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B+: André Nepomuceno é o primeiro protagonista internacional da série de sucesso mundial "Blippi"

Ator vive Juca e se tornou o primeiro ator fora dos Estados Unidos a integrar o elenco da série "Blippi", exibida pela HBO MAX, pelo site Cartoonito, além de canal no Youtube que já ultrapassa 14 bilhões de visualizações

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André Nepomuceno, ator e apresentador, foi escolhido para viver JUCA no primeiro spin off internacional de “Blippi”.

Desde 9 de janeiro ele interpreta Juca na série de mesmo nome que é a extensão do sucesso internacional “Blippi” no Brasil, exibida na HBO Max, Cartoonito Brasil e também disponível no Youtube.

O ator foi selecionado pelos produtores norte-americanos após audições feitas de forma virtual e presencial.

"O convite chegou como um teste de elenco de rotina, e desde sempre veio brifado como um projeto infantil com uma proposta linda, porém não detalhada, por todas as questões de confidencialidades que o envolviam. Sendo assim, a diretora de elenco fez a pesquisa dentro do perfil e me pré selecionou, juntamente com algumas dezenas de atores, para fazer a primeira etapa dos testes. A primeira parte foi através do envio de material on line, a partir daí fui passando para as próximas fases até chegar ao teste presencial, que por sua vez, foi apresentado à equipe Blippi nos EUA, que me escolheram dentre os demais finalistas, para dar vida ao JUCA", relata André.

O ator ainda fala da importância de fazer parte de um projeto de reconhecimento internacional, além de ser o primeiro personagem fora dos Estados Unidos da marca Blippi.

André fora do personagem - Foto: Wallace Santiago

"Ser o primeiro personagem da marca Blippi fora dos EUA, no mundo, é um grande privilégio e representa uma alegria quase que inenarrável, pois o Brasil é um país com dimensão territorial quase que continental.  Representar um país, nesse segmento, fazendo parte da infância de uma geração de crianças e ser aprovado por seus respectivos tutores, é muito significativo.

Trazer representatividade para crianças brasileiras, dentro e fora do país, enquanto um homem preto retinto, cuja população nacional apesar de ser majoritariamente preta, acaba sendo minimamente representada em lugares positivos de destaque, é muito mágico. É dar luz a um lugar de representatividade ainda não vivido aqui.

Pois pelo menos dentro das minhas memórias que, resgatadas trazem somente a lembrança de mulheres brancas que, apesar de incríveis, ocuparam posições semelhantes a essa, mas num lugar de menor identificação populacional, segundo o próprio IBGE.

Acho que homem preto nesse lugar de protagonismo dentro do universo infantil, no Brasil, é inédito. Provavelmente outros personagens e amigos do Blippi virão, mas JUCA sempre será o primeiro! O caminho que percorri profissionalmente e as escolhas que fiz durante a minha trajetória, me trouxeram até aqui. Por isso estou muito feliz", explica.

Antes de iniciarem as gravações no Brasil, André teve um encontro com Stevin W. John, o criador e ator que vive o Blippi há 9 anos.

"O primeiro encontro com o Stevin foi muito positivo. Estávamos muito felizes. Ele e eu. Ele porque eu representava a materialização de um sonho antigo dele que é ter amigos do Blippi em outros países (e o JUCA era o começo da realização desse sonho). E eu, porque estava diante do trabalho de maior visibilidade na minha carreira até então. Porém também me senti bastante tenso e nervoso por não dominar o inglês e, devido à grandiosidade do Blippi no Brasil e no mundo. Eu estava ali diante “do cara”! Era como estar almoçando com a Xuxa, em plenos anos 90, e fingir costume e naturalidade (rs)", revela. 

A série é um sucesso na HBO MAX - Foto: Divulgação

Nepomuceno ainda fala das gravações junto ao ator que vive Blippi, que aconteceram em 2022, nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro e Brotas. Tendo diversas locações em cada uma delas.

"As gravações foram muito divertidas. Apesar de ele fazer a série há quase uma década, conseguiu ter toda paciência e empatia necessária para que eu me sentisse confortável durante todos os nossos dias de set de filmagem. Uma coisa muito importante que vale a pena ressaltar aqui, e que fez toda a diferença no meu processo, foi que ele me positivava a todo tempo. Sempre que terminávamos alguma cena, ele se mostrava feliz e satisfeito com o meu desempenho. Isso me tranquilizou muito, me deixou mais confiante e disponível para o trabalho", lembra o interprete de Juca.

