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Capa B+: Entrevista exclusiva com o ator destaque na aclamada série "Silent Witness" Eduardo Muniz

"Fiquei muito honrado de participar de duas grandíssimas séries. Foram experiências diferentes: no Grey's Anatomy sem tempo de preparação, meio no susto; Silent Witness foi ao contrário, tive tempo para me preparar"

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Prestes a completar 20 anos de carreira, Eduardo Muniz acabou de gravar participação na elogiada série “Silent Witness”, que é exibida desde 1996 na BBC, na Inglaterra. A atração, que está na sua 28ª temporada, é um dos dramas policiais de maior prestígio da TV britânica, conhecida por seus casos complexos e investigações forenses realistas.

Em 2022, o carioca ganhou destaque ao estrelar um episódio da premiada série americana “Grey’s anatony”. Na atração, ele deu vida a um personagem brasileiro. Eduardo fez sua estreia como ator no extinto “Sítio do Pica-Pau Amarelo”, na Globo, em 2006. Em seu currículo também constam participações em novelas da Record, como “Luz do Sol”, “Caminhos do Coração” e “Amor e Intrigas”. Ele ainda assinou a direção de três peças brasileiras, como “Afogando em Terra Firme", que foi indicada ao Prêmio APCA.  

Morando desde 2011 nos EUA com a esposa (e também atriz) Bia Borinn, Muniz já coleciona por lá diversos trabalhos como ator de cinema e de TV e como diretor de teatro. Em breve, começará a rodar o curta “Papai é um Robô”, escrito por Rodrigo Nogueira, do qual será o protagonista e o responsável pela direção.

Paralela à sua trajetória artística, Eduardo Muniz é a voz dos canais brasileiros Sportv e Modo Viagem, da rádio carioca Mix Fm e do Slime Blob no aplicativo do Waze. 

Eduardo é Capa do Correio B+ desta semana e em entrevista exclusiva ao Caderno ele fala sobre carreira e seus trabalhos nos EUA aonde mora desde 2011.

O ator Eduardo Muniz é Capa exclusiva do Correio B+ desta semana - Foto: Joanna Deggeneres - Diagramação: Denis Felipe - Por: Flávia Viana

CE - Eduardo você já participou da aclamada série americana “Grey’s Anatony” e acabou de rodar a britânica “Silent Witness”. Como surgiram essas oportunidades para um ator brasileiro?
EM -
 Muita gente odeia essa resposta: eu tive foi muita sorte. Sorte de estar no lugar certo, na hora certa. Tive que fazer testes para ambos os papéis. Para Silent Witness tive que fazer dois testes.

Obviamente, quando a sorte vem, é preciso estar preparado. A preparação é algo muito pessoal: existem atores geniais que nunca pisaram numa escola de teatro, outros têm formação clássica na RADA ou na Juilliard. Eu me formei na CAL, no Rio de Janeiro, e numa escola pequena americana chamada Michael Howard Studios, em NY.

CE - Sempre pensou em ter carreira internacional? E como é poder fazer participação em projetos tão relevantes?
EM - 
Jamais pensei nisso, nem quando já morava aqui nos EUA. A ideia de tentar veio somente no fim de 2021, após a pandemia, fruto da necessidade de sustentar a família. Em poucos meses, peguei o Grey’s Anatomy e realmente pensei que logo viriam mais oportunidades. Fiz um filme em 2023, mas daí veio a greve dos atores que colocou a indústria como um todo no chão.

Estamos tentando recuperar até agora e, olhando pelo retrovisor, vem a Inteligência Artificial com tudo. Mas fiquei muito honrado de participar de duas grandíssimas séries. Foram experiências diferentes: no Grey’s sem tempo de preparação, meio no susto; Silent Witness foi o contrário, tive tempo para me preparar, um mês na Inglaterra com folgas entre as gravações. Usei os breaks para ir a museus e, principalmente, ao teatro. Assisti a peças maravilhosas que me inspiraram ainda mais a fazer um bom trabalho no set! (risos)

CE - Atuando pelo mundo, você consegue perceber diferenças na forma de se trabalhar? E o que aprendeu como ator no exterior que não teve a oportunidade no Brasil?
EM -
 Sim, sem dúvida. Isso varia de produção para produção, mas como filmar em Los Angeles custa uma verdadeira fortuna, tudo tem que ser rápido, existe um ritmo frenético — ainda mais em televisão. Na Inglaterra, senti um ritmo muito mais suave, e tive essa sensação até mesmo no dia a dia, num museu, num café. A relação com o tempo é diferente. Faz muitos anos que não atuo no Brasil em português, então ainda não tive a oportunidade de atuar depois de ter juntado essa bagagem de fora. Mas vontade não falta!

