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Campo-grandense Aracy Balabanian deixa legado de mais de 100 personagens

Dona Armênia (de "Rainha da Sucata" e "Deus nos Acuda"), Cassandra (de "Sai de Baixo") e Antígona (de "Antígona") são apenas alguns personagens dos mais de 100 encarnados pela atriz campo-grandense

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Desde a manhã de ontem, a alegria de milhares e milhares de telemaníacos está “na chon”. 
O Brasil perdeu Aracy Balabanian, após a renomada atriz, nascida em Campo Grande, no dia 22 de fevereiro de 1940, ter sido vencida, provavelmente, por um câncer de pulmão diagnosticado no ano passado.

A família preferiu não divulgar a causa da morte da intérprete, que, ao criar seu próprio termo para a palavra chão – na pele de Dona Armênia, da novela “Rainha da Sucata” –, consolidou-se como um nome incontornável da dramaturgia brasileira.

A atriz faleceu aos 83 anos, na manhã de ontem, em uma clínica na zona sul do Rio de Janeiro, deixando um legado que, somando televisão, teatro e cinema, talvez ultrapasse uma centena de personagens.

Quando Dona Armênia apareceu na trama televisiva da Globo, que ficou no ar de abril a outubro de 1990, Aracy já tinha mostrado – e muito – do que poderia ser capaz. A menina que, mesmo morando em uma Campo Grande sem teatros, já sonhava em ser atriz. E muito possivelmente em virtude do cinema.

Em sua biografia “Nunca Fui Anjo” (1995), assinada pela escritora Tânia Carvalho, a atriz recorda que assistiu a muitos filmes do neorrealismo italiano.

O título da publicação vem do fato de Aracy ter alimentado desde tenra idade o sonho de se tornar uma profissional da cena. Ainda, ganha mais graça por ressaltar o nome de um dos filmes de maior sucesso de Marilyn Monroe (“Nunca Fui Santa”).

“Queria ser anjinho”, disse a atriz no livro. Mas se, literalmente, ela nunca foi um anjo entre os diversos papéis que encarnou, Aracy por certo garantiu lugar de honra entre os que levaram consigo a admiração, o respeito e o carinho de multidões pela capacidade de emocionar ao fabular no próprio corpo a existência de alguém que jamais existiu. Quer dizer, alguns personagens até existiram de verdade, a exemplo de Clarice Lispector, a quem ela deu vida no teatro.

Filha de pais armênios, Rafael e Estér, os quais chegaram primeiramente a São Paulo e, em seguida, desembarcaram em terras então mato-grossenses, Aracy Balabanian mudou-se para a capital paulista no início dos anos 1950 com as quatro irmãs e os dois irmãos – nem todos da mesma mãe – em busca de melhores rendimentos para os negócios do patriarca, que era comerciante.

Chegou a cursar Sociologia, mas abandonou quando passou no vestibular para a Escola de Arte Dramática (EAD).

Do começo no teatro, ainda em 1957 (“Juno e o Pavão”), aos primeiros papéis na tevê, a Lúcia de “Marcados pelo Amor” (Record, 1964) e a Antígona do teleteatro de mesmo nome na Rede Tupi (1965), Aracy enfrentou a severa resistência paterna, que se dobrou somente com o destaque obtido pela filha em  “Antônio Maria” (1968/1969), também da Tupi, na mesma época em que ela integrou o elenco de “Hair”, montagem teatral que fez história.

Participou ainda de “Nino, o Italianinho” e “A Fábrica”, sempre na TV Tupi, antes de ingressar na Rede Globo, em 1972.

Daí em diante, enfileirou seguidos sucessos na emissora, inclusive a Gabriela do infantil “Vila Sésamo”, que ampliou a sua popularidade para outras faixas etárias. “Outro dia chegaram a me chamar de Xuxa”, relembrou Aracy décadas depois.

