Correio B

JOINVILLE

Companhia seleciona bailarinos para participar de festival

Companhia seleciona bailarinos para participar de festival

DA REDAÇÃO

17/02/2011 - 10h34
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No próximo dia 28, a Cia Unikdança da Fundação Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) realiza audição para selecionar bailarinos que integrarão a companhia em apresentações no Festival de Dança em Joinville, SC. A audição acontece às 18 horas, na sala localizada no portão 10 do Estádio Morenão.

Para participar, os candidatos devem fazer uma aula de balé clássico e apresentar uma coreografia, sozinhos ou em duplas, nas modalidades de balé clássico ou contemporâneo. É importante que estejam caracterizados para avaliação completa pela banca examinadora.

“Para integrar a Cia Unikdança é necessário já ser um bailarino avançado. Porém, não precisa necessariamente ser aluno da Universidade. O projeto é aberto à participação da comunidade”, destaca Rosana. No entanto, os acadêmicos que foram aprovados na audição podem solicitar bolsa permanência e auxílio alimentação para o período de abril a novembro deste ano.

Aulas – Ainda há algumas vagas para as aulas regulares do projeto Unikdança e as inscrições continuam abertas. Os interessados podem acessar o site www.rosanacintra.com.br e clicar no link “inscriçoes” para preencher a ficha, que deve ser impressa e entregue no primeiro dia de aula.

O projeto oferece aulas de balé clássico, jazz, contemporâneo e baby class. As aulas começam na próxima segunda-feira (7). Podem participar crianças, adolescentes e adultos. Os dias e horários são os seguintes: segundas e quartas-feiras, das 17h às 18h, Balé I (adolescentes e adultos, iniciantes); das 18h às 19h, Balé III (companhia); e das 19h30 às 20h30, Contemporâneo II (companhia); terças e quintas-feiras, das 17h30 às 18h30, baby class (balé infantil); das 18h30 às 19h30, Contemporâneo I (iniciante); e das 19h30 às 20h30, Balé II (adolescente e adulto).

O projeto – O objetivo do Unikdança é dar oportunidade à comunidade de participar e descobrir as potencialidades na arte da dança. Assim, o projeto busca incentivar, promover, sensibilizar e desenvolver a lacuna existente na área da dança acadêmica, dando oportunidade para os alunos terem uma atividade pode ampliar a atuação profissional na área, além de oportunizar lazer e cultura.

Mais informações sobre o projeto também podem ser obtidas pelo e-mail [email protected] ou pessoalmente na sala da Unikdança, de segunda a quinta-feira, a partir das 17h.


 

Diálogo

Alguns pré-candidatos estão imaginando que as eleições continuam... Leia na coluna de hoje

Leia a coluna desta sexta-feira (22)

22/05/2026 00h02

Diálogo

Diálogo Foto: Arquivo / Correio do Estado

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Érico Veríssimo  - escritor brasileiro

"Na minha opinião existem dois tipos de viajantes: os que viajam para fugir e os que viajam para buscar”.

FELPUDA

Alguns pré-candidatos estão imaginando que as eleições continuam sendo aqueles tradicionais Bailes de Máscaras, onde podem continuar tentando enganar as pessoas. Muitas dessas figurinhas, que rodopiavam pelo salão escondendo suas verdadeiras intenções, cada vez mais caminham rumo às portas dos fundos para que, em breve, desapareçam da vida pública, tendo em vista que dificilmente encontrarão uma luz no fim do túnel. A internet vem sendo a principal arma, para mostrar quem é quem neste imbróglio. As máscaras estão caindo. E como estão caindo!... Afe!

Diálogo

De olho

Contratos de órgãos do governo do estado estão sendo vistos com lupa pelo PT na Assembleia. de Mato Grosso do Sul. O deputado Pedro Kemp, só em uma das sessões, apresentou dois requerimentos. Um deles à direção da MSGÁS e o outro para a Iagro.

Mais

No primeiro caso, quer saber o motivo pelo qual a relação dos pagamentos de diárias não está sendo publicadano Portal da Transparência. No outro o por que empresa de limpeza foi contratada com dispensa de licitação. Ano eleitoral é fogo!

Silvia Massocatto, que hoje está “quarentando”  - Foto: Arquivo Pessoal

 

DiálogoDra. Giovanna Gusmão Ribeiro - Arquivo Pessoal

“Noves fora...”

A guerra eleitoral não estaria só entre os pré-candidatos, na majoritária e nas proporcionais, avalia importante político. Segundo ele, o embate se verifica também entre as agências de pesquisas, incluindo as de todos os calibres: as sérias por serem confiáfeis, as que nunca acertam nada, as que têm histórico de apresentar números do “desejo do contratante” e as dos números fantasiosos. Afirmou que as confiáveis, se conta nos dedosde uma só mão. Só!...