CE - Em 2026, você vai completar 20 anos de trajetória artística. Como avalia essa caminhada? E como surgiu seu interessa pelas artes cênicas?
EM -
Novamente, fui muito sortudo. Tive a chance de fazer muito teatro, de fazer peças de sucesso que ficaram um tempão em cartaz. Isso me formou como ator e diretor. Mais importante ainda, tive a chance de formar uma família e de estar sempre atento ao equilíbrio com a carreira, afinal a infância é uma só e passa rapidíssimo. Acho que meu interesse pelas artes é o clássico: terceiro filho, pai sempre trabalhando, “pelo amor de Deus alguém me dá atenção e me ame”! rs. Eu me apaixonei pelo cinema muito novo, ia na locadora perto de casa e alugava 5–6 VHS de tudo quanto é filme. Aos 16 anos já tinha visto mais de 2000.

CE - No seu currículo consta indicação a prêmio por trabalho como diretor de teatro no Brasil. Pensa em retomar esse trabalho? E já pensou em atuar nos palcos dos EUA?
EM -
 Sem dúvida, eu amo dirigir tanto quanto atuar. Penso em dirigir no Brasil novamente, ou quem sabe por aqui também. Minha esposa (a atriz Bia Borinn) está produzindo uma peça sobre Carmen Miranda por aqui e me chamou para atuar. Então pode ser que aconteça logo, logo!

CE - E agora que o Brasil tem sido muito premiado com seu cinema pelo mundo, acha que os artistas daqui estão sendo olhados de outra forma pelo mercado internacional?
EM - 
Acho que sim. Ano passado com Ainda Estou Aqui, este ano com Agente Secreto levando 4 prêmios em Cannes, um deles pro Wagner, que é um cara que eu amo. E também O Último Azul, com a Denise, que foi minha mãe durante anos numa peça — uma amiga que o teatro me deu e que amo muito também. Esses filmes ajudam a derrubar os estereótipos de que o Brasil é só futebol e favela. Temos uma cultura riquíssima, e ainda tem muito mais coisa boa vindo por aí.

O ator Eduardo Muniz é Capa exclusiva do Correio B+ desta semana - Foto: Joanna Deggeneres - Diagramação: Denis Felipe - Por: Flávia Viana

CE - Eduardo Muniz mora nos EUA desde 2011. Como foi a decisão de se mudar? Do que sente falta no Brasil?
EM -
 Devo ser o único brasileiro que foi pros EUA para trabalhar menos e não mais. O plano, junto com minha esposa, era ter mais tempo em família. No ano em que viemos, eu estava dirigindo e atuando num espetáculo, gravando locuções em estúdios espalhados por São Paulo. Realmente totalmente ausente como pai. Não estava feliz, na verdade me sentia péssimo. Mesmo com toda atenção, dinheiro, sucesso. Ir para os EUA foi um chamado para recuperar um certo equilíbrio — e que bom que eu não só estava atento, mas segui a intuição de vir. E que minha esposa topou essa aventura comigo também.

Estive no Brasil em junho, mas logo tive que voar para a Inglaterra para filmar Silent Witness. Sinto falta da minha família. Perdi minha mãe no fim do ano passado e ainda estou vivendo o luto disso. Faz uma falta danada na minha vida. Mas também sinto falta dos meus amigos mais próximos, sinto falta da comida, da cultura. Não é moleza não, em casa é sempre uma discussão: “bora voltar?”

