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Bridgerton, o prazer do clichê que insiste em funcionar na 4ª temporada

Mesmo cafona, previsível e vítima do próprio "efeito Bridgerton", a série chega à quarta temporada mais consciente de si e surpreendentemente mais interessante desde o início.

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Da frequência com que me queixo do chamado “efeito Bridgerton” — essa pasteurização pop das séries de época, em que tudo vira trilha de violino pop, figurino instagramável e conflito sem consequência — seria perfeitamente lógico que eu detestasse a série que dominou o streaming na pandemia. E, no entanto, aqui estamos.

Quarta temporada, sensação de quinta se contarmos Queen Charlotte (minha favorita), e a constatação incômoda, mas honesta: mesmo clichê, cafona e assumidamente dramática, Bridgerton continua sendo uma delícia. E, pior — ou melhor —, merecidamente.

A quarta temporada, baseada em An Offer From a Gentleman, de Julia Quinn, chega depois de quase dois anos de hiato com uma energia curiosamente confortável. Não há a menor intenção de reinventar a roda. Pelo contrário: tudo aqui opera no modo “se não está quebrado, não conserte”.

A estrutura é conhecida, a divisão da temporada em duas partes é irritante, o tom permanece o de uma novela luxuosa em vestidos impagáveis. Ainda assim, há algo diferente. Pela primeira vez desde a estreia, a repetição não soa apenas preguiça. Ela soa escolha.

Benedict Bridgerton assume o centro da narrativa depois de anos sendo o boêmio errante da família, esse personagem que parecia existir apenas para festas libertinas, ateliês esfumaçados e crises vagas de identidade.

A temporada encerra abruptamente sua fase de lothario artístico e o empurra para um romance clássico, clássico até demais. A história com Sophie Baek é, sem rodeios, Cinderela. Ou, para ser mais específica, A Cinderella Story, versão anos 2000, só que sem Hilary Duff cantando “Come Clean”.

O baile de máscaras, o encontro mágico, o desaparecimento à meia-noite, a mulher invisível socialmente que se revela central para o desejo do herói: está tudo ali, sem pudor.

Isso é, ao mesmo tempo, o maior problema e o maior acerto da temporada. Sim, a alegoria é literal demais. Sim, o roteiro às vezes parece sublinhar o conto de fadas como se temesse que o público não reconhecesse a referência. E, ainda assim, funciona. Funciona porque Cinderela é um arquétipo resistente. E porque, pela primeira vez em muito tempo, Bridgerton recupera algo que havia abandonado: um obstáculo real entre os protagonistas.

Sophie não é apenas uma mulher com um segredo. Ela é uma criada. Trabalha para uma família aristocrática, vive num regime de dependência econômica e social que torna qualquer relação com um Bridgerton não apenas improvável, mas proibida. O romance deixa de ser movido apenas por mal-entendidos sentimentais e passa a ser atravessado por classe, trabalho e hierarquia. Há risco novamente. Há custo. Há algo a perder.

Essa mudança reverbera por toda a temporada. Diferentemente dos anos anteriores, em que as tramas paralelas frequentemente sabotavam o romance central — ou pior, o ridicularizavam —, aqui os subplots finalmente conversam entre si.

A disputa salarial da governanta Varley, o desconforto histórico de Lady Danbury na posição de “melhor amiga subalterna” da rainha, as dúvidas dos Mondriches sobre o preço de ascender socialmente, até as reflexões de Eloise sobre o que significa permanecer solteira em termos materiais: tudo orbita o mesmo eixo. Poder, dependência, consentimento.

Só acho problemático mesmo, alimentar a ilusão de que um homem (especialmente como Benedict), poderia ser “recuperado” pelo amor verdadeiro. Dito isso, Shonda Rhimes é tão genial que me fez acreditar que sim, é possível (mas não, não é).

