Correio B

FELPUDA

Chegou a fase de muitos políticos, em especial as lideranças partidárias... Leia na coluna de hoje

Leia a coluna desta quarta-feira (18)

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Augusto Branco - escritor brasileiro

"Não é o ritmo nem os passos que fazem a dança, mas a paixão que vai na alma de quem dança”

FELPUDA

Chegou a fase de muitos políticos, em especial as lideranças partidárias, temerem “dormir no escuro”, pois não sabem quem estará entrando, pé ante pé, para pregar-lhes susto com alguma “novidade” que poderá prejudicar as futuras alianças. Isso, sem contar aqueles que estão observando com olhos de coruja se derem vacilo, e se deixarem algumas frestas será permitido que avisem os morcegos para “beberem o sangue”. Tudo está só no começo do que vem por aí, pois ainda há muita água para passar debaixo da ponte antes, durante e pós-convenções. Afe!

“Fato novo”

Os dois nomes que teriam recebido “afagos” políticos do ex-presidente Jair Bolsonaro, com vistas à disputa eleitoral, não estão aparecendo “nas cabeças” das pesquisas sérias divulgadas. A seis meses do pleito geral, são porcentuais preocupantes nessa importante disputa.

Mais

Até mesmo alguns aliados comentam, um tanto quanto decepcionados, que somente o chamado “fato novo” poderia rever essa situação que, no caso, diz respeito ao deputado federal Marcos Pollon e à vice-prefeita de Dourados, Gianni Nogueira. Caso contrário...

Rumilda Siqueira, Cláudia Helena Elesbão e Marília Eliana Martins
Bruna Cardinale Piel

Cautela 

A janela partidária, aberta para a troca de partidos, serve também para que alguns políticos mais afoitos recuem de suas pretensões. É o momento em que são vistos os prós e os contras das mudanças, se vale a pena pensar apenas no presente sem olhar para o futuro político e que realmente o que for prometido será cumprido. Os mais experientes dizem que um passo mal dado pode significar até mesmo o fim de uma jornada promissora. Assim, muitas surpresas deverão acontecer no cenário pré-eleitoral.

Da água

Nesta sexta-feira, será realizado o VII Seminário Estadual da Água, a partir das 8h, na Assembleia Legislativa de MS. O evento reunirá especialistas, gestores públicos e representantes da sociedade civil para debater os desafios da gestão dos recursos hídricos diante das mudanças climáticas. De acordo com as informações do Legislativo estadual, em 2025, foram 14 ocorrências de alagamentos e enxurradas, número superior ao de 2024, quando houve cinco episódios. A maior parte em Campo Grande.

Rumo

O ex-conselheiro do Tribunal de Contas de MS, Jerson Domingos, filiou-se ao União Brasil para disputar uma vaga na Assembleia Legislativa. O partido forma a Federação União Progressista com o PP e apoia a reeleição do governador Riedel. Antes de assumir cadeira naquela Corte Fiscal, Jerson foi deputado por cinco mandatos consecutivos e, até então, era muito ligado ao ex-governador Puccinelli (MDB).

