Correio B

DIÁLOGO

Confira a coluna Diálogo, na íntegra, desta quinta-feira, 05 de janeiro de 2023

Por Ester Figueiredo ([email protected])

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Albert Einstein físico alemão

Duas coisas são infinitas: o universo e a estupidez humana. Mas, em relação ao universo, ainda não tenho certeza absoluta”.

FELPUDA

Pelo menos por enquanto, a situação anda calma lá pelos lados da Assembleia Legislativa de MS no que se relaciona à futura presidência da Casa, pois, segundo se sabe, estaria havendo consenso entre a maioria
dos partidos pelo nome do deputado Gerson Claro (PP).

O mesmo não se pode dizer sobre o ninho tucano, onde estão voando penas mais vistosas e se notam bicadas
mais fortes entre quatro dos seis que compõem a bancada do PSDB e disputam as indicações não só à cadeira de presidente como à de primeiro-secretário.

A briga é fora da Casa e está acontecendo lá na “rinha do partido”. Depois, o vencedor terá de combinar com os outros 20 parlamentares das outras siglas para compor a chapa. Ah, o poder!

Combate

Em parceria com organismos da sociedade civil, em 2022, a Controladoria-Geral da União (CGU) lançou o Laboratório Anticorrupção. A iniciativa, resultado do 5º Plano de Ação de Governo Aberto, é um ambiente colaborativo para produzir entendimentos e construir referências sobre leis, práticas, processos, métodos, dados e outros recursos para atividades de combate à corrupção.

Mais

O laboratório será um repositório de materiais dos mais diversos, tais como scripts, relatórios, guias, ferramentas e informações que possam servir de inspiração para atuação mais eficiente na identificação de fragilidades e de irregularidades em políticas públicas. Agora, será preciso esperar para ver se vai funcionar.

 Neide e Levy Dias, que nesta quinta-feira comemoram 60 anos de casamento / Arquivo Pessoal

Gaspard Voiseau e Jeremie Leclercq / Foto: Iara Morselli

Controle

O governo Eduardo Riedel criou dois bancos, no caso o Banco
de Cargos (com o quantitativo das vagas na estrutura administrativa estadual) e o Banco de Saldo Financeiro (composto pelos saldos remanescentes dos cargos transformados), cuja gestão ficará a cargo de Pedro Caravina, secretário de Governo. As tabelas funcionam como um raio X das ocupações em todos os órgãos e serão publicadas anualmente.

Super

O secretário Pedro Caravina também recebeu a delegação
do governador Eduardo Riedel para emissão dos atos administrativos de pessoal no âmbito da administração direta, autárquica e funcional do Estado. Essas ações o colocam em uma posição de supersecretário, pois terá poderes para comandar a máquina funcional de toda a estrutura da gestão atual. Riedel, no governo Reinaldo Azambuja, exerceu essa mesma função.

Lá e cá

A imunidade garantida aos deputados federais e aos senadores também é aplicável aos deputados estaduais. A decisão é do plenário do Supremo Tribunal Federal
(STF), por maioria dos votos, tomada em julgamento
conjunto de ações diretas
de inconstitucionalidade.
Nelas, a Associação dos Magistrados Brasileiros questionava dispositivos
das Constituições do Rio
de Janeiro e de Mato Grosso,
que estendem a medida também aos parlamentares dos estados.

