Correio B

Roteiro de Viagem

Confira as melhores dicas de passeio para conhecer o Pantanal de Corumbá

Confira as melhores dicas de passeio para conhecer a histórica Cidade Branca e se aventurar na natureza do Pantanal Sul-Mato-Grossense

Continue lendo...

Destino consolidado de pesca esportiva sustentável, Corumbá é o maior município do Pantanal de Mato Grosso do Sul e surpreende o visitante com suas belezas naturais, rica cultura testemunhada pelos seus casarões e manifestações populares, como o Banho de São João e o Carnaval. 

Roteiros personalizados oferecem experiências incríveis e vivências em passeios fluviais e terrestres – caminhos que levam à focagem da onça-pintada, ao centro histórico, em águas cristalinas do Paraguai-Mirim e aos batuques dos quilombos e terreiros de umbanda.

Com mais de 73%, de acordo com o censo do IBGE, da população afrodescendente – resultado da forte dependência de mão de obra escravizada na isolada região, a partir do século 17 –, a denominada Capital do Pantanal, fundada em 1778, oferece um turismo histórico e sustentável diferenciado no Estado.

Conhecida também como Cidade Branca, a cidade cativante e hospitaleira é um museu a céu aberto, com expressivas referências do homem pantaneiro e do amor ao samba.

Seu entorno revela a maior planície alagável do mundo, que pode ser desbravada em barcos ligeiros ou cruzeiros de até cinco dias em embarcações com piscina, serviço de bordo cinco estrelas e conforto.

Visitar esse lugar abençoado pela natureza se completa com a gastronomia influenciada pelas fronteiras com a Bolívia e o Paraguai e o quebra-torto das comitivas de gado. O destino está preparado para proporcionar grandes emoções em terra ou na água, o ano todo.

Os serviços ofertados propiciam um leque de opções de pacotes turísticos acessíveis a todas as idades, preparado pelos operadores locais. São roteiros para desfrutar em família ou em grupos.

Para quem programa uma viagem de carro, a partir de Campo Grande (são 420 quilômetros, pela BR-262), uma dica é conhecer a Estrada Parque Pantanal (na MS-184, 100 km após Miranda), que tem uma ótima estrutura para o ecoturismo em antigas fazendas.

Os pacotes também podem ser agendados nos operadores da cidade, distante 120 km do atrativo. Turistas de outras regiões têm a opção de chegar em voos diretos da Azul, quatro dias da semana, saindo de Viracopos (SP).

Quer explorar a cidade histórica e se aventurar pelo Pantanal? Veja aqui as melhores dicas de passeios

Remar pelo Rio Paraguai

No Porto Geral, a Pantanal Paddle realiza passeios pelo Rio Paraguai em caiaques, canoas havaianas (para seis pessoas) e stand-ups, com instrutores e tempo e distância a critério do turista.

A agência é resultado da paixão de amigos pela natureza e leva o visitante a experiências para ficar na memória remando no principal rio pantaneiro. São passeios guiados ou com aluguel do equipamento, com direito a tomar banho no rio com total segurança.

A operadora também promove expedições em barcos a motor aos aquários naturais do afluente Paraguai-Mirim, distante 160 km da cidade, no coração do Pantanal, com paradas para banho e flutuação em águas cristalinas nas baias e corixos.

A região é rica em biodiversidade e conecta o visitante com as comunidades tradicionais. As trilhas aquáticas revelam o espetáculo da fauna e flora e uma profunda paz mental com o silêncio do lugar e o som dos bichos.

Forte, natureza e memória

Circuitos culturais (a pé e de carro) pelo centro histórico são realizados de segunda-feira a sábado, com degustação em uma casa de saltenha, com agendamento pela agência LR Travel Experience.

O passeio inclui prédios centenários, como a Igreja de Nossa Senhora Candelária, Casario do Porto e Casa do Artesão, e também o Museu de História do Pantanal (Muhpan), Memorial do Homem Pantaneiro e o mirante do Cristo Rei do Pantanal. Outra opção é conhecer a Caimasul, maior frigorífico de jacaré do mundo.

O receptivo também oferece viagens transformadoras e inesquecíveis pelo Pantanal, com day-use na Estrada Parque, incluindo cavalgada e almoço pantaneiro na Pousada São João, e expedições às águas cristalinas do Rio Paraguai-Mirim e ao bicentenário Forte Coimbra (passeio terrestre).