Aniversariantes

  • Luis Pedro Nassar Scalise,
  • Rommy Schneider Pereira Nasser,
  • Rubenio Silverio Marcelo,
  • Eliane Ritcher,
  • Dr. Marco André Nogueira Hanson,
  • Raquel Pertinhes Macerou,
  • Antonio Clemente Neto,
  • Carlos Alberto Moraes,
  • Fernando Luiz de Souza,
  • Geraldo Moraes,
  • Milton Luares Lima,
  • Danilo Magalhães Martiniano da Silva,
  • Miguel Ferreira de Arruda,
  • Maria Conceição de Oliveira Rocha,
  • Cesar Luiz Brasil Ovelar,
  • José Luiz Schiavinato,
  • Paulo Gomes Ormond,
  • Evney Costa Soler,
  • Emilia Gabriela Molina Teodoro,
  • Eduardo Luis Figueiredo de Lima,
  • Nery Temistocles,
  • Dr. Norival Vitório Valente,
  • Dr. André Martins de Oliveira,
  • Fernanda Ferrari Miguita,
  • Gisele Barros,
  • Raquel Arruda,
  • Tiago Sena Borgo,
  • Paula Vasconcelos,
  • Pe. Gildásio Mendes,
  • Dr. José Carlos Garcia Bueno,
  • José Pagnussato,
  • Dr. Roberto Votto Braga,
  • Helder Rodrigues Baréa,
  • Augusto Márcio Salomão,
  • Vander Ferrugio Turini,
  • Luís Carlos Acordo Filho,
  • Antonio Andayr D’Amigo Startari,
  • Gilson Luiz Vilacqua,
  • Antonio Nadra Jaha Filho,
  • José Armando Fratari,
  • Hagner Santos Silva,
  • Antonina Soares,
  • Joilce Gabriela de Figueiredo Sanches,
  • Geórgia Raja Ratier Catanante,
  • Amélia (Amelinha) Chaves Ouriveis,
  • Dirce Gomes do Prado,
  • Rosângela Lemes de Brito,
  • Daltro Lopes,
  • João Carlos Peres,
  • Fátima Socorro Espírito Santo,
  • Marlene Pithan Rodrigues,
  • Rosa Tamar,
  • Vicente Dolores Brito,
  • Liliane Cabral de Almeida,
  • Nilza Barbosa de Almeida Lopes,
  • Rejane Felix de Oliveira,
  • Ana Carolina Razzini Kanezaki,
  • Dormevil Ramos dos Santos,
  • Luciana Costa Cardacci,
  • Valdir dos Santos Ribeira,
  • Maria Aparecida Monteiro Lucio,
  • José Moreira Salvian,
  • Lucas Dourado Mattos,
  • Benedito Silveira Coutinho,
  • Heitor Havedutti Filho,
  • José Flávio Coutinho,
  • Maiza Ribeiro de Oliveira,
  • Dra. Eliana Patricia Maldonado Pires,
  • Aparecida Isaac Puccinelli,
  • Adriano Stefani,
  • Mercedes Espirito Santo de Campos,
  • José Aparecido Maia dos Santos,
  • Ivete Wilhelm,
  • Ilma Yonamine Dias,
  • Ana Luiza Martins Escobar,
  • Jaime Martins Fernandes,
  • Luiz Carlos Oliveira Reis,
  • Eduardo Agnello Ferreira,
  • Danuzia Ziemann de Oliveira,
  • Maria Helena Ambrosio da Silva,
  • Sávio Roney Simões,
  • Cirilo Ramos Junior,
  • Edmar Marins de Souza,
  • Antonio Claudio Maximiano,
  • Gabriela Bogarim Ojeda,
  • Meire Simabuco Abdala,
  • João Marcos Rocha Sanches,
  • Alexandre Egidio Ferreira,
  • Marisi Carpes Espíndola,
  • Eric de Souza Fossati,
  • Jorge Yamada,
  • Alfredo Vasques da Graça Júnior,
  • Orides Jeanete Kades de Oliveira,
  • Aida Escudero Leite,
  • Luciano Chacha de Rezende,
  • Gabriel Garcia Aranda,
  • André de Aguiar Justino da Cruz,
  • José Teodoro Barbosa,
  • Marly Miyaguchi Lossavaro,
  • Thiago Pereira Vieira,
  • Fagner Ribeiro Cândido,
  • Luciana de Oliveira Dreyer,
  • Sérgio Carlos de Abreu,
  • Cecilia Dornelles Rodrigues,
  • Katiany Jacinto de Oliveira,
  • Paulo Belarmino de Paula Júnior,
  • Elisa Menezes Vieira,
  • Paula Cristina de Assis.

