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Britney Spears mostra boa forma e chama fã ao palco em show no Rio

Britney Spears mostra boa forma e chama fã ao palco em show no Rio

g1

16/11/2011 - 07h39
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A Praça da Apoteose, palco do carnaval do Rio de Janeiro, deixou o samba de lado para receber o som pop de uma das divas da atualidade: Britney Spears. A apresentação começou no horário previsto, às 21h desta terça-feira (15), e terminou cerca de uma hora e meia depois.

A cantora norte-americana mostrou disposição e boa forma ao dançar 19 músicas (confira abaixo o set list do show). Em sintonia com seus dançarinos - que em momento algum demonstraram cansaço, apesar da intensidade das coreografias -, ela encantou o público.

“Ela estava em êxtase e contagiou todo mundo”, disse o publicitário Fábio Ribeiro, de 21 anos. Mineiro de Juiz de Fora, ele veio ao Rio nesta terça apenas para o show. “Eu viria a pé de Minas só para ver de novo.”

A apresentação, que divulga seu álbum mais recente, “Femme fatale”, teve repertório variado e incluiu sucessos antigos, como “... Baby one more time”, e recentes, como “Till the world ends” e “I wanna go”.

Com modelitos variados, a cantora usou maiôs cheios de brilhos e enfeites que enalteciam suas curvas - mais definidas se comparado com seus últimos shows, mas ainda aquém da forma apresentada no início da carreira. “Ela estava linda. Fui a muitos shows bons neste ano, como da Katy Perry e da Rihanna. Mas esse com certeza foi o melhor”, acrescentou a estudante Julia Mastrangelo, de 21 anos.

A interação entre o público e a cantora foi outro ponto alto. Durante a música “Lace & Leather”, ela selecionou um fã sortudo que acabou subindo ao palco. Lá, foi algemado a um poste. O rapaz, de prenome Getúlio, ficou impressionado com a dança sensual das bailarinas. Durante a música, ele recebeu uma “chave de pernas” de Britney. Empolgado, tentou morder a coxa da loura, que se assustou, mas levou tudo na brincadeira.

Apesar de apenas 20 mil dos 25 mil ingressos terem sido vendidos, o público não decepcionou. No fim da apresentação, a cantora mostrou-se emocionada ao ver a maior parte dos fãs erguer papéis com a palavra “Oh” durante a execução da música “Till the world ends”. As duas letras fazem parte da canção. “Ela ficou bem impressionada com a reação do público”, disse a também publicitária Clara Rocha, de 22 anos.

Outro motivo de encanto para o público foi a estrutura do show. Além do telão ao fundo, fogos de artifício e efeitos de luz chamaram a atenção. Um dos momentos mais marcantes também ocorreu na última música: a cantora subiu em uma plataforma e foi içada para o alto. Lá, duas asas de anjo se abriram, levando os fãs ao delírio.

Na sexta (18), a cantora se apresenta na Arena Anhembi, em São Paulo. Estes não são os primeiros shows da cantora no país. Em janeiro de 2001, Britney Spears se apresentou no festival Rock In Rio, durante a turnê mundial “Oops!... I did it again”.

SAÚDE

Fadiga e dor são alerta para doenças autoimunes como lúpus e esclerose múltipla

Casos de celebridades que convivem com lúpus e esclerose múltipla ajudam a dar visibilidade a condições que ainda são subdiagnosticadas e confundidas com o estresse do dia a dia

06/05/2026 09h00

Fadiga constante, dores musculares e nas articulações e indisposição estão entre os principais sintomas das doenças autoimunes

Fadiga constante, dores musculares e nas articulações e indisposição estão entre os principais sintomas das doenças autoimunes Magnific

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Cansaço persistente, dores pelo corpo, alterações de sensibilidade e até mudanças na visão. Sintomas aparentemente comuns, muitas vezes associados à rotina intensa, ao estresse ou à sobrecarga emocional, podem esconder doenças mais complexas: as chamadas doenças autoimunes.

Essas condições, em que o sistema imunológico passa a atacar o próprio organismo, afetam milhões de pessoas em todo o mundo e têm maior incidência entre mulheres.

Estimativas de entidades médicas internacionais apontam que entre 5% e 8% da população mundial convive com algum tipo de doença autoimune. No entanto, o número pode ser ainda maior, em razão do subdiagnóstico.