Os cruzeiros à Serra do Amolar, em barcos-hotéis, têm duração de até cinco dias. E ainda passeio fluvial todos os dias, em frente ao Porto Geral, para observação do pôr do sol.

No rastro da onça-pintada

Com a experiência sobre o ambiente pantaneiro adquirida em 28 anos de atividades, dona Luceni Alves, a Lu, pilota o barco do Expresso Zé Leôncio pelo Rio Paraguai todos os dias, levando grupos de turistas brasileiros e estrangeiros para desfrutar de passeios pela orla portuária.

A lancha para até 15 pessoas conduzida por uma mulher chama a atenção, mas Lu, de 62 anos, transmite segurança e ainda faz o papel de guia turístico durante o passeio.

“A gente conta a história da cidade, do forte [Junqueira, no alto da encosta], do Casario do Porto e da ladeira [Cunha e Cruz, onde se deu a retomada de Corumbá na Guerra do Paraguai, em 1867]”, diz ela.

A operadora realiza safári noturno para focagem de animais no Canal Tamengo, na fronteira com a Bolívia. “O turista fica maravilhado com o Pantanal e se emociona também com o pôr do sol, no porto”.

Imagine avistar uma harpia!

Durante uma das expedições pelo Pantanal em 2023, para observação de aves e da vida selvagem, os turistas fizeram um registro inédito: o flagrante da águia harpia, ou gavião-real, a maior ave de rapina brasileira.

Hoje, a Icterus Ecoturismo, que trabalha com birdwatching e opera cruzeiros de natureza, passeios fluviais, trilhas interpretativas e safáris fotográficos, lidera o monitoramento da espécie em Corumbá e atrai o mundo para o grande encontro.

Fundada pelos biólogos Gabriel Oliveira e Rafael Souza, a empresa oferece roteiros personalizados para viajantes que desejam conhecer a biodiversidade pantaneira, com acompanhamento de guias especializados.

Os roteiros incluem focagem noturna para observação de corujas, mamíferos e outros animais; expedições exclusivas para fotografia e observação de espécies raras; caminhadas em ambientes naturais e excursões à Serra do Amolar.

corumba_Icterus Ecoturismo2Foto: Divulgação

Descobrindo as raízes negras

Pelas ladeiras, ruelas, às margens do Rio Paraguai e nas pedreiras das Morrarias de Urucum os braços negros, ainda cativos, cantaram seus sonhos, suas dores e louvores a xangô.

Após a libertação, expandiram seu olhar e sua voz por meio da literatura, pelos poemas de Lobivar Matos, e nas rezas e atos de cura de Mãe Cacilda, uma das precursoras da umbanda no Centro-Oeste que atraiu milhares de pessoas nos anos de 1970 à sua tenda.

O visitante na cidade tem a oportunidade de percorrer esses caminhos e se conectar aos principais lugares e pessoas da cultura afro-brasileira.

A operadora Bela Oyá Pantanal criou um circuito destinado a explorar a Corumbá negra, com rotas que levam o turista às comunidades quilombolas, a vivências em terreiros ao som do atabaque e a eventos religiosos, como o sincretismo do Banho de São João. Também organiza passeios pelo Pantanal – Serra do Amolar e Estrada Parque.

Corumbá tem circuito turístico destinado a apresentar terreiros e comunidades quilombolasCorumbá tem circuito turístico destinado a apresentar terreiros e comunidades quilombolas - Foto: Divulgação

Terapia é acordar no Castelo

Um roteiro que oferece pesca esportiva, contato com a natureza, sossego e a boa comida pantaneira está próximo da cidade – e a viagem até esse lugar, apenas de barco, é uma experiência única proporcionada pela paisagem exuberante margeando o Rio Paraguai.

Esse paraíso se chama Baía do Castelo, a 90 km da área urbana, e o recanto simples, mas aconchegante, é a pousada Sol do Pantanal, em operação há dois anos com 21 leitos.

Margeando a baía, o empreendimento recebe turistas brasileiros e estrangeiros atraídos pela tranquilidade do lugar. Além da estrutura para pesca, oferece trilhas e passeios de barco com parada para contemplar o pôr do sol, um dos mais belos do Pantanal.

