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Confira receitas saudáveis de muffins e bolos funcionais

A nutricionista Renata Kelly explica como bolos, muffins ou cupcakes podem se tornar alternativas saudáveis na hora do seu lanche de inverno

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O tempo mais frio é sempre um convite para quem gosta de programas que incluem um bolinho e suas variações, como muffins, cupcakes e chazinhos. Mas será que existe uma forma saudável de preparar esse lanchinho com sabor de nostalgia, que acaba revisitando memórias de infância?

A nutricionista Renata Kelly, do Programa de Nutrição Preventiva (Pronutri) da Caixa de Assistência dos Servidores de Mato Grosso do Sul (Cassems), afirma que, sim, é possível manter uma dieta saudável sem nenhuma renúncia ao bolo.

“A forma de preparo mais saudável dessas receitas é realizar adaptações, substituindo o trigo por aveia ou pela farinha de amêndoa. Em vez do açúcar branco, utilizar mel ou açúcar demerara, que tem um pouco mais de nutriente”, salienta a nutricionista.

Outra opção é utilizar também o xilitol, um tipo de adoçante natural que tem sido muito usado como um substituto da sacarose.

O preparo de bolos e muffins saudáveis foi tema de uma das aulas recentes do Cozinha Experimental, programa da Cassems que estimula uma alimentação mais equilibrada e criativa. O muffin é uma iguaria que leva, como ingredientes principais, trigo, gordura (manteiga), ovos e açúcar.

“Os muffins têm uma quantidade maior de manteiga, porém, esse ingrediente é rico em micronutrientes e uma substância que é chamada de butirato, que faz muito bem para a microbiota intestinal. A manteiga traz benefícios como o aumento de bactérias boas. Mas por ser um alimento mais calórico, então a gente precisa consumir com moderação”, explica Renata.

Outra substituição sugerida pela especialista é a do leite animal, que tem alto teor de lactose. O cacau é outro dos ingredientes que ganharam destaque durante a aula sobre o preparo de bolos e muffins saudáveis.

Segundo a nutricionista, a semente é mais interessante do que o achocolatado, porque é livre de açúcar.

“O achocolatado é uma mistura de açúcar com o cacau, já o cacau é mais concentrado e ele vem da forma 40%, 70% e 100%. Os dois últimos são mais saudáveis. A semente é versátil, podendo ser consumida em diferentes formas e combinações. É rica em flavonoides, que têm propriedades antioxidantes”, ressalta.

CHÁS E SUCOS

Segundo a nutricionista Renata Kelly, chás são opções saudáveis e ricas também em antioxidantes, além de terem vários fatores nutricionais.

“Os chás mais indicados são os de camomila, que ajuda a manter e a normalizar o nível de estresse, erva cidreira, que ajuda muito na questão da imunidade e no sistema de defesa, e hortelã, que atua bastante na mucosa estomacal, acalmando o sistema gástrico intestinal”, informa.

A profissional indica ainda o chá-mate, que é rico em saponinas – compostos naturais com propriedades anti-inflamatórias, ajudando no combate e na prevenção de infecções –, e o chá de anis-estrelado, que ajuda muito na questão do sono e pode ser incorporado a um estilo de vida mais saudável.

O consumo de suco de frutas que têm menos frutose, como o morango, o limão, o maracujá e o abacaxi, também é recomendado, sendo o ideal para acompanhar bolos e muffins.

MAIS DO MUFFIN 

Perfeito para um café ou lanche da tarde, o muffin é um minibolo popular da cozinha inglesa. Não há diferença entre massa e recheio, e os bolinhos podem ser doces ou salgados.

Sua versatilidade garante onipresença nos mais variados cardápios, desde os eventos mais simples, como um chá entre amigos, até os mais formais, a exemplo de casamentos.

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Cinema B+: BAFTA 2026: previsível, mas não irrelevante

Ele organiza o tabuleiro, legitima favoritos e, vez ou outra, antecipa viradas que Hollywood ainda resiste a enxergar.