Aniversariantes

  • Loreta Lygia de Souza Zardo,
  • Marina Viana Bandeira Barbosa,
  • Dra. Tatiane Novais Dantas,
  • Silvana Maciel Zierbes Hernandes,
  • José Reis Pouso Sallas,
  • Acylino Pery Baptista Júnior,
  • Emílio Gamarra,
  • Karina Paula Sartori,
  • Roberto Pecci,
  • Adir Pires Maia,
  • Claudecir Bravo Millian,
  • Orlando Albertino Sigiura Ferreira,
  • Ronaldo Pinheiro,
  • Renato Cezar de Oliveira,
  • Aniceto da Silva Afonso Rocha,
  • Edna Rodrigues Pessoa Antonelli,
  • Almir Silva de Ávila,
  • Rosemary Vasconcellos Gomes de Almeida,
  • Acacio Fagundes Gonçalves de Brito,
  • Denilson Lima de Souza,
  • Marcos Carvalho Pereira,
  • Mara Ceolin,
  • Walter de Castro Neto,
  • Dra. Ana Carolina Vianna Alvarenga,
  • Nair Pires Maia,
  • Maria Luiza Migueis Curvo,
  • Cristina Kazue Ishikawa,
  • Márcia Regina Victoriano,
  • César Palumbo Fernandes,
  • Divino Batista Tosta,
  • Sara Serpa Maciel,
  • Antônia Servilha Balan,
  • Cláudia Cuellar,
  • Wenceslau Aldevino Nantes,
  • Dr. Augusto Roberto Martins,
  • Arlene Garcia da Silva,
  • Marcos Martins de Souza,
  • André Luiz da Motta Silva,
  • Joel Pinto Mendes,
  • Dário Alvez de Souza Junior,
  • Geanete Maria da Silva,
  • Juvenal Fernandes de Medeiros,
  • Maria Edna Benedito Crepaldi,
  • Adélcio Menegatti,
  • Márcio Andrighetto Meneghel,
  • Amanda Dominato Miglioli,
  • Pamela Cristina Lino Pereira,
  • Adriana Cristina do Carmo Vacari,
  • Larissa Lemes Batista,
  • Ubaldo Ribeiro Lopes,
  • Renata Pereira Nocera,
  • Leandro Roberto do Nascimento,
  • Angelina dos Santos,
  • Vilmar Benites,
  • Cláudia Teodoro de Souza,
  • Eder Vargas Pereira,
  • Roberto Teixeira dos Santos,
  • Waldemar do Carmo Pompeu,
  • Pablo Martins Pitthan,
  • Dalila Vieira Gonçalves,
  • Eliane Maria de Barros Oliveira,
  • Joelma Silva Flor,
  • César Eduardo Bruneti Bisquer,
  • Daniele Daiane Pacolla,
  • Jorge Kiyotaka Shimada,
  • Jeferson Nelcides de Almeida,
  • Moacir Arakaki,
  • Luciana Perondi de Antoni,
  • Graziela Lacerda Albaneze,
  • José Orlando Vigilato,
  • Fernanda Marçal,
  • Laura Viviane Gomes de Oliveira,
  • Sávia Christina Beraldo Costa Luciano,
  • Jessé de Oliveira Marques,
  • Aparecida Menegheti Correia,
  • Valdete Nunes Coelho,
  • Ana Carolina Medici Lemos,
  • Elizabete da Costa Sousa Camargo,
  • Suzana de Fatima Garcez,
  • Márcia Araújo de Carvalho,
  • Elisiane Nogueira Brito Nunes da Cunha,
  • Odilon Alves Ribeiro,
  • Ronaldo Flores,
  • Gustavo de Oliveira Bueno Vieira,
  • Sônia Maria Carvalho Chagas,
  • Andréa Flores Cavalcanti de Oliveira,
  • Arnaldo Asato,
  • Edna Silva Azambuja Claro,
  • Marelice Volpato Simões,
  • Dácio Antonio Gonçalves Cunha,
  • Gislaine Esther Lubas Moreira Moura,
  • Zuila Fernandes Peixoto,
  • Vania Maria Fleury Curado,
  • Machado Mendes Vieira,
  • Vânia da Costa Souza,
  • Maria Lina Tôrrres,
  • Flávio Augusto Nunes de Oliveira,
  • Olívia Menezes Simões,
  • Paulo Henrique Pereira Lopes,
  • Larissa Coelho Brito,
  • Maria do Carmo da Silva Leite,
  • Pompeu Mário Marques,
  • Amélia Batista Pereira,
  • Palmira de Carvalho Camargo,
  • Carlos Victor da Costa,
  • Maria Aparecida dos Santos.