“Acordar de manhãzinha, ouvindo os sons da natureza, o cantar de pássaros e o cheiro de mato é uma terapia”, diz a gerente Lisianne Gomes. A pousada também tem rota fluvial para o Paraguai-Mirim, 70 km rio acima.

* Saiba 

www.pantanalpaddle.com;
www.lrtravelexperience.com.br;
@ze_leonciopasseios;
www.icterusecoturismo.com;
www.belaoya.com.br;
@pousada.soldopantanal.

LITERATURA

Escritora de MS cria personagem em busca da alma gêmea impossível

Em "Ele: Uma Procura Infinita", escritora sul-mato-grossense acompanha um homem incapaz de compreender as mudanças nas relações e que passa por diferentes vínculos afetivos sem conseguir construir uma vida a dois

30/09/2026 08h30

Continue Lendo...

A procura por uma companheira que corresponda a uma imagem construída no imaginário conduz o personagem central de “Ele: Uma Procura Infinita”, novo romance da escritora e jornalista Mazé Torquato Chotil.

Em pré-venda pela Editora Patuá, o livro acompanha a trajetória de um homem identificado apenas como Ele, suas relações com diferentes mulheres e os filhos que surgem ao longo desse percurso.

Por trás da sucessão de encontros, separações e recomeços, a autora constrói uma reflexão sobre identidade, convivência e as transformações nas relações entre homens e mulheres.

O romance também passa por Mato Grosso do Sul. Embora atualmente viva em Paris, na França, Mazé mantém na literatura a presença das terras onde nasceu.

Livro “Ele: Uma Procura Infinita” - Foto: Divulgação

Em “Ele: Uma Procura Infinita”, as lembranças da infância do personagem aparecem ao longo da narrativa, associadas às idas e vindas da memória. A presença do Estado, porém, não é apenas um recurso da história: para a autora, trata-se de um território que passa pela sua produção literária.

“Nas idas e vindas das páginas, ele se lembra situações de sua infância nessas terras sul-mato-grossenses. Na verdade, aqui é a autora que não consegue se desvencilhar dessa terra!”, afirma Mazé.

A história nasce de uma inquietação da autora diante das mudanças ocorridas nas relações sociais nas últimas décadas. Para Mazé, enquanto as mulheres conquistaram novos espaços, parte dos homens passou a enfrentar dificuldades para compreender o seu papel diante dessa transformação.

“O homem ficou um pouco perdido. A mulher lutou e tem conquistado espaço nas relações sociais, enquanto o homem não está sabendo muito bem como reagir”, explica. Para ela, esse processo não se restringe ao Brasil, mas integra uma mudança mais ampla nas relações humanas.

O personagem criado no romance representa justamente essa dificuldade de adaptação.

Ele não consegue compreender a necessidade de que cada pessoa possa construir sua identidade e ocupar o seu espaço. Em vez disso, procura nas mulheres que encontra uma figura que corresponda àquilo que idealizou como companheira.

É nesse ponto que surge a procura infinita do título. A busca não termina porque o que o personagem procura não existe na realidade, mas apenas na imagem que construiu. “O que está no seu imaginário não pode ser real. Mas ele pode mudar!”, afirma a autora.

A sucessão de relacionamentos, portanto, não funciona apenas como uma coleção de histórias amorosas. Cada vínculo revela a dificuldade do protagonista em lidar com a autonomia da outra pessoa.

Quando a companheira passa a assumir a identidade e deixa de corresponder ao comportamento que ele considera correto, Ele abandona a relação, muitas vezes sem explicar as razões.

Mazé Torquato Chotil - Foto: Divulgação

Para Mazé, esse comportamento produz uma violência que ultrapassa o rompimento amoroso. “Uma enorme violência para a outra pessoa”, define.

Ao mesmo tempo, a autora procura não construir o personagem apenas como alguém que provoca sofrimento. Ele também é apresentado como uma pessoa incapaz de compreender plenamente o outro e, por isso, igualmente preso às limitações que tem.

“Ele não aprendeu, não sabe lidar com o outro e termina sofrendo – porque ele também é humano. Precisa ser ajudado; caso contrário, continuará a encontrar pessoas que, mesmo diante de seu amor, de seu carinho e de sua ternura, perceberão que não é possível construir uma vida a dois”, diz.

As relações

Ao acompanhar a vida afetiva do protagonista, o romance coloca em cena também os filhos e as diferentes configurações familiares que surgem dessas relações. A autora afirma ter buscado mostrar personagens que possuem desejos pessoais e precisam ter espaço para construir suas identidades.