“Blippi” tem uma grande repercussão também no Youtube, em seu canal oficial soma mais de 17 milhões de inscritos, além de mais de 14 bilhões de visualizações. No Brasil, o canal iniciado em 2020, soma quase 2,5 milhões de inscritos e se aproxima da marca de 1,5 bilhões de visualizações.

"A repercussão junto as crianças, e também aos pais, tem sido incrível. Estou sendo abordado por uma nuvem de amor, afeto, carinho e gratidão que me envolve por todos os lados. Mensagens de carinho, gratidão e declarações de amor são constantes.

Pais e mães têm se tornado meus fãs por causa dos seus respectivos filhos, que hoje são apaixonados pelo JUCA, por suas brincadeiras e aventuras. E, além disso, algo muito especial é o fascínio que a maioria das crianças com transtorno do espectro autista tem pelos personagens do universo “Blippi” (Juca, Blippi e Meekah). Há relatos muito positivos sobre seus desenvolvimentos e aprendizados a partir dos nossos episódios", vibra.

André de Juca - Foto: Megan de Souza

O programa é um produto voltado para as crianças e tem como essência incentivá-las, motivá-las a explorarem o mundo ao seu redor e a partir disso desenvolver seus aprendizados.

"Colaboramos com o aprendizado das crianças na identificação de cores, números, formas. Estimulamos o contato com a natureza, com os animais, a curiosidade, a importância de ter um adulto ou responsável validando e acompanhando determinadas atividades, e o que em minha opinião é o principal, é o lugar onde o objetivo não é ganhar e sim tentar e se divertir", complementa André.

O ator ainda fala como foi transformador para ele dá vida a Juca e acessar um local que achava que não se encaixava, o de falar com as crianças.

"Fazer um produto para crianças nunca passou pela minha cabeça. No início do projeto eu tive medo de não agradar por me considerar sério demais. E como tive uma infância tomada por muitos conflitos familiares que anularam um pouco a parte lúdica e a magia dessa fase, por vezes temi não dar conta do projeto.

Porém quando começamos a estudar, visitar locações e entender melhor a personagem, fui me apaixonando e me divertindo cada vez mais. Então o check mate foi a partir da estreia, onde as crianças e pais aprovaram o nosso trabalho. A partir daí, ressignifiquei tudo, e estou mergulhando de cabeça, completamente apaixonado pelas narrativas que envolvem esse universo", reflete.

André ainda fala sobre como é fazer Juca, sendo um homem preto de pele escura, ocupando um papel de destaque, sendo hoje uma figura que na sua infância não havia etnicamente representada protagonizando grandes produções para o público infantil e o quanto isso é importante para uma geração que está sendo formada.

André - Foto: Megan de Souza

"Vejo acima de tudo como uma forma muito coerente e assertiva de gerar representatividade e identificação com o grande público. Pois já estamos por todas as partes, só que geralmente no setor de serviços, atendendo numa lanchonete, loja, shopping, nos serviços gerais, na segurança e etc.

Então, nossos corpos pretos que foram e são tão competentes para prestar serviços manuais e braçais nesse país, também podem e devem prestar serviços educacionais, sociais, intelectuais, educativos e tantos outros. Talvez o Brasil não tenha conseguido se ver como de fato é ao longo dos anos de sua existência. Mas perceber que o olhar de fora, no caso a equipe dos EUA, nos entendendo como um país miscigenado, predominantemente preto, e a partir daí definir como pré requisito de seleção que traga representatividade nesse universo infantil, um homem preto, é fantástico", complementa.

Antes de ser o primeiro protagonista internacional em “Blippi”, André, que possui 12 anos de carreira, passou por vários trabalhos no teatro e no audiovisual.

"Já fiz aproximadamente 90 campanhas publicitárias, protagonizei uma série documental para a Discovery Channel (2014), interpretei Cartola, onde fiz o pai do Paulo da Portela e contracenei com a atriz e cantora Zezé Motta (mãe do Paulo da Portela) no teatro musical que teve como tema o próprio Paulo da Portela (2015).

Ao logo desse tempo fui aprofundando em trabalhos mais sólidos em séries e teledramaturgia, minha primeira participação na TV Globo foi em 2016 na novela “Haja Coração”, em 2018 entrei para o streaming participando da série “UBS” (Universal TV, atualmente no catálogo da Globoplay) e, recentemente compus o elenco da série “Beijo Adolescente” (HBOMax, 2023) e da série “O Negociador” (Amazon Prime, 2023), as duas últimas com estreias ainda não divulgadas", explica.

