Correio B

Diálogo

Confira a coluna Diálogo na íntegra, desta quinta-feira, 12 de setembro de 2024

Por Ester Figueiredo ([email protected])

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Fernando Pessoa - escritor português

Nada sabemos da alma senão da nossa; 
as dos outros são olhares, são gestos, são palavras, 
com a suposição de qualquer semelhança no fundo”.

FELPUDA

Sem ficar nem um pouquinho vermelho, vereador que é candidato à reeleição postou em sua propaganda eleitoral vídeo de visita a um condomínio popular, e espertamente usou o verbo “concluímos” para falar do ano da inauguração daquele núcleo. Em seguida, especificou a estrutura urbana (obrigatória) do local, e só ao final informou ter sido uma ação conjunta da prefeitura e do governo do Estado. Não custa lembrar que vereador não executa obra nenhuma e, portanto, não conclui nada também. Tem cada uma!

Oportunidade

Com  salários de até R$ 7,2 mil e 123 vagas em diversas áreas, a Agência de Desenvolvimento Agrário e Extensão Rural (Agraer) abriu processo seletivo simplificado, que se encerrará às 17h do dia 23 de setembro. 

Mais

Estão sendo oferecidos cargos em 54 municípios de MS, que abrangem funções em diversas áreas, além de vagas para Ensino Médio completo e pesquisadores. Inscrições exclusivamente pelo site oficial de concursos do governo. 

O Brasil passará a exportar para o México aves destinadas à exibição e à reprodução, que são de zoológico e criadas em ambiente controlado. Aquele país é o oitavo maior destino de produtos agrícolas brasileiros, com exportações que totalizaram 1,82 bilhão nos primeiros sete meses deste ano. Essa nova abertura se soma às autorizações obtidas em 2024 para exportações, do Brasil para o México, de material genético asinino e avícola, pepsina suína e óleos de aves e de peixes destinados à alimentação animal.

Ricardo Salles e Gisela Estella Salles

 

Alexandra Benenti

Sem perrengue

A possibilidade da fusão do PSDB com o MDB para formação de um novo partido, para assim entrar de “cara nova” nas eleições gerais de 2026, não está descartada. Caso isso aconteça, em MS não deverão ocorrer impasses, até porque as duas siglas têm histórico de muitas alianças. Vale lembrar que a Casa Civil do governador tucano Eduardo Riedel é comandada por Eduardo Rocha, do MDB. 

Dados

O maior número de eleitores em Campo Grande está na faixa etária de 35 a 44 anos, com 137.422, seguida daqueles que têm de 25 a 34 anos, somando 135.419. Na sequência, são 126.862 com idade de 45 a 55 anos. Os demais números: 119.965 de 56 a 69 anos; 53.191 com 70 anos ou mais; 70.153 de 18 a 24 anos; e 3.204 entre 16 e 17 anos. Os dados são do Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso do Sul (TRE-MS), até o dia 31 de agosto.

Discriminação 

“Isso mesmo, imuniza estas pestes que não produz nada... bando de cachaceiro... [sic]”. Essa postagem, feita em 2021, no Facebook, referindo-se aos indígenas guarani-kaiowá de Dourados, levou à condenação de um homem a dois anos de prisão e multa por incitar a discriminação. O comentário referiu-se à vacinação contra a Covid-19 para as pessoas do grupo prioritário.  A decisão foi da Justiça Federal, e ele cumprirá a pena em liberdade, porém tendo de prestar serviços à comunidade, além do pagamento de dois salários mínimos.

