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IPHAN

Banho de São João de Corumbá é reconhecido como Patrimônio Cultural do Brasil

A tradicional festa já era bem cultural de natureza imaterial de Mato Grosso do Sul desde 2010

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O Banho de São João, a mais tradicional festa junina do Mato Grosso do Sul, realizado em Corumbá e Ladário, foi reconhecido como Patrimônio Cultural do Brasil, nesta quarta-feira (19).

A decisão foi tomada em reunião do Conselho Consultivo do Patrimônio Cultural, órgão colegiado do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). 

A festa remonta às origens de Corumbá e, pela sua singularidade, foi incorporada ao Patrimônio Imaterial de Mato Grosso do Sul em 2010.

Dessa forma, foi solicitado ao Iphan reconhecimento em esfera federal. 

Os estudos realizados a partir de 2014 apontaram a necessidade de se ampliar o recorte espacial, incluindo o município de Ladário, onde a tradição também é realizada.

Últimas Notícias

Em 2018, o Iphan firmou parceria com a Universidade Federal do Mato Grosso do Sul (UFMS) para dar prosseguimento ao dossiê do Banho de São João, com incursões a campo e entrevistas com festeiros, devotos e autoridades religiosas.

Com o reconhecimento como Patrimônio Cultural, o Banho de São João passa a ser acautelado pelo Iphan, que atuará na salvaguarda da festa, coordenando a execução de políticas públicas para a reprodução e sustentabilidade da manifestação.

Banho de São João

A Celebração do Banho de São João tem processões, cortejos de andores e batismo do santo nas águas do rio Paraguai. 

A festividade inclui ainda decoração de altares e andores, queima de fogueiras e realização de oferendas, rezas e terços, giras em terreiros e levantamento de mastros. 

O ritual é realizado anualmente, em um grande arraial pantaneiro.

Além das tradições religiosas, as do São João Brasileiro, como quadrilhas e comidas típicas juninas fazem parte do arraial.

Na passagem do dia 23 para 24 de junho, às margens do rio Paraguai, é realizado o banho com a imagem de São João.

Em Corumbá, o banho acontece no Porto Geral e, em Ladário, no Porto Ladário.

Diálogo

De olho na equipe de transição, os titulares do primeiro time do governo... Leia na coluna de hoje

Leia a coluna desta terça-feira (27)

27/10/2026 00h02

Diálogo

Diálogo Foto: Arquivo / Correio do Estado

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Carlos Hilsdorf - Escritor brasileiro

"Escreva a sua própria história ou terá que se contentar com a história que os outros escreverão por você e para você”.

FELPUDA

De olho na equipe de transição, os titulares do primeiro time do governo do Estado aguardam ansiosamente o tal relatório com os prós e os contras da gestão, que servirá de base para correções e decisões no segundo mandato de Eduardo Riedel. O recado foi claro: cumprir agenda, marcar presença em eventos e sorrir para fotografias não basta para medir desempenho nem competência para seguir em cargo de confiança. Há quem já esteja trocando o melhor ângulo para a foto pelo melhor argumento para o currículo. É esperar para conferir.

Mudanças

No apagar das luzes, mais um projeto do Poder Judiciário chega à Assembleia de MS. O PL 68/2026, que atualiza a organização da Justiça estadual. 

Mais

Entre as mudanças, permite indenizar a licença compensatória de magistrados que trabalham durante o recesso forense. Se houver interesse público, a folga poderá ser remunerada. 

DiálogoFoto: Divulgação/Paulo Mancini

Nesta quarta-feira (28), a cantora e compositora douradense Mariana Matsui lançará seu primeiro álbum, pela gravadora japonesa Rambling Records, com participações de Marcos Valle, Lisa Ono e Jaques Morelenbaum. Batizado com o seu nome, o disco reúne nove faixas que refletem diferentes momentos de sua trajetória, combinando composições autorais, algumas criadas especialmente para o projeto, e releituras de canções de artistas que marcaram sua formação.. A produção é assinada por Big Rabello, com a colaboração do pianista  e arranjador Salomão Soares. O álbum ainda ganhará edições em CD e vinil, que chegarão às lojas de música de Tóquio em 18 de novembro. Ela fará uma série de apresentações no Japão, onde morou e faz sucesso.

DiálogoAlini Mello - Foto: Arquivo Pessoal

 

DiálogoLucas Leto - Foto: Lu Prezia

De olho

Com a aposentadoria do desembargador Lúcio Raimundo da Silveira, 9 juízes se inscreveram para disputar essa desejada vaga no Tribunal de Justiça de MS. A cadeira está reservada exclusivamente para magistrados e ocupar o cargo da mais alta Corte da Justiça estadual é chance que não aparece todos os anos. 