O cenário é ainda mais significativo no público feminino, que concentra a maioria dos casos e apresenta risco até quatro vezes maior de desenvolver essas doenças, especialmente entre os 30 e 40 anos.

Além da predisposição biológica, especialistas alertam para um fator cultural e comportamental que contribui para esse cenário: a tendência de muitas mulheres de normalizar sintomas.

Fadiga constante, dores musculares e indisposição são frequentemente atribuídas ao acúmulo de tarefas, ao trabalho, à maternidade ou ao estresse cotidiano.

Esse comportamento pode atrasar a busca por atendimento médico e, consequentemente, o diagnóstico correto.

Nos últimos anos, o tema ganhou visibilidade com relatos de figuras públicas. A cantora Selena Gomez revelou conviver com lúpus, enquanto as atrizes Selma Blair e Cláudia Rodrigues tornaram públicas suas experiências com a esclerose múltipla.

Os depoimentos ajudaram a ampliar o debate sobre essas condições e a importância do diagnóstico precoce.

Segundo a reumatologista Ana Cristina Boni Lenci, o início das doenças autoimunes costuma ser marcado por sintomas inespecíficos, o que dificulta o reconhecimento imediato.

“Observamos com frequência no consultório que sinais como fadiga, febre e dores no corpo acabam sendo atribuídos ao estresse ou à sobrecarga da rotina. Com isso, o paciente demora a buscar ajuda e, quando o faz, nem sempre é encaminhado ao especialista adequado”, explica.

ALÉM DO CANSAÇO

Entre as doenças autoimunes sistêmicas, o lúpus é uma das mais conhecidas e também uma das que mais geram confusão nos estágios iniciais.

Isso porque seus sintomas podem ser facilmente confundidos com reações comuns do organismo.

De acordo com a Sociedade Brasileira de Reumatologia, o lúpus afeta entre 150 mil e 300 mil pessoas no País, principalmente mulheres jovens. O diagnóstico, em média, leva de três a seis anos para ser confirmado.

Os sinais variam de acordo com o órgão afetado. Entre os mais comuns estão lesões na pele do rosto, com vermelhidão em formato de “asa de borboleta”, frequentemente confundida com rosácea ou irritações causadas pelo sol

. A dor articular também é recorrente, mas nem sempre apresenta sinais inflamatórios visíveis, como inchaço ou calor, o que leva muitos pacientes a subestimarem o sintoma.

Além disso, o quadro pode incluir fadiga intensa, queda de cabelo localizada e, em casos mais avançados, comprometimento de órgãos como rins e coração.

Um detalhe importante é o padrão da dor inflamatória: ela costuma ser mais intensa ao acordar, acompanhada de rigidez, e melhora ao longo do dia com o movimento.

“O paciente pode levar uma vida normal. O principal risco está no diagnóstico tardio, quando a doença já provocou danos”, destaca a especialista.

Outro exemplo é a artrite reumatoide, que atinge principalmente as articulações e pode ser confundida com desgaste natural, como a artrose. A condição afeta duas vezes mais mulheres do que homens.

Nesse caso, a dor vem acompanhada de rigidez matinal e dificuldade para realizar movimentos simples, como fechar as mãos. Diferentemente da artrose, que tende a piorar com o uso, a dor inflamatória melhora ao longo do dia.

Já a síndrome de Sjögren é caracterizada pela secura persistente dos olhos e da boca. Ao contrário de quadros passageiros, os sintomas não melhoram com hidratação ou uso de colírios, podendo comprometer a saúde bucal e ocular.

Em situações mais graves, a condição pode estar associada a complicações como o aumento do risco de linfoma.

SINAIS NEUROLÓGICOS

As doenças autoimunes também podem afetar o sistema nervoso. A esclerose múltipla, por exemplo, ocorre com maior frequência em mulheres jovens, geralmente entre os 20 e 30 anos.

Os sintomas iniciais podem incluir alterações visuais, formigamentos, perda de força e dificuldades motoras. Muitas vezes, esses sinais surgem de forma isolada e são interpretados como episódios passageiros.

De acordo com a neuroimunologista Mariana Trintinalha, qualquer alteração neurológica sem causa aparente deve ser investigada. “O início precoce do tratamento é essencial para evitar sequelas e preservar a qualidade de vida”, afirma.

Outra condição relevante é a miastenia gravis, que também afeta principalmente mulheres por volta dos 30 anos. O principal sintoma é a fraqueza muscular flutuante.