ANIVERSARIANTES

Delasnieve Miranda Daspet de Souza, 
Dr. Milton Garcia Leal Júnior, 
Mariana Massani Romero, 
Thiago Ortiz Doneda, 
Rayssa Garcia Barcaça, 
Alda Aparecida Ferreira Nantes,
Glória Maria Vaz Leal,
Dr. Henoch Cabrita de Santana, 
Maria Aparecida Coutinho Machado,
Terezinha Bezerra de Almeida,
Averaldo Alves Garcia,
Mariana Coli Muzzi, 
Guilherme Ortega Zulim,
Marisa Dias Rolan Loureiro,
Sílvio Lobo Filho, 
Morivaldo Firmino de Oliveira,
Ricardo de Souza Rosa,
Daniela Martins Bertoncelo, 
Maria Antonia Correia Gondim,
Helena Alcara,
Dacir de Souza, 
Mônica Pedrossian Coelho, 
Pedro Henrique Adames, 
Gilzânio (Gil) da Silva Rodrigues, 
Rodrigo Aguirre Menezes, 
Sérgio Fenelon,
Alfredo Dobilas,
Dr. Hérico Monteiro Braga, 
Dayanne de Almeida Ferreira,
Francisco de Paula Junior,
Claudete Regina Modenesi,
Fernanda Oliva,
Rosa Maria Maçães Coutinho,
Dr. Ricardo Verde Selva,
Katiuscia Azambuja,
Aparecida Leke Garcia,
Luiz Eduardo Ferreira Rocha,
Ivanilde Vaz,
Idenir Medina,
Maurício Nakazato,
Antonia Serrou Camy,
Luciano Araújo Júnior,
Rosália Maria Jesus Silva,
Zender Guimarães Sales,
Dr. Lauro Takeshi Myasato, 
Ligia Ribeiro de Andrade,
Fábio Michel Ferzeli Abussafi,
Orlando de Almeida,
Elcy Nogueira de Jesus,
Virgínia Corrêa Merísio,
Celso Cordeiro,
Genê Rosa da Silva,
Jair Emiliano Queiroz,
Almir de Magalhães,
Marlene Silva de Campos,
Renato Moura Braga,
Eli Garcia Nogueira,
Olga Holsback Ramos,
Ademir Godoy,
Maria Elizabeth Durval,
Paulo Nogueira Dantas,
Suely Siqueira Ney,
Maria Glaucia Batista, 
Leda Maria Ribeiro Costa,
Gilson Gomes Silva,
Josevaldo Alves da Silva,
Valdenice de Oliveira,
Luis Panoff Philbois,
Ana Paula Saliba Dias, 
Maria Auta de Oliveira Inagaki,
Eliete Alves de Lima Lauretto,
Gil Messias Fleming,
Alírio Villasanti Romero, 
Mariuza Carlos Oliveira,
Adão Valdez Arteman,
Julian Moreno Roselli,
Sérgio Roberto Sodré,
Ailton Gino de Souza,
Antônio Aparecido de Lima,
Pedro Aiduck,
Valdete Freitas Yokoyama,
Luiz Gustavo Garai da Silva,
Ilda de Oliveira, 
Maria Josefina Zampieri West,
Dr. Alcides dos Santos,
Jorge Buissa Júnior,
Victor Caethano de Santana Victor,
Ronald Tokya Higashi, 
Maria Alzira Trelha Falcão,
André Lopes Beda,
Regina Célia Rojas Gerotti,
Priscila Thronicke Rodrigues Figueiredo, 
Rosa Adriana Tavares Coimbra,
Ângela Maria Veríssimo,
Gilson Domingos de Pietro,
Esmilce Figueiredo Abreu,
Mary Kellen Horita Ricci,
Gooitzen Geert Kruizenga, 
Laurizete Curto Cação Nicolau,  
Salete Petry Coski,  
Bruna de Campos Pavoni,   
Carla Priscila Campos Dobes do Amaral,
Carlos Sussumu Koumegawa, 
Oscar César Ceolin,  
Grazieli Meazza,
João Carlos Baird,
Jussara Aparecida Faccin Bossay,
Sidnei da Silva Rodrigues.

*Colaborou Tatyane Gameiro

Pet Correio B+

Páscoa: chocolate está entre os principais riscos à saúde de cães e gatos

Veterinário alerta sobre alimentos típicos da data que podem intoxicar os pets

04/04/2026 15h00

Páscoa: chocolate está entre os principais riscos à saúde de cães e gatos

Páscoa: chocolate está entre os principais riscos à saúde de cães e gatos Foto: Divulgação

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Com a chegada da Páscoa, cresce também a preocupação com a alimentação dos animais de estimação. Tradicional na celebração, o chocolate, presente no formato de ovos, bombons, barras e em sobremesas, está entre os alimentos que nunca devem ser oferecidos a cães e gatos, por representar sérios riscos à sua saúde.

Apesar de muitas pessoas associarem o perigo ao açúcar, o principal vilão é a teobromina, uma substância encontrada no cacau. Segundo Gustavo Quirino, médico-veterinário que atua na capacitação técnica da Adimax, fabricante de alimentos para cães e gatos, o organismo dos pets não é capaz de metabolizá-la de forma eficiente.

“A teobromina tem efeito estimulante, semelhante ao da cafeína, mas cães e gatos são muito mais sensíveis a ela. Por isso, mesmo pequenas quantidades podem causar alterações importantes no organismo”, explica.

Quirino destaca ainda que chocolates com maior teor de cacau, considerados mais saudáveis para os seres humanos, são justamente os mais perigosos para os animais. “Quanto mais cacau, maior a concentração de teobromina e, consequentemente, maior o risco de intoxicação”, completa.

Os sinais clínicos variam de acordo com a quantidade ingerida. Em casos leves, podem ocorrer vômito e diarreia. Já em situações mais graves, o animal pode apresentar alterações cardíacas, convulsões e até risco de morte.

Para quem deseja incluir o pet nas comemorações, a recomendação é optar por produtos desenvolvidos especialmente para eles.

