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Competição

Prêmio Onça Pintada da Dança MS reúne artistas internacionais no Estado

Campo Grande recebe a 10ª edição do Prêmio Onça Pintada da Dança MS, um dos maiores festivais do Centro-Oeste, que reúne bailarinos, grupos, companhias, diretores e coreógrafos de estados e países vizinhos

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Começa amanhã e segue até domingo a 10ª edição do Prêmio Onça Pintada da Dança MS – Mostra Internacional de Mato Grosso do Sul. Considerado um dos principais eventos do segmento na Região Centro-Oeste, o festival reúne bailarinos, grupos, companhias, diretores e coreógrafos de diferentes estados brasileiros e países vizinhos no Teatro Glauce Rocha, da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS).

A celebração marca uma década de trajetória de um projeto que se consolidou como referência na promoção da dança, no intercâmbio cultural e na formação artística. A iniciativa é coordenada por Neide Garrido e conta com aprovação pela Lei de Incentivo à Cultura (Lei Rouanet), além do apoio do Ministério da Cultura e do governo federal.

Ao longo de cinco dias, o público poderá acompanhar apresentações de diferentes estilos e linguagens da dança, além de atividades formativas, cursos, vivências e oficinas voltadas a profissionais, estudantes e apaixonados pela arte do movimento.

INTERNACIONAL

A edição deste ano reforça o caráter internacional do evento ao reunir representantes de diversas cidades de Mato Grosso do Sul e também de outros estados brasileiros e países vizinhos.

Entre os municípios sul-mato-grossenses participantes estão Dourados, Corumbá, Aquidauana, Três Lagoas, Nova Andradina, Maracaju, Sidrolândia e Ponta Porã. O festival também recebe grupos vindos do Paraguai e da Argentina, além de delegações de Mato Grosso, São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná e Distrito Federal.

A diversidade de origens e experiências transforma o Prêmio Onça Pintada da Dança MS em um importante espaço de encontro entre culturas, permitindo que artistas compartilhem técnicas, repertórios e visões sobre a dança contemporânea.

Mais do que uma competição, o evento tem como proposta fortalecer a circulação artística e criar conexões entre profissionais de diferentes regiões, contribuindo para o desenvolvimento da dança no Estado e no Brasil.

DIVERSIDADE ARTÍSTICA

Em sua 10ª edição, a competição reúne dançarinos nas categorias solo, duos, trios e conjuntosEm sua 10ª edição, a competição reúne dançarinos nas categorias solo, duos, trios e conjuntos - Foto: Haroldo Xavier

Um dos pontos altos da programação é a Mostra Competitiva, que reúne trabalhos avaliados por uma banca formada por mestres e professores reconhecidos nacionalmente.

As apresentações contemplam diversas modalidades, entre elas: ballet clássico de repertório; ballet neoclássico; dança contemporânea; jazz; estilo livre; danças urbanas; danças populares.

A programação também inclui uma Mostra Paralela, ampliando as oportunidades de participação e valorizando diferentes propostas artísticas.

Os trabalhos serão avaliados com base em critérios como técnica, interpretação artística e impacto coreográfico. O objetivo é reconhecer a qualidade dos grupos participantes sem perder de vista o caráter educativo e formativo que acompanha o festival desde suas primeiras edições.

Uma das características que diferenciam o Prêmio Onça Pintada da Dança MS é o retorno oferecido aos participantes. Além das avaliações convencionais, os jurados encaminharão comentários em áudio, em tempo real, para os diretores dos grupos.

A iniciativa permite que professores e coreógrafos recebam observações detalhadas sobre os trabalhos apresentados, favorecendo processos de aprimoramento artístico e pedagógico.

CATEGORIAS

A pluralidade também está presente nas categorias do festival. As apresentações serão divididas entre infantil, juvenil, júnior, adulto e 40+, permitindo a participação de artistas em diferentes fases da vida.

Entre os destaques desta edição está justamente a categoria 40+, criada para valorizar bailarinos e bailarinas que seguem atuando na dança após os 40 anos de idade.

A proposta acompanha uma tendência observada em diversos festivais nacionais e internacionais, que buscam ampliar a representatividade e reconhecer trajetórias construídas ao longo de décadas.