10/01/2026 14h00

Cinema B+: BAFTA 2026: previsível, mas não irrelevante

Cinema B+: BAFTA 2026: previsível, mas não irrelevante Foto: Divulgação

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Eu avisei: a temporada mal começou e já soa repetitiva. A longlist do BAFTA confirma aquilo que outras premiações vêm ensaiando desde dezembro: os mesmos títulos, os mesmos nomes, a mesma geometria de forças. Ainda assim, seria um erro descartar o prêmio britânico como mera formalidade.

O BAFTA é previsível, sim, mas raramente é neutro. Ele organiza o tabuleiro, legitima favoritos e, vez ou outra, antecipa viradas que Hollywood ainda resiste a enxergar.

O histórico recente ajuda a entender esse paradoxo. Em 2023, o BAFTA coroou Cate Blanchett por Tár, contrariando a onda que levou Michelle Yeoh ao Oscar. Foi uma leitura “europeia”, sofisticada, coerente com o gosto da academia britânica, mas que não se confirmou no desfecho da temporada.

Já no ano passado, o prêmio surpreendeu ao entregar o troféu a Mikey Madison quando praticamente todos esperavam Demi Moore. Não foi apenas um gesto de distinção: foi uma previsão certeira. Madison acabou confirmando a vitória no Oscar, e o BAFTA saiu como aquele que viu antes.

No centro da disputa de 2026 estão, novamente, os filmes que já dominam a narrativa. One Battle After Another lidera com folga e ocupa o lugar clássico do “filme a ser batido”: ambicioso, politicamente carregado, com peso autoral e elenco de prestígio. 

Leonardo DiCaprio surge como a face mais visível desse projeto e, mais uma vez, como candidato natural a encarnar a “performance do ano”. Do outro lado está Sinners, de Ryan Coogler, que combina impacto cultural, força de bilheteria e um Michael B. Jordan em modo total de estrela. São dois tipos de prestígio distintos: o da obra “importante” e o do filme que se impõe ao debate público.

A disputa masculina passa também por Timothée Chalamet. Marty Supreme o coloca numa chave diferente de DiCaprio: menos instituição, mais reinvenção. Chalamet não é apenas um favorito; ele é o rosto de uma geração que o BAFTA tenta legitimar sem parecer rendido à moda. Se o prêmio optar por ele, o gesto será menos sobre consagração e mais sobre futuro. DiCaprio representa o cânone. Chalamet, a aposta de longo prazo.

No campo feminino, a lista revela uma contradição interessante. Enquanto premiações americanas vêm ignorando Cynthia Erivo, o BAFTA faz questão de lembrá-la por Wicked: For Good.

Não é um detalhe: é um sinal de que a academia britânica ainda se permite valorizar performances que não entraram no consenso hollywoodiano. Ao lado dela estão nomes como Jessie Buckley, Renate Reinsve, Emma Stone e Jennifer Lawrence, um conjunto que mistura respeito autoral, prestígio crítico e reconhecimento de mercado.

É, porém, no bloco britânico que o BAFTA mostra mais claramente sua função de vitrine nacional e onde a distância em relação às premiações americanas fica mais evidente.

Em Dragonfly, Brenda Blethyn encarna uma mulher idosa vivendo numa comunidade rural inglesa, em um drama de observação delicada sobre envelhecimento, solidão e resistência silenciosa.

É um papel construído na tradição do realismo britânico: poucas explosões, muita interioridade, um tipo de atuação que raramente se impõe em campanhas de Oscar, mas que o BAFTA historicamente valoriza. Blethyn não está ali como “coadjuvante exótica” da temporada, ela representa uma escola de interpretação que o cinema britânico se recusa a abandonar.

Já I Swear aposta em outro registro. O filme acompanha um jovem envolvido em um caso judicial que expõe tensões de classe, masculinidade e moralidade na Inglaterra contemporânea. 