Colaborou Tatyane Gameiro

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LITERATURA

Procurador do Estado Carlo Fabrizio lança o livro de poemas "Como se Voassem os Peixes"

Procurador do Estado Carlo Fabrizio lança livro de poesias nascido na pandemia, com poemas que transitam entre o lúdico e o social, apostando na liberdade do leitor e na força da imaginação

04/03/2026 10h30

Divulgação

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Em meio à angústia coletiva provocada pela pandemia de Covid-19, enquanto o mundo aprendia a conviver com o isolamento e a incerteza, o procurador do Estado Carlo Fabrizio encontrava na poesia uma forma de atravessar o tempo suspenso.

O que começou como exercício em cursos de escrita criativa, iniciados em 2021, transformou-se, aos poucos, no livro “Como se Voassem os Peixes”, que será lançado amanhã, em Campo Grande, em evento organizado pela Editora Hámor.

“Ele foi sendo construído aos poucos, desde 2021. Essencialmente, foi um resultado dos cursos de poesia e de prosa que fiz durante a pandemia e que mantenho até hoje. Na verdade, foi uma resposta íntima à angústia que a pandemia me causou”, afirma o autor.

A obra nasce, portanto, de um tempo histórico específico, mas não se limita a ele. O livro reúne poemas que transitam entre o social e o subjetivo, entre o lúdico e o crítico, entre o sonho e o incômodo, sempre apostando na potência da palavra como experiência sensível.

METÁFORA

O título “Como se Voassem os Peixes” carrega uma imagem que provoca estranhamento e curiosidade. A escolha não foi imediata. Segundo Carlo, inicialmente, tanto o livro quanto o poema que o inspirou tinham outro nome. A mudança ocorreu durante o processo editorial.

“Foi baseado na primeira poesia de temática infantojuvenil que fiz. Tanto o título como a poesia são uma brincadeira com os sonhos de uma criança para seu futuro”, explica.

A imagem do peixe que voa desloca o leitor da lógica habitual. Peixes não voam, ao menos não na realidade cotidiana, mas na poesia, sim. E é justamente nesse deslocamento que o livro parece encontrar uma de suas chaves: a liberdade de imaginar o impossível como possibilidade simbólica.

TEMÁTICA

Os temas que atravessam a obra são variados. Há poemas com viés social, de tom mais crítico e até cínico. Em outros momentos, o autor mergulha em reflexões íntimas, transformando pensamentos e sensações em versos. Também há espaço para o lúdico, especialmente nas poesias de temática infantil e nos haicais.

“Às vezes, têm uma temática social, de viés mais crítico e cínico, às vezes, simplesmente são pensamentos em forma de poesia, sobre o que penso e sinto, mas também tem alguma coisa de lúdico”, resume Carlo.

Essa pluralidade temática reflete uma compreensão ampla da poesia como campo aberto, não restrito a uma única estética ou preocupação. O livro não se fecha em um manifesto, tampouco se limita a um único tom emocional. Ele oscila, provoca e acolhe.

Entre os textos que compõem o livro, dois foram especialmente desafiadores. Ambos abordam temas sensíveis: a tortura e o Holocausto.

Tratar de dores históricas e traumas coletivos em poesia exige equilíbrio entre respeito, sensibilidade e densidade estética.

O desafio, nesse caso, não é apenas técnico, mas ético. Ao abordar esses assuntos, o autor amplia o escopo do livro, que não se restringe à intimidade do eu lírico, mas também dialoga com a memória e a violência inscritas na história.

UMA BIOGRAFIA FICCIONAL

Carlo Fabrizio, procurador do Estado e autor de “Como se Voassem os Peixes” - Foto: Divulgação

Questionado se a obra é autobiográfica, ficcional ou híbrida, Carlo responde com cautela. “Toda escrita tem algo de biográfico, seja do próprio autor, do que ele experienciou, seja da vida em si, da vida de outras pessoas ou de situações observadas”, reflete.