A série já alcançou bilhões de acessos - Foto: Divulgação

O carioca de 36 anos nascido em Santa Cruz, zona oeste do Rio de Janeiro, ainda fala de outros projetos para 2023.

"Tenho alguns, mas preciso ter muita calma e responsabilidade ao falar sobre, para não meter os pés pelas mãos ou gerar frustrações ao meu público. Contudo, posso adiantar que sou um comunicador nato. E estou trabalhando em projetos que envolvem comunicação, arte, pais e filhos. O universo infantil é o meu mais novo xodó", finaliza Nepomuceno.

Música

Projeto "Afroafetos" chega hoje às plataformas digitais unindo música, poesia, moda e artes visuais

Projeto sul-mato-grossense e coletivo, "Afroafetos" chega hoje às plataformas digitais unindo música, poesia, moda e artes visuais em uma celebração da arte preta, LGBTQIA+ e periférica

21/05/2026 09h30

Além de música, poesia e moda, projeto Afroafetos envolve artes plásticas, que ajudam a compôr a identidade visual do coletivo

Além de música, poesia e moda, projeto Afroafetos envolve artes plásticas, que ajudam a compôr a identidade visual do coletivo Foto: Manu Komiyama

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Entre sons que atravessam o soul, o pagodão baiano, o R&B e a MPB, existe um fio condutor que costura o primeiro álbum de Silveira Soul: o afeto. Não o afeto simplificado ou romantizado, mas aquele construído como resistência, acolhimento e reencontro de identidade.

Hoje, o cantor e compositor sul-mato-grossense lança oficialmente “Afroafetos”, trabalho que nasce da música, mas ultrapassa as fronteiras do som para se tornar manifesto artístico, político e coletivo.

Natural de Corumbá, no interior de Mato Grosso do Sul, Silveira canta desde os 13 anos, quando começou no coral da igreja.

Anos depois, a voz potente e a presença de palco o levaram aos principais festivais culturais do Estado, como Festival de Inverno de Bonito, Festival América do Sul, MS ao Vivo, Sesc Cultura e Som da Concha. Também abriu shows para artistas como Liniker, Majur, Iza, Dudu Nobre e Rico Dalasam. Agora, transforma toda essa trajetória em seu primeiro álbum autoral.

“Afroafetos” nasce como um espetáculo afrofuturista e multidisciplinar. O projeto reúne música, poesia, moda, dança, artes visuais e audiovisual para imaginar novas possibilidades de existência preta no Brasil. Em vez de narrativas centradas apenas na dor histórica, a obra aposta no protagonismo, na ancestralidade e na construção de futuros possíveis sem opressão racial.
“‘Afroafetos’ já se tornou um coletivo. Nós temos diversas linguagens artísticas envolvendo todo o ‘Afroafetos’. Tem artes plásticas, poesia dentro do álbum. Tem essa coisa de se juntar e agregar arte”, explicou Silveira.

O lançamento oficial acontece após uma audição especial realizada na Casa de Cultura de Campo Grande na sexta-feira, em uma noite marcada por emoção, espiritualidade e senso de comunidade.

O evento reuniu referências afro-brasileiras, banhos energéticos, símbolos ligados às religiões de matriz africana e uma atmosfera de celebração coletiva que refletia exatamente o espírito do projeto.

“É muito bom quando a gente encontra ouvidos e olhos atentos para nossa arte. Não importa se eu não tenho um grande público, o que importa para mim é ter pessoas observando o que a gente está fazendo com o ‘Afroafetos’, como a gente está se aquilombando, se reorganizando para fazer uma arte com essência”, declarou o artista durante a pré-estreia.

REENCONTRO DA IDENTIDADE

Com cinco músicas e duas poesias, “Afroafetos” foi gestado ao longo de pelo menos cinco anos. Algumas composições nasceram em parceria com amigas que hoje integram o coletivo artístico criado em torno do projeto. O processo de construção, segundo Silveira, também foi uma forma de reencontro consigo mesmo.

“É um álbum muito diverso. Quem ouvir vai entender que a gente passeia por muitas sonoridades. Tem pagodão baiano, black music, várias referências. Eu cresci ouvindo isso, então, tem essa pluralidade. É o que nós somos”, afirmou.

Ao mesmo tempo em que dialoga com o futuro imaginado pelo afrofuturismo, o álbum mantém conexão direta com a ancestralidade negra e com os afetos construídos em comunidade. Essa dualidade aparece tanto nas letras quanto na estética visual e sonora do trabalho.