A categoria reforça a ideia de que a dança não está limitada à juventude e pode ser vivenciada em diferentes momentos da vida, seja de forma profissional, artística ou como expressão pessoal.

As coreografias poderão ser apresentadas em diferentes formatos: solos; duos; trios; conjuntos.

A variedade de formações amplia as possibilidades criativas e permite que grupos de diferentes portes participem da programação.

PROGRAMAÇÃO

A programação artística foi organizada para contemplar as diversas modalidades presentes no festival.

Na quinta-feira, a partir das 15h, acontecem as apresentações de dança contemporânea, danças urbanas, jazz e estilo livre nas categorias júnior e adulto.

Já na sexta-feira, também às 15h, o palco será ocupado pelas performances de ballet de repertório, ballet neoclássico e clássico livre, igualmente nas categorias júnior e adulto.

No sábado, a programação inclui danças populares nas categorias júnior e adulto, além das apresentações de todas as modalidades para as categorias infantil, juvenil, adulto e 40+.

O encerramento ocorre no domingo, às 9h, com a cerimônia de premiação e a tradicional Gala dos Premiados, momento que reúne os destaques da edição em uma apresentação especial.

FORMAÇÃO ARTÍSTICA

Além das apresentações e competições, o Prêmio Onça Pintada da Dança MS investe fortemente na formação de artistas e profissionais do setor.

Durante o festival serão promovidos cursos, vivências e masterclasses voltados para bailarinos, professores, diretores e coreógrafos.

Essas atividades possibilitam contato direto com profissionais experientes, atualização técnica e troca de conhecimentos entre participantes de diferentes regiões.

INCLUSÃO

Nesta edição, o festival amplia seu compromisso social por meio da oficina inclusiva Movimento sem Barreiras – Dança como Inclusão. A atividade foi criada para atender pessoas com comprometimentos físicos e intelectuais, além de professores, monitores e famílias atípicas.

A proposta busca demonstrar como a dança pode ser utilizada como ferramenta de inclusão, desenvolvimento motor, comunicação e fortalecimento de vínculos sociais.

A iniciativa também dialoga com debates contemporâneos sobre acessibilidade e democratização do acesso à cultura, ampliando o alcance social do festival.

OPORTUNIDADES

Além das premiações tradicionais, o Prêmio Onça Pintada da Dança MS oferece oportunidades que podem impactar diretamente a formação e a carreira dos participantes.

Entre os benefícios anunciados estão bolsas de estudo, workshops, vivências profissionais e intercâmbios artísticos em instituições e festivais reconhecidos nacional e internacionalmente.

As premiações incluem oportunidades com nomes e organizações do universo da dança, como Adriana Assaf, Cristina Cará, Grupo Raça, Festival Internacional de Dança de Goiás, Festival de Dança Mercosul, além de projetos de formação em São Paulo, Joinville e Argentina.

Também serão oferecidas experiências profissionais, cursos on-line, bolsas integrais e vouchers voltados ao aperfeiçoamento técnico dos bailarinos participantes.

>> Serviço

10º Prêmio Onça Pintada da Dança MS – Mostra Internacional de MS

Data: De amanhã até domingo; 
Local: Teatro Glauce Rocha, na Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS);
Ingressos: disponíveis pela plataforma Sympla.

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Cinema Correio B+

Centenário de Marilyn Monroe: Revendo Marilyn Monroe em 5 filmes

Em 2022, quando completaram 60 anos da morte de Marilyn Monroe, separei cinco filmes que a ajudaram a construir sua persona. Vale recuperar a lista!

01/06/2026 08h16

Centenário de Marilyn Monroe: Revendo Marilyn Monroe em 5 filmes

Centenário de Marilyn Monroe: Revendo Marilyn Monroe em 5 filmes Foto: Divulgação

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Marilyn Monroe, nascida Norma Jeane Mortenson em 1º de junho de 1926, completaria seu centenário. A data é celebrada globalmente com exposições, leilões de itens pessoais e homenagens. Em 2022, quando completaram 60 anos da morte de Marilyn Monroe, separei cinco filmes que a ajudaram a construir sua persona. Vale recuperar a lista!

Torrente de Paixão (Niagara Falls), 1953.