Essa questão aparece especialmente quando a narrativa trata da adolescência. Para Mazé, é nesse período que o indivíduo começa a se confrontar de maneira mais intensa com o mundo e com as expectativas daqueles que o cercam.

“As pessoas são elas mesmas, com seus desejos, e devem se assumir. Sobretudo na adolescência, elas precisam se confrontar com o mundo. Devem e podem ser ajudadas, mas não podem ser obrigadas a fazer o que o outro quer”, afirma.

A dificuldade de Ele está justamente em não conseguir estabelecer essa relação de convivência. Ele ama, demonstra carinho e ternura, mas tenta encaixar as pessoas em uma ideia personalista de como uma relação deve funcionar.

A pergunta que passa por todo o romance, nesse sentido, não é apenas sobre encontrar alguém para amar, mas sobre como duas pessoas podem permanecer juntas sem que uma precise abrir mão de sua identidade.

“É como viver juntos, como ser ajudado, sem impor ao outro o seu ponto de vista”, resume a escritora.

Construir esse personagem exigiu também da autora um exercício de deslocamento. Ao escrever sobre um homem e acompanhar seus pensamentos e comportamentos, Mazé precisou se colocar na perspectiva de alguém diferente dela.

“Tinha a preocupação de não deixar o leitor se perder entre as múltiplas mulheres e os filhos. Aliás, lembro ao leitor, nas primeiras páginas, o que ele vai encontrar, de forma a guiá-lo”, conta.

A estrutura do romance acompanha as idas e vindas da trajetória do protagonista e costura diferentes relações ao longo da narrativa. A autora afirma ter buscado construir as conexões entre os personagens progressivamente, de acordo com a trajetória imaginada para Ele.

Do jornalismo à literatura

Jornalista, com doutorado e pós-doutorado, Mazé também encontra na literatura uma maneira diferente de abordar questões que fazem parte de sua observação do mundo. Para ela, a ficção permite tratar de assuntos humanos sem a mesma obrigação de objetividade presente no jornalismo.

“Gosto da forma literária – mesmo tendo feito doutorado e pós-doutorado – porque ela nos dá essa liberdade”, afirma.

A diferença, segundo a escritora, está também na forma como o leitor entra em contato com as informações. No jornalismo, ela explica, o texto apresenta elementos sobre o objeto abordado. Na literatura, esses mesmos assuntos podem ser incorporados à narrativa e descobertos pelo leitor no decorrer da leitura.

“Como jornalista, dou aos meus textos informações sobre o objeto em questão, mas a literatura permite abordá-las todas de forma leve, deixando o leitor se introduzir nas palavras escritas, aprender, ver ‘sem esforço’”, diz.

Terra natal

Embora o romance tenha como centro as relações afetivas de Ele, Mato Grosso do Sul permanece como uma espécie de território de memória. O personagem tem os “pés de sua infância” fincados no Estado, segundo Mazé.

A presença sul-mato-grossense se relaciona também com a trajetória da autora, nascida em Glória de Dourados. As lembranças do Estado aparecem em diferentes trabalhos de sua produção e, neste novo romance, surgem ligadas às memórias do protagonista.

“Em todas as minhas obras, essas terras estão presentes, menos ou mais, dependendo de se a obra é um romance ou uma biografia de pessoas que vivem longe desse lugar”, afirma.

A escritora pretende retornar ao Brasil no fim de outubro. Antes de voltar ao Estado, no entanto, a programação de divulgação do romance começa em São Paulo, onde está localizada a Editora Patuá.

A previsão é de que novembro seja dedicado a atividades em diferentes espaços paulistas e, depois, ao Rio de Janeiro, onde Mazé pretende participar da Primavera dos Livros Mar Livre.

A passagem por MS está prevista para o início de 2027. “Começarei por Glória de Dourados, onde nasci e guardo um grande carinho, pelas lembranças do lugar da minha infância e adolescência e pelo seu povo, até chegar à nossa capital”, conta.

Apresentação

“Ele: Uma Procura Infinita” chega ao público com apresentação do escritor e professor emérito da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) Godofredo de Oliveira Neto, membro da Academia Brasileira de Letras (ABL).