Apressados

A Câmara Municipal de Campo Grande aprovou, em regime de urgência, na sessão do último dia 22, novas regras para a eleição e a posse da Mesa Diretora. A principal mudança estabelece que os vereadores eleitos para comandar o Legislativo no segundo biênio do mandato tomarão posse em 2 de fevereiro do ano seguinte à eleição, após a sessão solene de instalação da sessão legislativa. A alteração modifica o Regimento Interno da Casa de Leis e, segundo a justificativa, busca tornar mais claras as regras de transição entre as Mesas Diretoras. A pressa na votação, porém, chama atenção, pois deveria haver ampla discussão.

Na espera

Dois senadores e três deputados federais de MS entram em 2027 na fila dos desempregados mais bem pagos do país. Soraya Thronicke (PSB) e Vander Loubet (PT) disputaram o Senado e ficaram pelo caminho. Nelson Trad  Filho (PSD) não concorreu e virou suplente de Reinaldo Azambuja, eleito senador. Dr. Geraldo Resende (União) e Dr. Luiz Ovando (PP) não conseguiram voltar à Câmara. Agora, poderão retomar as antigas profissões e atividades ou apostar na velha saída: uma nomeação. 

ANIVERSARIANTES 

  • Ana Paula Gottardi Barbosa Maia dos Santos,
  • Carla Charbel Stephanini,
  • Adelina Avesani Spengler, 
  • Flávia Simioli Gutierres, 
  • Luiz Carlos Rodrigues da Silva, 
  • Marcelo Bastos Ferraz,
  • Alceu Fernandes,
  • Wadel Maldonado,
  • Oswaldo Riveros de Oliveira,
  • Anita Kazuco Shimada,
  • Marleno de Oliveira Villa,
  • Toneo Onozato,
  • Leandro Cassiano de Abreu,
  • Ricardo Luiz Ajala Barcaça,
  • Elisa Rodrigues Villanueva, 
  • Dr. Odilei Antonio Cavalcante Braga,
  • Nélida Letteriello, 
  • Joice de Oliveira Pereira dos Santos,
  • Juliana Andréia Thaler Martini Neiva, 
  • Ana Ruth Oliva,
  • Letícia Zampieri Geraldo, 
  • Giuliano Jacobina Stephanini,
  • Rubens Filinto da Silva,
  • Antônio Urban Filho,
  • Alan de Olivera Naves,
  • Dr. José Roberto Lopes de Souza, 
  • Edemir Antonio Vicari,
  • Henrique Maculan Pavesi,
  • Albert Soares Marinho,
  • Cláudia Zarate Nasser,
  • Maria Aparecida Garcia 
  • Correia de Souza,
  • Ivo Alves de Souza,
  • Alvaro Penze de Sousa,
  • Maria Isabel Souza Nunes,
  • Valdir Antonio Pradella,
  • Gaspar Francisco Hickmann,
  • José Caciano de Oliveira,
  • Dr. Luiz Antônio Álvares Gonçalves,
  • Roberto Pereira de Oliveira,
  • Nawale Nahas Curado,
  • Jovino Braga Ferreira,
  • Celso Filartiga,
  • Maria Cândida da Costa,
  • Leonardo Borges de Oliveira Lima,
  • Dr. Elesbão Munhoz, 
  • Ana Maria Cavalcanti,
  • Norma Suely dos Santos,
  • Vicente Lopes Filho,
  • Izoldina de Moraes,
  • Maycol Marques Lacerda,
  • Nílcéa de Britto Lopes,
  • Eduardo Roberto Manzur,
  • Paulino Mendes Fontoura,
  • Antônio Luiz Ribeiro,
  • Esio Massi,
  • Ademir Morbi,
  • Ilza Rosa de Senna,
  • Enoir Ferreira Cabral,
  • Avany Lima Maciel,
  • Laércio Barbosa,
  • Wagner Ganne,
  • Feliciano Peralta Rocha,
  • Luiza Miyashiro,
  • Paulo Yoshihiro Natori,
  • Sebastião Cardoso Silva,
  • Claudio Loureiro Ribeiro,
  • Carolina Doria Monteiro de Barros, Dra.
  • Rita de Cássia Ribeiro Baréa,
  • Frank Said Souza de Britto,
  • Jean Marcos Ferreira,
  • Helder Marques da Costa,
  • Lindinalva de Oliveira,
  • César Ferreira da Silva,
  • Maria Emília Vieira,
  • Vânia Alves, 
  • Humberto Lopes Ribeiro de Souza,
  • Júlio Bolssonaro Filho,
  • Ester Silva de Oliveira,
  • Joel Ribeiro Oliveira,
  • Alison Pereira da Silva,
  • Célio Luiz Wolf,
  • Marcos Rocha Ribeiro,
  • Diego Ribeiro,
  • Ana Carolina Silva Paz,
  • Denise Forte,
  • Manoel Rosa Lencina Neto,
  • Tadeu Geraldo Moraes Dias,
  • Valdovir José Menon, 
  • Moisés Souto da Rocha,
  • Dra. Lucylea Pompeu Muller Braga,
  • Mário Sérgio Dias Bacelar, 
  • Priscila Nakamura,
  • Dib Hanna Khalil Dib,      
  • Dr. Alex Cunha Alonso, 
  • Silma El Hage,
  • Odil Tadeu Giordano,
  • Aires David de Lima,
  • Jairo de Matos Jardim,
  • Thiago Ranier Gomes,
  • Reinaldo Liske,
  • Antonio João Ferreira Iglesias,
  • Chris Giuliana Abe Asato,
  • Priscila Buissa,
  • Leticia Queiroz Correa 
  • de Albuquerque,
  • Jorge de Oliveira Martins, 
  • Maria Cecília Lopes Barem,
  • Shirley Monterisi Ribeiro,
  • Jair de Souza Faria.

