. Então, tá...

Palanque

A ministra Simone Tebet bateu o martelo com Lula e trocará MDB, seu partido por três décadas, pelo PSB, cuja figura mais ilustre é o vice-presidente Alckmin. Ela disputará uma das vagas ao Senado, mas por São Paulo, estado com maior colégio eleitoral do País, para “fazer palanque” para o lulismo. Em sua trajetória política em Mato Grosso do Sul foi deputada estadual, prefeita, vice-governadora e senadora.

Recuo

Com a reta final da janela partidária e algumas definições para composição de chapas e, até mesmo, interesse de alçar outros voos, políticos decidiram fazer análise mais detidamente do cenário eleitoral. Assim, já se verifica certa disposição de algumas pré-candidaturas serem mantidas. Uma delas seria a da vice-prefeita de Dourados, Gianni Nogueira (PL). Ela teria cogitado até se filiar ao Novo para disputar o Senado. Porém...

Aniversariantes

Elaine Batista de Oliveira,
Alfredo Zamlutti Júnior,
Lauane Braz Andrekowiski Volpe Camargo,
Vilmar Vendramin,
Andréa Elizabeth Ojeda,
Clelia Casanobas Pereira,
Ilda Vilalba Lima,
Aline de Oliveira Silva,
Cicero Pucci,
Antônio Fernandes Teixeira,
Constantinos Mastroyannis,
Goro Shiota,
Izaura Saad do Amaral,
José Aparecido Miguel,
Luis Adolar Camargo Kieling,
Paulo Ricardo Sbardelote,
Darci Rocha Rodovalho,
Elcimar Serafim de Souza,
Marizeth de Faria Molina,
Eva Lefreve,
Miguel Cherbakian Primo,
Amaury D’Anunzio de Miranda Leal,
Eduardo Orsi Abdul Ahad,
Dra. Janete Lima Miguel,
Dr. Sidney Valieri,
Pércio de Andrade Filho,
Ana Carolina Correia,
Adelino Augusto Arakaki Martins,
Maria Neusa de Souza,
Thomaz Lipparelli,
Cristiane Iguma Câmara,
Bertildes Oliveira de Abreu,
Rose Mary Monteiro,
Joaquim Alcides Carrijo,
Luis Antonio de Oliveira,
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Aparecido Camazano Alamino,
Alceu Roque Rech,
Zely Vieira Recalde,
Antônio Vladimir Furine,
Hélio Aldo dos Santos,
Magdalena Ferraz Baís,
Roseny Rodrigues Nogueira,
Maria Pereira Motta,
Leôncio de Souza Brito Filho,
Dr. Carlos Benigno Tokarski,
Nilza Maria Coutinho,
Maria Helena Pinheiro,
Zulmira de Freitas,
Nilton Nantes Coelho,
Arialú Paula Nogueira,
José Ernesto de Souza Faria,
Gabriel Meudau Lemos,
Marilda Coelho Lima,
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Pedro Paulo Gentil,
Dirceu Teixeira Nogueira,
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Luciane de Araújo Martins,
Everton Armôa Martos,
Humberto Dauber,
Carlos Henrique Suzuki,
Vicente Martins,
Quirino Areco

COLABOROU TATYANE GAMEIRO

COMPORTAMENTO E SOCIEDADE

Sociedade Pesquisa mostra que 80% dos brasileiros se sentem felizes

Levantamento da Ipsos mostra crescimento nos níveis de bem-estar, com destaque para relações pessoais, saúde e espiritualidade como pilares da felicidade entre brasileiros

24/03/2026 08h00

Relações pessoais e o sentimento de ser amado ou valorizado estão entre as maiores causas de felicidade no Brasil

Relações pessoais e o sentimento de ser amado ou valorizado estão entre as maiores causas de felicidade no Brasil Freepik

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Os brasileiros estão mais felizes atualmente do que estavam há um ano. É o que revela o Ipsos Happiness Report 2026, pesquisa global que mede a percepção de felicidade em 29 países e aponta um avanço significativo nos níveis de satisfação da população.

No Brasil, 80% dos entrevistados afirmam estar felizes ou muito felizes (um crescimento de dois pontos porcentuais em relação a 2025), colocando o País entre os mais satisfeitos do mundo, na sétima posição do ranking internacional.

O levantamento mostra que 28% dos brasileiros se consideram muito felizes e 52% felizes. Enquanto 15% dizem não estar muito felizes e apenas 5% afirmam não estar felizes de forma alguma. Os números brasileiros superam a média global, que registra 74% de pessoas felizes, sendo 18% muito felizes.

O cenário nacional acompanha uma tendência internacional: em 25 dos 29 países pesquisados, os níveis de felicidade aumentaram em comparação ao ano anterior.

Apenas três países registraram queda. O dado indica uma melhora generalizada na percepção de bem-estar, possivelmente influenciada por fatores como maior estabilidade econômica e recuperação social após períodos de crise.

Os dados do levantamento revelam uma compreensão mais ampla sobre o que significa ser feliz. No Brasil, essa percepção está fortemente associada a vínculos afetivos, saúde e propósito de vida – elementos que, mesmo diante de desafios econômicos, sustentam níveis elevados de satisfação.

Ao mesmo tempo, o estudo evidencia que a felicidade não é distribuída de forma uniforme e pode variar de acordo com fatores como idade, renda e contexto social.

MOTOR DA FELICIDADE

No Brasil, a felicidade tem raízes profundas nas relações humanas e no bem-estar emocional. O principal fator apontado pelos entrevistados é o sentimento de ser amado ou valorizado, citado por 34%. Em seguida, aparecem a saúde física e mental (31%) e o relacionamento com a família e os filhos (29%).