Cinema B+: BAFTA 2026: previsível, mas não irrelevanteCinema B+: BAFTA 2026: previsível, mas não irrelevante - Divulgação

Robert Aramayo surge como protagonista em uma performance contida, nervosa, marcada por silêncios e microgestos: um tipo de trabalho que dialoga mais com o teatro e a televisão britânicos do que com a retórica emocional que costuma seduzir a Academia americana. O BAFTA o acolhe como “ator sério”, ainda que Hollywood mal o registre.

Em Pillion, Harry Melling assume um personagem desconfortável, ambíguo, quase anti-carismático, em um drama que explora relações de poder, sexualidade e marginalidade. É uma atuação de risco, que deliberadamente evita empatia fácil, exatamente o tipo de escolha que costuma ser celebrada no circuito europeu, mas que raramente se converte em narrativa de prêmios nos Estados Unidos.

E talvez o caso mais simbólico seja The Ballad of Wallis Island. O filme, uma história melancólica ambientada numa ilha isolada, acompanha personagens que vivem entre memória, pertencimento e a sensação de estar fora do tempo. 

Carey Mulligan aparece em um registro oposto ao de seus papéis mais “premiáveis”: menos grandiloquente, mais etéreo, sustentado por atmosfera e presença. É um trabalho de precisão emocional, profundamente britânico em sua contenção e, por isso mesmo, pouco alinhado ao gosto mais explícito das campanhas americanas.

Esses títulos e performances ajudam a explicar por que o BAFTA, embora previsível em seu eixo central, não é simplesmente uma réplica do Oscar. Ele reafirma um circuito de prestígio que valoriza o intimismo, a ambiguidade moral e a tradição do realismo britânico, mesmo quando esses trabalhos não conseguem atravessar o Atlântico em forma de narrativa de premiação.

Nada disso significa que o prêmio esteja disposto a subverter completamente a temporada. Ao contrário: o desenho geral é seguro. One Battle After Another e Sinners concentram as apostas. DiCaprio, Chalamet, Jordan, Stone, Lawrence. Tudo reconhecível, tudo “onde deveria estar”. A previsibilidade, nesse sentido, não é falha ocasional: é método.

Mas é justamente aí que o BAFTA continua relevante. Ele não decide o Oscar, e às vezes erra de forma elegante, como no caso Blanchett versus Yeoh.

Outras vezes, porém, acerta quando poucos ousam, como com Mikey Madison. Funciona menos como espelho da indústria americana e mais como seu contraponto: confirma tendências, mas também testa limites; legitima consensos, mas deixa pistas de onde a temporada pode, ainda, virar.

Em 2026, o quadro é claro. One Battle After Another e Sinners dominam a paisagem. DiCaprio e Chalamet disputam não apenas um troféu, mas duas ideias de protagonismo.

Cynthia Erivo encontra no BAFTA um reconhecimento que Hollywood lhe negou. E os atores britânicos — Blethyn, Aramayo, Melling, Mulligan — ocupam, como sempre, um espaço de prestígio que não depende da validação americana.

A lista é previsível, sim. Mas não é irrelevante. Como sempre, o BAFTA não escreve o final da história — ele organiza o enredo. E, às vezes, revela quem está sendo preparado para o último ato.

ALIMENTAÇÃO E SAÚDE

Bebidas funcionais podem ser uma boa opção para manter o corpo hidratado

Especialmente durante o verão, as bebidas funcionais são uma boa opção e se for sem lactose, com proteína de soja isolada, a exemplo das sugestões de receita para este fim de semana, os benefícios para o organismo são ainda maiores

10/01/2026 13h00

Divulgação

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A hidratação no verão é essencial, funcional e preventiva. As temperaturas elevadas intensificam a perda de líquidos pelo suor, aceleram o metabolismo e alteram o equilíbrio eletrolítico do corpo.