Holofotes

A manifestação do pré-candidato ao governo Renato Gomes (DC) durante solenidade na Assembleia Legislativa de MS, dia 20, foi considerada desproposital que só. Ele causou tumulto e foi retirado por seguranças, depois que, aos brados, protestou sobre  valor investido na construção do estacionamento vertical. Nos bastidores, a avaliação é  que o episódio serviu mais para atrair atenção por denuncismo feito sem apresentação de provas.

Números

A Câmara Municipal de Campo Grande realiza na próxima segunda-feira (25), às 9h, audiência pública para prestação de contas da Sesau referente ao primeiro quadrimestre de 2026. O debate foi convocado pela Comissão de Saúde. O secretário municipal de Saúde, Marcelo Vilela, deverá apresentar números da pasta e responder questionamentos sobre unidades de saúde, medicamentos, insumos e atendimento. A prestação ocorre a cada quatro meses para fiscalização da aplicação dos recursos públicos. Mas...

ANIVERSARIANTES 

Silvia Helena Bonfim Massocatto;
Maria Leonor Castilho Guimarães;
Dr. Alberto Jorge Felix Costa;
Sarah Nantes Barbosa Genta;
Nadja Said Velasquez Maksoud;
Valéria Alves Setti;
Carlos Magno Guedes de Melo;
Edno Vicente Pereira;
Solange de Lima Cavalheiro;
José Moreira Neto;
Luzia Candido Bueno;
Evanilda Vieira de Oliveira;
Ruy Graças Gomes;
Isidoro Moraes;
Gerivaldo Cerqueira de Carvalho;
Maria Emília Brasil;
Munir Caram Anbar;
Helio Miyahira;
Jayra Pinto da Luz Ajala;
Paulo Dagenam Moreira;
Wilson Vilhalba Delgado;
Itamar Rodrigues Chaveiro;
Dayse Mônica Bobadilla;
Dr. Waldomiro Avelino de Rezende;
Dr. Osmar Rabelo de Andrade;
Nelson Szukala;
Dr. Renato Rosa Fernandes;
Ivan Souza;
Priscila Sanches;
Evanilde Lourenço;
Marlene Pereira;
Pastor Barbosa;
Samuel Moretto;
Iuri Holsback Rocha;
Maria Cristina Rodrigues Arantes;
Dr. José Silvio Gomes;
Francisca de Assis Santos;
Marcos Antonio Souza de Oliveira;
Lydia Santos;
Felício Gomes;
Milton Fernandes de Brito;
Valter Pereira Alves Júnior;
Nidia Witcov Candia;
Gerson Antonio de Souza;
Maria Helena Furtado;
Maria Luiza Camy;
Beatricce Colete Bruno;
Thomaz José Felix Bezerra;
Carlos Eduardo da Silva Bessa;
Irene Nogueira Raslan;
Antônio Epifácio Teodoro;
Anita Espíndola de Araújo;
Laura Raquel Flôres;
Fátima Nogueira de Oliveira;
José Antônio Vieira;
Márcia Maria de Souza;
Lilian da Silva Mendes;
Carolina Celeste da Silva;
Humberto Martins de Souza;
Denise Gomes Assis;
Maria Lucila Auto;
Geraldo Figueira de Arruda;
Maria Clara Lima de Almeida;
Henrique Conrado Vieira;
Vilma Elisa Gomes da Silva;
Maria Auxiliadora Junqueira;
Irma Celeste Pereira;
José Inácio Meira da Silva;
Gildo Oliveira da Silva;
Iolanda José Chacha Trad;
Ana Maria Weiss de Camargo;
Celso Borges de Mendonça Filho;
Pedro Alves da Silva Filho;
Rogério Alencar da Silva;
Rita de Cássia de Lima e Silva;
Carolina Rainche;
Tercila Correa Gomes;
Angélica Dias de Oliveira;
Elenice Rodrigues Cardoso;
Lourival Rodrigues da Silva;
Audinéia Fernandes Guimarães Nogueira;
Taiguara Onishi;
Cláudia Durand Zwarg;
Glaucy da Conceição Ortiz;
Hedyl Marcos Benzi;
Jandir Roberto Manica Junior;
Semi Kalil Georges;
Silvio Santos Lacerda;
Otacil de Souza Nogueira;
Dalton de Oliveira;
Francisco Cesar Moura Júnior;
Mariana Essir Simioli;
Ricardo Vieira Poletto;
Augusto Julian de Camargo Fontoura;
Taiani Tiemi Shirado Sakihama;
Hallan Bispo Coelho;
Jeferson dos Santos Soares;
Maria Carmem Cerejo Cabalheiro;
André Matsushita Gonçalves;
Giuliano Perez Maquerte;
Cassia Mariano Perez;
Emiliane Ferreira de Amorim;
Child Maria Alves Mambelli;
Francisca Rosa de Oliveira;
Márcio Alexandre Menegazzo;
Edilson Belone;
Larissa Machado Matos Catelan;
Flávia Franco Simioli;
Ana Priscilla Salles Rubinszteyn;
Ildeberto de Santana. 