“‘Afroafetos’ surge como um grito que pretende não só expor uma produção artística autoral, mas também contar uma história através da ancestralidade e dos afetos que cercam a vivência de um homem preto e gay no Brasil”, resumiu o cantor.

As músicas falam sobre amor, desejo, pertencimento, liberdade e identidade. Em uma das poesias apresentadas no evento de pré-lançamento, versos como “Ser afetada, afeminada, com fome de mundo” e “É tudo sobre o amor e o amor sabe dizer o nosso nome” sintetizam a proposta do projeto: transformar vulnerabilidade em potência.

PROJETO COLETIVO

Embora o álbum carregue o nome de Silveira Soul, o artista faz questão de enfatizar que o projeto pertence a muitas mãos. Durante a audição, ele citou uma a uma as pessoas envolvidas na construção de “Afroafetos”, reforçando o caráter coletivo da obra.

“‘Afroafetos’ não sou só eu. Esse álbum está carregando o meu nome, mas não sou só eu. Somos vários, e eu quero que isso se multiplique muito”, disse.

Entre os nomes envolvidos estão as poetas Maria Carol e Afroqueer, integrante do ColetivA De Trans Pra Frente, as artistas visuais Lua Maria e Erika Pedraza, a estilista Jéssica Rabelo e o produtor musical Ton Alves. O projeto ainda envolve audiovisual, figurino, artes plásticas e performances.

Para Silveira, essa construção coletiva também é uma forma de resistência cultural em Mato Grosso do Sul, estado historicamente marcado pela predominância do sertanejo na cena musical.

“Eu faço uma música popular, mas diferente do comum aqui. Existe barreira, mas acredito no meu público e na minha arte. Fazer isso aqui é, sim, resistência”, pontuou.

AFETO AFRO

A coordenadora do projeto, Jéssica Rabelo, define Afroafetos como um espaço de acolhimento e reconstrução afetiva entre pessoas pretas, LGBTQIA+ e periféricas.

“Nós, pessoas pretas, não fomos ensinadas a amar e a contemplar por meio do amor. E na Afroafetos a gente conseguiu amar. Amar por meio da verdade, da constância e até da raiva”, declarou, emocionada, durante o evento.
Segundo ela, o projeto funciona como um “novo quilombo”, onde arte, espiritualidade e afeto caminham juntos.

“Todas as vezes que a gente se encontra é uma grande oração. A gente ri, chora, dança e cria um universo paralelo quando chega a qualquer lugar dessa cidade”, afirmou.

A dimensão coletiva também impactou profundamente o produtor musical Ton Alves, responsável pelos arranjos do álbum. Ele conta que inicialmente se impressionou pela potência vocal de Silveira, mas que acabou sendo conquistado pelas pessoas e pela proposta do projeto.

“O Afroafetos me impactou de várias formas. Não só musicalmente, mas pelas pessoas. Engloba literatura, teatro, dança, artes plásticas, religião de matriz africana. Tudo entrou no caldeirão e formou o Afroafetos”, disse.
Ton também lembrou a apresentação de abertura para Liniker como um momento simbólico.

“A gente não tinha 1% do orçamento daquela artista e entregou 250%. Aquilo me fez entender que o Afroafetos é muito mais do que música”, afirmou.

ARTE DE MS

Ao falar sobre o conceito do álbum, Silveira destaca que o afrofuturismo presente na obra parte da realidade de Mato Grosso do Sul e das experiências negras periféricas locais.

“É muito louco imaginar onde nossos objetos e acessórios já chegaram. Estarmos onde jamais imaginamos estar. O resgate vem muito disso: acreditar novamente no nosso potencial e reencontrar nosso valor”, afirma.

A ideia de territorialidade aparece como um elemento central do projeto. Em meio a uma realidade cultural frequentemente dominada por referências externas, o artista defende a valorização da produção preta local.

“Aqui a gente é devorado todos os dias por culturas e artes que não são as nossas. Então, quando a gente faz música, moda ou arte, a gente quer fazer o melhor possível. Isso é o mínimo. O máximo ainda está por vir”, pontuou.

Essa valorização também passa pela construção de referências positivas e pelo incentivo à criação artística dentro das próprias comunidades.

“A gente quer fazer arte, viver de arte, consumir arte, mas também criar. E para isso a gente precisa de incentivo”, reforçou o cantor.

Produzido de forma independente, “Afroafetos” foi viabilizado com financiamento do Fundo Municipal de Investimentos Culturais (Fmic), ligado à Fundação Municipal de Cultura de Campo Grande.