O mercado pet oferece uma variedade de opções seguras, como biscoitos, bifinhos e alimentos úmidos, além de petiscos funcionais, que associam sabor a benefícios para a saúde. Há ainda itens temáticos, inspirados no formato de ovos de Páscoa, mas elaborados sem chocolate e adequados ao consumo animal.

Ainda assim, a moderação é essencial. “Mesmo os petiscos apropriados devem ser oferecidos conforme a recomendação do fabricante, respeitando a quantidade diária indicada”, orienta Quirino.

Além do chocolate, outros alimentos comuns em celebrações familiares nesta época também exigem atenção.

“Carnes gordurosas, bacalhau, castanhas, uvas frescas e passas, sementes de frutas, podem causar diferentes problemas de saúde nos pets. Ossos também representam risco, podendo provocar engasgos ou até perfurações no trato digestivo. Já ingredientes como cebola e alho, presentes em grande parte das receitas, podem provocar a destruição das células vermelhas do sangue, podendo causar quadros de anemia”, alerta o veterinário.

Caso o animal ingira algum alimento inadequado ou apresente sinais de mal-estar, a orientação é buscar atendimento veterinário imediatamente.

Cinema Correio B+

O Diabo Veste Prada: a história real por trás do livro, do filme e da continuação

Como uma assistente da Vogue transformou bastidores em fenômeno cultural e por que Miranda Priestly continua sendo uma das figuras mais complexas do cinema contemporâneo.

04/04/2026 13h30

O Diabo Veste Prada: a história real por trás do livro, do filme e da continuação

O Diabo Veste Prada: a história real por trás do livro, do filme e da continuação Foto: Divulgação

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Quando Lauren Weisberger publicou O Diabo Veste Prada em 2003, o que parecia ser apenas mais um romance ambientado no universo da moda rapidamente revelou outra ambição. O livro nascia de uma experiência muito específica, mas tocava em algo mais amplo: a dinâmica de poder em ambientes onde prestígio e exaustão caminham juntos.

Weisberger havia trabalhado como assistente de Anna Wintour na Vogue, um dos cargos mais desejados e, ao mesmo tempo, mais temidos dentro da indústria editorial. Ao transformar essa vivência em ficção, ela encontrou o tom que equilibra fascínio e desgaste.

A protagonista Andrea Sachs não entra apenas em uma revista de moda. Ela entra em uma estrutura que exige devoção absoluta e oferece, em troca, uma promessa de acesso.

O sucesso do livro não se explica apenas pelo glamour. Ele veio da sensação de reconhecimento. Mesmo para leitores fora da moda, havia ali um retrato familiar de ambientes hierárquicos, de chefes inalcançáveis e de jovens profissionais tentando provar valor em condições quase impossíveis. O sucesso foi tanto que a continuação chega aos cinemas ainda nesse mês de abril.

Miranda Priestly e a construção de um mito reconhecível

Desde o início, a associação entre Miranda Priestly e Anna Wintour foi inevitável. Weisberger sempre sustentou que a personagem era uma composição, o que é tecnicamente verdadeiro. Ainda assim, os códigos estavam todos ali, organizados de forma precisa demais para serem ignorados.

O corte de cabelo, os óculos escuros, o silêncio como instrumento de poder, a maneira como uma frase curta pode redefinir o clima de uma sala inteira. Miranda não precisava levantar a voz porque o sistema já estava estruturado ao seu redor para amplificar cada gesto.

A reação de Wintour, por sua vez, foi tão estratégica quanto a personagem que inspirou o debate. Ao comparecer à première do filme vestindo Prada, ela deslocou a narrativa. Em vez de se defender, apropriou-se do momento. Aquilo que poderia ser lido como exposição transformou-se em reafirmação de controle.

O desconforto que o livro provocou

O impacto do romance dentro da indústria foi imediato, embora raramente declarado de forma direta. O problema não era a revelação de um segredo específico, mas a visibilidade de práticas que sempre existiram e eram tratadas como parte do jogo.

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Assistentes submetidas a jornadas exaustivas, demandas absurdas tratadas como testes de lealdade, uma cultura que confunde resiliência com resistência ao desgaste. Weisberger não inventou esse cenário, mas o organizou de forma acessível, o que acabou sendo mais perturbador do que qualquer denúncia frontal.

Houve críticas à autora, acusada por alguns de transformar sua experiência em oportunismo. Ao mesmo tempo, o silêncio institucional sobre os detalhes mais incômodos funcionou como uma confirmação indireta de que o retrato não estava tão distante da realidade quanto muitos gostariam.

O caminho até o cinema e a mudança de tom

A adaptação cinematográfica de 2006, dirigida por David Frankel, entendeu algo essencial que nem sempre está presente em adaptações: não bastava reproduzir a história, era necessário reinterpretá-la.