Diferentemente do cansaço comum, a fadiga nesse caso tende a piorar ao longo do dia. A pessoa pode começar o dia bem, mas apresentar piora progressiva, com sintomas como visão dupla e dificuldade para realizar tarefas simples. Essa variação ao longo das horas é uma das características marcantes da doença.

COMO SURGEM

Apesar das diferentes manifestações, as doenças autoimunes compartilham um mecanismo em comum: o sistema imunológico passa a reconhecer estruturas do próprio corpo como ameaças.

As causas exatas ainda não são totalmente conhecidas, mas especialistas apontam para uma combinação de fatores: predisposição genética, influência hormonal e fatores ambientais estão entre os principais elementos envolvidos.

Infecções, estresse, exposição a agentes externos e alterações hormonais podem funcionar como gatilhos em pessoas predispostas.

Esse conjunto de fatores ajuda a explicar tanto a maior incidência em mulheres quanto o surgimento em fases específicas da vida adulta.

Outro ponto de atenção é que pessoas diagnosticadas com uma doença autoimune têm maior probabilidade de desenvolver outras ao longo do tempo, por isso, o acompanhamento médico contínuo é fundamental.

DIAGNÓSTICO PRECOCE

Embora muitas dessas doenças não tenham cura, o diagnóstico precoce faz toda a diferença no controle dos sintomas e na qualidade de vida dos pacientes.

Tratamentos adequados podem reduzir a atividade da doença, prevenir complicações e permitir uma rotina próxima do normal.

O principal desafio, no entanto, continua sendo reconhecer os sinais iniciais. Fadiga persistente, dores que não melhoram, alterações neurológicas, secura intensa ou sintomas que fogem do padrão habitual do organismo não devem ser ignorados.

Para especialistas, a chave está em observar o próprio corpo e não normalizar sintomas recorrentes. Em caso de dúvidas, a orientação é procurar atendimento médico e, se necessário, buscar avaliação com especialistas como reumatologistas ou neurologistas.

Felpuda

Irritado com prefeitos que, segundo ele, estariam... Leia na coluna de hoje

Leia a coluna desta quarta-feira (6)

06/05/2026 00h02

Diálogo

Diálogo Foto: Arquivo / Correio do Estado

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Roberto Campos - economista brasileiro

"A diferença entre a empresa privada e a empresa pública é que aquela é controlada pelo governo, e esta por ninguém”.

FELPUDA 

Irritado com prefeitos que, segundo ele, estariam “escondendo” quem foi o responsável por obras construídas com repasse de recursos federais, o deputado José Orcírio decidiu ser um “agente secreto”. Se autointitulando “013”, anunciou que vai percorrer os municípios para registrar tudo aquilo que ele imagina que foi o Lula que proporcionou. Alguns parlamentares consideraram a atitude hilária e sugeriram que o colega se utilize de “uma lupa” para encontrar algum benefício e lembraram que o “dinheiro não é do governo do PT” e sim proveniente dos impostos pagos pela população. Portanto...

Diálogo

Punição

A Justiça de Campo Grande condenou uma empresa  de transporte após uma passageira perder o velório e o sepultamento da mãe por atraso na viagem. A cliente sairia de madrugada rumo a Presidente Epitácio (SP), com chegada prevista antes das cerimônias. 

Mais

No entanto, o embarque atrasou cerca de 4 horas e ela não conseguiu chegar a tempo. E também não recebeu  resposta ao pedido de reembolso feito à empresa. A condenação foi o pagamento de R$ 5 mil por danos morais, além da restituição do valor da passagem.

DiálogoCamilla Muzzi Grinfelder Tófano e Elton Fabricio Tófano - Foto: Studio Vollkopf
 
 
DiálogoDra. Lorena Gargaro - Foto: Arquivo Pessoal

Preferência

O governador Eduardo Riedel  já teria conversado com lideranças da Fiems e dito, em alto e bom som, que a preferência para compor sua chapa majoritária à reeleição continua sendo o atual vice, José Carlos Barbosa, o Barbosinha. A possibilidade de haver uma “troca” por Jaime Verruck, ex-titular da Semadesc, seriam apenas especulações. Fontes afirmam que essa tentativa de impor nomes “goela abaixo” já ocorreu em outras oportunidades e “deu ruim”.

Eu, não!