Colaborou com Tatyane Gameiro

Missão

Cruz Vermelha existe há cerca de 163 anos e hoje celebra a data de sua criação

Presente no Estado antes mesmo de sua criação, a organização que atua para aliviar o sofrimento humano, inclusive em emergências e crises, existe há cerca de 163 anos e hoje celebra a data de seu nascimento

26/10/2026 09h00

Curitibana Guilhermina serviu na Segunda Guerra Mundial

Curitibana Guilhermina serviu na Segunda Guerra Mundial Foto: CVBMS

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Organização humanitária global que atua, entre outras frentes, com auxílio médico e apoio em crises para aliviar o sofrimento humano, a Cruz Vermelha celebra hoje a data de seu nascimento e, presente em Mato Grosso do Sul antes mesmo da criação do Estado, tem sua história local fortemente ligada a uma mulher curitibana que serviu de forma voluntária e também após o fim da Segunda Guerra Mundial. 

Atuante no Brasil desde 1907, especificamente em Mato Grosso do Sul, o primeiro registro local segundo a Cruz Vermelha vem da formação de samaritanas em curso de primeiros socorros, datada de novembro de 1942. 

Para além de nomes como o do suíço Henry Dunant, tido como fundador entre os cinco que se reuniram inicialmente entre os dias 26 e 29 de outubro de 1863 na criação do Comitê Internacional de Ajuda aos Feridos – que posteriormente se tornaria a Cruz Vermelha (CICV) –, localmente, a organização não governamental (ONG) cita entre as voluntárias pioneiras o nome de Guilhermina. 

Os registros locais indicam que a curitibana Guilhermina teria sido uma das 73 enfermeiras que serviram durante a Segunda Guerra Mundial.

A Cruz Vermelha de Mato Grosso do Sul cita apenas a representação dela para o compromisso humanitário que atravessa gerações até os dias de hoje, sem destacar, porém, qual seria seu sobrenome. 

Curitibana Guilhermina serviu na Segunda Guerra MundialPrimeiro registro local vem da formação de samaritanas em curso de primeiros socorros, datada de novembro de 1942 - Foto: CVBMS

SOBRENOME E HISTÓRIA

Guilhermina Rodrigues Gomes, segunda-tenente enfermeira da Força Expedicionária Brasileira (FEB), embarcou rumo à Itália após ser convocada em outubro de 1944.

Logo no ano seguinte, ela retornou ao território nacional, depois de uma lida de cuidados a soldados brasileiros e de demais nacionalidades, sendo sobrevivente inclusive de uma explosão em frente a um hospital da cidade italiana de Livorno, região portuária alvo de uma série de bombardeios. 

Ao lado de Graziela Afonso de Carvalho, Guilhermina Rodrigues aparece nos registros históricos como uma das duas primeiras enfermeiras a serem reformadas, reconhecidas jurídica e publicamente como militares portadoras de sequelas de guerra, reconhecimento que só teria vindo em novembro de 1946.

O incidente que acabou fraturando a coluna da enfermeira teria sido a explosão de uma mina terrestre, registrada nas imediações do 7th Station Hospital de Livorno, detonação forte o suficiente para arremessar Guilhermina longe.

Ela foi condecorada no Brasil com as medalhas de Campanha e Guerra e de Ouro da Cruz Vermelha. Apesar de ter nascido em Curitiba (PR), em 1° de dezembro de 1912, foi o Museu da FEB em Campo Grande que ajudou a resgatar e preservar sua história e identidade. 

No dia 2 de julho de 1944, 73 enfermeiras brasileiras embarcaram rumo à Segunda Guerra Mundial, incorporadas ao serviço na Itália em cinco hospitais de campanha do exército norte-americano.

O general Mascarenhas de Moraes, no Relatório do Comandante da FEB, salientou: “ O Comando Brasileiro julga o esforço, a operosidade e a dedicação das nossas enfermeiras na Itália como um atestado veemente do valor da mulher brasileira”.