Bridgerton, o prazer do clichê que insiste em funcionar na 4ª temporada - Divulgação

A nova temporada é o manual de Shonda Rhimes funcionando como deveria. O mesmo mecanismo que sustenta Grey’s Anatomy desde o início — histórias menores que expandem, tensionam e complicam a narrativa principal — finalmente encontra equilíbrio em Bridgerton. Pela primeira vez, a série entende que mundo não é excesso de personagens, mas coerência temática.Isso não resolve tudo. O romance entre Benedict e Sophie, ao menos nesta primeira metade, é correto demais.

Há química, há delicadeza, há uma performance excelente de Yerin Ha, mas falta faísca. Falta o calor que marcou Daphne e Simon, Anthony e Kate, até mesmo Colin e Penelope em seus melhores momentos. Curiosamente, a temporada reserva o erotismo mais intenso para os coadjuvantes — e, sobretudo, para Violet Bridgerton. Ruth Gemmell emerge como a verdadeira protagonista emocional do ano, transformando desejo maduro, flerte tardio e expectativa contida no arco mais vivo da série.

Ainda assim, há algo profundamente reconfortante em ver Bridgerton aceitar aquilo que é. Uma fantasia romântica que nunca foi — e talvez nunca quisesse ser — uma reconstituição histórica rigorosa. Um melodrama que prefere o excesso à contenção, o gesto amplo ao subtexto minimalista. Quando a série tenta ser “importante”, costuma tropeçar. Quando abraça o prazer, o artifício e o sentimentalismo, ela ganha força.

A quarta temporada também faz algo que parecia impossível: devolve densidade ao universo da série. Ao reconhecer que, mesmo nesse mundo idealizado, a desigualdade estrutural persiste, Bridgerton resgata a sensação de consequência que havia se diluído ao longo dos anos. Não é uma crítica radical ao sistema — longe disso —, mas é um passo além do cinismo colorido que ameaçava transformar tudo em fantasia sem atrito.

Há motivos para cautela. Bridgerton tem histórico de desandar na segunda metade das temporadas. A promessa de desejo precisa se converter em tensão física, em risco emocional, em cenas que justifiquem o investimento. Mas, por ora, tudo converge. As tramas se alinham, o tema se sustenta, o prazer permanece intacto.

No fim, talvez a maior ironia seja essa: a série que simboliza tudo aquilo que eu costumo criticar nas produções de época só funciona quando para de fingir que é outra coisa. Quando aceita ser clichê. Quando assume o cafona. Quando entende que, às vezes, um bom conto de fadas — bem contado — é exatamente o que o público quer.

E eu, contra todas as expectativas, continuo querendo também.

FOLIA

Blocos oficiais abrem os desfiles no carnaval de Corumbá

Os blocos oficiais fazem uma prévia do que será a apresentação das escolas de samba, cumprindo regulamento da liga para a disputa do título

14/02/2026 01h00

Programação do Carnaval de Corumbá começa com desfile de blocos

Programação do Carnaval de Corumbá começa com desfile de blocos Foto: Arquivo

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Com previsão de tempo nublado à noite, começou o espetáculo na Avenida General Rondon, o templo do carnaval corumbaense, com o desfile dos onze blocos oficiais, a partir das 20h com cronometro da organização e a vigilância do Ministério Público, que quer cumprimento de horários. No domingo e segunda-feira, saem as dez escolas de samba.

O palco para o show de passistas e ritmistas tem 4.500 lugares gratuitos para o público nas arquibancadas e espaço para 1.500 pessoas nos camarotes comercializados pela prefeitura, entre privativos e avulsos. Vai funcionar também até a terça-feira, quando acontece o carnaval cultural (antigo), a praça de alimentação, com a diversidade a culinária pantaneira.

O esquema de segurança, também recomendado pelo Ministério Público, foi reforçado com a chegada de 80 policiais militares de várias cidades do somando, somando-se ao contingente do 6º batalhão da corporação. A prefeitura contratou uma empresa privada com 130 seguranças e vai colocar nas ruas mais 40 guardas municipais. A PM fará vigilância permanente no circuito do samba com motos e cavalos.

