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FOLIA

Bebeu muito no Carnaval? Veja dicas de nutricionista para amenizar a ressaca

Ressaca acontece por conta de desidratação, hipoglicemia, efeitos tóxicos do álcool e acetaldeído no cérebro

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Milhares de foliões pulam Carnaval nesta sexta (13), sábado (14), domingo (15), segunda (16) e terça (17).

Mas, muitos aproveitam a festa como se não houvesse amanhã e exageram na dose alcoólica. Como consequência, a ressaca é a primeira a 'dar as caras' no dia seguinte.

Ressaca é um conjunto de sintomas físicos e mentais, que causam dor de cabeça, sensibilidade à luz e som, fadiga, sede, tontura, náusea, vômito, boca seca, cansaço, sudorese e falta de apetite.

O álcool, em excesso, afeta a alteração da absorção de nutrientes, causa sobrepeso e aumento da barriga, altera a flora intestinal, interfere na imunidade, prejudica a pressão arterial e causa cirrose.

Em entrevista ao Correio do Estado, a nutricionista pós-graduada em Nutrição Esportiva, Lauana Emanuela Oliveira, afirmou que o fígado é o órgão do corpo que mais sofre com o excesso de álcool.

"O fígado é responsável por transformar substância tóxicas em não tóxicas no nosso organismo e o álcool é uma substância tóxica. Quando o álcool chega no fígado, é transformado em ácido acético, que é uma substância que não nos faz mal. Mas, antes desse processo acontecer, ele é transformado em acetaldeído, que é algo mais tóxico ainda. Então, o nosso organismo não fica apenas exposto apenas a uma substância tóxica, mas sim a duas", explicou.

"A sensação de mal estar é causada pelo acetaldeído. O fígado ficou trabalhando para processar o álcool e deixou de executar funções importantes, como liberar glicose nos momentos de jejum. O cansaço do dia seguinte é resultado de um corpo intoxicado que ficou lutando contra os baixos níveis de açúcar no sangue", finalizou.

As dicas que a especialista dá, para amenizar a ressaca, são:

  • Comer melancia, melão, abacaxi e laranja (frutas com alto teor de líquido)

  • Tomar bastante água

  • Ficar em repouso

  • Se alimentar bem

  • Tomar café preto

Coma alcoólico

Coma alcoólico é quando se ultrapassa o limite de metabolização do álcool pelo fígado. Com isso, o órgão não consegue mais realizar seu papel e o nível de álcool continua alto no sangue, causando intoxicação nos órgãos internos e no cérebro.

O excesso ocorre quando há mais de uma grama de álcool por litro de sangue e depende não apenas da dosagem que é consumida, mas também do peso, altura, alimentação e constituição física da pessoa. 

A partir das três gramas por litro, já é possível aparecer problemas cardiorrespiratórios, perda de consciência, desmaios, convulsão e hiportermia.

Saúde Correio B+

Estreia: Desatando Nós com a Dra. em psicologia Vanessa Abdo - Ela fala sobre Terapia de Casal

A especialista explica por que adultos precisam ter conversas difíceis

15/02/2026 15h00

Estreia: Desatando Nós com a Dra. em psicologia Vanessa Abdo - Ela fala sobre Terapia de casal

Estreia: Desatando Nós com a Dra. em psicologia Vanessa Abdo - Ela fala sobre Terapia de casal Foto: Divulgação

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Prazer, su Vanessa Abdo!

Ao longo da vida, todos nós vamos acumulando nós. Alguns surgem nas relações afetivas, outros na forma como educamos nossos filhos, no casamento que muda com o tempo, no corpo que se transforma ou nas expectativas que pesam demais. Há também aqueles nós silenciosos, que se formam quando não conseguimos nomear o que sentimos. É sobre eles — e sobre o impacto que exercem na saúde mental — que esta coluna se propõe a falar.

Sou psicóloga há mais de duas décadas e dedico minha atuação a ajudar pessoas a desatar nós: no casamento, nas relações entre pais e filhos, na parentalidade real — distante dos modelos idealizados — e nos conflitos emocionais que atravessam as diferentes fases da vida. Esse trabalho acontece no consultório, nas salas de aula, nas palestras, na televisão e nos espaços de diálogo que venho construindo ao longo da minha trajetória profissional.

Tenho doutorado e mestrado em Psicologia Social pela PUC-SP, sou professora universitária e CEO do Mamis na Madrugada. Atuo como psicóloga do programa New Faces, do canal E! NOW Brasil, sou embaixadora da revista Pais&Filhos, do podcast Conexão das Mulheres e integro o Juntos Educação Parental. Também sou autora do livro infantil As aventuras de Neneta em seu balão encantado, projeto que traduz a importância do cuidado emocional desde a infância.

Antes de tudo, sou mulher, esposa há quase 20 anos, mãe da Laura, de 14 anos, e do Rafael, de 12. Acredito que a Psicologia não se faz distante da realidade: ela se constrói no encontro humano, na escuta qualificada e na responsabilidade com os vínculos que sustentam a vida cotidiana.

Nesta coluna, vamos conversar sobre paternidade responsável, maternidade e seus desafios, climatério e menopausa, ninho vazio, terapia de casal e relações familiares em transformação. A proposta não é oferecer respostas prontas, mas ampliar o olhar, provocar reflexões e abrir espaço para conversas mais conscientes sobre saúde mental, escolhas e afetos.