Quando a ingestão de água não acompanha esse ritmo, o organismo reduz a circulação periférica, diminui o desempenho físico, compromete a atenção e aumenta o risco de fadiga e câimbras.

Além da reposição de líquidos, nutrientes como vitaminas, minerais e compostos bioativos presentes em frutas, ervas e bases vegetais contribuem para manter energia, estabilidade metabólica e uma recuperação mais eficiente após a exposição ao calor.

Combinações que unem hidratação, antioxidantes e fontes equilibradas de proteína se tornam especialmente úteis para apoiar o corpo durante o verão.

Nesta edição, você pode aproveitar quatro receitas de sucos funcionais sem lactose, que combinam ingredientes como limão, gengibre, hortelã, maçã, camomila, mamão, banana e, por exemplo, uma base vegetal da proteína de soja isolada.

As preparações reforçam a hidratação, oferecem aporte nutricional e ajudam a manter o bem-estar nos dias mais quentes.

PROTEÍNA DE SOJA

A proteína isolada da soja já foi vista com certa desconfiança. Isso porque havia muitas dúvidas quanto à sua segurança e também em relação aos benefícios que poderia oferecer à saúde.

No entanto, com a publicação mais recente de estudos clínicos sobre o assunto, as inquietações vêm dando lugar a um consumo cada vez mais crescente. Especialista em obesidade, o médico nutrólogo Nataniel Viuniski aponta os principais benefícios do alimento.

ALTO VALOR BIOLÓGICO

A proteína isolada de soja é a única proteína vegetal que tem todos os aminoácidos essenciais. Ou seja, aqueles que precisam ser consumidos pela alimentação para atuarem na formação e na manutenção da massa muscular e outras funções do organismo.

Portanto, é a única proteína vegetal considerada de alto valor biológico, podendo, assim, ser comparada com as proteínas lácteas (caseína e whey protein) e a do ovo (albumina) quanto à sua digestibilidade e valor nutricional.

A forma isolada é a mais pura, com no mínimo 90% de proteína e uma mínima quantidade de carboidratos, gorduras e outros componentes que poderiam atrapalhar a sua absorção. “Por isso, é um alimento muito bem digerido e absorvido pelo organismo”, afirma Nataniel.

REDUZ O COLESTEROL “RUIM”

Por ser de origem vegetal, a proteína isolada da soja é naturalmente isenta de gordura animal, ou seja, colesterol. Dessa maneira, estudos mostram que ela pode contribuir para reduzir o colesterol total, o LDL (colesterol “ruim”) e os níveis de triglicérides.

“Essa proteína vegetal também melhora a sensibilidade à insulina [hormônio responsável por regular o açúcar no sangue], contribuindo para a saúde metabólica”, afirma o nutrólogo.

AJUDA A EMAGRECER

Assim como outras proteínas de alta qualidade, a proteína isolada da soja contribui para deixar a pessoa saciada por mais tempo, um fator importante nas dietas para emagrecimento. Não é à toa que os shakes nutritivos, indicados para o controle de peso, trazem essa proteína em sua composição.

“Estudos mostram ainda que, nas dietas ricas em proteína, ela favorece a redução de peso, a preservação da massa muscular e a maior perda de gordura abdominal, quando comparada à proteína animal. Entre os diversos fatores, também pelo fato de regular melhor a insulina”, explica Nataniel.

INTESTINO E IMUNIDADE

Segundo o médico nutrólogo, pesquisas recentes mostram que ela oferece benefícios para a microbiota intestinal, ao aumentar a quantidade de bactérias do “bem” importantes para a saúde do intestino.

Isso porque ela participa no metabolismo dos ácidos graxos de cadeia curta que contribuem para manter a integridade da barreira desse órgão, dificultando a absorção de toxinas que causam doenças e promovendo um aumento da imunidade.

SEM CONTRAINDICAÇÕES

Tanto as crianças quanto os adultos de ambos os sexos podem consumir a proteína isolada, afirma o nutrólogo.