Neste drama cheio de suspense, Marilyn está mais sexy do que nunca, com cenas ousadas para época e com uma personagem antipática, vilanesca, claramente infiel ao marido. Nua na cama ou no chuveiro, o filme não mostra nada, mas vemos tudo.

Está linda, está incrível e quando canta Kiss, bom, pobre Jean Peters de estar ao seu lado. Aos 26 anos, no auge de sua beleza, Marilyn emendou essas filmagens com Os Homens Preferem as Loiras e virou a grande estrela que permanece até hoje.

Os Homens Preferem as Loiras (Gentlemen Preer the Blonde), 1953

Depois do megasucesso de Torrente de Paixão, Marilyn Monroe conseguiu o disputado papel de Lorelei Lee, a aparente oportunista loira atrás de um marido rico que é alucinada por diamantes.

O musical, co-estrelado por Jane Russell, é o mais clássico dos clássicos de Marilyn, com seu vestido rosa e a icônica cena de Diamonds are a Girl’s Best Friend, copiada décadas depois.

Ironicamente, apesar do título se referir a ‘ela’, Marilyn só foi escolhida porque era uma opção mais barata que Betty Grable (que não quis fazer o filme) e tinha salário mais de 10 menor do que o de Jane Russell. As duas atrizes se deram bem, mas estar ao lado de uma Marilyn no auge não era um desafio fácil para ninguém. Só olhamos para ela. Precisa ser visto e revisto.

O Pecado Mora ao Lado (The Seven Year Itch), 1956

Com o sucesso estrondoso de Os Homens Prefererem as Loiras, Marilyn emendou com dois outros excelentes filmes, mais difíceis de achar, Como Agarrar Um Milionário (How to Marrry A Millionaire), O Mundo da Fantasia (There’s No Business Like The Show Business) e O Rio das Almas Perdidas (River of No Return), portanto quando Billy Wilder a escolheu para O Pecado Mora Ao Lado (The Seven year Itch), em 1956, Marilyn Monroe já era a mulher mais famosa do mundo.

E, por muitos anos, foi esse clássico da comédia onde a atriz nem canta nem dança que criou sua imagem mais famosa: a do vestido branco de Norman Norell esvoaçante.

Uma adaptação do sucesso da Broadway, o filme tem uma base que hoje culturalmente é questionável. Um homem casado há sete anos, sozinho na cidade enquanto a mulher está longre, fantasia um romance com a jovem vizinha.

A personagem de Marilyn, sem nome, era no papel para ter 22 anos e atriz tinha 29 na época, já preocupada em “ser velha” e estar perdendo papéis.

As filmagens não foram nada tranquilas. Marilyn se atrasou todos os dias, esquecia suas falas e tudo isso causou um prejuízo de milhões (recuperados nas bilheterias). Seu camento com Joe DiMaggio também não ia bem e ele teria dado um escândalo quando viu a cena do vestido ser registrada por fotógrafos do mundo todo. Logo depois os dois se divorciaram.

Quanto Mais Quente Melhor (Some Like it Hot),

Hoje a comédia é mais conhecida pelo drama dos bastidores do que sua trama de dois músicos que, para se esconderem de mafiosos que querem matá-los, se disfarçam como mulheres em uma banda liderada pela sexy SugarKane Kowalczyk (Marilyn Monroe). Cheio de momentos divertidos, tem a clássica cena da atriz cantando I wanna be Loved by you.

Na época casada com Arthur Miller, Marilyn estava grávida (perdeu o bebê durante as filmagens), dependente de remédios e depressiva. Se atrasava mais de 3h para começar a gravar e esquecia tanto suas falas que, para dizer “It’s Me, Sugar”, precisou de 47 tomadas até acertar.

A partir desse filme seu declínio ficou ainda mais claro, com a atriz sendo encontrada morta apenas 4 anos depois. Ainda fez mais dois filmes completos após Quanto Mais Quente Melhor, mas o clássico é para muitos, a sua grande despedida.

Os Desajustados (The Misfits), de 1961

O último filme completo de Marilyn Monroe e também de Clark Gable, que faleceu assim que as filmagens terminaram, Os Desajustados foi dirigido por John Huston e escrito para Marilyn por Arthur Miller. Na época ela queria mais do que tudo se provar como atriz dramática, mas, em vida, nunca conseguiu o reconhecimento.