Tamanho foi o êxito da Dona Armênia de “Rainha da Sucata” (1990) que a personagem reapareceu dois anos depois em “Deus nos Acuda”. Antes vieram, por exemplo, a Milena de “Locomotivas” (1977), a Maria Faz-Favor de “Coração Alado” (1980) e Helena de “Elas por Elas” (1982).

Posteriormente, entre tantos outros papéis, a Filomena de “A Próxima Vítima” (1996) 
e a socialite decadente Cassandra do sitcom “Sai de Baixo” (1996/2002), do qual, segundo ela mesma contou, pediu para sair por um motivo prosaico.

“Eu disse: ‘Daniel [Filho, diretor da atração], eu tenho que sair porque não estou correspondendo’. Ele: ‘Por quê?’. ‘Porque o outro começa a falar, principalmente o Miguel Falabella e o Tom Cavalcante, que faziam improvisações, e na hora eu não conseguia me controlar, chegava a me unhar toda’”, revelou no ano passado em entrevista a Pedro Bial.

O drama de Aracy era que ela ria ou chorava antes de dar o seu próprio texto, conforme disse ao jornalista, para quem também declarou, com uma ponta de nostalgia, de como a Esplanada Ferroviária marcou a sua vida.

“Tenho uma recordação muito bonita da estação. Era ali que eu via o mundo chegar e foi dali que parti para um mundo maior”, afirmou.

Este repórter acompanhou a gravação de um dos episódios da quarta temporada do humorístico, em novembro de 1999, no Teatro Procópio Ferreira, em São Paulo, e pôde testemunhar quão afiada era Aracy em cena.

DEPOIMENTOS

Cristina Padiglione, jornalista especializada em teledramaturgia: “Aracy Balabanian está na memória afetiva do País por várias gerações. Primeiro por ‘Vila Sésamo’, do tempo em que a TV aberta investia em conteúdo infantil, depois por tantos personagens icônicos, do qual destaco especialmente Dona Armênia, que de tão amada pelo público passou de uma novela para outra.

Nasceu em ‘Rainha da Sucata’ e voltou em ‘Deus nos Acuda’, com ‘suas três filhinhas’ e o bordão de quem prometia botar ‘o prédio na chon’.

Mesmo considerando o mérito do autor Silvio de Abreu nessa história, Dona Armênia teve direito a spin-off única e exclusivamente pelo talento de Aracy. A memória mais recente do público, no entanto, tem nela a imagem de Cassandra, a sogra de Caco Antibes, e podemos dizer que boa parte do sucesso do personagem de Miguel Falabella era efeito do diálogo que ela oferecia a ele em cena, não no texto do script, mas no olhar mesmo, no contracenar das gargalhadas, contidas ou não”.

Laura Santoro, atriz: “Aracy me lembra que é possível ser de Campo Grande e seguir atriz pelo resto da vida. Essa tem sido a minha tese no último ano, pauta principal do solo ‘Como Nascem As Estrelas’.

Como desenhar minha trajetória como mulher e atriz nascida em Campo Grande? Aracy, assim como Glauce, é um exemplo de dedicação e de persistência na carreira, deixando um legado imenso. Inclusive, assim como Glauce interpretou Clarice, eu sigo me inspirando nessas musas das artes brasileiras”.

Joel Pizzini, cineasta: “A Aracy e a Glauce [Rocha] estavam nas novelas. Eram pessoas que em suas entrevistas faziam questão de dizer que eram naturais de Campo Grande e que tinham uma relação atávica com o Estado, e isso nos orgulhava.

‘Se elas conseguiram, vamos lá’, sempre foram faróis para a gente. Vim a conhecer [a atriz] primeiro por meio do [curta-metragem] ‘Caramujo-Flor’ [1988, dirigido por Pizzini]. Quando fui convidá-la, ela disse que nunca tinha feito cinema. Consegui convencê-la depois que nós trocamos muitas cartas.