CE - Você agora está se dedicando a dirigir seu primeiro curta. Fale mais desse projeto. E pensa em investir em mais trabalhos atrás das câmeras?
EM - 
Papai é um Robô, escrito pelo meu amigo Rodrigo Nogueira, é fruto dessa constante busca por equilibrar a vida em família, o trabalho e os sonhos pessoais. É minha primeira direção em cinema, então também fruto da curiosidade por algo que jamais fiz antes. Eu sou o tipo de ator que cola no/na diretor(a) de fotografia e fico perguntando tudo sobre lentes, planos, câmeras etc. Faço o mesmo com diretor, roteirista, iluminador, figurinista. Sou fascinado por todos os aspectos do storytelling. Mas como tenho dislexia, sou um visual learner, acabo enchendo mais a paciência do diretor de fotografia mesmo! rs

CE - Cogita voltar ao Brasil para atuar? Tem vontade de fazer novelas (não só participações)?
EM -
 Sem dúvida. É um sonho poder atuar em português. Tive um papo com Wagner logo depois que ele voltou do Brasil e filmou O Agente Secreto, e ele me disse como estava feliz em atuar novamente em português. Fiquei com a maior vontade também!! Novelas são um pouco mais complexas porque meus dois filhos estão numa escola que eles adoram e geralmente novelas duram meses a fio. Então teria que ser um projeto muito tentador para topar. Mas nem eu nem minha esposa descartamos, não. Dá-se um jeitinho, né?

CE - Além de ser ator, você tem uma carreira sólida de locutor. E você é a “voz” de meios de comunicação relevantes, como a rádio Mix e os canais Modo Viagem e Sportv. Como surgiu a oportunidade de usar a sua voz como trabalho? E como é esse trabalho de locutor?
EM - 
O locutor surgiu por acidente. Fiz um teste, indicado pelo querido Marcelo Laham, para o que seria um comercial de Coca-Cola que, na verdade, era para ser a voz da Coca-Cola na Copa do Mundo da FIFA 2010. Peguei o trabalho e minha voz foi parar em cada casa, cada táxi, cinema, bar, desse Brasil.

Como eu tinha uma pegada de ator, mais natural, neutra de sotaque, e o mercado estava sedento por esse tipo de voz, acabei trabalhando sem parar até hoje. Poucos foram os dias em que não fiquei na frente de um microfone nos últimos 16 anos. Eu AMO esse trabalho, me dá liberdade para curtir a família. Tenho homestudio, então recebo os roteiros por e-mail, gravo no meu tempo e mando para o/a produtor(a). Como fiz mais de, sei lá, 2000 projetos nesses anos, já é segunda natureza. Nem penso muito — mas lógico, sem deixar o trabalho monocórdico. Acho que justamente porque não penso muito é que as locuções saem super naturais. (risos). Eu me divirto fazendo.

Eduardo na premiada série americana “Grey’s Anatony” - Divulgação

 

Competição

Prêmio Onça Pintada da Dança MS reúne artistas internacionais no Estado

Campo Grande recebe a 10ª edição do Prêmio Onça Pintada da Dança MS, um dos maiores festivais do Centro-Oeste, que reúne bailarinos, grupos, companhias, diretores e coreógrafos de estados e países vizinhos

02/06/2026 08h30

Haroldo Xavier

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Começa amanhã e segue até domingo a 10ª edição do Prêmio Onça Pintada da Dança MS – Mostra Internacional de Mato Grosso do Sul. Considerado um dos principais eventos do segmento na Região Centro-Oeste, o festival reúne bailarinos, grupos, companhias, diretores e coreógrafos de diferentes estados brasileiros e países vizinhos no Teatro Glauce Rocha, da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS).

A celebração marca uma década de trajetória de um projeto que se consolidou como referência na promoção da dança, no intercâmbio cultural e na formação artística. A iniciativa é coordenada por Neide Garrido e conta com aprovação pela Lei de Incentivo à Cultura (Lei Rouanet), além do apoio do Ministério da Cultura e do governo federal.

Ao longo de cinco dias, o público poderá acompanhar apresentações de diferentes estilos e linguagens da dança, além de atividades formativas, cursos, vivências e oficinas voltadas a profissionais, estudantes e apaixonados pela arte do movimento.

INTERNACIONAL

A edição deste ano reforça o caráter internacional do evento ao reunir representantes de diversas cidades de Mato Grosso do Sul e também de outros estados brasileiros e países vizinhos.

Entre os municípios sul-mato-grossenses participantes estão Dourados, Corumbá, Aquidauana, Três Lagoas, Nova Andradina, Maracaju, Sidrolândia e Ponta Porã. O festival também recebe grupos vindos do Paraguai e da Argentina, além de delegações de Mato Grosso, São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná e Distrito Federal.

A diversidade de origens e experiências transforma o Prêmio Onça Pintada da Dança MS em um importante espaço de encontro entre culturas, permitindo que artistas compartilhem técnicas, repertórios e visões sobre a dança contemporânea.