No livro, há poemas que assumem explicitamente esse tom mais pessoal. Ainda assim, o autor evita rotular a obra. A poesia, nesse sentido, funciona como território de atravessamentos, onde vivências, memórias, leituras e imaginação se misturam em um mesmo fluxo criativo.

ESTRANHAMENTO

O incômodo e o prazer convivem na mesma expectativa. A literatura, especialmente a poesia, não precisa ser confortável. Ela pode provocar fissuras, deslocar certezas, tensionar percepções. Ao mesmo tempo, pode oferecer beleza, ritmo, musicalidade e emoção.

Não há, segundo o autor, uma mensagem fechada ou moral explícita. “Creio que na poesia o mais importante é apostar no leitor, confiar nele e na sua liberdade de interpretar”. A obra, assim, se completa na leitura, na experiência singular de cada pessoa que a percorre.

“Gostaria que gerasse reflexão, algum estranhamento e incômodo em algumas poesias, e também o prazer de ler algo que de alguma forma toque o sentimento do leitor”.

A ESCRITA

Conciliar a produção literária com a rotina como procurador do Estado não foi tarefa simples para Carlo. O cotidiano jurídico, marcado por prazos e responsabilidades, exige concentração e energia.

“Às vezes fica complicado, pois no dia a dia é muito difícil ter um espaço de tranquilidade para pensar a poesia. Geralmente preciso de um ambiente sossegado”, relata o autor.

A solução foi encontrar brechas no tempo: escrever à noite, durante a semana, e nas manhãs de sábado e domingo. A disciplina, nesse caso, tornou-se aliada da sensibilidade.

Embora a dedicação sistemática à poesia seja recente – cerca de cinco anos –, o envolvimento com a literatura se intensificou com os cursos realizados durante a pandemia. O livro marca, assim, uma nova fase na trajetória do autor, que passou a se dedicar de forma mais metódica à escrita poética.

As referências literárias de Carlo são múltiplas e revelam um diálogo amplo com diferentes tradições. Entre os autores que o influenciam estão os chamados “poetas malditos” franceses, como Arthur Rimbaud, Charles Baudelaire e Antonin Artaud, além de clássicos como Lord Byron e Walt Whitman.

Na literatura brasileira, ele cita nomes como Augusto dos Anjos, Sousândrade, Hilda Hilst, Cecilia Meireles, Manoel de Barros e os irmãos Augusto de Campos e Haroldo de Campos.

“Em estilo e conteúdo, os autores e autoras que leio me influenciam bastante”, reconhece Carlo.

A diversidade de influências ajuda a compreender a amplitude temática e formal do livro, que não se prende a uma única vertente estética.

Uma das perguntas mais difíceis para qualquer escritor é saber quando a obra está pronta. Para Carlo, a sensação é de permanente inacabamento.

“Há sempre algo para melhorar. Mas chega uma hora que a gente é vencido pelo cansaço: ou publica, ou arquiva e não mexe mais”, afirma.

O processo de revisão foi, segundo ele, o maior desafio da produção: um trabalho minucioso realizado em conjunto com os editores, ajustando versos, ritmos e escolhas vocabulares.

A experiência profissional também atravessa, de alguma forma, a escrita. Para o autor, toda vivência contribui para a formação do olhar. “O essencial para escrever é, primeiro, observar e viver o mundo”, destaca.

Ele enxerga, inclusive, pontos de contato entre Direito e literatura. Embora o Direito esteja fundado em dogmas e respostas, há espaço para interpretação e criatividade, elementos que também são centrais na literatura.

Ainda assim, a poesia ocupa um território mais livre. “A literatura, e principalmente a poesia, é o campo da imaginação, do sonho, da fantasia e da liberdade, onde a cor tem cheiro e uma palavra não é somente uma palavra, ela contém o mundo. Devemos ir além do literal”, pontua Carlo. A escrita e a leitura funcionam, segundo ele, como “remédio contra a aspereza do cotidiano”.