CRUZ VERMELHA EM MS

Oficialmente, a filial sul-mato-grossense da Cruz Vermelha Brasileira aparece com data de fundação do dia 8 de julho de 1983, recebendo reconhecimento de utilidade pública do governo de Mato Grosso do Sul e da Prefeitura de Campo Grande em 1985, antes mesmo de MS completar uma década. 

Os dados atualizados Cruz Vermelha Brasileira em Mato Grosso do Sul (CVBMS) apontam um total de 285 voluntários ativos no Estado, com mais da metade da equipe (62%) até os dias de hoje formada por mulheres, com voluntários desde 15 anos até 79 anos. Os voluntários com idade entre 18 e 29 anos formam a faixa etária mais numerosa. 

“Reunimos profissionais, estudantes, aposentados e pessoas de diversas áreas. Saúde, psicologia, educação, assistência social, comunicação, Direito, administração, logística e segurança estão entre as competências presentes no voluntariado”, indica a CVBMS. 

Em Mato Grosso do Sul, além da Capital, que abriga a sede estadual da ONG, na Rua da Liberdade, nº 512, na Vila Santa Dorotheia, a CVBMS mantém núcleos em Aquidauana, Chapadão do Sul, Dourados e também em Ponta Porã. 

O trabalho da CVBMS acontece por meio de pessoas que escolhem compartilhar tempo, conhecimento e experiência em benefício da comunidade.

Importante frisar que nem todo voluntário vai diretamente para o fronte, com alguns envolvidos nessas ações, mas com outros colaboradores atuando em capacitações, planejamento, saúde, apoio psicossocial, logística, comunicação ou até mesmo na administração.

“Nosso trabalho é realizado com a participação de voluntários, profissionais, parceiros e apoiadores comprometidos com os princípios humanitários e com a proteção da vida e da dignidade”.

“Em comum, todos assumem o compromisso de agir de acordo com os princípios fundamentais do movimento internacional da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho: humanidade, imparcialidade, neutralidade, independência, voluntariado, unidade e universalidade”, afirma a Cruz Vermelha Brasileira em MS.

Em contato com a sociedade por meio de ações de promoção da saúde, orientação e prevenção, o que inclui até mesmo mutirões, a Cruz Vermelha atua também por meio de atividades itinerantes e palestras sobre temas de interesse da comunidade, como, por exemplo: hábitos saudáveis; infecções sexualmente transmissíveis (ISTs); prevenção de doenças; primeiros socorros; saúde da mulher; violência e proteção. 

Além disso, como complementa a CVBMS, há frentes que atuam com a promoção de cursos e atividades educativas específicas em empresas, escolas, instituições, entre outros, o que pode oferecer à sociedade capacitação em primeiros socorros psicológicos, mas também ensinar a população sobre prevenção de acidentes, preparação para emergências e outros conteúdos voltados à proteção e ao cuidado.

Cabe ressaltar também que, entre esses atendimentos à sociedade em geral, por exemplo, há uma iniciativa focada na inclusão social por meio da alfabetização digital de pessoas idosas, tendo em vista o fato de que boa parte dos casos de estelionatos costumam vitimar essa faixa etária. 

“Realizamos projetos destinados a comunidades e grupos em situação de vulnerabilidade, com ações de acolhimento, orientação, promoção da cidadania e fortalecimento das redes locais. O trabalho começa pela escuta e pelo reconhecimento das necessidades de cada território”, ressalta a ONG.

APOIO À SOCIEDADE

Sobre os atendimentos, que podem servir de apoio para eventos e demais ações sociais e atividades institucionais, a Cruz Vermelha costuma atender às solicitações conforme o objetivo, o público presente e a estrutura necessária para suporte, bem como a equipe disponível. Até mesmo eventos sem finalidade humanitária podem receber um orçamento.

Também são promovidas iniciativas para acolhimento e apoio psicossocial, o que inclui, além das capacitações em primeiros socorros psicológicos, ações direcionadas a pessoas, famílias, jovens, crianças, cuidadores e equipes expostas a situações de crise.

Nesse sentido, a Cruz Vermelha Brasileira em Mato Grosso do Sul mobiliza voluntários e recursos para apoiar pessoas afetadas por desastres, crises e outras situações emergenciais.

“Também participa de campanhas solidárias, arrecadações, distribuição de donativos e iniciativas de preparação comunitária”, destaca a CVBMS.

A organização está presente em quase 200 sociedades nacionais, com atuação no combate à fome, à desnutrição, à subnutrição, à doença e a outros tipos de violência social.

“Em 1916, inaugurou-se a Seção Feminina, responsável por incorporar as mulheres cariocas à luta sanitarista no centro do Rio de Janeiro, onde mantém seu escritório central até hoje”.

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