O ex-secretário Jaime Verrick, pré-candidato a deputado federal, fez questão de esclarecer à imprensa que não colocou sua assinatura em convênio de R$ 7 milhões com a Federação das Indústrias de MS e que está dando o que falar. Ele explicou que foi exonerado no dia 1º de abril e a parceria entre o governo, via aquela secretaria, com a entidade, foi feita no dia 9 de abril. Ele deverá ser chamado na Assembleia para explicar nos mi-ní-mos detalhes.

Aniversariantes 

Teliane Alves Bisognin;
Henry Barcelos Ceolin;
Sandra Maria da Rosa Salomão;
Ludéverson Delmondes Simioli Cação;
Dra. Daniele Iunes Monteiro;
Andrea Moraes Coimbra Frandoloso;
Isamélia Saravy Soares;
Danilo Proença Brum;
Joaninha Asato;
Elizeu Fernandes Tabosa Filho;
João Silva de Oliveira;
Takashige Nakase;
Antonio Araujo Correia;
Giselle Queiroz dos Santos;
José Santos Urtado;
Rechelina Geremia Gasparetto;
Jeanete Vieira de Carvalho;
Dr. Rui Spínola Barbosa;
Luis Eduardo Longobardi;
Alexandre Osorio Pastorello;
João Pereira da Silva;
Andréa de Souza Ferrão;
Ana Cristina Cestari Sanches;
Egydio Paro Luiz Wilson;
Eric Palko Burigato;
Otalino José de Farias;
Ubirajara Cecilio Garcia;
Gustavo Trindade Correa;
Renato dos Santos Lima;
Carolina Fontana de Oliveira;
Maria Carmem Pedra;
Paloma Nayara Gomes da Silva;
Ana Paula Ajul de Menezes;
Virgínia Alves Barbosa;
Mario Turino Fieburger;
Vilson Bernardes Melo;
Ana Lúcia Rôa;
Rochele Tôrres Serejo;
Maria da Glória da Cruz Rocha;
Júlia Hiromi Iguma;
Alvina de Almeida e Castro;
Sonia Regina Cesar;
Antônio Castro de Souza;
Marinete Soares da Silva;
Heilaine da Costa Castro;
Marcilio Alves Chianea;
Roberto Mota Filho;
José Eduardo Sodré;
Maria Inez Marques Soares;
Alda Regina Rondon Pontes;
Marlene Silva Souza;
Fátima Dutra dos Santos;
Maria Aparecida de Oliveira;
Francelina Barbosa;
Cláudio da Rocha Maciel;
João Francisco Alves;
Maria Teresa Menezes;
Glória Maria da Silva;
Paloma de Souza Nunes;
Keila Lopes;
Leila Oliveira Pereira;
Viviane Gonçalves Leite;
Maria Auxiliadora Barbosa Costa;
Lucila Rodrigues Ribeiro;
Maria Lúcia Grimaldi;
Florípedes Açucena Lopes;
Aroldo Flôres da Rocha;
Jorge Tetsuo Taira;
Geraldo Humberto Ferreira;
Marcio Cândido Alves;
Eulina Vieira Andrade;
Aroldo Pereira da Silva;
Josemir da Silva;
Eder Rosa de Campos;
José Carlos Lopes;
Herivelto Carvalho Pereira;
João Bosco Martins de Barros;
Marco Antônio Vieira;
Sebastião da Silva;
José Mendes Rocha;
Mauro Fialho;
Aires Xarão de Souza;
José Antonio Vieira;
Alaide Aparecida Ricardo Rodrigues;
Maria de Lourdes Osório;
Olentino Garcia Queiroz;
Jefferson Eduardo Pessoa;
Fabiano Cação Cesco;
Roberto Carlos Correa Rinaldi;
Sandro Luiz Mongenot Santana;
Moacir Antonio de Oliveira Lima;
Antonio Adelar Silva Landfeldt;
Marleide Gonçalves Puig;
Gustavo Bottos de Paula;
Cassiano Alcântara;
Mara Maria Ballatore Holland Lins;
Eduardo Borges de Amaral;
Maria Auxiliadora Toledo Vilalva Freire;
Alexandra Loro Urio;
Clayton Alves Martins;
Joice de Souza Barbosa Garcia;
Raphael Suzini de Paula;
Eduardo Cassiano de Lima Mãnica;
Célia de Souza Vieira Moreira;
Lilia Porfiria Rivero Cordova Valdes;
Antonio Carlos Jorge Leite;
Arnaldo Puccini Medeiros;
Eder Luiz Redó. 

Colaborou TATYANE GAMEIRO

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