A aproximação entre os dois aconteceu em Paris, onde Mazé vive. Godofredo trabalhou durante anos na Sorbonne e, depois de conhecer o texto, recebeu da autora o convite para apresentar o romance.

A resposta foi recebida por Mazé como um reconhecimento importante para o trabalho. Entre as observações feitas pelo escritor está a avaliação de que o romance apresenta domínio da forma romanesca, originalidade na trama, estrutura capitular e uma temática relevante.

“O domínio romanesco da Mazé é evidente, a originalidade da ‘intrigue’, a sequência capitular, a escritura e o tema em si bem o provam. Obra importante na nossa literatura”, escreveu Godofredo.

diálogo

Dia desses, todo-todo, o ex-governador Reinaldo Azambuja... Leia na coluna de hoje

Confira a coluna Diálogo desta quarta-feira (30)

30/09/2026 00h01

Continue Lendo...

Carl Sagan - escritor americano

"Saber muito não significa ser inteligente; a inteligência não é só informação, mas também julgamento, a maneira pela qual uma informação é coordenada e utilizada”

Felpuda

Dia desses, todo-todo, o ex-governador Reinaldo Azambuja, que está disputando uma cadeira no Senado para chamar de sua, publicou um vídeo nas redes sociais em que ele sobe numa balança e afirma ter perdido quatro quilos desde o início da campanha eleitoral. Isso, segundo consta, mesmo não recusando uma comidinha ali, um pastelzinho acolá, uma chipa alhures. Ele só não mostrou como estão as solas dos seus sapatos. Mas dá para imaginar, né?!...

Até ela!

Nossa Senhora Aparecida não tem nada a ver com a disputa presidencial, mas acabou sendo envolvida, depois de divulgada uma notícia falsa de que Flávio Bolsonaro “cassaria” seu título de padroeira do Brasil. A notícia foi desmentida pela TV, que reconheceu o erro.

Mais

Só que as redes sociais publicaram a fake news e a disputa foi parar no Judiciário. O TSE mandou as redes suspenderem as postagens. Horas depois, o STF derrubou a decisão, mas o TSE manteve a suspensão. Nada como viver num país sem problemas...

Sandra Salomão, Maria Helena Pimentel e Dra. Mariam Kodjaoglanian
Dilla Oliveira

Ungidos

O eleitor desatento pode não ter percebido que pai e filha estão disputando eleição com as bênçãos do ex-presidente Jair Bolsonaro. O pai é o Tenente Portela, que, na condição de soldado, dirigia o jipe do então tenente Bolsonaro no Exército em Nioaque. Dessa convivência nasceu uma grande amizade, que transferiu para a política. A filha, Ana Portela, saiu do nada para ser eleita vereadora em Campo Grande, com Bolsonaro pedindo voto nas redes sociais.

De sola

O deputado federal Nikolas Ferreira, que busca a reeleição por Minas Gerais, entrou de sola na campanha de Capitão Contar na disputa por uma vaga no Senado. Ele gravou vídeo apelando para o eleitor sul-mato-grossense colocar Contar no Senado para apoiar impeachment de ministros do Supremo Tribunal Federal.

Munição

Durante debate promovido pelo jornal O Estado de S. Paulo entre candidatos ao Senado, Simone Tebet defendeu que a classe política tenha vergonha na cara e passe a “roubar menos”. Na tentativa de fazer parecer que é preciso dar um basta nessa situação, acabou soando mais como redução de danos do que fiscal da moralidade. O candidato Guilherme Derrite não perdeu tempo e disse que político não pode roubar de jeito nenhum, aproveitando para sugerir que ela estaria admitindo algum grau de tolerância com a corrupção. Simone, claro, recuou da afirmação e concordou que nenhum político deve roubar. Mas deu o que falar...