Samba no pé

Os blocos oficiais fazem uma prévia do que será a apresentação das escolas de samba, cumprindo regulamento da liga para a disputa do título. São pequenas agremiações, que se sustentam com apoio do comércio e venda de abadás, contribuindo no giro na economia (foram investidos R$ 697 mil) e oportunidades de emprego. Este ano, foram abertas 365 vagas. 

Em 2025, o Praia Bola e Cerveja, homenageando o ex-jogador Cláudio Mineiro, que reside na cidade, foi o campeão da categoria. O desfile deste ano será aberto pelo Afro Samba Reggae. Na sequência, passam pela avenida: Águia da Vila, Clube dos Sem, Flor de Abacate, Os Intocáveis, Praia Bola e Cerveja. Arthur Marinho, Bola Preta, Oliveira Somos Nós, Nação Zumbi e Vitória Regia.

Concurso de fantasias

A programação deste sábado começa às 12h com o Casario Folia, uma roda de samba no Porto Geral da cidade, que atrai milhares de pessoas. Depois do desfile dos blocos oficiais, haverá shows ao vivo no palco armado na Praça Generoso Ponce, ao lado da passarela do samba.

Um dos principais eventos do carnaval corumbaense, o Concurso de Fantasias, foi realizado na noite de quinta-feira, com a participação de 15 carnavalescos de Corumbá e Campo Grande e 85 mil em prêmios. Realizado no ginásio do Corumbaense, a 43ª edição apresentou muito luxo, criatividade e suntuosidade.

O grande público também prestigiou a participação de cinco nomes Hors Concours — Fernanda Vanucci, Rebecca D'Albinie, Valdir Gomes, Adão Barboza e Claudinho Tasso — personalidades que já marcaram a história da folia corumbaense e enriqueceram ainda mais a noite com suas presenças. Todos foram premiados com R$ 6 mil.

diálogo

O PT anda acumulando sonoros "nãos" em sua tentativa de conseguir candidato...Leia na coluna de hoje

Confira a coluna Diálogo deste sábado (14) e domingo (15)

14/02/2026 00h01

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Henrique de Medeiros - poeta de MS

"Quando janelas abrem-se para dentro, originamos paisagens dentro de nós mesmos. Às vezes encontramos áridas paisagens, oásis longínquos e açudes amiúdes”.

Felpuda

O PT anda acumulando sonoros “nãos” em sua tentativa de conseguir um candidato para fazer “dobradinha” com Vander Loubet na disputa das duas vagas ao Senado. Primeiro tentou atrair o senador Nelson Trad Filho, mas o parlamentar nem pestanejou em dizer não. Na sequência, quiseram contar com a senadora Soraya Thronicke para essa empreitada. Mais uma vez, os petistas teriam percebido que tudo ficou no campo do “se”. Fala-se até que o jeito será buscar solução caseira. Afinal, o tic-tac está ecoando que só.

A matemática das abelhas é um dos fenômenos mais fascinantes da natureza selvagem, revelando como pequenos insetos aplicam conceitos geométricos complexos sem nunca terem frequentado uma sala de aula. Esse processo instintivo permite que elas otimizem o espaço interno da colmeia de maneira magistral, garantindo que o armazenamento de mel ocorra com o menor gasto possível de cera e máxima resistência estrutural.

Essa escolha geométrica não é aleatória, pois o hexágono é a forma que melhor preenche um plano sem deixar espaços vazios no processo. A construção começa com a secreção de escamas de cera que são moldadas pelas mandíbulas das operárias de forma rítmica.

Subsequentemente, o calor gerado pelo esforço coletivo amolece o material, facilitando a moldagem perfeita das paredes laterais das células agora moles. A organização espacial permite ventilação superior dentro da estrutura, essencial para evaporar a água do néctar. Desse modo, a colmeia se torna ambiente seguro e em harmonia para toda a colônia.