O teatro [Aracy Balabanian] está há sete anos fechado, e a espera por uma nova reforma nos traz uma reflexão: a velocidade dessas ações voltadas à cultura precisa ser mais rápida, porque é uma pena ela não estar presente na reinauguração de seu teatro.

Seria lindo contar com ela na reabertura, mas acaba se tornando uma homenagem póstuma. A gente precisa desburocratizar a cultura, porque, senão, vai ser isso. A cultura nunca vai acompanhar a vida. É muito triste isso”.

Dança Correio B+

Ballet Livre Adulto celebra 10 anos com espetáculo La Esmeralda em São Paulo

Inspirado na obra Notre-Dame de Paris, de Victor Hugo, La Esmeralda é um dos grandes títulos do repertório do ballet clássico.

20/09/2026 14h30

Ballet Livre Adulto celebra 10 anos com espetáculo La Esmeralda em São Paulo

Ballet Livre Adulto celebra 10 anos com espetáculo La Esmeralda em São Paulo Foto: Sergio Bemfica

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Escola que transformou o ballet adulto em espaço de arte, acolhimento e realização celebra uma década de história com apresentação nos dias 26 e 27 de setembro, no Teatro Ítalo-Brasileiro.

Há dez anos, o BLA – Ballet Livre Adulto nasceu com uma proposta que ia muito além dos passos, das posições e da técnica do ballet clássico: mostrar que não existe idade para dançar, aprender, se desafiar e realizar sonhos.

Ao longo de uma década, o BLA que tem como sócias a bailarina, professora e coreógrafa Márcia Ylana, e as bailarinas Thais Natale e Larissa Santo André que construíram uma trajetória marcada pela paixão pela dança, pelo incentivo de bailarinos adultos e, principalmente, pela criação de um ambiente em que diferentes histórias se encontram em torno de um mesmo propósito: viver a experiência do ballet de maneira plena e transformadora.

Para celebrar seus 10 anos de existência, o BLA leva ao palco o clássico La Esmeralda e Divertissement, espetáculos que serão apresentados nos dias 26 e 27 de setembro, no Teatro Ítalo-Brasileiro, em São Paulo.

Inspirado na obra Notre-Dame de Paris, de Victor Hugo, La Esmeralda é um dos grandes títulos do repertório do ballet clássico. A história de amor, paixão, conflitos e preconceitos envolvendo a jovem Esmeralda ganha vida no palco por meio da dança, da música e da interpretação.

A montagem representa também um momento especial para os bailarinos do BLA.
Para um grupo formado por adultos, muitos dos quais retomaram a dança após anos de afastamento ou iniciaram a prática já na vida adulta, estar em cena em uma obra clássica de grande porte representa a realização de um sonho que, por muito tempo, pareceu distante

Ballet Livre Adulto celebra 10 anos com espetáculo La Esmeralda em São PauloAs sócias do BLA – Thais Natale – Márcia Ylana e Larissa Santo André – Foto: Sérgio Bemfica

“O BLA nasceu para mostrar que o ballet não precisa ter idade. Cada pessoa chega com uma história, um sonho e um motivo diferente para dançar. Ao longo desses dez anos, fomos construindo uma família através da dança e provando que sempre é tempo de começar, recomeçar e se permitir viver o palco”, destaca a direção do Ballet Livre Adulto.

Mais do que uma celebração, os dez anos do BLA representam uma trajetória de dedicação, amizade, superação e amor pela dança. O grupo se tornou um espaço de encontro para pessoas que encontraram no ballet uma nova forma de expressão e também uma maneira de se reconectar consigo mesmas.

A escolha de La Esmeralda para marcar essa data especial reforça a essência do projeto que nasceu há 10 anos, sendo o primeiro espetáculo da escola a subir no palco, que agora vem com nova roupagem, elenco, maturidade e as três sócias do BLA: Márcia Ylana, Larissa Santo André e Thaís Natale que estarão entre as oito Esmeraldas do espetáculo.
  