A produção sofreu não apenas com agora o crônico e cada vez maior atraso da atriz, mas com os problemas de alcoolismo de Montgomery Clift também. A história, dura, pesada, sobre uma mulher disputada por dois homens, fazia muitas refrências cruéis à Marilyn como pessoa, a deixando mais deprimida e insegura.

Para piorar, ela que já tinha problemas para memorizar cenas simples, tinha que decorar longos e complicados diálogos que Miller reescrevia praticamente na hora de gravar. Acabou sendo hospitalizada por 10 dias, atrasando as gravações e levando “a culpa” pelo desgaste de saúde de Clark Gable. Embora inocente, ela nunca se perdoou.

O casamento com Arthur Miller, sem surpresa, chegou ao fim junto com o filme. Marilyn viria a morrer um ano e meio depois, antes de terminar Something’s Gotta Give. Porque hoje se sabe dos bastidores, alguns citam essa como a melhor atuação de Marilyn Monroe.


Aqui é importante ver sua despedida, seu esforço e sua infelicidade registradas na tela.

Felpuda

A Justiça Eleitoral virou "tartaruga de pancadas" na Assembleia...Leia na coluna de hoje

Leia a coluna desta segunda-feira (01)

01/06/2026 00h03

Diálogo

Diálogo Foto: Arquivo / Correio do Estado

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JOHANN GOETHE - ESCRITOR ALEMÃO

"Quando uma criatura humana desperta para um grande sonho e sobre ele lança toda a força de sua alma, todo o universo conspira a seu favor”.

 

FELPUDA

A Justiça Eleitoral virou “tartaruga de pancadas” na Assembleia Legislativa de MS durante a posse de João César Mattogrosso, que assumiu faltando apenas sete meses para o fim do mandato. Ele não economizou na crítica: lembrou que a decisão saiu três anos e meio após as eleições de 2022. Traduzindo: quando a “tartaruga acelerou”, a corrida já estava acabando e outra, começando. Pedro Kemp e Gerson Claro engrossaram o coro por mais celeridade. Porque processo eleitoral que termina quase na eleição seguinte já não é Justiça lenta, é modalidade olímpica de paciência.

Diálogo

Abusados

A bandidagem não está poupando nem os cemitérios públicos de Campo Grande, que têm sido alvo frequente de furtos, vandalismo e depredação. Bronzes e azulejos de túmulos estão entre os materiais furtados, causando revolta e tristeza às famílias.

Mais

Durante sessão na Câmara, o vereador Otávio Trad pediu reforço na segurança dos locais, rondas policiais e ampliação dos muros. Segundo ele, a situação se arrasta desde 2017 e compromete a preservação da memória de pessoas que ajudaram a construir a cidade.

DiálogoBarbara Queiroz

 

DiálogoAntonio Camarotti e Donata Meirelles

Na real

As tais “vaquinhas” autorizadas pela Justiça Eleitoral poderão acabar virando uma faca de dois gumes para pré-candidatos. A arrecadação antecipada junto ao setor privado, embora vista como alternativa de financiamento, também expõe a força política de cada postulante. Assim, há quem diga que o desempenho nas plataformas servirá como termômetro de popularidade. Quem arrecadar pouco corre o risco de entrar na disputa já “queimado”.

Au, au...

Enquanto faltam remédios em postos e sobram buracos nas ruas, a Câmara da Capital resolveu aquecer o debate político com o Cobertor Pet. A nova campanha quer garantir proteção aos animais no frio, entre maio e julho. Na mesma sessão, os vereadores aprovaram campanha de trânsito, reflexão sobre feminicídio e mudanças no IPTU social. Tudo importante, claro. Mas cobertor para os pets foi demais, porque prioridade é prioridade, né?

Ufa!

Depois de acumular alguns reveses na derrubada de vetos e rejeições de propostas na Câmara Municipal, enfim a prefeita Adriane Lopes conseguiu respirar aliviada e manter um deles. Os vereadores decidiram preservar o veto total ao projeto que previa diretrizes para planos de evacuação em escolas públicas e privadas de Campo Grande. A prefeitura alegou vício formal e ainda sustentou que a proposta seria redundante, já que o Corpo de Bombeiros tem normas e fiscalização próprias.