Dr. Fernando Cury e Dra. Hanna Mosciaro
Fátima Scarpa

Na real

A absoluta falta de experiência em gerir recursos públicos é o principal entrave na pretensão de alguns políticos que desejam disputar o governo do Estado. Só “querer fazer o melhor” não basta e discursos recheados de “boas intenções” não são credenciais para ninguém assumir cargo tão importante. Afinal, o ditado popular ensina que “De boas intenções, o inferno está cheio”.

Com regras

Bonito passou a ser a primeira cidade de Mato Grosso do Sul a contar com uma legislação específica para regulamentar bicicletas elétricas e veículos autopropelidos, estabelecendo normas voltadas à organização do espaço urbano e à segurança dos usuários. O decreto define regras para a circulação desses veículos em vias públicas, incluindo a obrigatoriedade de cadastro municipal, critérios de segurança e responsabilidades.

Pode ser...

O Senado vai analisar um projeto de lei que propõe o licenciamento compulsório (suspensão temporária de patentes por interesse público) do medicamento tirzepatida, conhecido como Mounjaro. A proposta também prevê a produção do remédio no Brasil e a ampliação do acesso pelo SUS.

Aniversariantes

SÁBADO (14)

  • Dr. Abrão Razuk,
  • Sabrina Sales Basilio de Assis,
  • Marly Corrêa Coelho,
  • Dr. Leandro Mazina Martins,
  • João Perez Soler,
  • Luciano Maruyama,
  • Joaquim da Silva Santos,
  • Gerson da Silva,
  • Ely Salina Romeiro,
  • Laucídio de Castro Ribeiro,
  • Dr. Marcos Gabriel do Lago Prieto,
  • Leonardo Toledo Possik,
  • Maria Silvia Albuquerque Santana,
  • Tânia Maria Zanatto,
  • Ormes Ferreira Barbosa,
  • Natasha Camargo Henne Ynouye,
  • Tatiana Albuquerque Corrêa Kesrouani,
  • Romeu Barbosa de Souza,
  • Cynthia Lima Raslan,
  • Almir Silva Paixão,
  • Ana Luisa Corrêa da Costa Dias Esteves,
  • Laudelino Limberger,
  • Dalgomir Buraqui,
  • Maria Inêz Pereira de Freitas ,
  • Paschoal Camacan Rizzo,
  • Zeca Vendramini Gameiro,
  • Dr. José Kimei Tobaru,
  • Camila Sartori Dib,
  • Dr. Celso Garicoi Pedraza,
  • Rosângela Queiroz,
  • Elvira Valentina Calhão e Silva,
  • Darci de Souza Almeida,
  • Antonio Carlos da Silva,
  • Alinne Teodoro dos Santos,
  • Tânia Rosa Lopes Teodoro,
  • Marisa Ocampos,
  • Jaime Moses,
  • Newton dos Santos Garcia,
  • Diva Barbosa,
  • Raul Pithan,
  • Elizete Vizarro Leite,
  • Douglas Michelan,
  • João Cardoso da Silva,
  • Eliane de Castro Morbi,
  • Maria Thereza Milan Ferreira,
  • Fátima Correia Loureiro,
  • Samuel Paiva de Figueiredo,
  • Luiza Aparecida de Lima Takozono,
  • Almerinda Feitosa,
  • Cristiane Bello,
  • Cecília Kimiko Miayshita,
  • Sérgio Perin,
  • Valdir Soria Villa Nova,
  • Sidney Bichofe,
  • Walter Carneiro,
  • Maria Lizete Barreto de Menezes Brito,
  • Etienete Maria Maiolino Volpe,
  • Pedro Alves Theodoro,
  • Thiago de Oliveira Carvalho,
  • Valdir Negri,
  • Pedro Vidal Cabreira,
  • Ubirajara Roehr Júnior,
  • Vander Gleison Rabelo,
  • Gil Amaral,
  • Jucimar Ferreira de Oliveira,
  • Demilson Gomes Trindade,
  • Cátia Aparecida Vicentini,
  • Aparicio Barbosa Tavares,
  • Gilmayron Amaral da Silva,
  • Taicy Teixeira Cabral,
  • Elizabeth Oshiro,
  • Salvador de Barros Neto,
  • Ludmila Rodrigues de Almeida,
  • Diego Souto Machado Rios,
  • Tatiane Icassati da Silva,
  • Luiz Carlos de Castro Pinto,
  • Sebastião Renato da Costa Oliveira,
  • Sérgio Chibeni Yarid,
  • Ricardo Yoshisumi,
  • Cecília da Silva Pavão,
  • Manoel Oliva Junior.