Uma nova oportunidade para unir a tradição do ballet clássico à realidade e à potência dos bailarinos adultos.

Em cena, técnica, emoção e histórias de vida que se encontram para celebrar uma década de BLA e reafirmar uma mensagem que acompanha o grupo desde sua criação: dançar é também realizar sonhos — em qualquer idade.

Ballet Livre Adulto celebra 10 anos com espetáculo La Esmeralda em São PauloBallet Livre Adulto celebra 10 anos com espetáculo La Esmeralda em São Paulo - Foto: Sergio Bemfica

SERVIÇO

BLA – Ballet Livre Adulto | 10 anos

Espetáculo: La Esmeralda (sábado) e Divertissement (domingo)

26/09 – 19h e 27/09 – 17h30

Teatro Ítalo-Brasileiro – São Paulo (SP)

BLA – Ballet Livre Adulto

Ingressos à venda: https://ingresso-master.com/70/la-esmeralda-divertissement-spazio-italia/



 

Destinos B+

Além das flores: conheça 5 destinos na América do Sul para viver a primavera com os cinco sentidos

Hemisfério Sul ganham novas cores com a chegada da primavera, que, neste ano, se inicia no dia 22 de setembro.

20/09/2026 14h00

Além das flores: conheça 5 destinos na América do Sul para viver a primavera com os cinco sentidos

Além das flores: conheça 5 destinos na América do Sul para viver a primavera com os cinco sentidos Foto: Divulgação

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As paisagens do Hemisfério Sul ganham novas cores com a chegada da primavera, que, neste ano, se inicia no dia 22 de setembro. Mas uma viagem pode ser marcada por muito mais do que aquilo que se vê. O aroma das flores, um sabor descoberto à mesa, um som percebido apenas no silêncio ou uma sensação difícil de reproduzir fora daquele lugar também podem se transformar em lembranças especiais das férias.

O B+ e a Booking.com, empresa de reservas de hotéis, aluguel de temporada, voos e outros serviços de turismo, selecionou cinco destinos na América do Sul para explorar a estação por meio dos cinco sentidos.

Ver Buenos Aires ganhar novas cores

Belas paisagens naturais e atividades ao ar livre são uma motivação de viagem para 94%* dos viajantes brasileiros, e a primavera oferece uma oportunidade de enxergar Buenos Aires sob novas cores. No Rosedal de Palermo, dentro do Parque Tres de Febrero, cerca de 18 mil roseiras de diferentes variedades compõem um dos cenários mais coloridos da capital argentina. Inaugurado em 1914 e considerado um dos jardins de rosas mais importantes da América Latina, o espaço reúne caminhos arborizados, lagos, pontes e pérgolas cobertas por flores.

A primavera é uma das melhores épocas para visitar o roseiral, quando ele está em plena floração. Fora do parque, vale olhar para cima durante os passeios: no fim do inverno, os lapachos começam a florescer em pontos como a Avenida Figueroa Alcorta e, em novembro, os jacarandás tingem de azul-violeta vias e parques da cidade. Entre um passeio e outro, atrações como a Casa Rosada, o Caminito e o Teatro Colón ajudam a completar a visita à capital. Para se hospedar, o BE Jardin Escondido By Coppola, em Palermo, conta com jardins que reforçam as cores da primavera portenha.

Ouvir o silêncio do Atacama

Para os 94% dos turistas do Brasil que buscam desacelerar mentalmente durante as férias, uma visita ao Deserto do Atacama, no Chile, pode ser uma oportunidade de parar e prestar atenção aos sons mais sutis do ambiente — ou à própria ausência deles. A cerca de 13 quilômetros de San Pedro de Atacama, o Valle de la Luna reúne dunas e formações de pedra, areia e sal moldadas ao longo de milhões de anos na Cordillera de la Sal.