Segundo Silveira, o apoio foi fundamental para que o projeto alcançasse a dimensão desejada. “Foi um investimento crucial para que a grandiosidade desse projeto acontecesse”, destacou.

Além do álbum, o coletivo prepara um documentário e uma série de vídeos mostrando os bastidores do processo criativo. A intenção é de revelar o cotidiano da construção artística para além do palco. “Muitas vezes as pessoas só veem o show, mas existe muita coisa acontecendo no dia a dia que faz parte desse processo”, disse o cantor.

A expectativa agora é de que o trabalho reverbere para além das fronteiras de Mato Grosso do Sul. “É o melhor trabalho da minha vida até aqui. A gente não fez só música, despertou outros talentos também. E agora vamos deixar isso reverberar pelo mundo”, declarou.

O álbum “Afroafetos”, de Silveira Soul, está disponível nas plataformas digitais a partir hoje.

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Diálogo

Lideranças do PT em MS têm afirmado, de boca cheia, que haverá... Leia na coluna de hoje

Leia a coluna desta quinta-feira (21)

21/05/2026 00h02

Diálogo

Diálogo Foto: Arquivo / Correio do Estado

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Eleanor Roosevelt - diplomata americana

"As pessoas crescem através da experiência se elas enfrentam a vida honesta e corajosamente. É assim que o caráter é construído”.

FELPUDA 

Lideranças do PT em MS têm afirmado, de boca cheia, que haverá segundo turno nas eleições de 2026. Entre outras coisas, a aposta maior é num eventual “racha” da direita e projeções que são, digamos, um tanto quanto “estratosféricas” e carregadas de muito otimismo. Aliás, na declaração de um petista da cúpula nacional, o entendimento é que as redes sociais estariam sendo usadas pelos adversários de maneira metódica para divulgação de “preconceitos” contra Lula, que pensa em disputar a reeleição.  Se depender dessa galera, a “fatura estaria liquidada”. Sei não...

Outro rumo

A vice-prefeita de Dourados Gianni Nogueira poderá tentar conquistar uma das cadeiras na Assembleia Legislativa de MS.  Ela vinha tentando se viabilizar como pré-candidata ao Senado.

Mais

Isso, fiando-se numa manifestação do ex-presidente Bolsonaro de que poderia ser o nome para a disputa. Diante da indefinição, chegou a anunciar que poderia mudar de partido. Mas acabou recuando.

DiálogoFoto: Divulgação

No próximo dia 25, o Insted realizará a cerimônia que marcará sua transformação institucional, passando a ser Centro Universitário, proporcionando a oferta de bolsas de estudo, atendimentos gratuitos à população, projetos de extensão e novas oportunidades acadêmicas em Mato Grosso do Sul. A expectativa da Instituição é ampliar significativamente os programas de bolsas acadêmicas vinculadas à pesquisa, extensão universitária e monitoria, com percentuais que podem variar entre 40% e 100%, dependendo dos critérios de participação e dedicação dos estudantes. “Teremos experiência acadêmica com mais qualidade e com mais entrega à sociedade, sem deixar de lado as metodologias ativas e protagonismo dos nossos acadêmicos”, afirmou Neca Bumlai, reitora do Centro Universitário.

DiálogoDione Anache - Foto: Studio Vollkopf

 

DiálogoDra. Eduarda Dias - Arquivo Pessoal 

“Tinta”

A moção de apoio em favor da vereadora Eliane Feitosa Tel, como era de se esperar, “levou tinta” na Assembleia de MS, sendo rejeitada por 12 votos a três, o que gerou descontentamento da trinca de parlamentares petistas, um deles protagonizando cena de incitação à violência e vociferando como se estivesse em uma briga de rua. No caso, foi o deputado José Orcírio.

À altura

O deputado Coronel David teve que responder à altura a “solicitação” do petista para que o colega do parlamento estadual desse “aviso” ao deputado federal Rodolfo Nogueira que ele iria apanhar. A moção de apoio foi apresentada por Gleice Jane à vereadora responsável por ato considerado uma agressão a Rodolfo, durante evento em Mundo Novo. Davi  disse que não poderia aprovar uma moção a quem teria praticado tal ato e que pessoas de ideologias diferentes têm é que debater no campo de ideias. Nada como viver num Estado sem problemas, né?...