DOMINGO (15)

  • Pedro Elias Filho,
  • Marcio Fernandes,
  • Patrícia Sacco,
  • Juliana Nunes Matos Ayres,
  • Mariza Haddad,
  • Jorge Almoas,
  • Eliseu Franco,
  • Ari Jorge de Oliveira,
  • Ivo Jardim de Carvalho,
  • Fernando dos Anjos,
  • Vilma Leda de Salvi Moreira,
  • Tânia Aparecida Jardim,
  • Suely Nascimento dos Santos,
  • Raul Rodrigues da Rosa,
  • Altinor Batista de Souza,
  • Letícia Pinho,
  • Ademilson José de Maria,
  • Luiz Augusto Peters Garcia,
  • Marli da Silveira,
  • Paulo Sérgio Ribas,
  • Ademar Domingues da Silva,
  • Sauro Antonio Menta,
  • Taisa Ignês Trento,
  • Rosana de Fátima Rocha de Oliveira,
  • Ilair Vicente Baseggio,
  • Núbia Pedroso Lamberti,
  • Fernanda Mascarenhas Scardini,
  • Fernanda Arakaki Ayres Melke,
  • Edilson Luiz Pereira,
  • Shirley Neves Braga,
  • Silvia Regina de Mattos Nascimento,
  • Ney Marques Borba,
  • Manoel Joaquim Cardoso,
  • Sônia Maria Pires Pereira,
  • Rodrigo Bordim de Souza,
  • Alcíon Pereira Barbosa,
  • Josedek Oliveira Gonçalves,
  • Edson Pinto da Silva,
  • Geraldo Augusto Delmond,
  • Rhayane Paes de Oliveira,
  • Flávia Saffe de Souza Guasso,
  • Lourimar Vilarinho Albuquerque,
  • Acir Murad,
  • Paulo de Moraes,
  • Luiz Antônio Moreira da Costa,
  • Lucy Benigna dos Santos,
  • Dr. Ademar Ale,
  • Tonit Machado de Oliveira,
  • Selma Lima da Silva,
  • Emerson Santiani,
  • Dorival Alcozas,
  • Eraídes Ribeiro do Prado,
  • Marcos Antonio Rodrigues,
  • Walter Carbonaro,
  • Nelson Borges de Barros Neto,
  • Caroline Ducci,
  • Maria Aparecida Vila,
  • Patricia Henriette Forni
  • Donzelli Bulcão de Lima,
  • Ivanildo Soares Vieira,
  • Maria Genoveva Correia,
  • Gabriel Kabad Bittencourt,
  • Jacirene Filomena Lopes da Conceição,
  • Cristiana de Souza Briltes Tomaz,
  • Maria Stella Martins Roas,
  • Lindalva Silva de Souza Oliveira,
  • Newton de Barros,
  • Danila Ayla Ferreira da Silva,
  • Cícero Ávila de Lima,
  • Antônio Ogido,
  • Lucelaine Nogueira Ribeiro,
  • Josué Bernardino dos Santos,
  • Ênio Alves Gomes,
  • Sueli Erminia Belão Portilho,
  • Ligia Aparecida Rocha,
  • Sueli Soloaga,
  • Antônio Seitoku Goya,
  • Luciano Souza Zanella.

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