Com as variações de temperatura do deserto, as formações ricas em sal podem produzir pequenos estalos e rangidos que, em determinadas condições, são percebidos em meio ao silêncio. Além das trilhas do Valle de la Luna, quem visita o destino pode conhecer os Geysers del Tatio, onde colunas de vapor e água quente compõem outro cenário característico do Atacama. Ali, o Hotel La Casa de Don Tomás oferece ambientes tranquilos e piscina ao ar livre.

Sentir o aroma das flores de Medellín

Conhecida como a “Cidade da Eterna Primavera”, Medellín, na Colômbia, tem nas flores uma parte importante de sua identidade. O passeio pode começar pelo Jardín Botánico de Medellín, onde fica o Orquideorama, estrutura arquitetônica projetada para abrigar e exibir orquídeas e outras espécies. Para ampliar o contato com a natureza, o Parque Arví, nos arredores da cidade, conta com trilhas e áreas de bosque, ideais para observação de pássaros e piqueniques.

A cerca de 18 quilômetros de Medellín fica Santa Elena, área rural considerada o berço da cultura dos silleteros, tradição ligada ao cultivo de flores e à criação dos arranjos típicos conhecidos como silletas. Ali, diversas fazendas silleteras mantidas por famílias locais recebem visitantes ao longo do ano para apresentar seus cultivos e contar a história desse costume. Na cidade, o Sui Boutique Hotel combina design colombiano, arte e elementos naturais.

Além das flores: conheça 5 destinos na América do Sul para viver a primavera com os cinco sentidosMedellínMedellín - Divulgação

Provar os sabores do Vale de Casablanca

A gastronomia também pode influenciar a escolha de um destino: 90% dos viajantes brasileiros afirmam que experimentar a cultura gastronômica local é uma motivação para viajar. No Vale de Casablanca, entre Santiago e a costa do Pacífico, essa descoberta por uma das principais áreas vinícolas de clima frio do Chile, conhecida especialmente pela produção de Sauvignon Blanc e Chardonnay.

Vinícolas da região promovem visitas aos vinhedos e às adegas, onde é possível conhecer os processos de produção antes das degustações. E o interesse vai além da taça: entre os viajantes brasileiros interessados em gastronomia, 42% pretendem visitar uma vinícola, cervejaria ou cafeteria local durante uma viagem.

Algumas propriedades de Casablanca também contam com restaurantes e menus harmonizados, que combinam os vinhos do vale com pratos da culinária chilena. Para a hospedagem, o Hotel Boutique Lagunillas Casablanca é uma dessas opções e tem um restaurante que serve menu degustação harmonizado com vinhos da região.

Além das flores: conheça 5 destinos na América do Sul para viver a primavera com os cinco sentidosJalapão - Divulgação

Sentir o corpo flutuar no Jalapão

No Jalapão, no Tocantins, os fervedouros proporcionam uma vivência que precisa ser sentida na pele. Em locais como o Fervedouro Bela Vista e o Fervedouro do Ceiça, a água subterrânea brota com pressão suficiente para dificultar que o corpo afunde, criando uma sensação de flutuação.

O contato com a água continua na Cachoeira do Formiga, com sua piscina natural de águas cristalinas em tons esverdeados, e nas praias de água doce do Rio Novo. Já nas Dunas do Jalapão, formadas por areias douradas, a experiência ganha outra textura e ainda oferece uma vista ampla do Cerrado. Viajantes podem se hospedar na Pousada Águas do Jalapão, que conta com piscina ao ar livre e jardim.

As paisagens do Hemisfério Sul ganham novas cores com a chegada da primavera, que, neste ano, se inicia no dia 22 de setembro. Mas uma viagem pode ser marcada por muito mais do que aquilo que se vê. O aroma das flores, um sabor descoberto à mesa, um som percebido apenas no silêncio ou uma sensação difícil de reproduzir fora daquele lugar também podem se transformar em lembranças especiais das férias.



 

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