LANÇAMENTO

O lançamento de “Como se Voassem os Peixes” será marcado por um bate-papo com o público, leitura de poemas e sessão de autógrafos. A conversa será mediada por Febraro de Oliveira, editor da Hámor, e por Oslei Bega.

A proposta é criar um espaço de diálogo aberto, em que os leitores possam compartilhar impressões e perguntas, prolongando em voz alta a experiência silenciosa da leitura.

>> Serviço

Lançamento de “Como se Voassem os Peixes”

Data: amanhã.
Horário: às 18h.
Local: Rua Amazonas, nº 1.080, Monte Castelo.

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Felpuda

Políticos acuados por consequências de malfeitos descobriram a "palavra...Leia na coluna de hoje

Leia a coluna desta quarta-feira (4)

04/03/2026 00h03

Diálogo

Diálogo Foto: Arquivo / Correio do Estado

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Ronald Reagan - estadista americano

"Não devemos julgar os programas sociais por quantas pessoas estão neles, mas quantas estão saindo”.

 

FELPUDA

Políticos acuados por consequências de malfeitos descobriram a “palavra mágica” na tentativa de salvar o pescoço: é a tal da “perseguição”. Quando a água está batendo na etiqueta da calça, os ditos-cujos acionam a “lâmpada maravilhosa” da imaginação para fazer surgir o “gênio”. Só que este anda um tanto cansado e está sugerindo essa palavra a torto e a direito. Resultado: há uma legião de “perseguidos” que nem sabe explicar quem são verdadeiramente os tais “perseguidores”. Essa tchurminha quer, na realidade, um salvo-conduto para poder continuar surfando nas benesses do poder.

Diálogo

Tensão

Pelo andar da carruagem, tudo indica que as pré-candidaturas no campo da direita em MS estariam começando a ser definidas para se concretizarem durante a janela partidária, de 6 de março a 5 de abril. As peças do quebra-cabeças eleitoral, porém, ainda não se encaixaram.

Mais

E a previsão é de que poderão ocorrer mudanças dos nomes que estão postos, principalmente, para o Senado. Outro detalhe: a oficialização dos “ungidos” acontecerá somente nas convenções partidárias, entre 20 de julho e 5 de agosto. Até lá, o clima ficará tenso.

DiálogoCarla Stephanini e Rozângela Tanaka
DiálogoPatricia Salles

 Quase...

A chapa da majoritária do grupo PL e União Progressista (União Brasil e PP) estaria definida em MS, em parte, segundo irônico político. Ele afirma que no campo da direita o nome é Flávio Bolsonaro como pré-candidato a presidente da República. Para governador Riedel; Azambuja para o Senado e “Especulação” como o segundo nome, para fazer “dobradinha” com ele. Afinal, não se pode esquecer que os partidos podem recorrer às prévias.

Queda de braço

A direita conservadora, formada pelos bolsonaristas raiz, está brigando entre si para disputar uma das vagas ao Senado. As duas, evidentemente, não deverá conquistar, pois em eleição o “buraco é mais embaixo”, disse um político antenado que só. Afirmou que nesse campo estão os grupos que apoiam o deputado federal Marcos Pollon, o ex-deputado Capitão Contar e a vice-prefeita Gianni Nogueira. Não se pode, segundo ele, ignorar o cenário como um todo, senão...

e?...

Nos meios políticos, a grande pergunta é qual será o caminho a ser seguido pela vice-prefeita de Dourados, Gianni Nogueira, que articulava para ser oficializada como pré-candidata ao Senado por Bolsonaro. A curiosidade é saber se deixará o PL ou se realmente migrará para o Novo em busca do seu sonho. Ela é esposa do deputado federal Rodolfo Nogueira. Em tempos passados, havia sido citada por Bolsonaro como nome para uma das vagas. Mas com a tal carta divulgada por Michelle Bolsonaro...