Mais do que uma competição, o evento tem como proposta fortalecer a circulação artística e criar conexões entre profissionais de diferentes regiões, contribuindo para o desenvolvimento da dança no Estado e no Brasil.

DIVERSIDADE ARTÍSTICA

Em sua 10ª edição, a competição reúne dançarinos nas categorias solo, duos, trios e conjuntos - Foto: Haroldo Xavier

Um dos pontos altos da programação é a Mostra Competitiva, que reúne trabalhos avaliados por uma banca formada por mestres e professores reconhecidos nacionalmente.

As apresentações contemplam diversas modalidades, entre elas: ballet clássico de repertório; ballet neoclássico; dança contemporânea; jazz; estilo livre; danças urbanas; danças populares.

A programação também inclui uma Mostra Paralela, ampliando as oportunidades de participação e valorizando diferentes propostas artísticas.

Os trabalhos serão avaliados com base em critérios como técnica, interpretação artística e impacto coreográfico. O objetivo é reconhecer a qualidade dos grupos participantes sem perder de vista o caráter educativo e formativo que acompanha o festival desde suas primeiras edições.

Uma das características que diferenciam o Prêmio Onça Pintada da Dança MS é o retorno oferecido aos participantes. Além das avaliações convencionais, os jurados encaminharão comentários em áudio, em tempo real, para os diretores dos grupos.

A iniciativa permite que professores e coreógrafos recebam observações detalhadas sobre os trabalhos apresentados, favorecendo processos de aprimoramento artístico e pedagógico.

CATEGORIAS

A pluralidade também está presente nas categorias do festival. As apresentações serão divididas entre infantil, juvenil, júnior, adulto e 40+, permitindo a participação de artistas em diferentes fases da vida.

Entre os destaques desta edição está justamente a categoria 40+, criada para valorizar bailarinos e bailarinas que seguem atuando na dança após os 40 anos de idade.

A proposta acompanha uma tendência observada em diversos festivais nacionais e internacionais, que buscam ampliar a representatividade e reconhecer trajetórias construídas ao longo de décadas.

A categoria reforça a ideia de que a dança não está limitada à juventude e pode ser vivenciada em diferentes momentos da vida, seja de forma profissional, artística ou como expressão pessoal.

As coreografias poderão ser apresentadas em diferentes formatos: solos; duos; trios; conjuntos.

A variedade de formações amplia as possibilidades criativas e permite que grupos de diferentes portes participem da programação.

PROGRAMAÇÃO

A programação artística foi organizada para contemplar as diversas modalidades presentes no festival.

Na quinta-feira, a partir das 15h, acontecem as apresentações de dança contemporânea, danças urbanas, jazz e estilo livre nas categorias júnior e adulto.

Já na sexta-feira, também às 15h, o palco será ocupado pelas performances de ballet de repertório, ballet neoclássico e clássico livre, igualmente nas categorias júnior e adulto.

No sábado, a programação inclui danças populares nas categorias júnior e adulto, além das apresentações de todas as modalidades para as categorias infantil, juvenil, adulto e 40+.

O encerramento ocorre no domingo, às 9h, com a cerimônia de premiação e a tradicional Gala dos Premiados, momento que reúne os destaques da edição em uma apresentação especial.

FORMAÇÃO ARTÍSTICA

Além das apresentações e competições, o Prêmio Onça Pintada da Dança MS investe fortemente na formação de artistas e profissionais do setor.

Durante o festival serão promovidos cursos, vivências e masterclasses voltados para bailarinos, professores, diretores e coreógrafos.

Essas atividades possibilitam contato direto com profissionais experientes, atualização técnica e troca de conhecimentos entre participantes de diferentes regiões.

INCLUSÃO

Nesta edição, o festival amplia seu compromisso social por meio da oficina inclusiva Movimento sem Barreiras – Dança como Inclusão. A atividade foi criada para atender pessoas com comprometimentos físicos e intelectuais, além de professores, monitores e famílias atípicas.

A proposta busca demonstrar como a dança pode ser utilizada como ferramenta de inclusão, desenvolvimento motor, comunicação e fortalecimento de vínculos sociais.

A iniciativa também dialoga com debates contemporâneos sobre acessibilidade e democratização do acesso à cultura, ampliando o alcance social do festival.