Análise

Na bolsa de apostas políticas, há quem diga que o deputado estadual João Henrique Catan (Novo) poderá ultrapassar o petista Fábio Trad na corrida para o governo do estado. Embora ambos estejam muito aquém de Eduardo Riedel, primeiro colocado nas pesquisas divulgadas até agora, o perfil do eleitorado de MS poderá contribuir muito para isso. Nos bastidores, a análise é que a população é conservadora e já demonstrou que não “engole” o PT. Sendo assim...

ANIVERSARIANTES 

Maria Elisabete (Bete) Jeronimo Dias;
Dr. Thiago Alonso Domingos;
Paloma Ujacow Martins Rodrigues;
José Alberto D´Lamônica Guimarães;
Rafael de Cristo;
Eloisa Jorge Caiado;
Daniela Marques Caramalac;
Derci de Souza Moraes;
Elizete Miranda Granze;
Lidia Almada;
Tailini Xavier;
João Batista Pereira;
Cecilio Toledo Filho;
Eduardo Silva Rocha;
Antônio de Oliveira Valadão;
Severino Leandro da Silva;
Edson Zandonadi;
Domingos Henrique Medeiros Rostey;
Gilcinei Clovis de Oliveira;
Manoel Rezende;
Deusamar Rangel da Silva;
Artur Monteiro de Barros;
José Carlos Pettengill;
Miguel Pontes Pimentel;
Adir Gaffuri;
Eduardo dos Anjos dos Santos;
Silvia Martinez;
Walter Ferraz Pinto Pacheco;
Marcos Castilho Lopes;
José Ney Mendonça Silva;
Celso de Souza Martins;
Celia Gonçalves Ferreira;
Tecilio Toledo Filho;
Alina Munhoz;
Cibele Araújo Almeida;
Sérgio Teruya;
Iara Rosana Baseggio;
Solange de Fátima Duarte Vaz da Silva;
Adão de Arruda Sales;
Juarez Augusto de Carvalho;
Eveline Muller Azevedo;
José Hindo;
Aparecido Kavano dos Santos;
Dra. Karine Casartelli Falkenburg;
Dra. Lázara Sulzer;
Ibrahim Miranda Cortada Filho;
Auzeneide Maria da Silva;
Alice da Silva Moreira;
Maria Auxiliadora Meira;
Ana Cristina Rocha Negrão;
Sônia Assis de Oliveira Souza;
Elisa Guerrieri da Silva;
Hermes dos Santos Mourão;
Rosilange Ferreira Golveia;
Maria llka Guerreiro;
Luiz Seiji Tada;
Carlos Henrique Botura;
Lúcia Daniel dos Santos;
Teobaldo Velasques;
Marcelo Batistela Damasceno;
Elizeu Ferreira D’ Anunciação;
Shirlei Paz Pereira;
Dorisney Lima de Oliveira;
Júlio Cezar Ribeiro;
José Rogério Cotrim de Medeiros;
Élio dos Santos Mourão;
Dr. Marcilio Vargas Peixoto;
Dr. Rodrigo de Mello Scalla;
Solange Aguni;
Fernando Cremonesi Ferreira;
Daltro José Ferreira;
João Pantaleão Filho;
Luiz Gomes Cabral;
Edilsom José da Silva;
Wagner Chilavier Oliveira;
Felipe Laburu;
Francisco Juarez de Souza;
Carine Andréia Previatti Alves;
Gilberto Domingos;
Venâncio Josiel dos Santos;
Irma Foscaches Medina;
Edilson Morais de Araujo;
Maria Silvia Moreira dos Santos;
Luiz Henrique Augusto Costa;
Paulo Ricardo Junqueira;
Luciana de Morais Cândido;
Agner Cristina Maldonado Silva;
Key Fabiano Souza Pereira;
Vânia Meire Moreira;
Celso Massayuki Arakaki;
Sirley Cândida de Almeida Kowalski;
Ednéia Aparecida Santos Lisboa;
Patricia Zanatta Aranha Coneglian;
Luiz Carlos Silva;
José Evaristo de Freitas Pereira;
Lisandra Moreira Martins;
Heraldo Medeiros de Oliveira;
Marcelo Nogueira da Silva;
Ivan Figueiredo Chaves;
Daniel Florentin de Novaes;
José Garcez da Costa;
Laércio Araújo Souza Neto;
Astolfo Lopes Cançado Júnior;
Luiz Eduardo Lopes;
Neusa Maria Faria da Silva;
Luis Henrique de Sousa Rodrigues;
Edgar Martins Veloso;
Fernanda Lanteri de Almeida;
Luísa Mendonça Nunes.

Colaborou Tatyane Gameiro

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