Aniversariantes

  • Djanira (Deja) Estevão Correa,
  • Márcia Raquel Prazeres Miotello Ferrão,
  • Dr. Nélio Stabile,
  • Eliana Izabel Regasso de Souza,
  • Georgete Daude,
  • Aroldo Romero Cândido,
  • Ilda Moreno Sosa Ortiz,
  • Laysa Emy Kamimura,
  • Teresinha Prado de Albuquerque,
  • Irone Alves Ribeiro Barbosa,
  • Jerônimo Fernandes,
  • Eunicio Marçal Rosa,
  • Edison Yoshito Shinohara,
  • Maria Helena Ramos Baseggio,
  • Luiz Roberto da Costa,
  • Elza de Deus Fossatti,
  • Jerônimo Jeferson da Silva,
  • Jorge Tastumi Hada,
  • Edvaldo Zagatto,
  • Alfredo Domingos Torres Filho,
  • Milena Crestani Neto,
  • Paulo Roberto Paraguassu,
  • Maria Tereza Vendas Galhardo,
  • Annelise Kudiess Kumpel,
  • Célia Maciel Ferreira,
  • Carlos Antônio Pettengill Novaes,
  • Antônio Luiz Paulo,
  • Selma Marquesi,
  • Francisca Anizia Rocha de Sousa,
  • Illi Moretti Cirqueira,
  • Dr. José Roberto Oliva,
  • Geni dos Santos,
  • Edson Ruiz Albano,
  • Reginaldo Aparecido Pereira,
  • Hélio Yarzon Silva,
  • Pedro Paulo de Barros Lima,
  • Nair Lagemann Fedrizzi,
  • Ivete Maria da Silva Lopes,
  • Ana Maria Giraldo,
  • Regina Saravy Ferro,
  • Ivanir Ayala Alves,
  • Walter Correa de Barros,
  • Elizabeth Zocante,
  • Francisco Maniçoba,
  • Cleusa Medeiros Cândia,
  • Maria Fernanda Marques Soares,
  • Maria Beatriz Marques Soares,
  • Dr. Edson Bossay Costa,
  • Arnildo Fell,
  • Rosa Malagoli,
  • Nelson Assis de Aguiar,
  • Gustavo Barbosa Coelho,
  • Paulo Nobuo Tanamati,
  • Joceli Murad Abrão,
  • Marcos Luiz da Silva,
  • Dalva de Lima Kusano,
  • Olivio Ribeiro de Paulo,
  • Lealson Serra Bella,
  • Aurea Colenghi Oliveira,
  • Israel Freitas Simões,
  • Dr. Ricardo Leão de Souza Zardo,
  • Osnaldo Ramão Mendonça,
  • Maria Aparecida Zanda,
  • Walber Luíz Castro Noleto,
  • Rogério Brustoloni Guimarães,
  • Elenir Souza da Cunha,
  • Alisson Menezes Mendonça,
  • Fabiana Feitosa dos Santos,
  • Mário Sérgio Pache Anache,
  • João Carlos Ramirez,
  • Salete Teresinha de Luca,
  • Eduardo de Godoi Pereira,
  • Antônio Pedro da Costa Marques,
  • Margareth Medeiros Sanches Cervieri,
  • Bruno Denari,
  • Marco Antonio Gehlen,
  • Lauro Takeo Akiyama,
  • Elaine Oliveira Oshiro,
  • Abadio Queiroz Baird,
  • Robson Cação Lechuga Diniz,
  • Antônio Reginaldo Vasconcelos,
  • Niwton Nogueira,
  • Aparecido Martinez Espinola,
  • Bertoni Aparecido Gonçalves Nantes,
  • André Luis de Carvalho,
  • Bianca Haddad Delfini Perez,
  • Carlos Eduardo Bonfim e Messias,
  • Elaine Dobes Vieira,
  • Antônio Alves Corrêa,
  • Claudete Abrão,
  • Juliane dos Reis Lara Ponce Ruiz,
  • Ana Beatriz Caparroz Sanches,
  • Ricardo Martinez Froes,
  • Sandra Cervo Stefanello,
  • Roger Frederico Koster Canova,
  • Eva Regina Ferreira de Freitas,
  • Rosângela Cristina Cardoso Floriano,
  • Izidoro Antonio Viana Gutierrez Filho,
  • Ana Martinês Colman,
  • Giuliana Porto Salvador,
  • Ana Luiza Rodrigues Vale Almeida,
  • Roberto Tortul,
  • Alessandro de Souza Lopes,
  • Lúcio André de Almeida,
  • Mário Alves da Silva,
  • Nivaldo Inácio Campos,
  • Onorina de Menezes Fialho.

NEWSLETTER

Fique sempre bem informado com as notícias mais importantes do MS, do Brasil e do mundo.

Fique Ligado

Para evitar que a nossa resposta seja recebida como SPAM, adicione endereço de

e-mail [email protected] na lista de remetentes confiáveis do seu e-mail (whitelist).