OPORTUNIDADES

Além das premiações tradicionais, o Prêmio Onça Pintada da Dança MS oferece oportunidades que podem impactar diretamente a formação e a carreira dos participantes.

Entre os benefícios anunciados estão bolsas de estudo, workshops, vivências profissionais e intercâmbios artísticos em instituições e festivais reconhecidos nacional e internacionalmente.

As premiações incluem oportunidades com nomes e organizações do universo da dança, como Adriana Assaf, Cristina Cará, Grupo Raça, Festival Internacional de Dança de Goiás, Festival de Dança Mercosul, além de projetos de formação em São Paulo, Joinville e Argentina.

Também serão oferecidas experiências profissionais, cursos on-line, bolsas integrais e vouchers voltados ao aperfeiçoamento técnico dos bailarinos participantes.

>> Serviço

10º Prêmio Onça Pintada da Dança MS – Mostra Internacional de MS

Data: De amanhã até domingo; 
Local: Teatro Glauce Rocha, na Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS);
Ingressos: disponíveis pela plataforma Sympla.

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Diálogo

Pelos corredores de certo poder o clima é de insatisfação. Tudo porque... Leia na coluna de hoje

Confira a coluna Diálogo desta terça-feira (02)

02/06/2026 00h02

Diálogo

Diálogo Foto: Arquivo / Correio do Estado

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Lya Luft - escritora brasileira

"Lembro-me do passado, não com melancolia ou saudade, mas com a sabedoria da maturidade que me faz projetar no presente aquilo que, sendo belo, não se perdeu”.

FELPUDA

Pelos corredores de certo poder o clima é de insatisfação. Tudo porque parente bem próxima de um deputado não tem dado “o ar da graça” na, digamos, repartição. Comentários são que a figura teria adotado o regime de “1x29”: aparece um dia e “folga” o restante do mês. Para evitar a fadiga, fica só meio período, quando por lá aparece. O salário, de acordo com o portal de transparência, é “bonito de se ver”. Como o parlamentar está com muito bom trânsito na alta cúpula, a galera pode até não gostar, mas ninguém “nem pensa alto” sobre o assunto. Vai que...

Dupla

O senador Nelson Trad Filho, que corre por fora como pré-candidato à reeleição, deverá fazer “dobradinha” com o ex-governador Reinaldo Azambuja.

Mais

Na prática, isso funcionaria da seguinte forma: além dos votos que pediria para si, também apresentaria como a segunda opção, o candidato do PL.

DiálogoFoto: Divulgação

O Pasquim, criado no final da década de 1960 pelo cartunista Jaguar e os jornalistas Tarso de Castro e Sérgio Cabral, acaba de receber uma atualização importante em seu acervo digital. Após já contar integralmente com as 1.072 edições tradicionais do veículo, o catálogo gratuito disponibilizado na Biblioteca Nacional Digital da Fundação Biblioteca Nacional passou a apresentar também 114 edições de duas franquias históricas do periódico: São Paulo e Rio Grande do Sul. A complementação do acervo é resultado de um novo trabalho voluntário de curadoria liderado por Fernando Coelho dos Santos, já responsável pelo projeto de digitalização de O Pasquim, desenvolvido desde 2019. Para a presente etapa, ele contou com o auxílio de Gualberto Costa e Vinicius Martins.

DiálogoDra. Carolina Albuquerque Arroyo - Foto: Studio Vollkopf

 

DiálogoDra. Marina Duarte - Foto: Arquivo Pessoal

Na marra

Após ação do Ministério Público de MS, a Justiça determinou que o Consórcio Guaicurus passe a operar corretamente o aplicativo “Todos no Ônibus CG”, criado para auxiliar pessoas com deficiência no embarque do transporte coletivo. A liminar prevê cumprimento imediato e multa de R$ 1 mil por usuário prejudicado, limitada a R$ 500 mil. O caso começou após denúncia de um deficiente visual, que relatou falhas constantes no serviço.

Falha

Investigações técnicas derrubaram a versão do Consórcio Guaicurus de que o problema seria internet ruim ou celulares antigos dos passageiros. Testes realizados apontaram que o aplicativo funciona normalmente, mas os motoristas não utilizavam corretamente os aparelhos. Na decisão, o juiz Ariovaldo Nantes Corrêa destacou que acessibilidade é direito garantido por lei e classificou como inaceitável a omissão da concessionária.