Colaborou Tatyane Gameiro

HISTÓRIA DE MS

Fundação Barbosa Rodrigues digitaliza acervo do jornal Diário da Serra e o disponibiliza on-line

Projeto da Fundação Barbosa Rodrigues garante a preservação de milhares de páginas que registram a formação do Estado e o cotidiano sul-mato-grossense

25/06/2026 08h30

Ao longo de seus 30 anos de circulação, o Diário da Serra registrou momentos históricos do Estado e fez parte do cotidiano de milhares de sul-mato-grossenses

Ao longo de seus 30 anos de circulação, o Diário da Serra registrou momentos históricos do Estado e fez parte do cotidiano de milhares de sul-mato-grossenses Arquivo

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Durante três décadas, o Diário da Serra registrou os principais acontecimentos políticos, econômicos, culturais e esportivos de Campo Grande e Mato Grosso do Sul.

Agora, quase 28 anos após a circulação de sua última edição, em 15 de novembro de 1998, parte dessa memória volta a ficar acessível ao público por meio de um projeto de digitalização que pretende preservar um dos mais importantes patrimônios documentais da imprensa regional.

A partir do dia 10 de julho, os primeiros volumes digitalizados do acervo estarão disponíveis gratuitamente no site da Fundação Barbosa Rodrigues. O projeto é apenas o início de um trabalho de longo prazo que pretende tornar acessíveis cerca de 210 livros encadernados, reunindo milhares de exemplares do jornal.

Segundo a presidente da Fundação Barbosa Rodrigues, Nara Borges, a iniciativa nasceu da necessidade de preservar documentos históricos que sofrem os efeitos naturais do tempo.

“O acervo já estava sob a guarda da fundação e entendemos que era necessário iniciar um processo de digitalização para garantir sua preservação. Estamos falando de um patrimônio documental que registra momentos fundamentais da história de Campo Grande e de Mato Grosso do Sul”, afirma.

Nesta primeira etapa, foram digitalizados 10 volumes, somando aproximadamente 7 mil páginas. A expectativa é de que o restante do trabalho seja realizado gradualmente ao longo dos próximos anos.

“O projeto é grande e exige muito cuidado. Por isso optamos por fazer a digitalização em etapas. Ainda há muito material pela frente”, explica.

ANTES DE MS NASCER

A história do Diário da Serra se confunde com a própria trajetória de MS.

O jornal foi lançado em 28 de maio de 1968, quando ainda faltavam nove anos para a divisão do antigo Mato Grosso e a criação do novo estado.

Integrante dos Diários Associados, conglomerado fundado por Assis Chateaubriand, o periódico chegou a Campo Grande em um momento de intensa expansão dos meios de comunicação brasileiros.

A inauguração ocorreu apenas um mês após a morte de Chateaubriand e acabou se transformando também em uma homenagem ao empresário e jornalista responsável pela construção de uma das maiores redes de comunicação da América Latina.

A cerimônia reuniu artistas, intelectuais, políticos e autoridades. O bispo dom Antônio Barbosa abençoou as instalações, enquanto o governador Pedro Pedrossian acionou o painel eletrônico da moderna rotativa Bühler, fazendo surgir o primeiro exemplar impresso.

Ao longo de seus 30 anos de circulação, o Diário da Serra registrou momentos históricos do Estado e fez parte do cotidiano de milhares de sul-mato-grossensesO governador Pedro Pedrossian acionando o painel eletrônico da rotativa Bühler, em 1968 - Foto: Arquivo

Representando os Diários Associados, João Calmon destacou que o novo jornal fazia parte do projeto idealizado por Chateaubriand de levar veículos de comunicação a todos os estados brasileiros.

BERÇO DO JORNALISMO

Ao longo de sua trajetória, o Diário da Serra se tornou uma verdadeira escola de jornalismo.

Centenas de profissionais passaram pela redação, ajudando a construir a identidade da imprensa regional.

Entre as décadas de 1970 e 1990, o jornal protagonizou uma intensa disputa editorial com o Correio do Estado.