Aniversariantes

Dr. Jardis Albertin Volpe,
Vilma Gutierres Leite,
Ione Albuquerque Pinto,
Kátia Franco,
João Carlos Marinheiro da Silva,
Ary Manoel Monteiro Damião,
Makoto Shiocsuka,
Graziela Yuko Okumoto,
Nelson Denis,
Evaldo da Silva Queiroz,
Cezar Soares de Oliveira,
Valter Lang,
Ana Karla Peluffo Zahran,
Katarina Carvalho Figueiredo Viana,
Eduardo da Silva,
Firmino Teodoro da Silva,
Leandro Rodrigues da Cunha,
Valeria Roque Felicio,
Rudmiler Rondeneli dos Reis,
Mariuza Aparecida Camillo Guimarães,
Elsa Nascimento Cabrita Santana,
Juliana Laura Pereira de Oliveira,
Soraya Vieira Thronicke,
Dr. Nelson Quintão Fróes,
Marco Antonio de Carvalho Gomes,
Lizangela Sabrina Montania Vera,
Pâmela Cristina Ribeiro Pavon,
Márcia Regina Perez Lima,
Ivone Ferreira,
Maria Zilda Chaves de Souza,
Dr. Mauro Roberto Cândia,
Zenaide Paulino de Oliveira,
Luciana Souza Soares,
Ana Paula dos Santos,
Noeli Bevilacqua Gonçalves,
Neusa Andrade de Carvalho,
Marcus Vinicius Kuroce,
Francisco Antônio Pereira,
Antônio de Zanúncio Neto,
Júlio César de Souza,
Osvaldo Goes Figueiredo,
Elias Holube,
José Severino Pires,
Kelly Chrys Cação Araujo,
Roberto Cortez,
Juarez Falcão Alves,
Eliane Aparecida Dias,
Anésio Cabeçoni,
Moacir dos Santos Zanuncio,
Otávio Luiz Rodrigues,
Ricardo Issano Irie,
Dinorá Faustino Benevides,
Alfredo Sérgio Rios,
João Luiz de Mello,
Juvêncio Antônio Charruff,
Mair Valdovino Junior,
Ednalvo Monteiro da Silva,
Hatila Ronni Colman Mattozo,
Atenidson de Almeida Santos,
Luiz Rafael de Melo Alves,
Clélia Cristina Eto,
Hevila Cristhina Lopes Braga,
Luiz Carlos Franca Ramos,
André Luiz de Oliveira,
Esther Lopes Santa Cruz,
Ana Maria Falchetti Boverio,
Ademir Kawahira,
Luciana de Castro Ramos,
Luciano Potrich Dolzan,
Jeovan Maciel Rodrigues,
Silvania Silva de Lima,
Fábio Abulasan de Paula,
Mario Flávio Pinto Rodrigues,
Aline Daniela de Almeida Defante,
Franciela Borges da Silva,
Ronaldo Pozzi Barbirato Barbosa,
Geová da Silva Freire,
Josimeire da Silva Gonçalves,
Gualter Garcia dos Santos,
Marco Antonio Zeferino da Silva,
Arlindo Dorneles Pitaluga,
Celso de Morais e Castro,
Evandro Alves Correa Filho,
Marcus Faria da Costa,
Tiago Flores Grisoste Barbosa,
Iracema Mendonça Cardoso,
Carolina Pereira LIma,
Sílvia Lopes Rios,
Mariângela Rodrigues Pires,
Maria Emília Ribeiro Nunes.
Dra. Maria Claudia Santos Lima,
Jairo Fontoura Corrêa,
Carlos Henrique Flores Gomes,
Roselene Ramos Rodrigues,
Solange Correia Vieira,
Mucio de Maraes,
Carlos Roberto Lopes,
Sandra Batista Lima,
Rosa Maria Nantes Vieira,
Antonio João Moraes,
Luciana Figueira Mendes,
Angelina da Costa Cardoso,
Renata dos Santos Silva,
Mario Roberto Camargo,
Marlene Menezes de Almeida.
Ronaldo Garcia da Silva,
Maira Cristina de Almeida,
Ana Luiza Castro Cardoso,
Flávio Marcio Barbosa Freire,
Luísa Fernandes Gomes,
Leilane Oliveira Lima. 

COLABOROU TATYANE GAMEIRO

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