O filme suaviza Andrea, amplia o universo da revista e, sobretudo, redesenha Miranda. No livro, ela é mais próxima de uma força opressiva constante. No cinema, ela ganha camadas que tornam sua presença mais complexa e, por isso mesmo, mais inquietante.

Essa transformação passa diretamente por Meryl Streep. Sua interpretação evita o caminho mais óbvio da caricatura e constrói uma personagem baseada em contenção. O poder de Miranda está no que não é dito, no intervalo entre uma ordem e outra, na consciência de que todos ao redor já antecipam suas expectativas.

O famoso discurso sobre o cerúleo sintetiza essa abordagem. Ele desloca a discussão da superfície para a estrutura, explicando como decisões aparentemente banais são resultado de uma cadeia complexa de influência. Ao fazer isso, o filme legitima aquele universo ao mesmo tempo em que o expõe.

Ao lado de Streep, Anne Hathaway conduz a trajetória de Andrea com um equilíbrio entre ingenuidade e ambição, enquanto Emily Blunt oferece uma leitura afiada do custo emocional de se adaptar completamente ao sistema.

O Diabo Veste Prada: a história real por trás do livro, do filme e da continuaçãoO Diabo Veste Prada: a história real por trás do livro, do filme e da continuação - Divulgação

Resultados e impacto cultural

O filme ultrapassou a marca de 300 milhões de dólares em bilheteria mundial e consolidou-se como um dos títulos mais influentes de sua geração dentro do gênero. Mais do que isso, redefiniu a maneira como histórias ambientadas em ambientes corporativos femininos poderiam ser contadas.

Ele não se limita a criticar ou a celebrar. Ele opera em uma zona ambígua que permite leituras diferentes conforme o tempo passa. Para alguns, Miranda é uma vilã. Para outros, uma líder moldada por um sistema que cobra resultados com a mesma intensidade com que pune fragilidade.

Essa ambiguidade é o que mantém o filme em circulação constante no debate cultural, especialmente em um momento em que discussões sobre liderança, cultura de trabalho e equilíbrio pessoal ganham novas camadas.

A continuação literária e a possibilidade de retorno no cinema

Em 2013, Weisberger retornou a esse universo com Revenge Wears Prada. Andrea já não é a jovem insegura do início. Ela construiu sua própria trajetória profissional, mas descobre que o passado não se dissolve com facilidade, especialmente quando Miranda Priestly decide reaparecer.

A continuação desloca o conflito. Se antes a questão era sobreviver, agora se trata de estabelecer limites. Andrea já conhece as regras do jogo, mas isso não significa que esteja imune ao seu impacto.

A autora ainda expandiu esse mundo com When Life Gives You Lululemons, centrado na personagem Emily, o que reforça a ideia de que aquele universo funciona como um ecossistema mais amplo, onde diferentes trajetórias revelam diferentes formas de lidar com o mesmo tipo de pressão.

No cinema, a ideia de uma sequência do filme original nunca desapareceu completamente. Ela ressurge em ciclos, acompanhando o interesse da indústria em revisitar histórias consolidadas. O desafio, nesse caso, não é apenas reunir elenco e equipe, mas encontrar uma abordagem que dialogue com um mundo transformado.

A figura de Miranda Priestly, construída em um contexto de autoridade incontestável, precisaria ser reposicionada em uma realidade marcada por redes sociais, exposição constante e questionamentos mais diretos sobre estruturas de poder. O que antes era aceito como exigência pode hoje ser interpretado como abuso. Essa tensão oferece material dramático evidente, mas exige uma leitura mais sofisticada.

Entre ficção e realidade, o que realmente ficou

O que torna O Diabo Veste Prada um caso tão duradouro não é a precisão factual, mas a capacidade de traduzir uma experiência coletiva em narrativa. Ele não documenta a Vogue nem pretende fazê-lo. Ele reorganiza percepções sobre trabalho, ambição e pertencimento.

Ao fazer isso, transforma uma história pessoal em algo reconhecível em diferentes contextos. E talvez seja justamente essa capacidade de deslocamento que explica por que, duas décadas depois, ainda se discute não apenas quem inspirou Miranda Priestly, mas o que ela representa.

Anne Hathaway, Meryl Streep e Emily Blunt retornam para a sequência do clássico dos anos 2000

Quase 20 anos depois de sua estreia, a sequência  O Diabo Veste Prada 2  chega aos cinemas brasileiros no dia 30 de abril. A continuação acompanha o retorno de  à revista Runway, ainda sob o comando da implacável editora-chefe Miranda Priestly, mas passando por um momento delicado. A estratégia de “salvar” a Runaway as força a se reconectar com Emily Charlton, a ex-assistente de Miranda, que agora comanda uma marca de luxo que pode ser a chave para manter a Runway ativa. Será que ela já perdoou Andy e Miranda?

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