Ao longo de seus 30 anos de circulação, o Diário da Serra registrou momentos históricos do Estado e fez parte do cotidiano de milhares de sul-mato-grossensesRedação do Diário da Serra em um dos prédios pelos quais o jornal passou - Foto: Arquivo

A rivalidade era comparada aos grandes clássicos do futebol. Política e esporte concentravam boa parte da competição, mas a busca por reportagens exclusivas acontecia em todas as editorias.

Repórteres cultivavam fontes estratégicas, perseguiam furos de reportagem e acompanhavam diariamente o trabalho do concorrente. O resultado era uma cobertura cada vez mais qualificada.

Quem mais se beneficiava dessa disputa era o leitor, que recebia informações aprofundadas e análises sobre os acontecimentos que moldavam a vida da cidade e do Estado.

Entre as inúmeras coberturas históricas, o jornal testemunhou a divisão de Mato Grosso, em 1977, acompanhou a instalação da nova unidade federativa, registrou campanhas eleitorais, crises econômicas, conquistas esportivas e mudanças urbanas que transformaram Campo Grande.

QUANDO O JORNAL PAROU

Entre as milhares de páginas que ajudam a contar a história de Campo Grande e Mato Grosso do Sul, uma delas registra um episódio que quase interrompeu a trajetória do Diário da Serra.

No dia 4 de outubro de 1977, quando faltavam apenas sete dias para a instalação oficial do novo estado, o teto da redação do jornal desabou sobre parte das instalações da sede, localizada na Avenida Calógeras.

O acidente ocorreu por volta das 17h. Segundo relatos publicados na época, funcionários perceberam que o forro de gesso apresentava rachaduras e começava a ceder. Inicialmente, acreditou-se que alguém estivesse realizando algum serviço sobre a estrutura.

Em poucos instantes, porém, a situação se agravou. Ao perceber o risco iminente, o diretor do jornal, César Quintas, ordenou que todos deixassem o local imediatamente.

A decisão evitou uma tragédia. Segundos depois, telhado, forro e parte da estrutura vieram abaixo com um estrondo, ouvido a grande distância, destruindo a redação, setores de diagramação e parte do parque gráfico. Apenas a jornalista Ana Lúcia Divas sofreu ferimentos leves em uma das pernas.

A repercussão foi imediata. Na edição do dia seguinte, o Correio do Estado, principal concorrente do Diário da Serra, estampou imagens da destruição e manifestou solidariedade aos profissionais atingidos. Mais do que isso, colocou sua estrutura à disposição para que o rival pudesse continuar produzindo e imprimindo suas edições.

MEMÓRIA PRESERVADA

Para garantir a qualidade da reprodução, a equipe optou por utilizar a fotografia, em vez de scanners convencionais.

O trabalho foi realizado pelo fotógrafo João Pedro Félix Escobar, que registrou cuidadosamente cada página dos exemplares.

“Chegamos a estudar a aquisição de equipamentos específicos para digitalização, mas a fotografia apresentou resultados melhores na preservação da qualidade das imagens e dos detalhes das páginas”, explica Nara.

O processo exigiu atenção especial em razão da fragilidade do material. Depois de décadas armazenados, muitos exemplares apresentam desgaste natural do papel, exigindo manuseio cuidadoso, para evitar danos.

Mesmo com a criação da versão digital, o acervo físico permanecerá sob a guarda da Fundação Barbosa Rodrigues.

“O material original continuará sendo preservado. A digitalização não substitui o acervo físico. Pelo contrário, ela ajuda a protegê-lo, reduzindo a necessidade de manuseio constante”, destaca.

Ao longo de seus 30 anos de circulação, o Diário da Serra registrou momentos históricos do Estado e fez parte do cotidiano de milhares de sul-mato-grossenses

 

Diálogo

Não deixa de ser curioso, para não dizer outra coisa...Leia na coluna de hoje

Leia a coluna desta quinta-feira (25)

25/06/2026 00h01

Diálogo

Diálogo Foto: Arquivo / Correio do Estado

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Roberto Shinyashiki - escritor brasileiro

"A vida não é um quadro pronto, e sim uma obra de arte que se revela com uma nova pincelada a cada dia”.