Desatar nós não é eliminar conflitos, mas aprender a lidar com eles com mais consciência, diálogo e cuidado. Que este espaço seja um convite permanente à reflexão.

Terapia de Casal: adultos precisam ter conversas difíceis

Muitos casais chegam à terapia dizendo que “o problema é a comunicação”. Em parte, isso é verdade. Mas, na maioria das vezes, o que falta não é conversa — é coragem. Coragem para sustentar diálogos difíceis, para falar do que incomoda sem atacar, para escutar sem se defender e para assumir responsabilidades emocionais. Relacionamentos adultos exigem maturidade emocional, e isso inclui enfrentar desconfortos.

Conversas difíceis são aquelas que tocam em expectativas frustradas, ressentimentos acumulados, mudanças de desejo, divisão de tarefas, sexualidade, dinheiro, educação dos filhos ou a sensação silenciosa de solidão a dois. Muitos casais evitam esses temas acreditando que o silêncio preserva a relação. O que ele faz, na verdade, é criar distância, ruído e interpretações equivocadas.

Na terapia de casal, frequentemente aparece a infantilização do vínculo: adultos esperando que o outro adivinhe o que sentem, testando limites, punindo com afastamento ou ironia, em vez de nomear necessidades. Relações maduras não se constroem com jogos emocionais, mas com diálogo claro, mesmo quando ele é desconfortável.

Ter conversas difíceis não significa brigar o tempo todo, nem transformar o relacionamento em um tribunal. Significa compreender que conflitos fazem parte da vida a dois e que evitá-los não os elimina — apenas os empurra para debaixo do tapete, onde ganham força. O casal que conversa amadurece; o que evita, adoece.

A terapia oferece um espaço seguro para que essas conversas aconteçam com mediação, escuta e responsabilidade. Não é um lugar para apontar culpados, mas para compreender dinâmicas, revisar acordos e resgatar o diálogo adulto. Muitas vezes, o amor ainda existe, mas está soterrado por mágoas não ditas.

Relacionamentos não fracassam porque as pessoas falam demais, mas porque falam de menos — ou falam tarde demais. Ter conversas difíceis é um ato de cuidado, não de ruptura. É escolher crescer junto, mesmo quando isso exige atravessar desconfortos.

Amar, na vida adulta, também é aprender a conversar.

@vanessaabdo7

Estreia: Desatando Nós com a Dra. em psicologia Vanessa Abdo - Ela fala sobre Terapia de casal

Dra. Vanessa Abdo Psicóloga | Colunista do Jornal Correio do Estado - Divulgação

 

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Especial Carnaval: É folia, é Carnaval: 4 dicas para cuidar das fantasias após a celebração

Com cuidados simples é possível aumentar a vida útil das peças para que os pequenos possam se divertir por mais tempo

15/02/2026 13h30

Especial Carnaval: É folia, é Carnaval: 4 dicas para cuidar das fantasias após a celebração

Especial Carnaval: É folia, é Carnaval: 4 dicas para cuidar das fantasias após a celebração Foto: Divulgação

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O Carnaval é um dos momentos mais aguardados do ano, marcado por alegria, cores vibrantes e muita criatividade. Nos bloquinhos, festas e desfiles, as fantasias ganham destaque e permitem que adultos e crianças entrem no clima da folia com estilo e imaginação.

Para que essas peças mantenham o brilho, a durabilidade e possam ser reutilizadas em outros momentos festivos, a especialista têxtil da 5àsec, maior rede de lavanderias do Brasil, Marinês Cassiano, compartilha dicas valiosas de conservação.

Busque cuidados especiais conforme o tecido de cada peça

As fantasias infantis são criativas e muitas vezes contam com fibras leves, pedrarias, aplicações, bordados e lantejoulas. Por isso, não é indicado colocá-las diretamente na máquina de lavar, pois isso pode comprometer o tecido e os detalhes. Já as opções feitas com materiais escolares, como EVA e papel crepom, não são laváveis e a reutilização depende apenas da forma de uso.

Caso suje, procure limpar o quanto antes

Nas comemorações, é comum que as fantasias entrem em contato com alimentos, bebidas, espumas, maquiagens infantis e até tintas. Para evitar manchas permanentes, a recomendação é remover o excesso com um guardanapo ou pano branco seco e limpo. Produtos caseiros devem ser evitados, pois podem danificar as fibras e dificultar a higienização posterior.

Armazene as fantasias de forma separada das demais roupas

Como as fantasias não fazem parte do uso cotidiano, é essencial guardá-las separadamente em gavetas ou sacos de TNT. Isso ajuda a preservar a forma e evita amassados ou danos. Modelos com penas devem ser armazenados em caixas abertas, garantindo que os detalhes se mantenham intactos.

Guarde as peças sempre limpas

Após o uso, é fundamental higienizar corretamente antes de guardar. Resíduos como suor e restos de maquiagem, alimentos, tintas ou canetinhas podem causar manchas persistentes ou até amarelamento do tecido. Para prevenir mofos, recomenda-se retirar as fantasias do armário a cada três meses e deixá-las arejar na sombra.

Se alguma peça apresentar sinais de mofo ou amarelado, Marinês reforça que o ideal é lavá-la com cuidado, sempre seguindo as orientações da etiqueta. Para manchas antigas, a recomendação é recorrer a uma lavanderia especializada, como a 5àsec, que oferece serviços de remoção, revitalização de cores e tratamentos que prolongam a durabilidade dos tecidos.

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