Colaborou com Tatyane Gameiro

 

Música

Projeto "Afroafetos" chega hoje às plataformas digitais unindo música, poesia, moda e artes visuais

Projeto sul-mato-grossense e coletivo, "Afroafetos" chega hoje às plataformas digitais unindo música, poesia, moda e artes visuais em uma celebração da arte preta, LGBTQIA+ e periférica

21/05/2026 09h30

Além de música, poesia e moda, projeto Afroafetos envolve artes plásticas, que ajudam a compôr a identidade visual do coletivo

Além de música, poesia e moda, projeto Afroafetos envolve artes plásticas, que ajudam a compôr a identidade visual do coletivo Foto: Manu Komiyama

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Entre sons que atravessam o soul, o pagodão baiano, o R&B e a MPB, existe um fio condutor que costura o primeiro álbum de Silveira Soul: o afeto. Não o afeto simplificado ou romantizado, mas aquele construído como resistência, acolhimento e reencontro de identidade.

Hoje, o cantor e compositor sul-mato-grossense lança oficialmente “Afroafetos”, trabalho que nasce da música, mas ultrapassa as fronteiras do som para se tornar manifesto artístico, político e coletivo.

Natural de Corumbá, no interior de Mato Grosso do Sul, Silveira canta desde os 13 anos, quando começou no coral da igreja.

Anos depois, a voz potente e a presença de palco o levaram aos principais festivais culturais do Estado, como Festival de Inverno de Bonito, Festival América do Sul, MS ao Vivo, Sesc Cultura e Som da Concha. Também abriu shows para artistas como Liniker, Majur, Iza, Dudu Nobre e Rico Dalasam. Agora, transforma toda essa trajetória em seu primeiro álbum autoral.

“Afroafetos” nasce como um espetáculo afrofuturista e multidisciplinar. O projeto reúne música, poesia, moda, dança, artes visuais e audiovisual para imaginar novas possibilidades de existência preta no Brasil. Em vez de narrativas centradas apenas na dor histórica, a obra aposta no protagonismo, na ancestralidade e na construção de futuros possíveis sem opressão racial.
“‘Afroafetos’ já se tornou um coletivo. Nós temos diversas linguagens artísticas envolvendo todo o ‘Afroafetos’. Tem artes plásticas, poesia dentro do álbum. Tem essa coisa de se juntar e agregar arte”, explicou Silveira.

O lançamento oficial acontece após uma audição especial realizada na Casa de Cultura de Campo Grande na sexta-feira, em uma noite marcada por emoção, espiritualidade e senso de comunidade.

O evento reuniu referências afro-brasileiras, banhos energéticos, símbolos ligados às religiões de matriz africana e uma atmosfera de celebração coletiva que refletia exatamente o espírito do projeto.

“É muito bom quando a gente encontra ouvidos e olhos atentos para nossa arte. Não importa se eu não tenho um grande público, o que importa para mim é ter pessoas observando o que a gente está fazendo com o ‘Afroafetos’, como a gente está se aquilombando, se reorganizando para fazer uma arte com essência”, declarou o artista durante a pré-estreia.

REENCONTRO DA IDENTIDADE

Com cinco músicas e duas poesias, “Afroafetos” foi gestado ao longo de pelo menos cinco anos. Algumas composições nasceram em parceria com amigas que hoje integram o coletivo artístico criado em torno do projeto. O processo de construção, segundo Silveira, também foi uma forma de reencontro consigo mesmo.

“É um álbum muito diverso. Quem ouvir vai entender que a gente passeia por muitas sonoridades. Tem pagodão baiano, black music, várias referências. Eu cresci ouvindo isso, então, tem essa pluralidade. É o que nós somos”, afirmou.

Ao mesmo tempo em que dialoga com o futuro imaginado pelo afrofuturismo, o álbum mantém conexão direta com a ancestralidade negra e com os afetos construídos em comunidade. Essa dualidade aparece tanto nas letras quanto na estética visual e sonora do trabalho.

“‘Afroafetos’ surge como um grito que pretende não só expor uma produção artística autoral, mas também contar uma história através da ancestralidade e dos afetos que cercam a vivência de um homem preto e gay no Brasil”, resumiu o cantor.

As músicas falam sobre amor, desejo, pertencimento, liberdade e identidade. Em uma das poesias apresentadas no evento de pré-lançamento, versos como “Ser afetada, afeminada, com fome de mundo” e “É tudo sobre o amor e o amor sabe dizer o nosso nome” sintetizam a proposta do projeto: transformar vulnerabilidade em potência.