FELPUDA

Não deixa de ser curioso, para não dizer outra coisa. Um motorista flagrado transportando “apenas” 613 quilos de cocaína conseguiu, em primeira instância, ser enquadrado na condição de beneficiário do chamado tráfico privilegiado. Mas o Ministério Público recorreu e entendeu que carregar mais de meia tonelada de droga para outro estado não combina exatamente com a figura da inocente “mula” do tráfico”. O benefício foi retirado e a pena recalculada. Afinal, há certas “encomendas” que simplesmente não cabem na bagagem da ingenuidade.

MAIS

A jovem Dally Ugla, da Aldeia Córrego do Meio, em Sidrolândia, entrou para a história ao conquistar o primeiro título do Beleza Originária 2026, realizado na Aldeia Brejão, na Terra Indígena Nioaque. A coroação destacou não apenas a beleza, mas também a representatividade, o conhecimento das tradições e o orgulho das raízes indígenas. O evento reuniu representantes de diversas aldeias da região em uma celebração da cultura, da identidade e do protagonismo dos povos originários. A programação incluiu apresentações culturais, manifestações tradicionais e uma feira gastronômica, fortalecendo a integração entre as comunidades.

O prefeito André Guimarães ressaltou que a iniciativa evidenciou a riqueza da cultura indígena e defendeu que o projeto continue crescendo para preservar as tradições e fortalecer a identidade dos povos originários. Idealizadora do evento, Claudilene Souza comemorou o sucesso da estreia, afirmando que o Beleza Originária nasceu do sonho de valorizar a história, a cultura e a beleza das origens indígenas. A primeira edição deixa como legado o incentivo ao orgulho das raízes e a valorização das novas gerações indígenas.

DESISTIU

Diziam que Freud explicava tudo. A política de Mato Grosso do Sul, porém, faria o pai da psicanálise pedir aposentadoria. Na direita, dois pré-candidatos ao Senado, de acordo com pesquisas, estariam “embolados”, mas justamente o que aparece correndo atrás da dupla dos “preferidos”, age como favorito absoluto. Já na esquerda, quem amarga posição distante nos levantamentos de preferência popular, segue tratando a eleição como mera formalidade. Convicção é uma coisa; matemática eleitoral é outra, ensina a política.

"DESILUDIDO"

E o roteiro fica ainda mais intrigante. Uma liderança que já brilhou, tipo top das galáxias, hoje parece esquecida tal qual pinguim de geladeira em gaveta de guarda-roupa velho. Para completar a “desilusão 
de Freud”, três figuras que durante anos caminharam lado a lado, agora disputarão cargos por partidos diferentes. Se continuarem dividindo o mesmo eleitorado, podem terminar unidos apenas na fila dos derrotados. A conferir.

BARRA PESADA

A Justiça mandou um comerciante de Campo Grande pagar R$ 5 mil por danos morais a um entregador por aplicativo, que foi agredido com uma barra de ferro durante discussão. O capacete evitou tragédia maior. A tese de legítima defesa não convenceu o juiz, que considerou a reação desproporcional e incompatível com qualquer solução civilizada de conflito. O acordo anterior valia apenas pelo capacete danificado. A barra de ferro saiu cara e ainda rendeu condenação.