Aniversariantes

Regina Maura Pedrossian,
Valdir João de Oliveira Gomes,
Sérgio Dias Campos (Jacaré),
Hélio Fogolin,
Sérgio Cândia Scaffa (Paxá),
Celso Bejarano Junior,
Ednéia de Fátima Urzedo Costa,
Ezaldino Xavier,
Francisco Fernandes da Costa,
Graciela Simone de Souza,
Amauri Palmiro,
Dayane Higa Shinzato,
Joel Marques Gomes Dias,
Dr. Romeu Arantes Silva,
Elizete Vieira Carneiro,
Liana Helena de Souza Cury,
Vitória de Rosa Silva Dacal,
Andréia Castanheira,
Marise Cicalise Bossay,
Adriana Pereira,
Aline Ayoub,
Sérgio Antonio Braghim,
Guilherme Augusto Zan,
Patricia Reis Vendramin,
Dr. Cesar Augusto de Oliveira,
Fernanda Maciel Mendonça,
Dr. Casimiro Mendes,
Zuleica Maciel Oliveira,
Ligia Braga Hvala,
César Fróes,
Robson Rodrigues Arantes,
José Pereira Filho,
Lucimar Gonçalves,
Dalton Albuquerque,
José Barbosa Batista,
Leondina da Silva Soares,
Taís Alvarez Machado,
Waldir Ramires,
Eneida Maciel Chama,
Ayrton Bachi de Araujo Neto,
Paulo Cesar Bezerra Alves,
Edilon Rolim,
Fábio Moura Ribeiro,
Leandro Teixeira,
Mário Gonçalves da Costa Lima,
Vera Brandão de Souza,
Dr. Durval Batista Palhares,
Luiz Eduardo Rodrigues dos Reis,
Maria Aparecida Kuffner dos Anjos,
Olívio Zago,
Eva Rute de Souza Vaz Almoas,
Maria Madalena Godoy Amada,
Israel Rabelo Guimarães,
Badya Bourdokan,
Carolina Maria Heliodora de Góes
Araújo Feijó Braga,
Mahiele Gomes de Freitas Perondi,
Tâmara de Mattos,
Nereu Alamini,
Ana Maria Ribeiro da Rocha,
Cristiano de Sousa Carneiro,
José Maria Torres,
Ruth Gusmão Nunes,
Lindomar Silva de Souza,
Riverton Barbosa Nantes,
Gerson Hiroshi Yoshinari,
Átila de Mello Paleo,
Maria Helena Tourinho,
Luiz Alberto Miralles de Oliveira,
Fábio de Oliveira Camillo,
Marcelo Henrique de Mattos,
Jeferson Rivarola Rocha,
Evanir Serra Rodrigues,
Gerson Pereira,
Nauir Correa Amarilha,
Waldir Vargas,
Jeronymo Ivo da Cunha,
Daniel José de Josilco,
Luciene Dias Ferreira Dutra,
Ilário Hissashi Suematsu,
Marcela Mari Higahi Hirata,
Daniel Rezende e Silva,
Márcia Lúcia Clemente Neto Aleixo,
Maria Auxiliadora Pereira Martins,
Daniel de Almeida,
Rosa Maria Aquilino Lani,
Adair Hardmann,
Maki Aparecido Lanzarini,
Osmil Luiz Tonini,
Sidney Lopes Benites,
Marlene de Cerqueira Rodrigues,
Walter Ferreira Azambuja,
Pietra Escobar Yano,
Carlos Augusto de Pinho,
Ewerton Araújo de Brito,
Izabel Cristina dos Santos Peres,
Luiz Aurélio Adler Ralho,
Tarik Alves de Deus,
Wesley Lemes de Melo,
Helena Alves Ferreira,
Wilson Carlos de Abreu,
Mariza Dutra da Silva,
Silmara Luiza Ribeiro,
Ronaldo Vieira Moreira,
Mário Sérgio Rocha Vale,
Vânia Barbosa Mattos,
Jorge Luiz de Arruda,
Tânia Mara Dias Rodrigues,
Eduardo Martins de Almeida,
Carmem Lúcia da Cunha,
Luiz Henrique Cardoso,
Carla Dias Pereira.

COLABOROU TATYANE GAMEIRO 

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