PROJETO COLETIVO

Embora o álbum carregue o nome de Silveira Soul, o artista faz questão de enfatizar que o projeto pertence a muitas mãos. Durante a audição, ele citou uma a uma as pessoas envolvidas na construção de “Afroafetos”, reforçando o caráter coletivo da obra.

“‘Afroafetos’ não sou só eu. Esse álbum está carregando o meu nome, mas não sou só eu. Somos vários, e eu quero que isso se multiplique muito”, disse.

Entre os nomes envolvidos estão as poetas Maria Carol e Afroqueer, integrante do ColetivA De Trans Pra Frente, as artistas visuais Lua Maria e Erika Pedraza, a estilista Jéssica Rabelo e o produtor musical Ton Alves. O projeto ainda envolve audiovisual, figurino, artes plásticas e performances.

Para Silveira, essa construção coletiva também é uma forma de resistência cultural em Mato Grosso do Sul, estado historicamente marcado pela predominância do sertanejo na cena musical.

“Eu faço uma música popular, mas diferente do comum aqui. Existe barreira, mas acredito no meu público e na minha arte. Fazer isso aqui é, sim, resistência”, pontuou.

AFETO AFRO

A coordenadora do projeto, Jéssica Rabelo, define Afroafetos como um espaço de acolhimento e reconstrução afetiva entre pessoas pretas, LGBTQIA+ e periféricas.

“Nós, pessoas pretas, não fomos ensinadas a amar e a contemplar por meio do amor. E na Afroafetos a gente conseguiu amar. Amar por meio da verdade, da constância e até da raiva”, declarou, emocionada, durante o evento.
Segundo ela, o projeto funciona como um “novo quilombo”, onde arte, espiritualidade e afeto caminham juntos.

“Todas as vezes que a gente se encontra é uma grande oração. A gente ri, chora, dança e cria um universo paralelo quando chega a qualquer lugar dessa cidade”, afirmou.

A dimensão coletiva também impactou profundamente o produtor musical Ton Alves, responsável pelos arranjos do álbum. Ele conta que inicialmente se impressionou pela potência vocal de Silveira, mas que acabou sendo conquistado pelas pessoas e pela proposta do projeto.

“O Afroafetos me impactou de várias formas. Não só musicalmente, mas pelas pessoas. Engloba literatura, teatro, dança, artes plásticas, religião de matriz africana. Tudo entrou no caldeirão e formou o Afroafetos”, disse.
Ton também lembrou a apresentação de abertura para Liniker como um momento simbólico.

“A gente não tinha 1% do orçamento daquela artista e entregou 250%. Aquilo me fez entender que o Afroafetos é muito mais do que música”, afirmou.

ARTE DE MS

Ao falar sobre o conceito do álbum, Silveira destaca que o afrofuturismo presente na obra parte da realidade de Mato Grosso do Sul e das experiências negras periféricas locais.

“É muito louco imaginar onde nossos objetos e acessórios já chegaram. Estarmos onde jamais imaginamos estar. O resgate vem muito disso: acreditar novamente no nosso potencial e reencontrar nosso valor”, afirma.

A ideia de territorialidade aparece como um elemento central do projeto. Em meio a uma realidade cultural frequentemente dominada por referências externas, o artista defende a valorização da produção preta local.

“Aqui a gente é devorado todos os dias por culturas e artes que não são as nossas. Então, quando a gente faz música, moda ou arte, a gente quer fazer o melhor possível. Isso é o mínimo. O máximo ainda está por vir”, pontuou.

Essa valorização também passa pela construção de referências positivas e pelo incentivo à criação artística dentro das próprias comunidades.

“A gente quer fazer arte, viver de arte, consumir arte, mas também criar. E para isso a gente precisa de incentivo”, reforçou o cantor.

Produzido de forma independente, “Afroafetos” foi viabilizado com financiamento do Fundo Municipal de Investimentos Culturais (Fmic), ligado à Fundação Municipal de Cultura de Campo Grande.

Segundo Silveira, o apoio foi fundamental para que o projeto alcançasse a dimensão desejada. “Foi um investimento crucial para que a grandiosidade desse projeto acontecesse”, destacou.

Além do álbum, o coletivo prepara um documentário e uma série de vídeos mostrando os bastidores do processo criativo. A intenção é de revelar o cotidiano da construção artística para além do palco. “Muitas vezes as pessoas só veem o show, mas existe muita coisa acontecendo no dia a dia que faz parte desse processo”, disse o cantor.

A expectativa agora é de que o trabalho reverbere para além das fronteiras de Mato Grosso do Sul. “É o melhor trabalho da minha vida até aqui. A gente não fez só música, despertou outros talentos também. E agora vamos deixar isso reverberar pelo mundo”, declarou.

O álbum “Afroafetos”, de Silveira Soul, está disponível nas plataformas digitais a partir hoje.

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