“Várias fórmulas infantis incluem a proteína isolada da soja como ingrediente. Além disso, os países mais populosos do mundo [Índia e China] são os maiores consumidores desse alimento, fato que reforça muito a segurança em relação à fertilidade e à sexualidade”, aponta o médico.

MAIS SUSTENTÁVEL

A proteína isolada da soja é mais sustentável do que a proteína animal. Enquanto a produção de um quilo de proteína isolada da soja gera 2,4 kg de dióxido de carbono (CO2) ao meio ambiente, a mesma quantidade de carne bovina produz 178 kg de CO2, diz Nataniel.

Ao analisar o consumo de água, a história é a mesma: são necessários 1.600 litros para se obter um quilo de carne de porco ou de vaca, contra apenas 38 litros de água para produzir a mesma quantia de proteína isolada da soja.

Limonada Suíça

Limonada Suíça - Foto: Divulgação

Ingredientes

  • 2 xícaras (chá) de água gelada (400 ml);
  • 1 limão-taiti;
  • 4 folhas de hortelã;
  • 1 xícara (chá) de chá de capim-santo (200 ml);
  • 2 colheres (sopa) de proteína de soja isolada (26 g);
  • ¼ de xícara (chá) de açúcar;
  • 4 pedras de gelo.

Modo de preparo

Com um ralador, retire raspas do limão e reserve-as;

Em seguida, descasque-o retirando cuidadosamente toda a parte branca do limão, para que a bebida não fique amarga

 Despeje no liquidificador a água gelada, as raspas de limão, o limão sem a casca, as folhas de hortelã, o chá de capim santo, a proteína isolada de soja, o açúcar e o gelo;

Bata tudo em velocidade alta, coe e sirva em seguida.

Suco de cenoura, limão, gengibre e hortelã-pimenta

Suco de cenoura, limão, gengibre e hortelã-pimenta - Foto: Divulgação

Ingredientes

  • 2 colheres (sopa) de proteína de soja isolada;
  • 400 ml de água filtrada;
  • 1 limão;
  • 10 g de gengibre;
  • 1 cenoura;
  • 1 colher (sopa) de mel;
  • 15 g de hortelã-pimenta.

Modo de preparo 

Higienize e descasque a cenoura, o gengibre e corte-os em rodelas;

Retire algumas folhas de hortelã e higienize-as;

Em seguida, coloque os ingredientes no liquidificador;

Acrescente a água filtrada, o mel e a proteína de soja isolada;

Bata todos os ingredientes em velocidade alta por aproximadamente 5 minutos e, por último, adicione o suco do limão;

Se preferir, coe a mistura antes de servir e adicione algumas pedrinhas de gelo.

Suco de maçã com infusão de camomila

Suco de maçã com infusão de camomila - Foto: Divulgação

Ingredientes

  • 2 colheres (sopa) de proteína de soja isolada;
  • 400 ml água filtrada;
  • 2 maçãs;
  • 100 g de camomila (in natura);
  • 1 colher (sopa) de mel.

Modo de preparo:

Aqueça 400 ml de água filtrada. Depois, desligue o fogo, adicione a camomila e tampe por 7 minutos;

Coe o chá e, nessa infusão, coloque a proteína de soja isolada, o mel e as maçãs devidamente higienizados e cortadas em cubos;

Leve ao liquidificador e bata em velocidade alta por aproximadamente 5 minutos, até triturar bem as maçãs a ponto de espumarem;

Coe, se preferir. Sirva em seguida.

Vitamina Power

Vitamina Power - Foto: Divulgação

Ingredientes

  • 1 fatia de mamão grande;
  • 1 copo de chá-mate;
  • 1 banana;
  • 3 colheres de SupraSoy sem lactose original.

Modo de preparo

Coloque todos os ingredientes no liquidificador e bata;

Sirva em seguida.

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