Aniversariantes

  • Marinez Muller Cesco (Dedê Cesco), 
  • Tina Rodrigues Wunderlich, 
  • Lilian Ferro, 
  • Julie Abuhassan Gonçalves,
  • Rosineide Cunha Lemos de Deus, 
  • Ademir Panucci,
  • Cristiane Santana Farias,
  • Florisbela de Souza,
  • Irene Satsico Oshiro,
  • João Batista Campagnani Ferreira,
  • Dr. Luiz Carlos Takita,
  • Marcos Antonio Momesso,
  • Ayres José Cerioli,
  • Dr. Estanislau Santos Ciasca,
  • João Francisco,
  • Ornei de Almeida,
  • Telma Cristina Serrou Pimentel,
  • Nauile de Barros,
  • Juliane Maeda Guenka,
  • Juarez Lemes de Souza,
  • Renata Volpe,
  • Loy Pael Nogueira,
  • Carolina Medeiros Fabris,
  • Dr. Giovanni Pires Viana, 
  • Dr. Ruy Luiz Falcão Novaes,
  • Wolfram Enok Pessoa Sandes,
  • Juliana Marcondes Rezende,
  • Cleide de Moraes Deduch,
  • Luzia Morel Lino,
  • Ivone Ferreira Emídio e Silva,
  • Erlenice Maria Peron Palhano, 
  • Nelsi Mota Holzschuh,
  • Amanda Santos,
  • José Robson Samara Rodrigues de Almeida,
  • Dr. Renato Augusto Casemiro de Oliveira,
  • Jercé Euzébio de Souza,
  • Matheus Enzo Shiraishi,
  • Aparecido dos Santos,
  • Lauro Andrei Monteiro de Carvalho,
  • Adriano Borges Toscano Júnior, 
  • Nair Fonseca Higa,
  • Guilherme Duarte Jafar,
  • Leila Andréa Schneider,
  • Dr. Marcos Raymundo Marinho,
  • Dr. Gustavo Passarelli Silva, 
  • Zuleide Paniago, 
  • Sílvia Mariani,
  • Lúcia Maria Gonçalves de Resende,
  • Francisca Silva Neves,
  • Ivone Figliolino,
  • Ana Clara Higa,
  • Antonio Roberto Rogoski,
  • Cleonice Moraes Freitas,
  • Aparecida Maria Fortes,
  • Marcela Tanaka,
  • Jorge de Souza Mareco,
  • Márcia Carvalho Lima,
  • Dr. Amadeu Hugo Alessi,
  • Alexandra Guimarães,
  • Joana Joelma Duarte Amaral,
  • Ana Aparecida Ribeiro de Barros,
  • Célia Rosinei dos Santos Nunes de Souza,
  • Lilian Carolina da Silva,
  • Laura Patricia Daniel Palumbo Fernandes,
  • Leila Maria Maciel Figueira
  • Dra. Rosângela de Andrade Thomaz, 
  • Marília Porto Antunes,
  • Nádia Maria Barbosa Prado,
  • Willian Guttemberg Assis,
  • Sebastião Felix da Silva,
  • Layla Hellen Murad,
  • Paulo Roberto Martins,
  • Karine de Barros Preza,
  • Osmar Silva e Luz,
  • Vanessa Cardoso,
  • Wellington Lander Borges,
  • Celso Hideyuki Akamine,
  • Edvandro Cesar Dorisbor,
  • Bruna Viveiros Barros,
  • Gabriel Simplicio,
  • Carlos Augusto da Silva (Carlinhos do TRR),
  • Elidio Antonio Ferreira,
  • Carlos Alberto Benites dos Santos,
  • Juliano Bueno Dias,
  • Adalberto da Silva Ramos,
  • Ilka de Souza Fernandes,
  • Rosana Sanches Nakayama,
  • Geisa Vidal Duarte Oguchi,
  • Eliano Bottega Ebeling,
  • Iris Mara Oliveira Gomes Orros,
  • Ailene de Oliveira Figueiredo,
  • Fabiana Keylla Schneider,
  • Raquel Canzi Duialibi,
  • Juliana Yuri Sakihama, 
  • Jefferson Goes Medina,
  • Alexandre Cavalcanti Barbosa,     
  • Caetano Humberto Bruno,                
  • Juliano Henrique Cícero Dias,            
  • Silvino de Freitas Adrião,        
  • João Baptista Coelho Gomes,
  • Estevan Daniel Leite,                   
  • Ivete Roland Benitez,                   
  • Márcio Barbosa da Silva,
  • Elenice Aparecida Camargo,
  • Benedita Gomes de Lucena,    
  • Célia Regina Gomes Aleixo.

Colaborou Tatyane Gameiro

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