Liberando

A CCJ da Câmara aprovou projeto que autoriza carreiras jurídicas federais a exercer advocacia privada fora do serviço público. A medida alcança advogados da União, procuradores da Fazenda, federais e do Banco Central, com vedação de atuar contra o setor público. O texto também proíbe a atividade para ocupantes de cargos comissionados. Para garantir transparência, será divulgada lista dos profissionais que aderirem, mediante comunicação prévia. A atuação ficará sujeita a regras éticas, à Corregedoria e à OAB.

Aniversariantes 

Carlos Razuk;
Dra. Karin Kiefer Martins;
Merielen Paes;
Cacilda da Silva;
José Carlos dos Santos;
Nelcia Rita Cardoso de Andrade Franco;
Gil Aguiar Ribeiro;
José Renato Cantadori;
Osni Paulino;
Marilu Paes de Barros Lima;
Olivia Porfiria da Silva;
Jayme José Guedes;
Sebastião Luiz Martins;
Rubens Vieira Borges;
João Souza de Deus;
José Antonio Souza da Silva;
Ronald Luiz Pagani Gasparini;
Geisa Lucia da Silva Nogueira Abreu;
Denize Matos de Abreu Carvalho;
Roberto Oshiro;
Rosalina Pimentel;
Maria Auxiliadora Mesquita Vobeto;
Marlene Motti de Queiroz;
Luiza Nobuko Kikuchi;
Osni Krein;
Mario Artuso;
Jonio Cyro Braz;
Nilson Garcia de Menezes;
Maria Eduarda de Toledo Barros;
Marise Luz Bahia Rodrigues da Silva;
Adaucto Almirão Moraes Filho;
João Carlos Krug;
Luiz Henrique de Souza;
Eliane Zago Tavares;
Maria Aparecida Pereira Pinheiro;
Nilza Barbosa Neves;
Rosangela Odethe Loubet Pereira;
Rosimary do Nascimento Alves;
Pe. Jorge Luis Watthier;
Vilmar Faulco dos Santos;
Maria Aparecida Lima Rodrigues;
Rafaela Neves;
Gina Ferreira Dias da Costa;
Liane Maria Machry Kotovicz;
Marcelino Lessonier;
José Luiz Fernandes de Souza;
Rosana Mara Rocha;
Joarez Caleme Carneiro;
Jori Ilque Braga;
Heraldo da Costa Junior;
Marcel Correa da Silva;
Nilton Paz do Nascimento;
Eulenir Oliveira Lima;
Sérgio Silveira Quelho;
Erasmo dos Santos Mourão;
Silvio da Silva;
Antônio Geraldo Espírito Santo;
Vera Oliveira;
Amélia Itsuko Tibana;
Maria Isabel Lima Ramos;
Ana Claudia de Paula;
Sebastião Augusto Vilanova;
Erasmo Souza;
Marly Netto;
Reginaldo Mendonça;
Levina Rodrigues de Azambuja;
Dr. Marco Tulio Sampaio Rosa;
Amaral Fonseca Mendes;
Maria Lúcia Cordeiro Monteiro;
Ana Luiza Vieira Souza;
Elza Silva;
Carolina de Souza Menezes;
Leonardo Andreatto;
Ana Paulo Brito de Almeida;
Maria Aparecida Gentil;
Ana Maria Andrade;
Suellen Junqueira;
Luciano Mendes;
Amaro Corrêa da Silva;
Luiz Claudio Ferreira;
Léo Macedo;
Rosa Maria de Souza Reis;
Paulo Cesar Dias Faria;
Dayse Martinho;
Joaquim Martins;
Gisele Valle;
Ary Eduardo Brandão;
Rafael Moraes;
Ariele de Oliveira;
Sabrina Barros Xavier;
Joaquim Nelson de Oliveira;
Ranulfo Azevedo Flôres;
Mariana Ferreira de Almeida;
Nilson Bilac Vilela;
Amélia da Silva Nogueira;
Dionizia de Lourdes Vilhalba;
Cristina Hatsumi Tabata;
Mário Basso Dias Filho;
Manoel Garcia Queiroz;
Mirian Rose Nakazato;
Marcelo Garib;
Kanasiro Fuguei;
Fermino Bogarim;
Geisa Cantelli;
Juliana Maiaroti;
Cláudio Aragão Ollé;
Rafaele Dal Magro;
Salim Kassar Neto;
Ricardo Batistelli;

Colaborou Tatyane Gameiro

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