Esses resultados mostram que, mais do que condições materiais, são os vínculos afetivos e a qualidade de vida que sustentam a sensação de felicidade entre os brasileiros.

A tendência também se repete globalmente: sentir-se apreciado e ter boas relações familiares aparecem como os principais motores da felicidade em diversos países.

Outro ponto de destaque é o papel da espiritualidade. No Brasil, 22% dos entrevistados apontam a fé ou a vida espiritual como um fator relevante para a felicidade – mais que o dobro da média global, que é de 10%.

O dado reforça uma característica cultural marcante do País, onde a religiosidade segue sendo um elemento importante na construção do bem-estar.

Além disso, fatores como perceber que a vida tem sentido e ter controle sobre a própria trajetória também aparecem entre os elementos que contribuem para a felicidade, indicando uma combinação entre aspectos emocionais, sociais e subjetivos.

DIFERENÇAS ENTRE GÊNEROS

A pesquisa também revela nuances importantes quando se observa o recorte por gênero. Entre os brasileiros que se dizem muito felizes, os homens aparecem em maior proporção (29%) em comparação às mulheres (26%).

No entanto, quando se trata do grupo que se declara feliz, as mulheres lideram, com 54%, frente a 50% dos homens.

Os dados sugerem que, embora os níveis gerais de felicidade sejam semelhantes entre os gêneros, a intensidade dessa percepção pode variar. Ainda assim, a soma total de pessoas satisfeitas com a vida se mantém elevada em ambos os grupos.

Relações pessoais e o sentimento de ser amado ou valorizado estão entre as maiores causas de felicidade no BrasilEspiritualidade é duas vezes mais relevante para a felicidade dos brasileiros do que para a média global - Foto: Freepik

VARIAÇÃO AO LONGO DA VIDA

O estudo também analisa como a felicidade muda com a idade – e os resultados mostram um padrão curioso. A satisfação com a vida tende a ser alta na juventude, sofre uma queda por volta dos 50 anos e volta a crescer nas décadas seguintes, atingindo seu pico após os 70 anos.

Globalmente, pessoas com mais de 70 anos apresentam os maiores níveis de felicidade, enquanto aquelas na faixa dos 50 anos estão entre as menos satisfeitas.

No Brasil, a faixa etária entre 50 e 74 anos concentra o maior índice de felicidade, com 82% das pessoas se declarando felizes ou muito felizes. O dado indica que, apesar de desafios comuns à meia-idade, como questões profissionais ou financeiras, há uma retomada significativa do bem-estar com o avanço da idade.

Por outro lado, a geração Z – formada por jovens nascidos entre o fim dos anos 1990 e o início dos anos 2010 – é a que apresenta o maior porcentual de pessoas que se dizem nada felizes, embora esse número ainda seja relativamente baixo, de 6%.

UM DOS MAIS FELIZES

No ranking global, o Brasil aparece entre os países com maior índice de felicidade. As primeiras posições são ocupadas por Indonésia (86%), Países Baixos (84%), México (83%) e Colômbia (83%). Com 80% da população feliz, o Brasil figura logo atrás, consolidando-se como um dos países mais satisfeitos entre os pesquisados.

A trajetória também é positiva no longo prazo. Desde 2011, o índice de felicidade no Brasil aumentou três pontos porcentuais, contrariando uma tendência de queda observada em alguns países ao longo dos anos.

Esse crescimento indica que, apesar de desafios econômicos e sociais, a percepção de bem-estar no País tem se mantido resiliente, sustentada principalmente por fatores não materiais.

DINHEIRO NÃO TRAZ FELICIDADE, MAS AJUDA

Se por um lado a felicidade está ligada a aspectos emocionais e relacionais, a infelicidade tem uma origem mais concreta. No Brasil, a situação financeira é o principal fator de insatisfação, citado por 54% dos entrevistados.

Na sequência, aparecem a saúde mental e o bem-estar (37%) e as condições de moradia (27%). O padrão é semelhante ao observado globalmente, em que a situação financeira também lidera como principal causa de infelicidade, com 57% das menções.

O impacto das finanças é transversal e atinge todas as gerações. Entre os baby boomers, 68% apontam esse fator como a principal causa de infelicidade. O índice cai para 62% na geração X e para 49% entre millennials e geração Z, mas ainda se mantém como o principal motivo em todos os grupos.

A pesquisa também evidencia uma relação direta entre renda e felicidade. Pessoas com maior poder aquisitivo tendem a ser mais felizes (79%) do que aquelas com renda mais baixa (67%), o que reforça a importância das condições materiais na qualidade de vida.

Apesar do peso das finanças na infelicidade, a percepção sobre a economia apresentou melhora este ano. Em 18 dos 29 países analisados, mais pessoas passaram a acreditar que a economia nacional está mais forte do que no ano anterior.

Essa mudança pode ter contribuído para o aumento geral da felicidade, visto que reduz a insegurança e melhora as expectativas em relação ao futuro.

O estudo sugere que, embora fatores econômicos não sejam os principais responsáveis pela felicidade, eles exercem forte influência quando se trata de insatisfação, especialmente em contextos de instabilidade.

METODOLOGIA

O Ipsos Happiness Report 2026 foi realizado entre 24 de dezembro de 2025 e 9 de janeiro de 2026, com a participação de 23.268 adultos em 29 países. As entrevistas foram conduzidas por meio de plataformas on-line, com exceção da Índia, onde parte da coleta foi feita presencialmente.

No Brasil, a amostra contou com cerca de mil entrevistados, com margem de erro estimada em 3,5 pontos porcentuais. Os dados foram ajustados para refletir o perfil demográfico da população adulta, com base nos censos mais recentes.

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